Oi, sou o Maty com um novo relato, revisando as fantasias que tenho na minha cabeça. Lembrei daquele cara que fiz amizade no Face, aquele Face antigo que eu tinha e que acabou sendo bloqueado 😞 (tudo porque eu postava minhas fotos de fio dental). Bom, esse cara era muito fanático pelo time dele, tinha a foto do estádio na capa, escudinho de futebol, e tal. Esse mano tava fascinado pela minha bunda, não só queria me comer, queria me levar pro estádio.
Chegou o dia, a gente ia se encontrar. Peguei um busão que me fez ficar uma hora sentada viajando até o estádio. A gente se viu, ele tava como eu conhecia pelas fotos: careca, magrinho e com a camisa de futebol dele. — Vamos, gata, que vamos passar uma tarde de festa — ele falou. Quando subi na arquibancada, me senti rodeada de homens, todos grandões e com um calor gostoso saindo dos corpos deles. Ele enfiou a mão na minha bunda e sussurrou no meu ouvido: — Tá durinho, uma delícia! — Eu só sorri. Ele torcia eufórico. O jogo acabou e a gente foi embora com uma multidão na nossa frente. A gente desviou direto pros banheiros junto com outras pessoas. Achamos um banheirinho e fechamos a portinha. — Começa a chupar que tô quentinho — Rápida, puxei o shorts dele pra baixo e comecei a bater uma pra ele. Demorou uns segundos pra ficar duríssimo. Enfiei na boca, meti fundo, tirava e passava a língua na cabecinha dele. Minha língua descia do tronco até as bolas dele. Lá fora, batiam na porta. — Ocupado, porra! — eu gritava. Não sei como, mas subiram em alguma coisa e de cima alguém olhava. — Ei! Ela tá chupando o pau dele — gritou. Abriram a porta. — Ei, mano, quero comer ela, qual é? O banheiro tava lotado e eu não tirava o pau da boca. Um deles pegou o cara e puxou pra fora. Eu tava morrendo de medo. Ele me olhou e falou: — Quer pau? Vamos te dar pau. Me tiraram de lá e me colocaram no meio. — Beleza, venham todos que quiserem que eu chupo — Vários deles se aproximaram com o pau pra fora. Me ajoelhei no meio de vários homens e comecei. chupando a rola dele, -eu! faz uma roda, uma roda que eu chupo todo mundo, em ordem- não só mandava na arquibancada não, aqui também mandava. seguindo o sentido dos ponteiros do relógio ia de rola em rola, naquela hora senti um gozada, parte do meu cabelo e minha testa ficaram banhadas, uns esperavam um boquete e outros batiam punheta, daí comecei a receber gozada de todo lado, vinham, apontavam pra minha cara e me enchiam de porra, o grandão ficou atrás de mim e, colocando as mãos debaixo dos meus ombros, me levantou com força, me baixou a calça, a cueca e foi o primeiro a querer me penetrar, enquanto eu continuava chupando uma rola preta linda, esse grandão me abriu a bunda pequena, senti a rola dele fazendo contato com minha raba, não teve dificuldade pra meter, entrava e saía, deslizava de fora pra dentro com uma facilidade, meus gemidos eram calados por aquela rola linda que eu engolia -que raba boa, cara- ele falava pro meu amigo -é, festa braba que se formou- comentava outra pessoa. o grandão continuava, me segurando bem forte na cintura e metendo com tudo, terminou gozando dentro de mim, sentia como se a rola dele não parasse de mandar porra, os outros continuavam passando pra receber um boquete meu, agora sim era a chance desse cara, ele ia me foder, finalmente ia foder aquela bunda pequena que ele tanto esperava sentir e só via do meu perfil de rosto, assim com a bunda pequena cheia de porra ele meteu a rola, tinham me deixado tão aberta que nem sentia, mas ele dava pra ouvir excitado -sim, puta, cê gosta? que raba boa, puta- o grandão ficou na minha frente e com a rola banhada de porra -limpa pra mim, gatinha!- e a rola inteira dele eu engoli até o fundo, limpinha ela saiu. -aí vou gozar em você, vou gozar no seu cu, puta, gritava exaltado. uhhh! também muita porra, muita porra dentro do meu cu. no final terminei com as costas todas fodidas porque assim inclinada continuaram passando os caras, um por um passava só pra meter bem forte na minha raba, depois de pirocada atrás de pirocada terminei como no começo, de joelhos. No meio de todos eles, com a boquinha aberta, via todo mundo se punhetando. Uns apontavam e metiam na minha boquinha, outros colocavam a cabeça da pica na minha boca e gozavam sem desperdiçar nada. Não aguentava tanta porra na boca — "Engole! Engole!" — gritavam todos. Fechei a boca e abri de novo, mostrando a linguinha — "Tudo, mano, tomei tudo" — falei. Tudo acabou em risada. Consegui me levantar, limpei a bundinha e subi as calças. Só o rosto estava todo leitoso, o cabelo também — "Pode vir quando quiser, putinha, já sabe que essa buceta aguenta, haja" — disse o grandão. Me aproximei dele, lavado, e vi esse cara atrás de mim — "E aí, como foi sua primeira vez na quadra?" — ele perguntou. Passei os dedos na minha bochecha, juntei um punhado de porra e mandei pra boca, tirando os dedos limpos — "Isso aí, pussy!" —
Bom, espero que vocês curtam essa fantasia tanto quanto eu curti escrever. Pra ser sincero, terminei excitado, bem tarado. Desejo uma linda noite de sábado pra vocês, transem muito, e se não der, dá uma olhada no meu perfil que tenho umas fotos gostosas. Bate uma punheta bem gostosa. Pra participar dos meus contos, mandem número do WhatsApp e a gente combina um encontro. Um beijo.
deixo um presentinho pra vocês, beijos amores!!!

