Depois daquele terceiro round com o Diego, foi como se nós dois tivéssemos ficado mais satisfeitos (pra dizer de alguma forma). Ele parecia ter descarregado boa parte da tara que tava acumulada, e eu fiquei com uma sensação de satisfação, mas também de incômodo. Aquela parada de transar depois de já ter gozado foi uma sensação nova pra mim, e principalmente no começo, eu demorei pra esquentar. Além disso, minha bunda ficou dolorida, e lembro que senti que ia ser difícil transar de novo naquele dia.
Depois disso, a gente ficou matando o tempo até anoitecer. Lembro que fomos pegar um filme, compramos comida e umas cervejas. Assistimos o filme no sofá enquanto comíamos. Vale dizer que nossa relação continuava sendo de amigos, com o "pequeno detalhe" de que a gente transava. Nunca nos dávamos as mãos ou beijos, nem conversávamos como se fôssemos um casal; nesse sentido, a relação era a mesma. Dava pra dizer que nossa relação era puramente sexual, além da amizade. Quando o filme acabou, ele trouxe os jogos de computador pra sala e, como já tínhamos feito outras vezes, começamos a jogar enquanto bebia. Depois de um tempo, a gente começou a ficar de saco cheio dos jogos e, de alguma forma, o clima foi esquentando de novo. Mais uma vez, começou aquele jogo em que eu ia descobrindo essa faceta mais dominante dele, e na qual, pra dizer de alguma forma, eu me sentia confortável. Ele disse que tinha algo em mente pra gente brincar. Isso me deixava excitado, mas também sabia que as coisas que ele tinha na cabeça geralmente iam um pouco além do que eu imaginava. Ainda me chocava a parada de ter usado um biquíni, embora eu admita que a situação me deu tesão. Ver minha bunda com uma fio dental era algo que me aquecia, principalmente sabendo da tara que isso gerava no Diego. A sensação do tecido enfiado entre minhas nádegas era algo especial.
Ele pediu pra eu vestir a fio dental de novo e ficar só com aquilo. Disse pra eu me trocar na frente dele, coisa que aceitei. Enquanto tirava a roupa, ele dizia que aquilo lembrava os vestiários do clube e que dava muito tesão. Gostei de sentir que compartilhávamos essa excitação. Me deixava muito quente. Quando estava nu, ele pediu que eu ficasse de costas para ele e fosse subindo a tanga devagar, coisa que fiz. Ele começou a tocar minha bunda, fazendo cócegas no meu rego. Vi que ele já estava bem duro. Não parava de me chamar atenção que parecia que ele estava constantemente excitado. Depois, com o tempo, fui descobrindo que era normal nele. Quando pensei que ele fosse continuar, ele disse: "vamos continuar jogando no computador, mas você fica em pé assim, pra eu ter sua bundinha pra olhar enquanto jogamos". Fizemos isso, já que enquanto ele jogava sentado no sofá, eu jogava em pé do lado dele, com minha bunda na altura dos olhos dele. Obviamente não duramos nem 5 minutos assim, porque ele parou de jogar e começou a me tocar. Dessa vez, passou a mão no meu corpo todo. Percorria minhas pernas até meus tornozelos e voltava a subir. Ele ficava excitado por eu ser liso.
Naquele momento, ele começou a enfiar os dedos por baixo da tanga, tocando meu cu, mas eu parei ele na hora porque ainda doía muito. Ele disse: "queria fazer algo parecido com o que fizemos da última vez". Eu falei que minha bunda ainda doía um pouco, mas ele disse que não pretendia me penetrar, era outra coisa.
Fiquei curioso pra saber o que ele tinha em mente. Perguntei, mas ele ficou me enrolando, dizendo que era surpresa. Ficamos de frente um pro outro e ele me agarrou pela bunda, me apertando contra ele. Ficamos cara a cara e, enquanto segurava minhas nádegas, começou a se esfregar em mim. Ele já estava bem duro e eu, aos poucos, também fui esquentando. Ele se esfregava em mim, se movendo como se estivesse me penetrando. Nós dois começamos a esfregar nossas rolas cada vez mais duras. Aí ele se aproximou do meu ouvido e disse: "quero que você se masturbe e goze na minha rola. Depois, quero que chupe ela até deixar bem limpinha. Depois De sobremesa, você toma meu gozo. Embora essa ideia me desse um certo nojo, me excitou a imaginação dele e o fato de que ele estava disposto a saciar toda a taradice dele em mim.
