Beleza, voltei depois de muito tempo e resolvi contar pra vocês um momento "importante" que nem todo mundo tem, que foi como foi minha primeira vez.
Uns dias atrás, uma tarde eu tinha saído no centro, e num desses encontrei o Andres, um ex-colega e amigo, e quando ele me viu, chegou perto pra me cumprimentar:
- E aí, como cê tá? Quanto tempo, véi, como é que tão as coisas?
- Tudo bem, agora com a faculdade enchendo o saco e a mesmice de sempre. E você, como é que tá?
- Tô bem, só trampando mesmo, ando na correria. Depois te falo, quem sabe a gente pode se ver em algum momento "de novo".
E esse "de novo" junto com o sorrisinho safado que ele fez me fez remexer a memória, porque o Andres foi o primeiro cara com quem eu fiquei e nunca vou esquecer (do que eu lembro) daquela noite:
A gente ainda tava no colégio e era muito amigo, no fim do ano tinha uma festa, e combinamos de ir juntos, e ele ia dormir na minha casa aquela noite. Ele chegou cedo e passamos o dia enrolando até a hora de tomar banho e se arrumar. Saí e falei pra ele entrar, e enquanto eu terminava de me trocar, o Andres saiu do banheiro. A verdade é que nunca tinha reparado nele antes, mas quando vi ele saindo com a toalha pendurada, foi a primeira vez que enxerguei meu amigo como um homem. Ele era meio magro, mas com um corpo bem definido. Pra idade que a gente tinha, ele era meio peludo, o que combinava bem com o físico dele. Enquanto ele se trocava e a gente conversava, eu fingia que não tava vendo, mas dava uma olhadinha de vez em quando. Quando vi ele colocando a cueca, percebi que ele tinha um pacote interessante, mas o mais gostoso era aquela bunda que ele tinha: redondinha, firme e sólida, como eu descobri umas horas depois.
Resumindo... fomos pra festa e na hora de voltar, eu tava bem "alegre" (raramente tinha bebido tanto) e o Andres também, mas ele tava melhor que eu. Chegamos na minha casa e entramos no meu quarto sempre em silêncio pra não acordar ninguém (embora fosse difícil, porque cada quarto tava fechado com o ar-condicionado ligado). prendido). Entramos, liguei o ar condicionado e a luz e, como sempre, começamos a bater papo (ou pelo menos eu tentava responder claramente) sobre a festa e, claro, o assunto foi parar em qual mina tava uma gostosa, qual a gente já conhecia, etc., uma conversa bem animada. Até que ele percebeu quando me viu de cueca:
- Tá vendo que ficou com vontade, hein, hahaha!
- E SIM, meu pau tinha dado uma animada, mas sem ficar duro de vez. Não sei por quê, mas a primeira coisa que respondi foi:
- Olha lá, hein, cuidado pra não aumentar, porque com essa bunda você não vai sair inteiro dessa noite se eu continuar assim, hahaha.
Longe de ficar puto ou ofendido, ele só riu e não falou nada.
Já deitados (ele dormia num colchão do lado da minha cama), a gente continuava falando merda e eu meio inconsciente, até que ele pega o celular e eu ouço uns gemidos:
- Seu punheteiro, tá vendo pornô do meu lado? Haha.
- É, hahaha, achei que você já tinha dormido.
- Não, tava, mas difícil com esses gemidos.
- Ah, então bora ver um pouco e depois dormir.
Não lembro qual era o vídeo, só sei que eu fiquei com tesão e dava pra ver a barraca na cueca, e eu ia ficando mais excitado.
- Ah, filho da puta, vou ter que bater uma daqui a pouco, preferia um boquete, mas tá foda, hahaha.
- É? Cê acha?
Na hora, eu CONGELEI, porque a primeira coisa que senti foi a mão do Andres pegando no meu pau.
- Opa! Olha só o que você escondia, hein, e dá pra ver que tá carregado.
Eu não respondia, não sabia o que tava rolando, e tava tudo escuro quando a tela do celular dele apagou.
- Fica deitado aí e deixa rolar.
