Fazia uns 7 meses que eu tava numa filial nova e transferiram um colega, o Luis, 1,80m, bem magro, 47 anos, moreno, careca, muito estiloso, mãos bonitas e lábios lindos. A gente já se conhecia de outra filial e voltamos a trabalhar juntos.
Um dia ele me mandou uma mensagem no WhatsApp, tava de atestado médico fazia uma semana. Respondi, trocamos números de telefone. Eu sentia atração, mas não sabia quais eram as intenções dele. Começamos a conversar por mensagem lá pras 21h e ele falou de a gente tomar algo um dia. Eu, sem sacar as intenções dele, achava que éramos só colegas. Além disso, não me via comendo ele, porque ele sempre falava de "cuties" — mas isso sim, ele é bem tarado. Mesmo assim, aceitei. A gente continuou conversando e ele disse: "Me faria bem sair um pouco". Não sabia o que responder. No trabalho, ninguém sabia que eu era gay, e ele nunca tinha demonstrado nenhum interesse.
A conversa se estendeu, depois das 22h esquentou, até quase duas da manhã. Que excitado eu fiquei naquela noite! Continuava surpreso por não ter percebido as intenções dele antes, mas não era tarde — pelo menos ele tinha se animado a me contar. Marcamos um dia pra nos ver. Antes de terminar, ele disse que uma vez, quando eu me abaixei, tinha aparecido uma tanguinha vermelha saindo da minha calça. Fiquei com muita vergonha e cortei o assunto, mas tava muito excitado.
Uns dias depois, eu voltava de almoçar na casa de uma amiga e ele me mandou mensagem, perguntando se a gente podia se ver antes. Falei que tava na rua, se ele quisesse, passava pra buscá-lo. E foi o que fiz. Ele me passou o endereço, era quase meia-noite de uma segunda-feira.
Cheguei no lugar, já passava da meia-noite. Ele subiu no carro (remisse). Chegamos na minha casa, eu tinha umas cervejas na geladeira, coloquei música e sentamos pra conversar. Eu observava ele, parecia bem calmo, tranquilo.
Levantei pra ir ao banheiro, voltei e ele tava abaixado, trocando a música. Me aproximei com um sorriso, fazendo uma piada: "O que cê tá fazendo? Não me troca a música!" Ele se levantou, segurou meu rosto e disse: "Tô... Colocando a música de acordo com a ocasião, e me dá um beijo muito molhado e fogoso, com gosto de cerveja, doce mas ardente, suave mas excitado. Coloco minhas mãos nos ombros dele, ele me olha e diz: "achou que a gente ia conversar a noite toda??" Tapando minha boca com outro beijo, mordia meus lábios, sentia a língua dele se esfregando na minha, o calor no meu corpo subia, assim como a tensão nas mãos dele ao apertar minha cintura. Que beijos lindos, me excita ser beijada com paixão. A barba mal crescida, sentia a irritação no rosto, no pescoço, e ele já tinha ido pro meu pescoço, tocava meus ombros por cima da roupa, apertava e enfiava o rosto no meu pescoço, podia sentir o perfume dele. A cabeça raspada roçava no meu queixo, adoro a sensação de barba ou cabelo curto no corpo, me dá vontade de passar a mão, a língua, me esfregar pra sentir que arranha. Demos uns passos e ficamos de frente pra bancada, ele me olhou nos olhos e eu notei que tinha despertado uma fera. Colocou as mãos na minha bunda, me arrepiou a pele inteira. Ele continuou beijando meu pescoço, tirou minha camiseta, me virou de costas pra ele, levou meus braços pra trás e amarrou com minha roupa. A mão dele na minha bunda, a respiração e os beijos no meu pescoço, eu tava molhado, excitado com beijos tão gostosos. Começou a abaixar meu jeans, me inclinei na bancada, puxou a tanga, abriu minhas nádegas, e começou a comer minha buceta, língua, barba, dedos, o frio do terço, a buceta molhadíssima, mãos amarradas, meu deus, eu tava prestes a explodir, e a gente mal tinha começado.
Desamarrou a camiseta e terminou de tirar, eu ainda tava de costas, enquanto tirava as mãos dele pegaram meus mamilos, firme mas doce, a fivela do cinto cravada na minha bunda, o frio da bancada na minha pélvis, minhas mãos livres, me virei, a língua dele e a minha se conectaram desde o primeiro beijo, beijos quentes, molhados, desejosos de provar mais carne, mais umidade, mais profundidade e pele. Comecei a tirar a camiseta dele e a vislumbrar o torso pequeno e magro, me deu muita ternura, parecia uma criança de 15 anos. mas com as habilidades de um adulto, fui soltando devagar o cinto, depois um por um os botões da calça enquanto a gente continuava se beijando, as mãos dele nos meus peitinhos, na bunda, procurando a origem da umidade, o frio do metal do rosário, tirei minhas sapatilhas, desci a calça toda, ele segurou a tanga pelas tiras pra eu deixar ela vestida, consegui ver o pau dele, o tamanho lindo, era tanta excitação do momento que consegui olhar com muito carinho.
