Meu coleguinha do trabalho (fotos)

Fazia uns 7 meses que eu tava numa filial nova e transferiram um colega, o Luis, 1,80m, bem magro, 47 anos, moreno, careca, muito estiloso, mãos bonitas e lábios lindos. A gente já se conhecia de outra filial e voltamos a trabalhar juntos.

Um dia ele me mandou uma mensagem no WhatsApp, tava de atestado médico fazia uma semana, eu respondi, trocamos os números de telefone. Eu sentia atração por ele, mas não sabia quais eram as intenções dele. Começamos a conversar por mensagem lá pelas 21h e ele falou de a gente tomar algo um dia. Eu, sem sacar as intenções dele, achava que éramos só colegas. Além disso, não me imaginava comendo ele, porque ele sempre falava de "cuties" (novinhos), mas ele é bem tarado. Mesmo assim, aceitei. Continuamos conversando e ele disse: "me faria bem sair um pouco". Não sabia o que responder. No trabalho, ninguém sabia que eu era gay, e ele nunca demonstrou nenhum tipo de interesse.

A conversa se estendeu, depois das 22h esquentou, até quase duas da manhã. Que excitado eu fiquei naquela noite! Continuava surpreso por não ter percebido as intenções dele antes, mas não era tarde. Pelo menos ele tinha se animado a me falar, e marcamos um dia pra nos ver. Antes de terminar, ele disse que uma vez, quando eu me abaixei, tinha aparecido uma tanguinha vermelha saindo da calça. Fiquei com muita vergonha e cortei o assunto, mas tava muito tesudo.

Uns dias depois, eu voltava de almoçar na casa de uma amiga e ele me mandou mensagem, perguntando se a gente podia se ver antes. Falei que tava na rua, se ele quisesse, passava pra buscá-lo. E foi o que fiz. Ele me passou o endereço, era quase meia-noite de uma segunda-feira.

Cheguei no lugar, já passava da meia-noite. Ele subiu no carro (remisse). Chegamos na minha casa, eu tinha umas cervejas na geladeira, coloquei música e sentamos pra conversar. Eu observava ele, parecia mais calmo, tranquilo.

