Como foi minha primeira vez homossexual.
Eu devia ter uns 13 anos. Meus pais tinham uma pequena oficina de costura em Buenos Aires... um dos caras do bairro com quem a gente jogava futebol no campinho começou a trabalhar em casa, chamava Fernando, tinha a mesma idade que eu, embora parecesse um pouco mais velho, bem mais alto do que eu, pele branca e cabelo preto.
Minha mãe mandava ele vir pra fazer tarefas em casa e ensinar ele a trabalhar na oficina de costura.
Uma tarde em que ficamos sozinhos na oficina, ele começou a falar de vários assuntos, de futebol, de jogos, dos amigos. Mas o mais frequente era sexo... ele me contava que quando a prima vinha visitar a casa dele, ele transava com ela e descrevia com muitos detalhes o que faziam, de um jeito que me excitava. Eu ouvia atentamente e meu pau crescia dentro do meu short, a ponto de explodir.
Depois de alguns minutos, ele me pergunta se eu já tinha transado e eu disse que não, que só tinha brincado de papai e mamãe ou de médico com alguma amiga da minha irmã, mas nunca tinha metido. Ainda não tinha aquele despertar sexual tão forte em mim, mas o relato dele acordou isso. Ele vestia uma camiseta do Racing e uma calça de moletom cinza que deixava ver como o pau dele estava duro por causa da própria história, e de vez em quando ele se acariciava por cima da calça e não escondia, aliás, eu percebia que ele tentava mostrar a excitação dele. Eu vestia uma regata e um short de futebol bem curto, como se usava na época (anos 80), que não deixavam eu disfarçar minha excitação, e eu tentava esconder por vergonha.
Fernando, ao perceber meu volume crescendo, me pergunta: — O teu também subiu?
Eu respondo nervoso: — Sim, subiu — e tentava disfarçar a situação, mas ele me acalma dizendo: — Olha como eu estou — e aponta pro volume dele... — Tamo na mesma — ele fala e me pergunta se eu já tinha pelos. Eu respondi que não, porque era totalmente liso... ele me perguntou se eu queria. ver os que cresceram nele. Eu hesitei, mas aceitei.
Ele vai abaixando a calça aos poucos até o começo do pinto dele e deixa ver os pelinhos que tinham aparecido. Ele me diz: — bom, agora me mostra você. — eu não tenho — falo, mas ele insiste em ver e eu abaixo um pouco meu short e mostro o liso que era.
...num momento ele pergunta se a gente queria comparar nossos pintos... eu, com um pouco de vergonha e curiosidade, aceitei. Mas, desconfiado, peço que os dois façam ao mesmo tempo... lentamente fomos abaixando da cintura nossas calças até deixar à vista nossos membros... o meu, à primeira vista, era maior que o do Fernando. Ele propõe comparar, ficamos de frente um pro outro e encostamos nossos pintos lado a lado... o dele tinha o membro totalmente reto, com a cabeça alongada e da mesma largura que o tronco. O meu era cabeçudo e cheio de veias, com o tronco mais grosso no meio e curvado pra baixo... num momento, enquanto comparávamos nossos pintos, ele pergunta se eu já sabia bater punheta, e eu respondi que mais ou menos, e ele começou a me ensinar como era o movimento e eu copiava... depois de uns minutos, ele propõe fazer uma punheta cruzada, a gente segurou nos pintos um do outro e começou a bater uma um pro outro... ele para e tira do bolso uma folha de papel amassada que tinha desenhos eróticos e eram muito excitantes... lembrem que naquela época não tinha internet e a pornografia não estava ao alcance de qualquer um.
A gente olhava cada uma das ilustrações eróticas... nelas, tinha uma orgia de todo mundo contra todo mundo, mas a imagem que mais chamou minha atenção era a de um homem em cima de uma mulher e outro homem por trás penetrando ele...
Fernando notou minha atração por aquela imagem e me convida a brincar de "apoiadinha", que consistia em ficar um atrás do outro como naquela imagem e apoiar nosso pinto na bunda, mas por cima da roupa... como eu desconfiava e não queria parecer promíscuo, falei pra ele se colocar primeiro e ele aceitou... eu fiquei atrás dele e, copiando a movimentos de cachorro, eu me esfregava contra as nádegas dela. Em poucos minutos, ela pede pra trocar e aí eu senti algo que até hoje eu anseio... sentir um homem atrás de mim, me segurando pela cintura..
Fomos trocando várias vezes até que, numa delas, ele começa a baixar minha cueca e pede pra gente brincar de "penteado", que era a mesma coisa, mas sem cueca... era pra sentir mais. Aceitei, mas ele disse pra irmos até a janela da oficina, que de lá dava pra ver bem se alguém chegava e a gente podia levantar a roupa rapidinho. Contra a janela tinha uma mesinha, e enquanto eu espiava pelas cortinas pra ver se não vinha ninguém, Fernando baixa o moletom e besunta o pau bem duro. Pergunto: "Como a gente faz? Quem vai primeiro?" E, sem dizer uma palavra, ele me vira de costas pra ele e, de um puxão, baixa meu short e a cueca juntos, deixando minha bunda lisinha totalmente nua. Já atrás de mim e à mercê dele, ele apoia o pau inteiro entre meus glúteos e começa a se mexer. Ficou um bom tempo assim... até que pedi pra trocar, pra não ficar parecendo a putinha passiva do bairro. Comecei a fazer o mesmo que ele, mas percebi que gostava mais de ser passivo... trocamos de novo umas duas vezes, mas ele já tinha notado que eu preferia ser dominado. Ele diz: "Espera, vou pegar uma coisa e a gente tenta algo melhor." Levanta a calça, adivinha o volume, e sai rapidinho pra cozinha da minha casa. Volta em poucos segundos com um pedaço de manteiga nas mãos. Pergunto pra que serve a manteiga, e ele comenta que ouviu uns caras mais velhos falando de um filme onde o homem passa manteiga na bunda da garota pra rola deslizar melhor.
Esse filme eu vi anos depois e era Último Tango em Paris. Que lembranças me trouxe ao ver! haha.
Com a beautiful já derretendo nas mãos dele, ele começa a passar ela por toda a minha racha e garantindo que uma boa parte fique em volta do meu buraco. O resto da beautiful ele passa no próprio pau e, me segurando pelo braço, pede pra eu me apoiar na mesa e ficar de olho pra ninguém chegar e nos pegar de surpresa.
Me apoio na mesa e ele, me segurando pela cintura, faz eu me arquear um pouco pra ficar na altura certa.
Começa a acariciar minhas nádegas... ele apoia o pau de leve entre meus glúteos lisinhos e começa a deslizar ele por entre as bandas, fazendo de cima pra baixo como se estivesse pintando.. a sensação daquela pincelada era maravilhosa.. meu corpo começava a tremer e a desejar algo mais. De vez em quando o Fer ficava parado e me pegava na cock e ficava amassando ela, deixando a cabeça da cock bem estacionada em cima do meu buraco e, enquanto acariciava minhas bandas com uma mão, ele ficava portando meu cu ainda virgem.. eu sentia a pressão que ele fazia no meu cuzinho, mas a dor que ele me causava me fazia mexer e parar ele... ele parava um instante e me convencia com as palavras que não ia rolar nada, e voltava ao jogo. Nessa altura, eu já via um líquido transparente escorrendo da ponta do meu pau, e aquele portar era o que eu mais curtia. Mas a dor e o medo de depois contar pros caras me assustavam.