Suavemente peguei ele com a mão direita, enquanto com os polegares ele tinha levantado a tanga pelas tiras e deixado ela enfiada na bunda e esfregando no meu cuzinho, por favor, aquele garoto sabia o que fazia, o que eu gostava, ele conseguia ler minha mente? A gente tinha conversado um pouco por mensagem, mas a cada coisa que ele fazia mais me excitava, sentia a umidade escorrendo pelo meu cuzinho pequeno e era só o começo, meio envergonhada, falo: me molhei inteira, adoro, ele respondeu, se abaixou, puxou a tanga de lado, que língua habilidosa, abriu os lábios com os dedos deixando meu cuzinho exposto, passou a língua, entre lambidas e mordiscadas, me segurei com uma mão na cabeça dele e com a outra na pia, a cerveja já tinha feito efeito no meu cérebro, nas minhas pernas, no meu corpo todo, molhada, ofegante, desejosa, mas consciente, nada de inibição, a bunda pulsava, pedia pau, dedo, língua, o que fosse, queria que me enfiasse mas que continuasse me chupando até os pensamentos.
Ele se levanta, continuo beijando ele e tocando no pau dele, aos poucos começo a descer enquanto beijo e lambo o peito, a barriga, a pélvis, levanto o olhar, chego no pau, deslizei a língua por todo o comprimento, ida e volta, meti ele inteiro na boca, tirei, enrolei com a língua, chupei uma bola depois a outra, esfreguei meu rosto em tudo, de novo o pau na minha boca, ele se apoiou na pia e fazia pressão pra meter mais fundo, me pega pelo rosto, coloca o dedão nos meus lábios, começa a me beijar, com o dedo no meio, a outra mão apertando minha bunda desde o Do nascimento até o fim, brincando com o anel do meu cu, peguei o pau dele fazendo movimentos lentos de cima pra baixo, o frio do rosário no meu peito, como eu tava gostando, totalmente surpreso, aproveitando cada segundo, tirando um tempo pra provar cada centímetro, fenda, dobra, o perfume, o gosto de cerveja, o pau, tava louco, achei que nada melhor podia rolar, até perceber que ele ainda não tinha me penetrado, só tinha chegado no meu buraco com as mãos, e no meu buraco o pau dele ainda não tinha chegado, devagar, nos beijando, fui levando ele pro meu quarto, o abajur tava aceso, tinha uma coberta de linha, ele terminou de tirar o tênis, as meias e a calça, me levou até a cama, me deitei ainda de fio dental, ele veio por cima de mim, o rosário frio no meu peito, começou a chupar meu peito, os dois juntos, escondendo o rosto, raspando com a barba, eu apertava o corpo dele com minhas pernas, o pau dele duríssimo, apoiado e esfregando na minha barriguinha, esse cara conseguia ler minha mente, como a gente tava se divertindo, o tempo todo ele me beijou, acariciou, esfregou, lambeu inteiro, começou a descer, quero ver essa história de você gozar pela bunda, ele disse, abriu minhas pernas, minha virilha molhada até o cu, que lindo, ele disse, tava entregue demais, outra pessoa que gostava de umidade, eu olhava pra ele, queria saber o que ele tava fazendo lá embaixo, ele colocou os dois braços fazendo alavanca nas minhas coxas, pra evitar que eu fechasse as pernas, as duas mãos na minha barriguinha, abriu os lábios e eu senti o frio do rosário roçando meu cu enquanto ele passava a língua e enfiava na minha bunda, mordia, a língua dele no meu cu, quase desmaiando, excitado, achei que a noite não podia melhorar, me agarrei na coberta, apertei, puxei, gemia, minhas pernas tremiam, tava ofegante, molhado, sem acreditar no que tava rolando, o dedo dele pedindo licença pra entrar no cu, procurei o cotovelo e com o calcanhar fiz força e empurrei pra ele enfiar o dedo, a cara dele enfiada na minha virilha. molhado, escorrendo, irritado da barba, minhas mãos na cabeça dele sentindo o cabelo arranhando minhas mãos, um dedo no cu, a boca também, outro dedo na minha boca, tocando e acariciando devagar, igual eu fazia quando me masturbava, adorava, estava no paraíso, quem diria que aquele magrelo que eu nem tinha reparado estivesse me dando tanto prazer, era inacreditável.
Como as coisas podem mudar de um momento para outro, nisso o inevitável, estava quase gozando mas queria que continuasse, que delícia o dedo no cu, enfia até o fundo e com força eu falei, vou gozar, e ele fez isso, gozei na boca dele, ele chupou até a última contração, sentia ela inchada por dentro cheia de vontade de meter, de cravar a pica, o dedo no cu continuava entrando e saindo, por favor, arranquei até os lençóis da cama, um gemido que não acabava mais, os dentes apertados as veias do pescoço dilatadas, achei que ia mijar nas calças, o coração parecia sair pela boca, que delícia ele disse e ainda sem conseguir emitir som, gozou em cima de mim, a boca dele molhada com meu sexo, cravou a pica num movimento só, que apertada eu sentia, ainda tem contrações ele disse, que sensação gostosa ainda não tinha terminado de gozar e já tinha a pica dentro, se jogou para trás, levou minhas pernas para os ombros dele, começou a meter forte, assim que eu gosto, eu provocava ele cada vez mais fundo, abriu minhas pernas o dedo no cu a pica também, apertei o travesseiro, a roupa de cama estava toda enrolada, que sensação gostosa todo meu buraquinho cheio selvagem mas suave, com delicadeza, deixava aproveitar cada segundo do que fazia no meu corpo, ia aos poucos assimilando a situação.
Tira do meu cu e para na minha frente vira, me diz, fiquei de quatro com as pernas tremendo, muito agitado, não achei que aguentaria mais, mas queria continuar, abriu as nádegas, a língua no cu, já não respondia, realmente aquele garoto tinha muita energia, o cu mais molhado do que já estava, e Coloquei a pica inteira no cu, até as bolas, meteu de uma vez e ficou uns segundos parado antes de começar a se mexer, ainda agarrado na bagunça dos lençóis e travesseiros, a respiração dele no meu pescoço, a mão puxando meu cabelo de leve, geralmente eu odeio isso, mas me deixei levar, estava no paraíso, um encontro incrível, a conexão entre os corpos foi instantânea, a velocidade começou a aumentar, cada vez mais fundo a pica, se toca ele disse, era o que eu já tava pensando, de novo eu tava pronto, vou gozar falei, adorava tanto aquela sensação mas o insulto veio na hora, siiiim ele gritou, quero ver você explodir, bastaram uns segundos pra outro orgasmo, ele se firmou com as mãos na minha bunda pra meter mais forte e rápido, que lindo, eu tava destruído por aquele magrelo que eu nem imaginava que ia acabar na minha cama.
Fiquei largado na cama, mas ele não tinha terminado, tirou a pica do cu veio pro meu ombro que linda, puta, eu te amo, olhei meio atordoado e perdido, você não gozou? Não respondeu, mas se você tá de boa com isso já basta, aaahhh, um cavalheiro, foi pro banheiro, ainda não conseguia me levantar, fiquei estirado na cama, com o cu pulsando e todo aberto, o corpo inteiro irritado da barba, sem entender a falta do gozo dele, me senti desconfortável, mal, não tinha excitado ele o suficiente?? Realmente não entendia porque ele não tinha gozado, ele voltou pra cama, já tinha me virado com o rosto pra porta, entrou no quarto deitou do meu lado, olho pra ele e ele me beija, você tá bem perguntou, mais ou menos, a cara dele de surpresa, me sinto mal porque você não gozou, gostou do que a gente fez perguntei, sim, mas não se preocupa às vezes a cerveja faz isso, e eu não gozo, me abraçou acariciou e continuou me beijando, fica tranquilo, aproveitei cada segundo não tô nem aí pra gozar, sua cara me diz que você se divertiu, e o jeito que você goza me encanta você é único promíscuo, ele disse, imaginei que dava pra curtir sexo com você mas não assim, me Você me surpreendeu, eu sorri, "não é pra tanto" respondi, "faço o que gosto e tô disposto a gente se divertir". Ela se aninhou no meu peito igual uma criança, "amo isso" disse, e a gente cochilou por uns minutos, abraçados, pernas entrelaçadas, pelados, exaustos e ainda ofegantes.
Acordei assustado achando que tinha que ir trabalhar, mas aquele dia também tava de atestado, era umas 5 da manhã e acabei acordando ela sem querer, ela se assustou e a gente ficou sem sono, continuamos nos acariciando, passei a mão nas costas dela, conversamos mais um pouco. "Uns massagens cairiam bem" ela disse. Saí da cama e peguei um óleo. "Posso?" perguntei. Sorrindo, ela respondeu "você é incrível". Se virou de bruços, umas gotas de óleo e comecei suave: ombros, omoplata, coluna, cintura, coxas, panturrilhas e pés. Voltei pra nuca. "Tô no paraíso" ela dizia. Massageei a cabeça, e ela falou "amo quando você toca minha cabeça". Comecei a rir, "não sei por que, mas adoro a sensação do cabelo curto raspando na mão" respondi. Ela ria, "percebi sim" disse. "Posso fazer mais alguma coisa?" perguntei. "Vamos ver com o que você me surpreende". Me ajoelhei do lado dela e beijei devagar, molhado, entre beijos e lambidas, todas as costas até a bunda. Não continuei pra não deixar ela desconfortável. "Vou desmaiar com sua besoterapia" ela disse. Comecei a rir, "não é pra tanto" respondi. Ela me abraçou e beijou de novo. "Acordou o Kevin" disse sorrindo, "ele também quer beijinhos". Fui entre as pernas dela, ela ajeitou uns travesseiros "pra te ver melhor" disse. Passei a língua de cima a baixo, coloquei um ovo na boca e depois o outro, beijei a virilha, mordisquei a pélvis, continuei massageando as coxas dela. "Dá pra ver que você gosta de chupar" ela disse. "Sim, bastante" respondi. "Me fala se eu tiver fazendo mal ou te incomodando" falei. "Vai fundo que tô adorando". Sempre olhando nos olhos dela, ela tava excitada de novo. Coloquei a rola inteira na boca, uma mão nos ovos, subia e descia, comecei a me tocar. Não tava buscando outro orgasmo, mas sentia vontade, os lábios ardendo. inflamados, com a língua ele enroscava dentro da boca, metia no buraquinho, adoro, você não para de me surpreender, acelerei o ritmo, as mãos dele na minha cabeça, ele começou a mexer a bacia, até quase os ovos eu tinha dentro, continuei assim, ele foi falando, posso gozar em você, olhei com o pau na boca sem conseguir responder, só concordei com os olhos, passaram uns segundos, as pernas tensas, os olhos fechados, os dentes apertados e a boca cheia de porra, deixei escorrer até a garganta, tinha engolido quase tudo, ele continuava se mexendo, cinco sacudidas na boca, ele desabou, senti os músculos dele relaxarem, abriu os olhos, o pau estava na minha boca e aos poucos foi perdendo a rigidez, continuei chupando, você vai me matar ele disse, tirei, desculpa se te machuquei falei, adoro, ainda mais que você engoliu, gosto de porra, olha, vou chupar tanto e perder o melhor, sorri, você é única, sério, não sei como não me animei antes, ele disse, me puxou pra perto e me beijou.
Fui no banheiro, voltei pra cama, nos aconchegamos de novo, me sinto em paz aqui ele disse, e dormimos de novo.
De repente, meio dormindo, sinto beijos nas costas, a mão na bunda pequena, já tenho que ir, ele disse, mas podemos fazer mais uma coisa, abri as pernas deixando a mão dele entrar, molhou a bunda que problema ele disse sorrindo, e eu ainda não conseguia acordar direito, ele me beijava inteiro, a barba arranhava e aos poucos fui entendendo o que tava rolando, ele se meteu entre minhas pernas, o pau duro, um dedo enfiado até o fundo no cu, o pau inteiro entre minhas pernas, me segurei nos lençóis, ele tirou o dedo e meteu o pau de novo, um grito de prazer, comecei a gemer, ele meteu no cu, tirava inteiro e colocava de novo e eu com arrepio, totalmente entregue, outro grito, mas eu tava esperando por isso, o cu dilatado, molhado, quanto gozo, tesão do caralho, realmente não conseguia processar a situação, as mãos dele se firmaram na minha cintura pra cravar até os ovos, abri as pernas o mais que pode, no ritmo, olhava como a rola entrava no cu, comecei a me tocar, ele tinha me segurado pelos tornozelos pra eu não fechar as pernas, soltou, veio em minha direção, as mãos dele passaram por baixo dos meus braços, me pegou pelos ombros, me beijando apaixonadamente, nossas línguas se encontravam de novo, mordiscadas nos lábios, enrolei o corpo dele com as pernas, meus braços na cabeça dele, gemíamos juntos, a respiração acelerada, vou gozar no seu cu, ele disse, se firmou de novo na cintura, empurrou e meteu o mais fundo que pôde a rola, senti três sacudidas no cu, desculpa, não me segurei, ele disse, e aí eu vinha, continua, falei em tom de ordem, ele me olhou surpreso, continuou se movendo, foram dois segundos e eu explodi, gemia, mordia os lábios, apertei as costas dele, um espasmo atrás do outro, como contrações, e gozei de novo, me despenquei, tinha batido o recorde, três orgasmos com aquele cara, era demais pra mim, sempre tenho dificuldade pra ter o segundo, mas aquilo tinha sido incrível.
Tá bem? ele perguntou surpreso, sim, respondi, mal saindo a voz, você vai me matar, falei, tem piedade de mim, ele sorria, vamos nos matar um ao outro, respondeu, e foi pro banheiro.
De novo deitado na cama, os espasmos continuavam, olhei a hora, 11 da manhã, a cabeça explodindo, a gente tinha tomado quatro cervejas durante a noite, tava exausto, ele entra no quarto, se joga do meu lado, e diz: tenho que ir, amor, eu ainda não conseguia acordar direito, e aquela criatura me chamava de amor, não entendia nada. Respondi rápido: tá bem, e levantei, fui ao banheiro enquanto ele se trocava, voltei pro quarto, vesti umas roupas, ele tava na cozinha, a gente tava com uma cara de destruído os dois, na hora de sair ele me pega pela cintura, me beija e diz: ficaria o dia todo, mas tenho que fazer umas coisas e tô morto mesmo, não esquenta, tô em pedaços, respondi, abri a porta e ele foi embora, voltei pra cama, surpreso, feliz pelo momento lindo que a gente tinha compartilhado. pensando em como as coisas podem mudar por uma simples mensagem, fui tomar banho, me ensaboei o corpo todo, saí e passei creminho, fiquei um tempinho acariciando a bucetinha e assim dormi, esperando um novo encontro.
Um dia ele me mandou uma mensagem no WhatsApp, tava de atestado médico fazia uma semana. Respondi, trocamos números de telefone. Eu sentia atração, mas não sabia quais eram as intenções dele. Começamos a conversar por mensagem lá pras 21h e ele falou de a gente tomar algo um dia. Eu, sem sacar as intenções dele, achava que éramos só colegas. Além disso, não me via comendo ele, porque ele sempre falava de "cuties" — mas isso sim, ele é bem tarado. Mesmo assim, aceitei. A gente continuou conversando e ele disse: "Me faria bem sair um pouco". Não sabia o que responder. No trabalho, ninguém sabia que eu era gay, e ele nunca tinha demonstrado nenhum interesse.
A conversa se estendeu, depois das 22h esquentou, até quase duas da manhã. Que excitado eu fiquei naquela noite! Continuava surpreso por não ter percebido as intenções dele antes, mas não era tarde — pelo menos ele tinha se animado a me contar. Marcamos um dia pra nos ver. Antes de terminar, ele disse que uma vez, quando eu me abaixei, tinha aparecido uma tanguinha vermelha saindo da minha calça. Fiquei com muita vergonha e cortei o assunto, mas tava muito excitado.
Uns dias depois, eu voltava de almoçar na casa de uma amiga e ele me mandou mensagem, perguntando se a gente podia se ver antes. Falei que tava na rua, se ele quisesse, passava pra buscá-lo. E foi o que fiz. Ele me passou o endereço, era quase meia-noite de uma segunda-feira.
Cheguei no lugar, já passava da meia-noite. Ele subiu no carro (remisse). Chegamos na minha casa, eu tinha umas cervejas na geladeira, coloquei música e sentamos pra conversar. Eu observava ele, parecia bem calmo, tranquilo.
Levantei pra ir ao banheiro, voltei e ele tava abaixado, trocando a música. Me aproximei com um sorriso, fazendo uma piada: "O que cê tá fazendo? Não me troca a música!" Ele se levantou, segurou meu rosto e disse: "Tô... Colocando a música de acordo com a ocasião, e me dá um beijo muito molhado e fogoso, com gosto de cerveja, doce mas ardente, suave mas excitado. Coloco minhas mãos nos ombros dele, ele me olha e diz: "achou que a gente ia conversar a noite toda??" Tapando minha boca com outro beijo, mordia meus lábios, sentia a língua dele se esfregando na minha, o calor no meu corpo subia, assim como a tensão nas mãos dele ao apertar minha cintura. Que beijos lindos, me excita ser beijada com paixão. A barba mal crescida, sentia a irritação no rosto, no pescoço, e ele já tinha ido pro meu pescoço, tocava meus ombros por cima da roupa, apertava e enfiava o rosto no meu pescoço, podia sentir o perfume dele. A cabeça raspada roçava no meu queixo, adoro a sensação de barba ou cabelo curto no corpo, me dá vontade de passar a mão, a língua, me esfregar pra sentir que arranha. Demos uns passos e ficamos de frente pra bancada, ele me olhou nos olhos e eu notei que tinha despertado uma fera. Colocou as mãos na minha bunda, me arrepiou a pele inteira. Ele continuou beijando meu pescoço, tirou minha camiseta, me virou de costas pra ele, levou meus braços pra trás e amarrou com minha roupa. A mão dele na minha bunda, a respiração e os beijos no meu pescoço, eu tava molhado, excitado com beijos tão gostosos. Começou a abaixar meu jeans, me inclinei na bancada, puxou a tanga, abriu minhas nádegas, e começou a comer minha buceta, língua, barba, dedos, o frio do terço, a buceta molhadíssima, mãos amarradas, meu deus, eu tava prestes a explodir, e a gente mal tinha começado.
Desamarrou a camiseta e terminou de tirar, eu ainda tava de costas, enquanto tirava as mãos dele pegaram meus mamilos, firme mas doce, a fivela do cinto cravada na minha bunda, o frio da bancada na minha pélvis, minhas mãos livres, me virei, a língua dele e a minha se conectaram desde o primeiro beijo, beijos quentes, molhados, desejosos de provar mais carne, mais umidade, mais profundidade e pele. Comecei a tirar a camiseta dele e a vislumbrar o torso pequeno e magro, me deu muita ternura, parecia uma criança de 15 anos. mas com as habilidades de um adulto, fui soltando devagar o cinto, depois um por um os botões da calça enquanto a gente continuava se beijando, as mãos dele nos meus peitinhos, na bunda, procurando a origem da umidade, o frio do metal do rosário, tirei minhas sapatilhas, desci a calça toda, ele segurou a tanga pelas tiras pra eu deixar ela vestida, consegui ver o pau dele, o tamanho lindo, era tanta excitação do momento que consegui olhar com muito carinho.
Suavemente peguei ele com a mão direita, enquanto com os polegares ele tinha levantado a tanga pelas tiras e deixado ela enfiada na bunda e esfregando no meu cuzinho, por favor, aquele garoto sabia o que fazia, o que eu gostava, ele conseguia ler minha mente? A gente tinha conversado um pouco por mensagem, mas a cada coisa que ele fazia mais me excitava, sentia a umidade escorrendo pelo meu cuzinho pequeno e era só o começo, meio envergonhada, falo: me molhei inteira, adoro, ele respondeu, se abaixou, puxou a tanga de lado, que língua habilidosa, abriu os lábios com os dedos deixando meu cuzinho exposto, passou a língua, entre lambidas e mordiscadas, me segurei com uma mão na cabeça dele e com a outra na pia, a cerveja já tinha feito efeito no meu cérebro, nas minhas pernas, no meu corpo todo, molhada, ofegante, desejosa, mas consciente, nada de inibição, a bunda pulsava, pedia pau, dedo, língua, o que fosse, queria que me enfiasse mas que continuasse me chupando até os pensamentos.
Ele se levanta, continuo beijando ele e tocando no pau dele, aos poucos começo a descer enquanto beijo e lambo o peito, a barriga, a pélvis, levanto o olhar, chego no pau, deslizei a língua por todo o comprimento, ida e volta, meti ele inteiro na boca, tirei, enrolei com a língua, chupei uma bola depois a outra, esfreguei meu rosto em tudo, de novo o pau na minha boca, ele se apoiou na pia e fazia pressão pra meter mais fundo, me pega pelo rosto, coloca o dedão nos meus lábios, começa a me beijar, com o dedo no meio, a outra mão apertando minha bunda desde o Do nascimento até o fim, brincando com o anel do meu cu, peguei o pau dele fazendo movimentos lentos de cima pra baixo, o frio do rosário no meu peito, como eu tava gostando, totalmente surpreso, aproveitando cada segundo, tirando um tempo pra provar cada centímetro, fenda, dobra, o perfume, o gosto de cerveja, o pau, tava louco, achei que nada melhor podia rolar, até perceber que ele ainda não tinha me penetrado, só tinha chegado no meu buraco com as mãos, e no meu buraco o pau dele ainda não tinha chegado, devagar, nos beijando, fui levando ele pro meu quarto, o abajur tava aceso, tinha uma coberta de linha, ele terminou de tirar o tênis, as meias e a calça, me levou até a cama, me deitei ainda de fio dental, ele veio por cima de mim, o rosário frio no meu peito, começou a chupar meu peito, os dois juntos, escondendo o rosto, raspando com a barba, eu apertava o corpo dele com minhas pernas, o pau dele duríssimo, apoiado e esfregando na minha barriguinha, esse cara conseguia ler minha mente, como a gente tava se divertindo, o tempo todo ele me beijou, acariciou, esfregou, lambeu inteiro, começou a descer, quero ver essa história de você gozar pela bunda, ele disse, abriu minhas pernas, minha virilha molhada até o cu, que lindo, ele disse, tava entregue demais, outra pessoa que gostava de umidade, eu olhava pra ele, queria saber o que ele tava fazendo lá embaixo, ele colocou os dois braços fazendo alavanca nas minhas coxas, pra evitar que eu fechasse as pernas, as duas mãos na minha barriguinha, abriu os lábios e eu senti o frio do rosário roçando meu cu enquanto ele passava a língua e enfiava na minha bunda, mordia, a língua dele no meu cu, quase desmaiando, excitado, achei que a noite não podia melhorar, me agarrei na coberta, apertei, puxei, gemia, minhas pernas tremiam, tava ofegante, molhado, sem acreditar no que tava rolando, o dedo dele pedindo licença pra entrar no cu, procurei o cotovelo e com o calcanhar fiz força e empurrei pra ele enfiar o dedo, a cara dele enfiada na minha virilha. molhado, escorrendo, irritado da barba, minhas mãos na cabeça dele sentindo o cabelo arranhando minhas mãos, um dedo no cu, a boca também, outro dedo na minha boca, tocando e acariciando devagar, igual eu fazia quando me masturbava, adorava, estava no paraíso, quem diria que aquele magrelo que eu nem tinha reparado estivesse me dando tanto prazer, era inacreditável.
Como as coisas podem mudar de um momento para outro, nisso o inevitável, estava quase gozando mas queria que continuasse, que delícia o dedo no cu, enfia até o fundo e com força eu falei, vou gozar, e ele fez isso, gozei na boca dele, ele chupou até a última contração, sentia ela inchada por dentro cheia de vontade de meter, de cravar a pica, o dedo no cu continuava entrando e saindo, por favor, arranquei até os lençóis da cama, um gemido que não acabava mais, os dentes apertados as veias do pescoço dilatadas, achei que ia mijar nas calças, o coração parecia sair pela boca, que delícia ele disse e ainda sem conseguir emitir som, gozou em cima de mim, a boca dele molhada com meu sexo, cravou a pica num movimento só, que apertada eu sentia, ainda tem contrações ele disse, que sensação gostosa ainda não tinha terminado de gozar e já tinha a pica dentro, se jogou para trás, levou minhas pernas para os ombros dele, começou a meter forte, assim que eu gosto, eu provocava ele cada vez mais fundo, abriu minhas pernas o dedo no cu a pica também, apertei o travesseiro, a roupa de cama estava toda enrolada, que sensação gostosa todo meu buraquinho cheio selvagem mas suave, com delicadeza, deixava aproveitar cada segundo do que fazia no meu corpo, ia aos poucos assimilando a situação.