Levantei pra ir ao banheiro, quando voltei, ele tava abaixado trocando a música. Me aproximei com um sorriso, fazendo uma piada: "O que cê tá fazendo? Não me troca a música!" Ele se levantou, segurou meu rosto e disse: "Tô... colocando a música de acordo com a ocasião, e me dá um beijo muito molhado e fogoso, gosto de cerveja, doce mas ardente, suave mas excitado, coloco minhas mãos nos ombros dele, ele me olha e diz: "achou que a gente ia conversar a noite toda??" Tapando minha boca com outro beijo, mordia meus lábios, sentia a língua dele se esfregar na minha, o calor no meu corpo subia, assim como a tensão nas mãos dele ao apertar meus quadris, que beijos lindos, me excita ser beijada com paixão, a barba mal crescida, sentia a irritação no rosto e no pescoço, e ele já tinha ido pro meu pescoço, tocava meus ombros por cima da roupa, apertava e enfiava o rosto no meu pescoço, podia sentir o perfume dele, a cabeça raspada roçando no meu queixo, adoro a sensação de barba ou cabelo curto no corpo, me dá vontade de passar a mão, a língua, me esfregar pra sentir que arranha, demos uns passos e ficamos de frente pra bancada, ele me olhou nos olhos e eu notei que tinha acordado uma fera, colocou as mãos na minha bunda, me arrepiou a pele toda, ele continuou beijando meu pescoço, tirou minha camiseta, me virou de costas pra ele, levou meus braços pra trás e amarrou com minha roupa, a mão dele na minha bunda, a respiração e os beijos no meu pescoço, eu tava molhado, excitado com beijos tão gostosos, começou a abaixar meu jeans, me inclinei na bancada, puxou a calcinha fio dental, abriu minhas nádegas, e começou a comer minha buceta, língua, barba, dedos, o frio do terço, a buceta molhadíssima, mãos amarradas, meu deus eu tava prestes a explodir, e a gente mal tinha começado.
Soltou a camiseta e terminou de tirar, eu ainda tava de costas, enquanto ele tirava as mãos dele pegaram meus mamilos, firme mas doce, a fivela do cinto cravada na minha bunda, o frio da bancada na minha pélvis, minhas mãos livres, me virei, a língua dele e a minha se conectaram desde o primeiro beijo, beijos quentes, molhados, desejosos de provar mais carne, mais umidade, mais profundidade e pele, comecei a tirar a camiseta dele e a vislumbrar o tronco pequeno e magro, me deu muita ternura, parecia uma criança de 15 anos mas com as habilidades de um adulto, fui soltando devagar o cinto, depois um por um os botões da calça enquanto a gente continuava se beijando, as mãos dele nos meus peitinhos, na bunda, procurando a origem da umidade, o frio do metal do rosário, tirei meus tênis, desci a calça toda, ele segurou a fio dental pelas tiras pra eu deixar ela no lugar, consegui ver o pau dele, o tamanho lindo, era tanta excitação do momento que consegui olhar pra ele com muito carinho.
Suavemente peguei ele com a mão direita, enquanto com os polegares ele tinha levantado a fio dental pelas tiras e deixado ela enfiada na bunda e esfregando no meu cuzinho, por favor, aquele garoto sabia o que tava fazendo, o que eu gostava, será que ele lia minha mente? A gente tinha conversado um pouco por mensagem, mas a cada coisa que ele fazia mais me excitava, sentia a umidade escorrendo pelo meu cuzinho minúsculo e era só o começo, meio envergonhada, falo: me molhei inteira, adoro, ele respondeu, se abaixou, puxou a fio dental, que língua habilidosa, abriu os lábios com os dedos deixando meu cuzinho exposto, passou a língua, entre lambidas e mordiscadas, me segurei com uma mão na cabeça dele e com a outra na pia, a cerveja já tinha feito efeito no meu cérebro, nas minhas pernas, no meu corpo todo, molhada, ofegante, desejosa, mas consciente, nada de inibição, a bunda pulsava, pedia pau, dedo, língua, qualquer coisa, queria que ele me penetrasse mas que continuasse me chupando até os pensamentos.
Ele se levanta, continuo beijando ele e tocando no pau dele, aos poucos começo a descer ao mesmo tempo beijando e lambendo o peito, a barriga, a pélvis, levanto o olhar, chego no pau, deslizei a língua por todo o comprimento, ida e volta, meti ele inteiro na boca, tirei, enrolei com a língua, chupei uma bola depois a outra, esfreguei meu rosto em tudo, de novo o pau na minha boca, ele se apoiou na pia e fez pressão pra meter mais fundo, me pega pelo rosto, coloca o dedão nos meus lábios, começa a me beijar, com o dedo no meio, a outra mão apertando minha bunda desde o Do nascimento até o fim, brincando com o anel do meu cu, peguei o pau dele fazendo movimentos lentos de cima pra baixo, o frio do rosário no meu peito, que delícia que eu tava passando, totalmente surpreso, curtindo cada segundo, tirando um tempo pra provar cada centímetro, fenda, dobra, o perfume, o gosto de cerveja, o pau, tava alucinado, achei que nada melhor podia rolar, até perceber que ele ainda não tinha me penetrado, só tinha chegado no meu buraco com as mãos, e no meu buraco o pau dele ainda não tinha chegado, devagar nos beijando fui levando ele pro meu quarto, o abajur tava aceso, tinha uma coberta de linha, ele terminou de tirar o tênis, as meias e a calça, me levou até a cama, me deitei ainda com a tanga vestida, ele veio por cima de mim, o rosário frio no meu peito, começou a chupar meu peito, os dois juntos, tapando o rosto dele, raspando com a barba, eu apertava o corpo dele com minhas pernas, o pau dele duríssimo, apoiado e se esfregando na minha barriguinha, esse cara conseguia ler minha mente, que delícia que a gente tava passando, o tempo todo ele me beijou, acariciou, esfregou, lambeu inteiro, começou a descer, quero ver essa história de que você goza pela bunda, ele disse, abriu minhas pernas, minha virilha molhada até o cu, que lindo, ele disse, tava entregue demais, outra pessoa que curtia a umidade, eu olhava pra ele, queria saber o que ele tava fazendo lá embaixo, ele colocou os dois braços fazendo alavanca nas minhas coxas, pra evitar que eu fechasse as pernas, as duas mãos na minha barriguinha, abriu os lábios e eu senti o frio do rosário roçando meu cu enquanto ele passava a língua e enfiava na minha bunda, mordia, a língua dele no meu cu, a ponto de desmaiar, excitado, achei que a noite não podia melhorar, me agarrei na coberta, apertei, puxei, gemia, minhas pernas tremiam, tava ofegante, molhado, sem acreditar no que tava rolando, o dedo dele pedindo licença pra entrar no cu, procurei o cotovelo e com o calcanhar fiz força e empurrei pra ele enfiar o dedo, a cara dele enfiada na minha virilha. molhado, escorrendo, irritado da barba, minhas mãos na cabeça dele sentindo o cabelo arranhando minhas mãos, um dedo no cu, a boca também, outro dedo na minha boca, tocando e acariciando devagar, igual eu fazia quando me masturbava, adorava, estava no paraíso, quem diria que aquele magrelo que eu nem tinha notado ia me dar tanto prazer, era inacreditável.
Como as coisas podem mudar de um instante pro outro, nisso o inevitável, eu estava quase gozando mas queria que continuasse, que delícia o dedo no cu, enfia até o fundo e com força eu falei, vou gozar, e ele fez isso, gozei na boca dele, ele chupou até a última contração, eu sentia ela inchada por dentro, cheia de vontade de meter, de cravar a pica, o dedo no cu continuava entrando e saindo, por favor, arranquei até os lençóis da cama, um gemido que não acabava mais, os dentes apertados, as veias do pescoço dilatadas, achei que ia mijar nas calças, o coração parecia que ia sair pela boca, que delícia ele disse e ainda sem conseguir emitir som, gozou em cima de mim, a boca dele molhada com meu sexo, cravou a pica num movimento só, que apertada eu sentia, ainda tem contrações ele disse, que sensação gostosa, ainda não tinha terminado de gozar e já tinha a pica dentro, ele se jogou pra trás, levou minhas pernas pros ombros dele, começou a meter forte, assim que eu gosto, eu provocava ele cada vez mais fundo, abriu minhas pernas, o dedo no cu, a pica também, apertei o travesseiro, a roupa de cama estava toda enrolada, que sensação gostosa, todo meu buraquinho cheio, selvagem mas suave, com delicadeza, deixava aproveitar cada segundo do que fazia com meu corpo, eu ia aos poucos assimilando a situação.
Ele tira do meu cu e fica na minha frente, vira, ele fala, fiquei de quatro, as pernas tremendo, muito agitado, não achei que aguentaria mais, mas queria continuar, ele abriu as nádegas, a língua no cu, eu já não respondia, realmente aquele garoto tinha muita energia, o cu mais molhado do que já estava, e Coloquei a pica inteira no cu, até as bolas, meteu de uma vez e ficou uns segundos parado antes de começar a se mexer, ainda agarrado na bagunça dos lençóis e travesseiros, a respiração dele no meu pescoço, a mão puxando meu cabelo de um jeito suave, geralmente eu odeio isso, mas me deixei levar, estava no paraíso, um encontro incrível, a conexão entre os corpos foi instantânea, a velocidade começou a aumentar, cada vez mais fundo a pica, se toca ele disse, era o que eu já tava pensando, de novo eu tava pronto, vou gozar falei, amava tanto aquela sensação mas o insulto veio na hora, siiiim ele gritou, quero ver você explodir, bastaram uns segundos pra outro orgasmo, ele se firmou com as mãos nas minhas nádegas pra meter mais forte e rápido, que lindo, eu tava destruído por aquele magricela que eu nunca imaginei que ia acabar na minha cama.

Fiquei largado na cama, mas ele não tinha terminado, tirou a pica do cu veio pro meu ombro que gostosa, puta, eu te amo olhei meio atordoado e perdido, não gozou? Não respondeu, mas se você tá de boa com isso suficiente, aaahhh, um cavalheiro, foi pro banheiro, ainda não conseguia me levantar, fiquei estirado na cama, com o cu pulsando e todo aberto, o corpo inteiro irritado da barba, sem entender a ausência do gozo dele, me senti desconfortável, mal, não tinha excitado ele o suficiente?? Realmente não entendia porque ele não tinha gozado, ele voltou pra cama, já tinha me virado com o rosto olhando pra porta, entrou no quarto deitou do meu lado, olho pra ele e ele me beija, você tá bem perguntou, mais ou menos, a cara dele de surpresa, me sinto mal porque você não gozou, gostou do que a gente fez perguntei, sim, mas não se preocupa às vezes a cerveja faz isso, e eu não gozo, ele me abraçou acariciou e continuou me beijando, fica tranquilo, aproveitei cada segundo não me importo de gozar, sua cara me diz que você se divertiu, e do jeito que você goza me encanta você é único promíscuo, ele disse, imaginei que dava pra curtir sexo com você mas não assim, me Você me surpreendeu, eu sorri, "não é pra tanto", respondi, "faço o que gosto e tô disposto a gente se divertir". Ela se aninhou no meu peito feito uma criancinha, "amo isso", disse, e a gente cochilou por uns minutos, abraçados, pernas entrelaçadas, pelados, exaustos e ainda ofegantes.

Acordei sobressaltado achando que tinha que ir trabalhar, mas aquele dia também tava de atestado, era umas 5 da manhã e acabei acordando ela sem querer, ela se assustou e a gente ficou acordado. Continuamos nos acariciando, passei a mão nas costas dela, conversamos mais um pouco. "Uns massagens cairiam muito bem", ela disse. Saí da cama e peguei um óleo. "Posso?", perguntei. Sorrindo, ela respondeu: "Você é incrível". Se virou de bruços, umas gotas de óleo e comecei suave: ombros, omoplata, coluna, cintura, coxas, panturrilhas e pés. Voltei pra nuca. "Tô no paraíso", ela dizia. Massageei a cabeça, e ela falou: "Adoro quando você toca minha cabeça". Comecei a rir. "Eu também, não sei por que, mas gosto da sensação do cabelo curto raspando na mão", respondi. Ela ria: "Percebi, sim". "Posso fazer mais alguma coisa?", perguntei. "Vamos ver com o que você me surpreende." Me ajoelhei do lado dela e beijei devagar, molhado, entre beijos e lambidas, toda a costa até a bunda. Não continuei pra não deixar ela desconfortável. "Vou desmaiar com sua beijoterapia", ela disse. Comecei a rir: "Não é pra tanto", respondi. Ela me abraçou e beijou de novo. "Acordou o Kevin", disse sorrindo, "ele também quer beijinhos." Fui pra entre as pernas dela. Ela arrumou uns travesseiros: "Pra te ver melhor", disse. Passei a língua de cima a baixo, meti um ovo na boca e depois o outro, beijei a virilha, mordisquei a pélvis, continuei massageando as coxas dela. "Dá pra ver que você gosta de chupar", ela disse. "Sim, bastante", respondi. "Me fala se eu tiver te machucando ou incomodando", falei. "Vai fundo, tô adorando." Sempre olhando nos olhos dela, tava excitado de novo. Meti a pica inteira na boca, uma mão nos ovos, subia e descia. Comecei a me tocar. Não tava buscando outro orgasmo, mas tava com vontade. Os lábios ardendo. inflamados, com a língua ele enroscava dentro da boca, metia no buraquinho, adoro, você não para de me surpreender, acelerei o ritmo, as mãos dele na minha cabeça, começou a mexer a bacia, até quase os ovos eu tinha dentro, continuei assim, ele foi falando, posso gozar em você, olhei com a pica na boca sem poder responder, só concordei com os olhos, passaram uns segundos, as pernas tensas, os olhos fechados, os dentes apertados e a boca cheia de porra, deixei escorrer até a garganta, tinha engolido quase tudo, ele continuava se mexendo, cinco sacudidas na boca, desabou, senti os músculos dele relaxarem, abriu os olhos, a pica estava na minha boca e aos poucos foi perdendo a rigidez, continuei chupando, você vai me matar ele disse, tirei, desculpa se te machuquei falei, adoro, ainda mais que você engoliu, gosto de porra, olha, vou chupar tanto e perder o melhor, sorria, você é única, sério, não sei como não me animei antes, ele disse, me puxou pra perto e me beijou.
Fui ao banheiro, voltei pra cama, nos aconchegamos de novo, me sinto em paz aqui ele disse, e dormimos novamente.
De repente, meio dormindo, sinto beijos nas costas, a mão na bunda pequena, já tenho que ir, ele disse, mas podemos fazer mais uma coisa, abri as pernas deixando a mão dele entrar, molhou a rabeta que problema ele disse rindo, e eu ainda não conseguia acordar direito, ele me beijava inteiro, a barba arranhava e aos poucos fui entendendo o que tava rolando, ele se meteu entre minhas pernas, a pica dura, um dedo enfiado até o fundo no cu, a pica inteira entre minhas pernas, me segurei nos lençóis, ele tirou o dedo e meteu a pica de novo, um grito de prazer, comecei a gemer, ele enfiou no cu, tirava inteira e colocava de novo e eu com arrepio, totalmente entregue, outro grito, mas eu tava esperando por isso, o cu dilatado, molhado, quanto gozo, uma excitação do caralho, realmente não conseguia processar a situação, as mãos dele se firmaram na minha cintura pra cravar até os ovos, abri as pernas o mais que pode, no ritmo, olhava como a rola entrava no cu, comecei a me tocar, ele tinha me segurado pelos tornozelos pra eu não fechar as pernas, soltou, veio pra cima de mim, as mãos dele passaram por baixo dos meus braços, me pegou pelos ombros, me beijando apaixonadamente, nossas línguas se encontraram de novo, mordiscadas nos lábios, enrolei o corpo dele com as pernas, meus braços na cabeça dele, gemíamos juntos, a respiração acelerada, vou gozar no teu cu ele disse, se firmou de novo na cintura, empurrou e meteu o mais fundo que pôde a rola, senti três sacudidas no cu, desculpa não me segurei ele disse, e aí eu vinha, continua eu falei em tom de ordem, ele me olhou surpreso, continuou se movendo, foram dois segundos e eu explodi, gemia, mordia os lábios, apertei as costas dele, um espasmo atrás do outro, como contrações e gozei de novo, desabei, tinha batido o recorde, três orgasmos com aquele cara, era demais pra mim, sempre tenho dificuldade pra ter o segundo, mas aquilo tinha sido incrível.
Tá bem? ele perguntou surpreso, sim respondi mal saindo a voz, você vai me matar eu falei, tem pena de mim, ele sorria, vamos nos matar um ao outro, respondeu, foi pro banheiro.
De novo deitado na cama, os espasmos continuavam, olhei a hora 11 da manhã, a cabeça explodindo, a gente tinha tomado quatro cervejas durante a noite, tava exausto, ele entra no quarto, se joga do meu lado, e diz preciso ir embora, amor, eu ainda não conseguia acordar, e aquela criatura me chamava de amor, não entendia nada. Respondi rápido, tá bom e levantei, fui pro banheiro enquanto ele se trocava, voltei pro quarto, vesti alguma roupa, ele tava na cozinha, a gente tava com uma cara de destruído os dois, na hora de sair ele me pega pela cintura, me beija e diz ficaria o dia todo, mas tenho que fazer coisas e tô realmente morto, não esquenta, tô em pedaços respondi, abri a porta e ele foi embora, voltei pra cama, surpreso, feliz pelo momento lindo que a gente tinha compartilhado. pensando em como as coisas podem mudar por uma simples mensagem, fui tomar banho, me ensaboei o corpo todo, saí e passei creminho, fiquei acariciando um pouco a minha bunda pequenininha e assim dormi, esperando um novo encontro.Meu coleguinha do trabalho (fotos)Sexo anal

8 comentários - Meu coleguinha do trabalho (fotos)

ffll22 +1
quiero un compañero asi que me de pija y leche
nico41n +1
Hermoso relato me gustaria poder hablar con vos?podras?
como estás ?