Continuamos assim por uns minutos, eu um pouco mais relaxado deixei a glande dele se enfiar um pouco mais dentro de mim. Ele, percebendo isso, começou a dar pequenas empurradinhas mantendo a pressão e pedindo pra eu relaxar, que ele só ia meter a cabecinha, se doesse muito ele parava.. que eu aguentasse só um pouco.. eu aceitei. ...senti ele cuspir no meu cu e besuntar o pau dele com a mistura de beautiful e cuspe. Ele pede pra eu abrir as nádegas com as mãos e apoia a glande na minha porta dos fundos e, devagar, começa a empurrar.. era uma dor aguda misturada com prazer... eu Eu dizia: —Devagar, Fer, que tá doendo—. Ele parava por uns segundos, e voltava a passar a mão na minha bunda e babando ela ainda mais, e com a mesma saliva que escorria pelo meu sulco, ele lubrificava o pau. Ele pincelava minha bunda com o pau dele e, de vez em quando, deixava a ponta apoiada no meu cu e mexia o quadril devagar, forçando pra entrar. Cada vez ficava mais difícil segurar a penetração... aguentei o empurrão dele o máximo que pude até sentir uma dor que percorreu minha espinha, e me segurando firme, ele diz: —Já foi, já entrou a cabeça... sentiu?—. Respondi: —Sim, Fer, dói muito—. —Aguenta, fica quietinho que a dor vai passar e você vai gostar—. —Puta que pariu, tá doendo muito—. —Querido, não grita que vão te ouvir—. A dor começou a diminuir e eu comecei a sentir as batidas do pau dele dentro de mim... ele perguntou se ainda doía. Falei: —Não, já dói menos...—. Com as mãos, ele fez eu dobrar mais a cintura e empinar mais a bunda pra fora, e me segurou pelos quadris. Devagar, senti a pressão dele na minha bunda e o pau deslizando dentro de mim, mas sem tanta dor, até sentir o corpo dele colado no meu e ele dizer: —Já entrou o pau todo—. Eu não podia acreditar. Passei a mão por baixo das minhas bolas e procurei meu buraco, e notei como o pau dele estava cravado dentro de mim, e passei os dedos nas bolas dele. —Fica quieto que vai dilatar... tá gostando?—, ele diz. —Mmm, sim, é estranho... sinto ele pulsando, e você tá gostando?—, respondi. Ele diz: —Tá apertado e você tem o cu virgem, mas agora, quando acostumar, vem o melhor—. E começou um vai e vem que me fez sentir até cócegas no umbigo. Ele começou a meter e tirar enquanto me masturbava, de vez em quando parava, abria minhas nádegas e olhava como o pau dele estava enterrado dentro do meu cu, dizendo que eu tinha uma bunda melhor que a da prima dele. Eu perdia o olhar no horizonte, rezando dentro de mim praquilo nunca acabar... quando o Fer tava chegando no clímax, ele parava por uns segundos e voltava a... Partindo pro meu cu... num instante ele tira o pau do meu cu pra não gozar e me fala: — Já tá o cuzinho bem feito, já corre bem dentro de você — ele passa bem a saliva no pau e cospe no meu buraco e mete de novo, mas agora sem tanto cuidado. Coloca uma mão na minha bunda e a outra no meu ombro esquerdo e começa a me comer de um jeito que eu não queria que acabasse nunca... chegou uma hora que o ritmo dele me fazia sentir que éramos um só. Eu via o reflexo dele no vidro e via ele se lambendo, sem tirar os olhos da minha raba... ele cravava os dedos na minha barriga e descia a mão direita pra pegar no meu pau, que mesmo excitado tava meio mole... os movimentos dele começam a ficar cada vez mais brutos, mas eu tava adorando... sentia os ovos dele batendo nos meus... era um frenesi. No ar dava pra sentir o cheiro... uma mistura de perfume e sexo, um cheiro que tomava o lugar a cada estocada que ele me dava, mais eu perdia o olhar no horizonte e tentava aproveitar cada metida. Lembro de cada sensação que senti naquela tarde e enquanto escrevo isso, meu pau luta pra sair da calça. Ainda lembro da pélvis dele batendo nas minhas nádegas uma e outra vez... cada vez mais rápido e forte. Eu não queria que parasse... ouço a respiração dele acelerar e ele sussurra no meu ouvido, como se segurando as palavras: — Tô quase gozandooo, que bunda boa você tem, promíscuo — começo a sentir o pau dele ficar mais duro e grosso, e ele começa a dar pulos dentro de mim... os gemidos dele já parecem gritos... e o corpo dele começa a tremer... e ele crava o pau até o fundo, dando um gemido forte, e eu sinto os espasmos que o corpo dele dá... as pulsações do membro dele dentro de mim eram intermináveis... ele começa a me inundar, sinto a cada pulada que ele dá, um jato de líquido quente entrando dentro de mim e a respiração ofegante dele começa a diminuir até ele ficar desmaiado nas minhas costas... depois de alguns minutos, sinto o pau dele começar a amolecer e vai saindo sozinho de dentro de mim... o sêmen dele começa a escorrer do meu cu e descer pelas minhas pernas.