Sem dizer nada, enfiei a mão dentro da calça dele e peguei no pau dele. Ele riu, sabendo que eu estava aceitando a proposta. Comecei a masturbá-lo, acariciando as bolas dele enquanto fazia isso. O pau dele estava bem duro e quente. Aquele pedaço lindo de carne não parava de me causar uma sensação estranha. Me dava tesão e orgulho (de alguma forma) ter ele só pra mim. Devagar, puxei a calça dele pra baixo e, enquanto fazia isso, ele pegou no meu pau, que estava aparecendo por fora da tanga. Também estava duro, com aquela sensação de dor de quando a gente transa várias vezes em pouco tempo. Ele começou a me masturbar e depois foi descendo a mão até minhas bolas, e então até meu cu. Fazia isso com suavidade e, conforme avançava até minha bunda, ia puxando a tanga pra fora da minha racha. Isso me excitava pra caralho. Tirei a tanga e ficamos os dois pelados. Me ajoelhei na frente dele e comecei a passar a língua na cabeça do pau dele. Estava molhada com líquido pré-gozo. Lembro que tinha um certo cheiro e estava bem dura e mais quente que das outras vezes. Brinquei com a língua por uns minutos, passando ela suavemente pela cabeça dele. Depois, fui enfiando a cabeça na minha boca com cuidado, repetindo várias vezes. Só a cabeça. Isso deixou ele muito excitado. Ele disse: “Goza logo, porque eu não tô longe também.” Depois que ele falou isso, me levantei e comecei a me masturbar.
Ele molhou os dedos com bastante cuspe e começou a brincar suavemente com meu cu. Sem enfiar nenhum dedo, só brincava, e isso me excitava cada vez mais. Pedi pra ele brincar com minhas bolas, e ele começou a fazer cócegas com a ponta dos dedos. Isso me deixou louco e, depois de uns minutos, senti que ia gozar. Ele percebeu, porque segurou o pau dele e colocou na horizontal, dizendo: “Goza em cima do meu pau.” Enquanto com uma mão segurava ele, com a outra... Acariciava minhas bolas. Eu senti que ia gozar, mas foi um orgasmo demorado, já que senti por vários segundos aquele formigamento e que o sêmen tava prestes a sair, mas demorei uns segundos a mais que o normal pra ejacular. Foi como se fosse um orgasmo em câmera lenta. Lembro que não gozei muito (era minha terceira gozada do dia), que tava mais grosso que o normal e bem branco (como se fosse concentrado). Parte caiu na cabeça do pau dele, a maior parte no tronco e um pouco no chão. De qualquer forma, não foram mais que três jatos. Na hora, fiquei muito cansado e sentia minhas pernas tremendo.
Quando ele percebeu que eu já tinha terminado, segurou minha cabeça suavemente e a abaixou, como se não quisesse me dar tempo de me arrepender. Naquele momento, senti muita rejeição, já que tinha acabado de gozar, mas ele apoiou o pau na minha cara e não tive outra escolha a não ser continuar. Primeiro, coloquei a cabeça dele na minha boca. Foi uma sensação muito estranha estar provando meu próprio sêmen. Já tinha feito isso antes brincando sozinho, mas fazer isso no pau do Diego era novo. Lembro que tinha um gosto meio diferente do sêmen do Diego, era mais salgado e com um sabor forte. Chupei o pau dele umas três ou quatro vezes até tirar todo o meu sêmen dele. Lembro que ficou entre meu lábio superior e os dentes, e tive que usar minha língua pra limpar minha boca e engolir. Senti uma rejeição muito forte por toda aquela sensação, mas tudo isso excitou muito o Diego, que começou a gemer. Depois, com a ajuda dos meus dedos, fui juntando o sêmen que tinha ficado no tronco do pau dele e fui chupando suavemente até ter na minha boca. Enquanto fazia isso, acariciava o pau dele com meus lábios. Lembro que tive muita dificuldade pra engolir e fiz uma careta de nojo (e até uma ânsia). Ele continuava gemendo e apoiou o pau com força na minha boca pra eu chupar. Ainda tinha sêmen meu no pau dele, e quando eu pensava em como engolir, ele começou a dar estocadas e senti o primeiro jato do sêmen quente dele dentro da minha boca. Foi um jato grande e pesado. Enquanto tentava engolir, senti um segundo e um terceiro jato. Claramente a situação tinha deixado ele excitado, porque ele gemia forte enquanto gozava. Nessa altura, tudo já estava muito estranho, porque eu tinha esperma dele e meu na boca e definitivamente estava engolindo tudo, já que continuava saindo esperma da pica dele. Notei alguma diferença entre os dois sabores e texturas, porque o dele era mais líquido e não tão salgado, embora um pouco azedo, por assim dizer. Depois de uns 30 segundos, ele ainda dava estocadas cada vez mais espaçadas, com jatos cada vez menores de esperma. Quando claramente tinha terminado, ele tirou a pica da minha boca e se jogou no sofá. Eu ainda tinha um pouco de esperma na boca e ficou um gosto muito forte. Ainda com uma sensação de nojo, fui ao banheiro me lavar. Lembro que cuspi várias vezes na pia antes de fazer vários bochechos com bastante água.
