sali a correr pero termine clavada en cuatro RE

Oi, sou o Matias com um novo relato pra essa linda quinta-feira. O dia tava tão bonito que me preparei pra ir correr na pracinha do meu bairro. Não posso deixar meu booty sumir também, adoro que os caras que eu pego curtam essa bunda gorda. Escolhi uma boa legging, bem justinha, que chamasse atenção. Queria sair na rua sendo eu mesmo.

sali a correr pero termine clavada en cuatro RE

Vizinho

bundinha

comedor de porra

bunda

gay

fio dental

promiscua

bunda peludinha

Cheguei na praça com minha garrafinha d'água e comecei a caminhar. As vizinhas típicas do bairro já estavam ali, começando a murmurar sobre mim. Coloquei meus fones e segui sem dar bola, comecei a correr. O fio já começava a roçar entre minhas nádegas, e meu rosto exibia um sorrisinho de excitação. Depois de 30 minutos correndo, tinha uma pessoa me acompanhando no ritmo. Diminuí e comecei a andar pra deixar ele passar, mas não, ele também diminuiu o ritmo e caminhou atrás de mim. Me virei e notei como ele olhava pra minha bunda, e depois disso ele já estava do meu lado, com um "oi, Maty" começou a conversa. Era meu vizinho, grandão e com uma barriguinha que com certeza ele tava tentando perder. Ele trabalha no mercado central e, por coincidência, nossos dias de folga bateram.

— Não te dá um pouco de vergonha sair assim? — ele disse.
— Não, por quê? — respondi.
— Nada não, verdade, fica muito bom em você.

Depois de caminharmos juntos, ele falou:
— Minha mulher não tá em casa agora. Não quer vir se refrescar um pouco?

Eu ri e aceitei, já sacando onde aquilo ia dar.

— Beleza, vou pra casa. Deixo a porta aberta, entra e fecha — ele disse.

Era óbvio que, com as vizinhas de olho, ele não queria que contassem pra mulher que ele ia foder com o viado do bairro. Ele foi embora, e eu comecei a correr de novo. Dei duas voltas e me mandei pra casa dele. A porta tava aberta mesmo. Entrei, a chave estava na fechadura, tranquei e coloquei a chave. Tinha uma sala enorme, e lá estava ele.

— Quer beber algo? — perguntou.
— Uma água mineral, já tô com minha garrafinha vazia — pedi.

Ele veio com um copo d'água numa mão e, com a outra, se massageava a pica. Dei um gole e coloquei o copo numa mesinha, me ajoelhei na frente dele.

— Vai, me faz um boquete, vagabundo.

Com as duas mãos, abaixei a calça de moletão e a cueca dele, tudo junto, e vi uma pica bem grossa e uns ovos bem peludos. Comecei lambendo a cabeça da pica.

— Que gostinho tão salgado. Tava se tocando, né? haha — falei.
— Sim, não conseguia parar de pensar naquela bunda gostosa. Deixei ele bem durinho, olhando pra cima, enfiei ele inteiro na minha boca, cabia certinho até a garganta, mesmo a grossura do tronco dele machucando minha mandíbula, continuei indo pra dentro e pra fora, até que senti a mão dele acariciando meu cabelo — que delícia que é — ele dizia. Enfiava ele inteiro, sentia os ovos peludos dele como se fossem um colchão macio de pelos. Parei com o pau dele e com minha língua subi desde os ovos, passando pelo tronco até a cabeça, dei umas lambidas gostosas e enfiei ele de novo inteiro até o fundo, e continuei chupando bem rápido.

Parei e minha mandíbula não aguentava mais, me coloquei na frente de uma mesa grande e abaixei minha legging — que puta! Como você anda com essa calcinha fio dental tão pequenininha? — ele disse surpreso — Quer que eu tire? Ou você me come assim? — Ele afastou o fiozinho, eu me deitei sobre a mesa e ele começou a empurrar a pontinha, sentia como se fosse entrando de pouquinho em pouquinho, até que enfiou inteiro. Deixou ele só um tempinho todo enfiado lá dentro até que senti o pau inteiro dele saindo só pra voltar a enfiar com força — aaaahhhhh!!! Meu deus, que pau! — De uma enfiada ele me fez gritar igual uma puta. Dessa vez ele não parou, começou a me meter bem forte — aahh!! isso!! continua assim!!! mete bem forte!!! — Eu gemía no mesmo ritmo que a barriga e os ovos dele batiam em mim. As mãos dele apertavam com força minhas nádegas, pra depois me dar um tapa bem forte, deixando minha bunda marcada — Quer que eu encha seu cu? Já vou gozar — ele dizia ofegante. Não dava pra pensar muito, mas me decidi — Na boca, goza na boca — Rápido, ele tirou.

Me ajoelhei e comecei a chupar ele de novo, agora tinha um gostinho gostoso da minha buceta. Ele começou a se masturbar e eu fiquei esperando de boca aberta, com a linguinha pra fora, como se esperasse uma gota d'água no deserto. Ai, meu deus! Ele banhou minha carinha de porra. O primeiro jato me fez fechar os olhinhos porque veio direto, depois senti outro jato que acertou direto na minha boca, até a última gota derramou na minha língua. Juntei tudo e engoli. Tomei ele, claro que mostrei a boquinha vazia — "tô com a cabeça cheia de porra, por que você não limpa pra terminar?" — ela disse. Chupei ele de novo, deixando bem limpinho, pedi pra ir no banheiro, me limpei direitinho e saí, mas antes — "dá uma olhada antes de sair, pra ninguém te ver" — ela falou enquanto destrancava a porta — "vai ser a única vez que eu te vejo?" — perguntei — "fica tranquila, gata, esse boquete tá pedindo mais rola" — e saí sem ninguém na rua que pudesse desconfiar do que eu tava fazendo na casa dela, enquanto tomava banho pra tirar o suor da manhã, fiquei pensando que fiz feliz outro homem casado.

Bom, é assim que termina essa delícia de fantasia. Espero que vocês gostem e que esquente vocês tanto quanto eu me esquentei enquanto escrevia. Tenham uma boa tarde de quinta-feira. Se quiserem fazer parte das minhas histórias, deixem o WhatsApp para um encontro real. Tchau e obrigado.

4 comentários - sali a correr pero termine clavada en cuatro RE

Exitante relato, me pusiste la verga dura, yo soy un chico de 18 años que tiene la fantasía de encontrarse a alguien como tu por la calle y terminar cogiendo
biggape +1
Que linda está esa cola... Depilate la cola y sube mas fotos
gracias divina un beso!!!
Pero que rico culo, esa tanguita te queda muy bien...
Me dieron unas tremendas ganas de chuparte ese culo y meterte toda la verga