Tira do meu cu e para na minha frente vira, me diz, fiquei de quatro com as pernas tremendo, muito agitado, não achei que aguentaria mais, mas queria continuar, abriu as nádegas, a língua no cu, já não respondia, realmente aquele garoto tinha muita energia, o cu mais molhado do que já estava, e Coloquei a pica inteira no cu, até as bolas, meteu de uma vez e ficou uns segundos parado antes de começar a se mexer, ainda agarrado na bagunça dos lençóis e travesseiros, a respiração dele no meu pescoço, a mão puxando meu cabelo de leve, geralmente eu odeio isso, mas me deixei levar, estava no paraíso, um encontro incrível, a conexão entre os corpos foi instantânea, a velocidade começou a aumentar, cada vez mais fundo a pica, se toca ele disse, era o que eu já tava pensando, de novo eu tava pronto, vou gozar falei, adorava tanto aquela sensação mas o insulto veio na hora, siiiim ele gritou, quero ver você explodir, bastaram uns segundos pra outro orgasmo, ele se firmou com as mãos na minha bunda pra meter mais forte e rápido, que lindo, eu tava destruído por aquele magrelo que eu nem imaginava que ia acabar na minha cama.
Fiquei largado na cama, mas ele não tinha terminado, tirou a pica do cu veio pro meu ombro que linda, puta, eu te amo, olhei meio atordoado e perdido, você não gozou? Não respondeu, mas se você tá de boa com isso já basta, aaahhh, um cavalheiro, foi pro banheiro, ainda não conseguia me levantar, fiquei estirado na cama, com o cu pulsando e todo aberto, o corpo inteiro irritado da barba, sem entender a falta do gozo dele, me senti desconfortável, mal, não tinha excitado ele o suficiente?? Realmente não entendia porque ele não tinha gozado, ele voltou pra cama, já tinha me virado com o rosto pra porta, entrou no quarto deitou do meu lado, olho pra ele e ele me beija, você tá bem perguntou, mais ou menos, a cara dele de surpresa, me sinto mal porque você não gozou, gostou do que a gente fez perguntei, sim, mas não se preocupa às vezes a cerveja faz isso, e eu não gozo, me abraçou acariciou e continuou me beijando, fica tranquilo, aproveitei cada segundo não tô nem aí pra gozar, sua cara me diz que você se divertiu, e o jeito que você goza me encanta você é único promíscuo, ele disse, imaginei que dava pra curtir sexo com você mas não assim, me Você me surpreendeu, eu sorri, "não é pra tanto" respondi, "faço o que gosto e tô disposto a gente se divertir". Ela se aninhou no meu peito igual uma criança, "amo isso" disse, e a gente cochilou por uns minutos, abraçados, pernas entrelaçadas, pelados, exaustos e ainda ofegantes.
Acordei assustado achando que tinha que ir trabalhar, mas aquele dia também tava de atestado, era umas 5 da manhã e acabei acordando ela sem querer, ela se assustou e a gente ficou sem sono, continuamos nos acariciando, passei a mão nas costas dela, conversamos mais um pouco. "Uns massagens cairiam bem" ela disse. Saí da cama e peguei um óleo. "Posso?" perguntei. Sorrindo, ela respondeu "você é incrível". Se virou de bruços, umas gotas de óleo e comecei suave: ombros, omoplata, coluna, cintura, coxas, panturrilhas e pés. Voltei pra nuca. "Tô no paraíso" ela dizia. Massageei a cabeça, e ela falou "amo quando você toca minha cabeça". Comecei a rir, "não sei por que, mas adoro a sensação do cabelo curto raspando na mão" respondi. Ela ria, "percebi sim" disse. "Posso fazer mais alguma coisa?" perguntei. "Vamos ver com o que você me surpreende". Me ajoelhei do lado dela e beijei devagar, molhado, entre beijos e lambidas, todas as costas até a bunda. Não continuei pra não deixar ela desconfortável. "Vou desmaiar com sua besoterapia" ela disse. Comecei a rir, "não é pra tanto" respondi. Ela me abraçou e beijou de novo. "Acordou o Kevin" disse sorrindo, "ele também quer beijinhos". Fui entre as pernas dela, ela ajeitou uns travesseiros "pra te ver melhor" disse. Passei a língua de cima a baixo, coloquei um ovo na boca e depois o outro, beijei a virilha, mordisquei a pélvis, continuei massageando as coxas dela. "Dá pra ver que você gosta de chupar" ela disse. "Sim, bastante" respondi. "Me fala se eu tiver fazendo mal ou te incomodando" falei. "Vai fundo que tô adorando". Sempre olhando nos olhos dela, ela tava excitada de novo. Coloquei a rola inteira na boca, uma mão nos ovos, subia e descia, comecei a me tocar. Não tava buscando outro orgasmo, mas sentia vontade, os lábios ardendo. inflamados, com a língua ele enroscava dentro da boca, metia no buraquinho, adoro, você não para de me surpreender, acelerei o ritmo, as mãos dele na minha cabeça, ele começou a mexer a bacia, até quase os ovos eu tinha dentro, continuei assim, ele foi falando, posso gozar em você, olhei com o pau na boca sem conseguir responder, só concordei com os olhos, passaram uns segundos, as pernas tensas, os olhos fechados, os dentes apertados e a boca cheia de porra, deixei escorrer até a garganta, tinha engolido quase tudo, ele continuava se mexendo, cinco sacudidas na boca, ele desabou, senti os músculos dele relaxarem, abriu os olhos, o pau estava na minha boca e aos poucos foi perdendo a rigidez, continuei chupando, você vai me matar ele disse, tirei, desculpa se te machuquei falei, adoro, ainda mais que você engoliu, gosto de porra, olha, vou chupar tanto e perder o melhor, sorri, você é única, sério, não sei como não me animei antes, ele disse, me puxou pra perto e me beijou.