Depois disso, a gente ficou matando o tempo até anoitecer. Lembro que fomos pegar um filme, compramos comida e umas cervejas. Assistimos o filme no sofá enquanto comíamos. Vale dizer que nossa relação continuava sendo de amigos, com o "pequeno detalhe" de que a gente transava. Nunca nos dávamos as mãos ou beijos, nem conversávamos como se fôssemos um casal; nesse sentido, a relação era a mesma. Dava pra dizer que nossa relação era puramente sexual, além da amizade. Quando o filme acabou, ele trouxe os jogos de computador pra sala e, como já tínhamos feito outras vezes, começamos a jogar enquanto bebia. Depois de um tempo, a gente começou a ficar de saco cheio dos jogos e, de alguma forma, o clima foi esquentando de novo. Mais uma vez, começou aquele jogo em que eu ia descobrindo essa faceta mais dominante dele, e na qual, pra dizer de alguma forma, eu me sentia confortável. Ele disse que tinha algo em mente pra gente brincar. Isso me deixava excitado, mas também sabia que as coisas que ele tinha na cabeça geralmente iam um pouco além do que eu imaginava. Ainda me chocava a parada de ter usado um biquíni, embora eu admita que a situação me deu tesão. Ver minha bunda com uma fio dental era algo que me aquecia, principalmente sabendo da tara que isso gerava no Diego. A sensação do tecido enfiado entre minhas nádegas era algo especial.
Ele pediu pra eu vestir a fio dental de novo e ficar só com aquilo. Disse pra eu me trocar na frente dele, coisa que aceitei. Enquanto tirava a roupa, ele dizia que aquilo lembrava os vestiários do clube e que dava muito tesão. Gostei de sentir que compartilhávamos essa excitação. Me deixava muito quente. Quando estava nu, ele pediu que eu ficasse de costas para ele e fosse subindo a tanga devagar, coisa que fiz. Ele começou a tocar minha bunda, fazendo cócegas no meu rego. Vi que ele já estava bem duro. Não parava de me chamar atenção que parecia que ele estava constantemente excitado. Depois, com o tempo, fui descobrindo que era normal nele. Quando pensei que ele fosse continuar, ele disse: "vamos continuar jogando no computador, mas você fica em pé assim, pra eu ter sua bundinha pra olhar enquanto jogamos". Fizemos isso, já que enquanto ele jogava sentado no sofá, eu jogava em pé do lado dele, com minha bunda na altura dos olhos dele. Obviamente não duramos nem 5 minutos assim, porque ele parou de jogar e começou a me tocar. Dessa vez, passou a mão no meu corpo todo. Percorria minhas pernas até meus tornozelos e voltava a subir. Ele ficava excitado por eu ser liso.
Naquele momento, ele começou a enfiar os dedos por baixo da tanga, tocando meu cu, mas eu parei ele na hora porque ainda doía muito. Ele disse: "queria fazer algo parecido com o que fizemos da última vez". Eu falei que minha bunda ainda doía um pouco, mas ele disse que não pretendia me penetrar, era outra coisa.
Fiquei curioso pra saber o que ele tinha em mente. Perguntei, mas ele ficou me enrolando, dizendo que era surpresa. Ficamos de frente um pro outro e ele me agarrou pela bunda, me apertando contra ele. Ficamos cara a cara e, enquanto segurava minhas nádegas, começou a se esfregar em mim. Ele já estava bem duro e eu, aos poucos, também fui esquentando. Ele se esfregava em mim, se movendo como se estivesse me penetrando. Nós dois começamos a esfregar nossas rolas cada vez mais duras. Aí ele se aproximou do meu ouvido e disse: "quero que você se masturbe e goze na minha rola. Depois, quero que chupe ela até deixar bem limpinha. Depois De sobremesa, você toma meu gozo. Embora essa ideia me desse um certo nojo, me excitou a imaginação dele e o fato de que ele estava disposto a saciar toda a taradice dele em mim.
Sem dizer nada, enfiei a mão dentro da calça dele e peguei no pau dele. Ele riu, sabendo que eu estava aceitando a proposta. Comecei a masturbá-lo, acariciando as bolas dele enquanto fazia isso. O pau dele estava bem duro e quente. Aquele pedaço lindo de carne não parava de me causar uma sensação estranha. Me dava tesão e orgulho (de alguma forma) ter ele só pra mim. Devagar, puxei a calça dele pra baixo e, enquanto fazia isso, ele pegou no meu pau, que estava aparecendo por fora da tanga. Também estava duro, com aquela sensação de dor de quando a gente transa várias vezes em pouco tempo. Ele começou a me masturbar e depois foi descendo a mão até minhas bolas, e então até meu cu. Fazia isso com suavidade e, conforme avançava até minha bunda, ia puxando a tanga pra fora da minha racha. Isso me excitava pra caralho. Tirei a tanga e ficamos os dois pelados. Me ajoelhei na frente dele e comecei a passar a língua na cabeça do pau dele. Estava molhada com líquido pré-gozo. Lembro que tinha um certo cheiro e estava bem dura e mais quente que das outras vezes. Brinquei com a língua por uns minutos, passando ela suavemente pela cabeça dele. Depois, fui enfiando a cabeça na minha boca com cuidado, repetindo várias vezes. Só a cabeça. Isso deixou ele muito excitado. Ele disse: “Goza logo, porque eu não tô longe também.” Depois que ele falou isso, me levantei e comecei a me masturbar.
Ele molhou os dedos com bastante cuspe e começou a brincar suavemente com meu cu. Sem enfiar nenhum dedo, só brincava, e isso me excitava cada vez mais. Pedi pra ele brincar com minhas bolas, e ele começou a fazer cócegas com a ponta dos dedos. Isso me deixou louco e, depois de uns minutos, senti que ia gozar. Ele percebeu, porque segurou o pau dele e colocou na horizontal, dizendo: “Goza em cima do meu pau.” Enquanto com uma mão segurava ele, com a outra... Acariciava minhas bolas. Eu senti que ia gozar, mas foi um orgasmo demorado, já que senti por vários segundos aquele formigamento e que o sêmen tava prestes a sair, mas demorei uns segundos a mais que o normal pra ejacular. Foi como se fosse um orgasmo em câmera lenta. Lembro que não gozei muito (era minha terceira gozada do dia), que tava mais grosso que o normal e bem branco (como se fosse concentrado). Parte caiu na cabeça do pau dele, a maior parte no tronco e um pouco no chão. De qualquer forma, não foram mais que três jatos. Na hora, fiquei muito cansado e sentia minhas pernas tremendo.
Quando ele percebeu que eu já tinha terminado, segurou minha cabeça suavemente e a abaixou, como se não quisesse me dar tempo de me arrepender. Naquele momento, senti muita rejeição, já que tinha acabado de gozar, mas ele apoiou o pau na minha cara e não tive outra escolha a não ser continuar. Primeiro, coloquei a cabeça dele na minha boca. Foi uma sensação muito estranha estar provando meu próprio sêmen. Já tinha feito isso antes brincando sozinho, mas fazer isso no pau do Diego era novo. Lembro que tinha um gosto meio diferente do sêmen do Diego, era mais salgado e com um sabor forte. Chupei o pau dele umas três ou quatro vezes até tirar todo o meu sêmen dele. Lembro que ficou entre meu lábio superior e os dentes, e tive que usar minha língua pra limpar minha boca e engolir. Senti uma rejeição muito forte por toda aquela sensação, mas tudo isso excitou muito o Diego, que começou a gemer. Depois, com a ajuda dos meus dedos, fui juntando o sêmen que tinha ficado no tronco do pau dele e fui chupando suavemente até ter na minha boca. Enquanto fazia isso, acariciava o pau dele com meus lábios. Lembro que tive muita dificuldade pra engolir e fiz uma careta de nojo (e até uma ânsia). Ele continuava gemendo e apoiou o pau com força na minha boca pra eu chupar. Ainda tinha sêmen meu no pau dele, e quando eu pensava em como engolir, ele começou a dar estocadas e senti o primeiro jato do sêmen quente dele dentro da minha boca. Foi um jato grande e pesado. Enquanto tentava engolir, senti um segundo e um terceiro jato. Claramente a situação tinha deixado ele excitado, porque ele gemia forte enquanto gozava. Nessa altura, tudo já estava muito estranho, porque eu tinha esperma dele e meu na boca e definitivamente estava engolindo tudo, já que continuava saindo esperma da pica dele. Notei alguma diferença entre os dois sabores e texturas, porque o dele era mais líquido e não tão salgado, embora um pouco azedo, por assim dizer. Depois de uns 30 segundos, ele ainda dava estocadas cada vez mais espaçadas, com jatos cada vez menores de esperma. Quando claramente tinha terminado, ele tirou a pica da minha boca e se jogou no sofá. Eu ainda tinha um pouco de esperma na boca e ficou um gosto muito forte. Ainda com uma sensação de nojo, fui ao banheiro me lavar. Lembro que cuspi várias vezes na pia antes de fazer vários bochechos com bastante água.
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