Eu não via nada, mas senti um calor úmido lá embaixo, subindo e descendo, me senti no paraíso e, quando consegui controlar meu corpo de novo, estendi a mão e senti a cabeça dele no meu ventre. Na minha cabeça, eu nem pensava no que tava fazendo, só sei que algo despertou e eu peguei ele pelo cabelo e comecei a mexer a cintura, fazendo ele engolir tudo. Fiquei nessa por um tempo, não saberia dizer quanto. até que ele tirou o pau pra fora, a próxima coisa que senti foi o hálito dele na minha cara
— Olha só o quietinho, puta que pariu, você me deixou com muito tesão
E de novo, na escuridão que eu não via nada, a próxima coisa que senti foram os lábios dele e algo entrando na minha boca, uma parte de mim pensava "tô beijando um cara!" e a outra só se deixava levar, curtindo aquele calor e aquelas sensações. Andrés me pegou e me fez descer pro colchão. Quando estávamos pela primeira vez de joelhos, frente a frente, os dois, meio que por instinto estendi a mão e peguei no pau dele, não sei como descrever o que senti ter aquela rola na minha mão: dura e macia ao mesmo tempo, grossa (menos que a minha, mas com uma boa grossura), quase do mesmo tamanho que a minha e QUENTE, sempre lembro daquela eletricidade subindo pelo meu braço quando segurei ela
— Boa, já tá aprendendo, hein, assim que eu gosto. Mas hoje à noite a atenção é só sua, então pega isso e abre meu cu que nunca ninguém meteu antes.
Senti que ele tinha colocado na minha mão um saquinho, pensei que era camisinha, mas era muito pequeno e fino pra ser, até que caiu a ficha: era um lubrificante, aí entendi o que ele queria dizer com "abre". A primeira coisa que fiz foi agarrar aquele cu com toda a força possível, queria sentir que era meu, que me pertencia, e ainda mais sabendo que eu ia ser o primeiro a abrir ele. Um "anda logo" me fez voltar a mim e começar a preparar ele. Abri o saquinho e derramei o conteúdo no cu dele, senti ele tremer (provavelmente pelo frio do gel) e comecei enfiando um dedo. Andrés soltou um suspiro quando enfiei o dedo inteiro, tava apertado, continuei enfiando e tirando enquanto ele se acalmava com a respiração. Quando senti que não apertava tanto, fui com o segundo, aí sim senti um gemidinho leve do Andrés, mas depois que tava tudo dentro ele voltava a respirar bem e ele mesmo ajudava mexendo a cintura pra frente e pra trás. Quando meu terceiro dedo entrou, Andrés gemeu pedindo pra eu ir devagar dessa vez, e foi o que fiz.
Quando finalmente Andrés tinha dilatado. Ele me beijou e colocou a camisinha, me passando outro sachê de lubrificante:
— Quero que você meta. Vai devagar, mas vai e não para.
Aí ele acariciou meu rosto e me beijou de novo, mas aquele beijo foi mais suave, meio terno, e de alguma forma era mais quente e até doce. Virei ele de quatro, levantei a bunda dele e coloquei meu pau na entrada depois de passar o lubrificante.
Primeiro enfiei devagar a cabeça. Quando finalmente entrou um pouco, Andrés falou de novo:
— Vai, quero ele todo dentro.
E aí foi como se de uma só estocada eu tivesse enfiado tudo.
Andrés só prendeu o ar sem soltar, como se quisesse gritar, mas ficou calado. Eu sentia aquela buceta colada na minha pélvis, abracei a cintura dele, levantei e fiquei grudado nele. Soltava meu hálito na nuca dele e dava beijos no pescoço enquanto o abraçava, sentindo aquela buceta me apertar e ir se acostumando. Quando finalmente relaxou, comecei a tirar devagar e enterrar de novo, até que a bunda dele se adaptou e eu começava a me afastar devagar pra enterrar de uma só pancada seca.
Não me importava com nada, queria aproveitar aquela buceta, queria fazer dela minha. Esqueci de tudo: que minha família estava ali, que alguém podia acordar e vir, que eu tava metendo no meu amigo, que era minha primeira vez com um homem. Só queria continuar e curtir aquela experiência.
Andrés já tinha parado de reclamar e eu sentia a respiração ofegante dele, ele evitava gemer pra não nos descobrirem, enquanto também se mexia como se pedisse pra eu enterrar ainda mais. Eu já tava no limite e avisei:
— Quero que você goze na minha boca. Deita.
Só a ideia já me deu muito tesão, então deitei e Andrés tirou a camisinha, voltando a chupar.
Não sei quanto tempo ele ficou fazendo isso, só sei que eu tava deitado e ofegante, esperando gozar até que a boca dele conseguiu o que queria. Não consigo explicar as sensações que tive, sentia como se eu estivesse gozando e saindo todo o fluido em vários jatos, me sentia num êxtase. Êxtase, diante dessa nova sensação.
Quando acabou, me sentia flutuando, como se aos poucos meus olhos fossem se fechando e o sono tomasse conta de mim. A última coisa de que me lembro (acho) foi a voz do Andrés:
— Espero que você tenha gostado.
Muito obrigado a quem lê e deixa pontos. E volto quando tiver outra experiência memorável.