Chegou o dia, a gente ia se encontrar. Peguei um busão que me fez ficar uma hora sentada viajando até o estádio. A gente se viu, ele tava como eu conhecia pelas fotos: careca, magrinho e com a camisa de futebol dele. — Vamos, gata, que vamos passar uma tarde de festa — ele falou. Quando subi na arquibancada, me senti rodeada de homens, todos grandões e com um calor gostoso saindo dos corpos deles. Ele enfiou a mão na minha bunda e sussurrou no meu ouvido: — Tá durinho, uma delícia! — Eu só sorri. Ele torcia eufórico. O jogo acabou e a gente foi embora com uma multidão na nossa frente. A gente desviou direto pros banheiros junto com outras pessoas. Achamos um banheirinho e fechamos a portinha. — Começa a chupar que tô quentinho — Rápida, puxei o shorts dele pra baixo e comecei a bater uma pra ele. Demorou uns segundos pra ficar duríssimo. Enfiei na boca, meti fundo, tirava e passava a língua na cabecinha dele. Minha língua descia do tronco até as bolas dele. Lá fora, batiam na porta. — Ocupado, porra! — eu gritava. Não sei como, mas subiram em alguma coisa e de cima alguém olhava. — Ei! Ela tá chupando o pau dele — gritou. Abriram a porta. — Ei, mano, quero comer ela, qual é? O banheiro tava lotado e eu não tirava o pau da boca. Um deles pegou o cara e puxou pra fora. Eu tava morrendo de medo. Ele me olhou e falou: — Quer pau? Vamos te dar pau. Me tiraram de lá e me colocaram no meio. — Beleza, venham todos que quiserem que eu chupo — Vários deles se aproximaram com o pau pra fora. Me ajoelhei no meio de vários homens e comecei. chupando a rola dele, -eu! faz uma roda, uma roda que eu chupo todo mundo, em ordem- não só mandava na arquibancada não, aqui também mandava. seguindo o sentido dos ponteiros do relógio ia de rola em rola, naquela hora senti um gozada, parte do meu cabelo e minha testa ficaram banhadas, uns esperavam um boquete e outros batiam punheta, daí comecei a receber gozada de todo lado, vinham, apontavam pra minha cara e me enchiam de porra, o grandão ficou atrás de mim e, colocando as mãos debaixo dos meus ombros, me levantou com força, me baixou a calça, a cueca e foi o primeiro a querer me penetrar, enquanto eu continuava chupando uma rola preta linda, esse grandão me abriu a bunda pequena, senti a rola dele fazendo contato com minha raba, não teve dificuldade pra meter, entrava e saía, deslizava de fora pra dentro com uma facilidade, meus gemidos eram calados por aquela rola linda que eu engolia -que raba boa, cara- ele falava pro meu amigo -é, festa braba que se formou- comentava outra pessoa. o grandão continuava, me segurando bem forte na cintura e metendo com tudo, terminou gozando dentro de mim, sentia como se a rola dele não parasse de mandar porra, os outros continuavam passando pra receber um boquete meu, agora sim era a chance desse cara, ele ia me foder, finalmente ia foder aquela bunda pequena que ele tanto esperava sentir e só via do meu perfil de rosto, assim com a bunda pequena cheia de porra ele meteu a rola, tinham me deixado tão aberta que nem sentia, mas ele dava pra ouvir excitado -sim, puta, cê gosta? que raba boa, puta- o grandão ficou na minha frente e com a rola banhada de porra -limpa pra mim, gatinha!- e a rola inteira dele eu engoli até o fundo, limpinha ela saiu. -aí vou gozar em você, vou gozar no seu cu, puta, gritava exaltado. uhhh! também muita porra, muita porra dentro do meu cu. no final terminei com as costas todas fodidas porque assim inclinada continuaram passando os caras, um por um passava só pra meter bem forte na minha raba, depois de pirocada atrás de pirocada terminei como no começo, de joelhos. No meio de todos eles, com a boquinha aberta, via todo mundo se punhetando. Uns apontavam e metiam na minha boquinha, outros colocavam a cabeça da pica na minha boca e gozavam sem desperdiçar nada. Não aguentava tanta porra na boca — "Engole! Engole!" — gritavam todos. Fechei a boca e abri de novo, mostrando a linguinha — "Tudo, mano, tomei tudo" — falei. Tudo acabou em risada. Consegui me levantar, limpei a bundinha e subi as calças. Só o rosto estava todo leitoso, o cabelo também — "Pode vir quando quiser, putinha, já sabe que essa buceta aguenta, haja" — disse o grandão. Me aproximei dele, lavado, e vi esse cara atrás de mim — "E aí, como foi sua primeira vez na quadra?" — ele perguntou. Passei os dedos na minha bochecha, juntei um punhado de porra e mandei pra boca, tirando os dedos limpos — "Isso aí, pussy!" —
Bom, espero que vocês curtam essa fantasia tanto quanto eu curti escrever. Pra ser sincero, terminei excitado, bem tarado. Desejo uma linda noite de sábado pra vocês, transem muito, e se não der, dá uma olhada no meu perfil que tenho umas fotos gostosas. Bate uma punheta bem gostosa. Pra participar dos meus contos, mandem número do WhatsApp e a gente combina um encontro. Um beijo.
deixo um presentinho pra vocês, beijos amores!!!

4 comentários - me invito a la cancha, termine enfiestada en los baños RE