Ele se levanta, dá um passo pra trás se afastando de mim e me solta, indo pro banheiro da oficina se limpar.. eu levo meu dedo até o ânus e sinto como ele tá dilatado.. meio dolorido e com a porra escapando de dentro.. levanto minha calcinha e meu short, saio da oficina ainda tremendo de tesão e vou pra minha casa, onde tomo um banho e lavo minhas roupas que ficaram manchadas de sêmen e beleza.. termino de me lavar.. me seco e rapidamente vou pro meu quarto vestir outra roupa. Quando saio no quintal procurando o Fernando, ele me olha, a gente conversa sobre qualquer coisa.. como se aquilo não tivesse acontecido, num momento ele fala -vou pra minha casa, avisa sua mãe que amanhã eu venho- e a gente não tocou mais no assunto até que passaram uns dias e a gente ficou sozinho de novo.. mas isso é outra história.http://miscronicasdesexo.blogspot.com.ar/?m=1&zx=30e398ffa743258
Eu devia ter uns 13 anos. Meus pais tinham uma pequena oficina de costura em Buenos Aires... um dos caras do bairro com quem a gente jogava futebol no campinho começou a trabalhar em casa, chamava Fernando, tinha a mesma idade que eu, embora parecesse um pouco mais velho, bem mais alto do que eu, pele branca e cabelo preto.
Minha mãe mandava ele vir pra fazer tarefas em casa e ensinar ele a trabalhar na oficina de costura.
Uma tarde em que ficamos sozinhos na oficina, ele começou a falar de vários assuntos, de futebol, de jogos, dos amigos. Mas o mais frequente era sexo... ele me contava que quando a prima vinha visitar a casa dele, ele transava com ela e descrevia com muitos detalhes o que faziam, de um jeito que me excitava. Eu ouvia atentamente e meu pau crescia dentro do meu short, a ponto de explodir.
Depois de alguns minutos, ele me pergunta se eu já tinha transado e eu disse que não, que só tinha brincado de papai e mamãe ou de médico com alguma amiga da minha irmã, mas nunca tinha metido. Ainda não tinha aquele despertar sexual tão forte em mim, mas o relato dele acordou isso. Ele vestia uma camiseta do Racing e uma calça de moletom cinza que deixava ver como o pau dele estava duro por causa da própria história, e de vez em quando ele se acariciava por cima da calça e não escondia, aliás, eu percebia que ele tentava mostrar a excitação dele. Eu vestia uma regata e um short de futebol bem curto, como se usava na época (anos 80), que não deixavam eu disfarçar minha excitação, e eu tentava esconder por vergonha.
Fernando, ao perceber meu volume crescendo, me pergunta: — O teu também subiu?
Eu respondo nervoso: — Sim, subiu — e tentava disfarçar a situação, mas ele me acalma dizendo: — Olha como eu estou — e aponta pro volume dele... — Tamo na mesma — ele fala e me pergunta se eu já tinha pelos. Eu respondi que não, porque era totalmente liso... ele me perguntou se eu queria. ver os que cresceram nele. Eu hesitei, mas aceitei.
Ele vai abaixando a calça aos poucos até o começo do pinto dele e deixa ver os pelinhos que tinham aparecido. Ele me diz: — bom, agora me mostra você. — eu não tenho — falo, mas ele insiste em ver e eu abaixo um pouco meu short e mostro o liso que era.
...num momento ele pergunta se a gente queria comparar nossos pintos... eu, com um pouco de vergonha e curiosidade, aceitei. Mas, desconfiado, peço que os dois façam ao mesmo tempo... lentamente fomos abaixando da cintura nossas calças até deixar à vista nossos membros... o meu, à primeira vista, era maior que o do Fernando. Ele propõe comparar, ficamos de frente um pro outro e encostamos nossos pintos lado a lado... o dele tinha o membro totalmente reto, com a cabeça alongada e da mesma largura que o tronco. O meu era cabeçudo e cheio de veias, com o tronco mais grosso no meio e curvado pra baixo... num momento, enquanto comparávamos nossos pintos, ele pergunta se eu já sabia bater punheta, e eu respondi que mais ou menos, e ele começou a me ensinar como era o movimento e eu copiava... depois de uns minutos, ele propõe fazer uma punheta cruzada, a gente segurou nos pintos um do outro e começou a bater uma um pro outro... ele para e tira do bolso uma folha de papel amassada que tinha desenhos eróticos e eram muito excitantes... lembrem que naquela época não tinha internet e a pornografia não estava ao alcance de qualquer um.
A gente olhava cada uma das ilustrações eróticas... nelas, tinha uma orgia de todo mundo contra todo mundo, mas a imagem que mais chamou minha atenção era a de um homem em cima de uma mulher e outro homem por trás penetrando ele...
Fernando notou minha atração por aquela imagem e me convida a brincar de "apoiadinha", que consistia em ficar um atrás do outro como naquela imagem e apoiar nosso pinto na bunda, mas por cima da roupa... como eu desconfiava e não queria parecer promíscuo, falei pra ele se colocar primeiro e ele aceitou... eu fiquei atrás dele e, copiando a movimentos de cachorro, eu me esfregava contra as nádegas dela. Em poucos minutos, ela pede pra trocar e aí eu senti algo que até hoje eu anseio... sentir um homem atrás de mim, me segurando pela cintura..
Fomos trocando várias vezes até que, numa delas, ele começa a baixar minha cueca e pede pra gente brincar de "penteado", que era a mesma coisa, mas sem cueca... era pra sentir mais. Aceitei, mas ele disse pra irmos até a janela da oficina, que de lá dava pra ver bem se alguém chegava e a gente podia levantar a roupa rapidinho. Contra a janela tinha uma mesinha, e enquanto eu espiava pelas cortinas pra ver se não vinha ninguém, Fernando baixa o moletom e besunta o pau bem duro. Pergunto: "Como a gente faz? Quem vai primeiro?" E, sem dizer uma palavra, ele me vira de costas pra ele e, de um puxão, baixa meu short e a cueca juntos, deixando minha bunda lisinha totalmente nua. Já atrás de mim e à mercê dele, ele apoia o pau inteiro entre meus glúteos e começa a se mexer. Ficou um bom tempo assim... até que pedi pra trocar, pra não ficar parecendo a putinha passiva do bairro. Comecei a fazer o mesmo que ele, mas percebi que gostava mais de ser passivo... trocamos de novo umas duas vezes, mas ele já tinha notado que eu preferia ser dominado. Ele diz: "Espera, vou pegar uma coisa e a gente tenta algo melhor." Levanta a calça, adivinha o volume, e sai rapidinho pra cozinha da minha casa. Volta em poucos segundos com um pedaço de manteiga nas mãos. Pergunto pra que serve a manteiga, e ele comenta que ouviu uns caras mais velhos falando de um filme onde o homem passa manteiga na bunda da garota pra rola deslizar melhor.
Esse filme eu vi anos depois e era Último Tango em Paris. Que lembranças me trouxe ao ver! haha. Com a beautiful já derretendo nas mãos dele, ele começa a passar ela por toda a minha racha e garantindo que uma boa parte fique em volta do meu buraco. O resto da beautiful ele passa no próprio pau e, me segurando pelo braço, pede pra eu me apoiar na mesa e ficar de olho pra ninguém chegar e nos pegar de surpresa.
Me apoio na mesa e ele, me segurando pela cintura, faz eu me arquear um pouco pra ficar na altura certa.
Começa a acariciar minhas nádegas... ele apoia o pau de leve entre meus glúteos lisinhos e começa a deslizar ele por entre as bandas, fazendo de cima pra baixo como se estivesse pintando.. a sensação daquela pincelada era maravilhosa.. meu corpo começava a tremer e a desejar algo mais. De vez em quando o Fer ficava parado e me pegava na cock e ficava amassando ela, deixando a cabeça da cock bem estacionada em cima do meu buraco e, enquanto acariciava minhas bandas com uma mão, ele ficava portando meu cu ainda virgem.. eu sentia a pressão que ele fazia no meu cuzinho, mas a dor que ele me causava me fazia mexer e parar ele... ele parava um instante e me convencia com as palavras que não ia rolar nada, e voltava ao jogo. Nessa altura, eu já via um líquido transparente escorrendo da ponta do meu pau, e aquele portar era o que eu mais curtia. Mas a dor e o medo de depois contar pros caras me assustavam.
Continuamos assim por uns minutos, eu um pouco mais relaxado deixei a glande dele se enfiar um pouco mais dentro de mim. Ele, percebendo isso, começou a dar pequenas empurradinhas mantendo a pressão e pedindo pra eu relaxar, que ele só ia meter a cabecinha, se doesse muito ele parava.. que eu aguentasse só um pouco.. eu aceitei. ...senti ele cuspir no meu cu e besuntar o pau dele com a mistura de beautiful e cuspe. Ele pede pra eu abrir as nádegas com as mãos e apoia a glande na minha porta dos fundos e, devagar, começa a empurrar.. era uma dor aguda misturada com prazer... eu Eu dizia: —Devagar, Fer, que tá doendo—. Ele parava por uns segundos, e voltava a passar a mão na minha bunda e babando ela ainda mais, e com a mesma saliva que escorria pelo meu sulco, ele lubrificava o pau. Ele pincelava minha bunda com o pau dele e, de vez em quando, deixava a ponta apoiada no meu cu e mexia o quadril devagar, forçando pra entrar. Cada vez ficava mais difícil segurar a penetração... aguentei o empurrão dele o máximo que pude até sentir uma dor que percorreu minha espinha, e me segurando firme, ele diz: —Já foi, já entrou a cabeça... sentiu?—. Respondi: —Sim, Fer, dói muito—. —Aguenta, fica quietinho que a dor vai passar e você vai gostar—. —Puta que pariu, tá doendo muito—. —Querido, não grita que vão te ouvir—. A dor começou a diminuir e eu comecei a sentir as batidas do pau dele dentro de mim... ele perguntou se ainda doía. Falei: —Não, já dói menos...—. Com as mãos, ele fez eu dobrar mais a cintura e empinar mais a bunda pra fora, e me segurou pelos quadris. Devagar, senti a pressão dele na minha bunda e o pau deslizando dentro de mim, mas sem tanta dor, até sentir o corpo dele colado no meu e ele dizer: —Já entrou o pau todo—. Eu não podia acreditar. Passei a mão por baixo das minhas bolas e procurei meu buraco, e notei como o pau dele estava cravado dentro de mim, e passei os dedos nas bolas dele. —Fica quieto que vai dilatar... tá gostando?—, ele diz. —Mmm, sim, é estranho... sinto ele pulsando, e você tá gostando?—, respondi. Ele diz: —Tá apertado e você tem o cu virgem, mas agora, quando acostumar, vem o melhor—. E começou um vai e vem que me fez sentir até cócegas no umbigo. Ele começou a meter e tirar enquanto me masturbava, de vez em quando parava, abria minhas nádegas e olhava como o pau dele estava enterrado dentro do meu cu, dizendo que eu tinha uma bunda melhor que a da prima dele. Eu perdia o olhar no horizonte, rezando dentro de mim praquilo nunca acabar... quando o Fer tava chegando no clímax, ele parava por uns segundos e voltava a... Partindo pro meu cu... num instante ele tira o pau do meu cu pra não gozar e me fala: — Já tá o cuzinho bem feito, já corre bem dentro de você — ele passa bem a saliva no pau e cospe no meu buraco e mete de novo, mas agora sem tanto cuidado. Coloca uma mão na minha bunda e a outra no meu ombro esquerdo e começa a me comer de um jeito que eu não queria que acabasse nunca... chegou uma hora que o ritmo dele me fazia sentir que éramos um só. Eu via o reflexo dele no vidro e via ele se lambendo, sem tirar os olhos da minha raba... ele cravava os dedos na minha barriga e descia a mão direita pra pegar no meu pau, que mesmo excitado tava meio mole... os movimentos dele começam a ficar cada vez mais brutos, mas eu tava adorando... sentia os ovos dele batendo nos meus... era um frenesi. No ar dava pra sentir o cheiro... uma mistura de perfume e sexo, um cheiro que tomava o lugar a cada estocada que ele me dava, mais eu perdia o olhar no horizonte e tentava aproveitar cada metida. Lembro de cada sensação que senti naquela tarde e enquanto escrevo isso, meu pau luta pra sair da calça. Ainda lembro da pélvis dele batendo nas minhas nádegas uma e outra vez... cada vez mais rápido e forte. Eu não queria que parasse... ouço a respiração dele acelerar e ele sussurra no meu ouvido, como se segurando as palavras: — Tô quase gozandooo, que bunda boa você tem, promíscuo — começo a sentir o pau dele ficar mais duro e grosso, e ele começa a dar pulos dentro de mim... os gemidos dele já parecem gritos... e o corpo dele começa a tremer... e ele crava o pau até o fundo, dando um gemido forte, e eu sinto os espasmos que o corpo dele dá... as pulsações do membro dele dentro de mim eram intermináveis... ele começa a me inundar, sinto a cada pulada que ele dá, um jato de líquido quente entrando dentro de mim e a respiração ofegante dele começa a diminuir até ele ficar desmaiado nas minhas costas... depois de alguns minutos, sinto o pau dele começar a amolecer e vai saindo sozinho de dentro de mim... o sêmen dele começa a escorrer do meu cu e descer pelas minhas pernas.
Ele se levanta, dá um passo pra trás se afastando de mim e me solta, indo pro banheiro da oficina se limpar.. eu levo meu dedo até o ânus e sinto como ele tá dilatado.. meio dolorido e com a porra escapando de dentro.. levanto minha calcinha e meu short, saio da oficina ainda tremendo de tesão e vou pra minha casa, onde tomo um banho e lavo minhas roupas que ficaram manchadas de sêmen e beleza.. termino de me lavar.. me seco e rapidamente vou pro meu quarto vestir outra roupa. Quando saio no quintal procurando o Fernando, ele me olha, a gente conversa sobre qualquer coisa.. como se aquilo não tivesse acontecido, num momento ele fala -vou pra minha casa, avisa sua mãe que amanhã eu venho- e a gente não tocou mais no assunto até que passaram uns dias e a gente ficou sozinho de novo.. mas isso é outra história.http://miscronicasdesexo.blogspot.com.ar/?m=1&zx=30e398ffa743258
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