Fui no banheiro, voltei pra cama, nos aconchegamos de novo, me sinto em paz aqui ele disse, e dormimos de novo.
De repente, meio dormindo, sinto beijos nas costas, a mão na bunda pequena, já tenho que ir, ele disse, mas podemos fazer mais uma coisa, abri as pernas deixando a mão dele entrar, molhou a bunda que problema ele disse sorrindo, e eu ainda não conseguia acordar direito, ele me beijava inteiro, a barba arranhava e aos poucos fui entendendo o que tava rolando, ele se meteu entre minhas pernas, o pau duro, um dedo enfiado até o fundo no cu, o pau inteiro entre minhas pernas, me segurei nos lençóis, ele tirou o dedo e meteu o pau de novo, um grito de prazer, comecei a gemer, ele meteu no cu, tirava inteiro e colocava de novo e eu com arrepio, totalmente entregue, outro grito, mas eu tava esperando por isso, o cu dilatado, molhado, quanto gozo, tesão do caralho, realmente não conseguia processar a situação, as mãos dele se firmaram na minha cintura pra cravar até os ovos, abri as pernas o mais que pode, no ritmo, olhava como a rola entrava no cu, comecei a me tocar, ele tinha me segurado pelos tornozelos pra eu não fechar as pernas, soltou, veio em minha direção, as mãos dele passaram por baixo dos meus braços, me pegou pelos ombros, me beijando apaixonadamente, nossas línguas se encontravam de novo, mordiscadas nos lábios, enrolei o corpo dele com as pernas, meus braços na cabeça dele, gemíamos juntos, a respiração acelerada, vou gozar no seu cu, ele disse, se firmou de novo na cintura, empurrou e meteu o mais fundo que pôde a rola, senti três sacudidas no cu, desculpa, não me segurei, ele disse, e aí eu vinha, continua, falei em tom de ordem, ele me olhou surpreso, continuou se movendo, foram dois segundos e eu explodi, gemia, mordia os lábios, apertei as costas dele, um espasmo atrás do outro, como contrações, e gozei de novo, me despenquei, tinha batido o recorde, três orgasmos com aquele cara, era demais pra mim, sempre tenho dificuldade pra ter o segundo, mas aquilo tinha sido incrível.
Tá bem? ele perguntou surpreso, sim, respondi, mal saindo a voz, você vai me matar, falei, tem piedade de mim, ele sorria, vamos nos matar um ao outro, respondeu, e foi pro banheiro.
De novo deitado na cama, os espasmos continuavam, olhei a hora, 11 da manhã, a cabeça explodindo, a gente tinha tomado quatro cervejas durante a noite, tava exausto, ele entra no quarto, se joga do meu lado, e diz: tenho que ir, amor, eu ainda não conseguia acordar direito, e aquela criatura me chamava de amor, não entendia nada. Respondi rápido: tá bem, e levantei, fui ao banheiro enquanto ele se trocava, voltei pro quarto, vesti umas roupas, ele tava na cozinha, a gente tava com uma cara de destruído os dois, na hora de sair ele me pega pela cintura, me beija e diz: ficaria o dia todo, mas tenho que fazer umas coisas e tô morto mesmo, não esquenta, tô em pedaços, respondi, abri a porta e ele foi embora, voltei pra cama, surpreso, feliz pelo momento lindo que a gente tinha compartilhado. pensando em como as coisas podem mudar por uma simples mensagem, fui tomar banho, me ensaboei o corpo todo, saí e passei creminho, fiquei um tempinho acariciando a bucetinha e assim dormi, esperando um novo encontro.

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