Uns dias atrás, uma tarde eu tinha saído no centro, e num desses encontrei o Andres, um ex-colega e amigo, e quando ele me viu, chegou perto pra me cumprimentar:
- E aí, como cê tá? Quanto tempo, véi, como é que tão as coisas?
- Tudo bem, agora com a faculdade enchendo o saco e a mesmice de sempre. E você, como é que tá?
- Tô bem, só trampando mesmo, ando na correria. Depois te falo, quem sabe a gente pode se ver em algum momento "de novo".
E esse "de novo" junto com o sorrisinho safado que ele fez me fez remexer a memória, porque o Andres foi o primeiro cara com quem eu fiquei e nunca vou esquecer (do que eu lembro) daquela noite:
A gente ainda tava no colégio e era muito amigo, no fim do ano tinha uma festa, e combinamos de ir juntos, e ele ia dormir na minha casa aquela noite. Ele chegou cedo e passamos o dia enrolando até a hora de tomar banho e se arrumar. Saí e falei pra ele entrar, e enquanto eu terminava de me trocar, o Andres saiu do banheiro. A verdade é que nunca tinha reparado nele antes, mas quando vi ele saindo com a toalha pendurada, foi a primeira vez que enxerguei meu amigo como um homem. Ele era meio magro, mas com um corpo bem definido. Pra idade que a gente tinha, ele era meio peludo, o que combinava bem com o físico dele. Enquanto ele se trocava e a gente conversava, eu fingia que não tava vendo, mas dava uma olhadinha de vez em quando. Quando vi ele colocando a cueca, percebi que ele tinha um pacote interessante, mas o mais gostoso era aquela bunda que ele tinha: redondinha, firme e sólida, como eu descobri umas horas depois.
Resumindo... fomos pra festa e na hora de voltar, eu tava bem "alegre" (raramente tinha bebido tanto) e o Andres também, mas ele tava melhor que eu. Chegamos na minha casa e entramos no meu quarto sempre em silêncio pra não acordar ninguém (embora fosse difícil, porque cada quarto tava fechado com o ar-condicionado ligado). prendido). Entramos, liguei o ar condicionado e a luz e, como sempre, começamos a bater papo (ou pelo menos eu tentava responder claramente) sobre a festa e, claro, o assunto foi parar em qual mina tava uma gostosa, qual a gente já conhecia, etc., uma conversa bem animada. Até que ele percebeu quando me viu de cueca:
- Tá vendo que ficou com vontade, hein, hahaha!
- E SIM, meu pau tinha dado uma animada, mas sem ficar duro de vez. Não sei por quê, mas a primeira coisa que respondi foi:
- Olha lá, hein, cuidado pra não aumentar, porque com essa bunda você não vai sair inteiro dessa noite se eu continuar assim, hahaha.
Longe de ficar puto ou ofendido, ele só riu e não falou nada.
Já deitados (ele dormia num colchão do lado da minha cama), a gente continuava falando merda e eu meio inconsciente, até que ele pega o celular e eu ouço uns gemidos:
- Seu punheteiro, tá vendo pornô do meu lado? Haha.
- É, hahaha, achei que você já tinha dormido.
- Não, tava, mas difícil com esses gemidos.
- Ah, então bora ver um pouco e depois dormir.
Não lembro qual era o vídeo, só sei que eu fiquei com tesão e dava pra ver a barraca na cueca, e eu ia ficando mais excitado.
- Ah, filho da puta, vou ter que bater uma daqui a pouco, preferia um boquete, mas tá foda, hahaha.
- É? Cê acha?
Na hora, eu CONGELEI, porque a primeira coisa que senti foi a mão do Andres pegando no meu pau.
- Opa! Olha só o que você escondia, hein, e dá pra ver que tá carregado.
Eu não respondia, não sabia o que tava rolando, e tava tudo escuro quando a tela do celular dele apagou.
- Fica deitado aí e deixa rolar.
Eu não via nada, mas senti um calor úmido lá embaixo, subindo e descendo, me senti no paraíso e, quando consegui controlar meu corpo de novo, estendi a mão e senti a cabeça dele no meu ventre. Na minha cabeça, eu nem pensava no que tava fazendo, só sei que algo despertou e eu peguei ele pelo cabelo e comecei a mexer a cintura, fazendo ele engolir tudo. Fiquei nessa por um tempo, não saberia dizer quanto. até que ele tirou o pau pra fora, a próxima coisa que senti foi o hálito dele na minha cara
— Olha só o quietinho, puta que pariu, você me deixou com muito tesão
E de novo, na escuridão que eu não via nada, a próxima coisa que senti foram os lábios dele e algo entrando na minha boca, uma parte de mim pensava "tô beijando um cara!" e a outra só se deixava levar, curtindo aquele calor e aquelas sensações. Andrés me pegou e me fez descer pro colchão. Quando estávamos pela primeira vez de joelhos, frente a frente, os dois, meio que por instinto estendi a mão e peguei no pau dele, não sei como descrever o que senti ter aquela rola na minha mão: dura e macia ao mesmo tempo, grossa (menos que a minha, mas com uma boa grossura), quase do mesmo tamanho que a minha e QUENTE, sempre lembro daquela eletricidade subindo pelo meu braço quando segurei ela
— Boa, já tá aprendendo, hein, assim que eu gosto. Mas hoje à noite a atenção é só sua, então pega isso e abre meu cu que nunca ninguém meteu antes.
Senti que ele tinha colocado na minha mão um saquinho, pensei que era camisinha, mas era muito pequeno e fino pra ser, até que caiu a ficha: era um lubrificante, aí entendi o que ele queria dizer com "abre". A primeira coisa que fiz foi agarrar aquele cu com toda a força possível, queria sentir que era meu, que me pertencia, e ainda mais sabendo que eu ia ser o primeiro a abrir ele. Um "anda logo" me fez voltar a mim e começar a preparar ele. Abri o saquinho e derramei o conteúdo no cu dele, senti ele tremer (provavelmente pelo frio do gel) e comecei enfiando um dedo. Andrés soltou um suspiro quando enfiei o dedo inteiro, tava apertado, continuei enfiando e tirando enquanto ele se acalmava com a respiração. Quando senti que não apertava tanto, fui com o segundo, aí sim senti um gemidinho leve do Andrés, mas depois que tava tudo dentro ele voltava a respirar bem e ele mesmo ajudava mexendo a cintura pra frente e pra trás. Quando meu terceiro dedo entrou, Andrés gemeu pedindo pra eu ir devagar dessa vez, e foi o que fiz.
Quando finalmente Andrés tinha dilatado. Ele me beijou e colocou a camisinha, me passando outro sachê de lubrificante:
— Quero que você meta. Vai devagar, mas vai e não para.
Aí ele acariciou meu rosto e me beijou de novo, mas aquele beijo foi mais suave, meio terno, e de alguma forma era mais quente e até doce. Virei ele de quatro, levantei a bunda dele e coloquei meu pau na entrada depois de passar o lubrificante.
Primeiro enfiei devagar a cabeça. Quando finalmente entrou um pouco, Andrés falou de novo:
— Vai, quero ele todo dentro.
E aí foi como se de uma só estocada eu tivesse enfiado tudo.
Andrés só prendeu o ar sem soltar, como se quisesse gritar, mas ficou calado. Eu sentia aquela buceta colada na minha pélvis, abracei a cintura dele, levantei e fiquei grudado nele. Soltava meu hálito na nuca dele e dava beijos no pescoço enquanto o abraçava, sentindo aquela buceta me apertar e ir se acostumando. Quando finalmente relaxou, comecei a tirar devagar e enterrar de novo, até que a bunda dele se adaptou e eu começava a me afastar devagar pra enterrar de uma só pancada seca.
Não me importava com nada, queria aproveitar aquela buceta, queria fazer dela minha. Esqueci de tudo: que minha família estava ali, que alguém podia acordar e vir, que eu tava metendo no meu amigo, que era minha primeira vez com um homem. Só queria continuar e curtir aquela experiência.
Andrés já tinha parado de reclamar e eu sentia a respiração ofegante dele, ele evitava gemer pra não nos descobrirem, enquanto também se mexia como se pedisse pra eu enterrar ainda mais. Eu já tava no limite e avisei:
— Quero que você goze na minha boca. Deita.
Só a ideia já me deu muito tesão, então deitei e Andrés tirou a camisinha, voltando a chupar.
Não sei quanto tempo ele ficou fazendo isso, só sei que eu tava deitado e ofegante, esperando gozar até que a boca dele conseguiu o que queria. Não consigo explicar as sensações que tive, sentia como se eu estivesse gozando e saindo todo o fluido em vários jatos, me sentia num êxtase. Êxtase, diante dessa nova sensação.
Quando acabou, me sentia flutuando, como se aos poucos meus olhos fossem se fechando e o sono tomasse conta de mim. A última coisa de que me lembro (acho) foi a voz do Andrés:
— Espero que você tenha gostado.
Muito obrigado a quem lê e deixa pontos. E volto quando tiver outra experiência memorável.
9 comentários - Minha primeira vez (relato)
Excitante!
Buena historia (cambiá la edad porque te lo pueden borrar)
Gracias por compartir 👍
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos...