Debut sexual passivo e melado

Como foi minha primeira vez homossexual.
Eu devia ter uns 13 anos. Meus pais tinham uma pequena oficina de costura em Buenos Aires.. um dos caras do bairro com quem a gente jogava futebol no campinho começou a trabalhar em casa, chamava Fernando, tinha a mesma idade que eu, embora parecesse um pouco mais velho, bem mais alto do que eu, pele branca e cabelo preto.
Minha mãe mandava ele vir pra fazer tarefas em casa e ensinar ele a trabalhar na oficina de costura.
Uma tarde em que ficamos sozinhos na oficina, ele começou a falar de vários assuntos, de futebol, de jogos, dos amigos. Mas o mais frequente era sexo.. ele me contava que quando a prima vinha visitar a casa dele, ele transava com ela e descrevia com muitos detalhes o que faziam, de um jeito que me excitava, eu escutava atentamente e meu pau crescia dentro do meu short a ponto de explodir.
Depois de alguns minutos, ele me pergunta se eu já tinha transado e eu disse que não, que já tinha brincado de papai e mamãe ou de médico com alguma amiga da minha irmã, mas nunca tinha metido. Ainda não tinha aquele despertar sexual tão forte em mim, mas o relato dele acordou isso. Ele vestia uma camiseta do Racing e uma calça de moletom cinza que deixava ver como o pau dele estava duro por causa da própria história e de vez em quando ele se acariciava por cima da calça e não escondia, aliás, eu percebia que ele tentava mostrar a excitação dele. Eu vestia uma regata e uma calça de futebol bem curta, como se usava na época (anos 80), que não deixavam eu disfarçar minha excitação e eu tentava esconder por vergonha.
Fernando, ao perceber meu volume crescendo, me pergunta – você também ficou de pau duro? ..Eu respondo nervoso – sim, fiquei – e tentava disfarçar a situação, mas ele me tranquiliza dizendo – olha como eu estou – e aponta pro pacote dele... – estamos iguais – ele fala e me pergunta se eu já tinha pelos, eu respondi que não. Já que eu era totalmente liso.. ele me perguntou se eu queria ver os que cresceram nele. Eu hesitei, mas aceitei.
Ele vai abaixando a calça dele aos poucos até o começo do pau dele e deixa ver os pelinhos que tinham nascido. Ele me diz — agora me mostra você — eu não tenho — falo, mas ele insiste em ver e eu abaixo um pouco meu short e mostro como eu era liso.
…num momento ele pergunta se a gente queria comparar nossos paus… eu, com um pouco de vergonha e curiosidade, aceitei. Mas desconfiado, peço que a gente faça os dois ao mesmo tempo… devagar, íamos abaixando nossas calças da cintura até deixar nossos membros à mostra… o meu, à primeira vista, era maior que o do Fernando. Ele propõe comparar, ficamos de frente um pro outro e encostamos nossos paus lado a lado… o dele era totalmente reto, com a cabeça alongada e da mesma grossura que o tronco. O meu era cabeçudo e cheio de veias, com o tronco mais grosso no meio e curvado pra baixo… num momento, enquanto comparávamos nossos paus, ele pergunta se eu já sabia bater punheta, e eu respondi que mais ou menos, e ele começou a me ensinar como era o movimento e eu copiava… depois de uns minutos, ele propõe bater uma punheta cruzada, a gente segurou nos paus um do outro e começou a bater punheta um pro outro… ele para e tira do bolso uma folha de papel amassada que tinha desenhos eróticos e eram muito excitantes… lembrem que naquela época não tinha internet e a pornografia não estava ao alcance de qualquer um.
A gente olhava cada uma das ilustrações eróticas… nelas, tinha uma orgia de todo mundo contra todo mundo, mas a imagem que mais chamou minha atenção era a de um homem em cima de uma mulher e um homem por trás penetrando ele…
Fernando notou minha atração por aquela imagem e me convida a brincar de apoiadinha, que consistia em ficar um atrás do outro como naquela imagem e apoiar nosso pau na bunda, mas por cima da roupa… como eu desconfiava e não queria parecer promíscuo, falei pra ele se colocar primeiro e ele aceitou… eu fiquei atrás dele e, copiando o movimentos de cachorro, eu me esfregava nas nádegas dela. Em poucos minutos, ela pediu pra trocar e aí eu senti algo que até hoje eu anseio... sentir um homem atrás de mim, me segurando pela cintura.Debut sexual passivo e meladoFomos trocando várias vezes até que, numa delas, ele começa a descer a cueca e me pede pra brincarmos de "peinadita", que era a mesma coisa, mas sem a cueca... era pra sentir mais. Aceitei, mas ele disse pra irmos até a janela da oficina, que de lá dava pra ver bem se vinha alguém e a gente podia levantar a roupa rapidinho. Contra a janela tinha uma mesinha, e enquanto eu olhava por entre as cortinas pra ver se não chegava ninguém, Fernando abaixa o moletom e besunta o pau bem duro. Pergunto: "Como a gente faz? Quem vai primeiro?" E sem dizer uma palavra, ele me vira de costas pra ele e, de um puxão, abaixa meu short e a cueca juntos, deixando minha bunda lisinha totalmente nua. Já atrás de mim e à mercê dele, ele apoia o pau inteiro entre meus glúteos e começa a se mexer. Ficou um tempão assim... até que pedi pra trocar pra não ficar parecendo a putinha passiva do bairro. Comecei a fazer o mesmo que ele, mas percebi que gostava mais de ser passivo... trocamos de novo umas duas vezes, mas ele já tinha notado que eu preferia ser submetido. Ele diz: "Espera, vou pegar uma coisa e a gente tenta algo melhor." Levanta a calça, adivinha o volume, e sai correndo pra cozinha da minha casa. Volta em poucos segundos com um pedaço de manteiga na mão. Pergunto pra que serve a manteiga, e ele comenta que ouviu uns caras mais velhos falando de um filme onde o homem passa manteiga na bunda da garota pra rola deslizar melhor.Sexo analEsse filme eu vi anos depois e era "Último Tango em Paris". Que lembranças me trouxe ao ver! haha.

Com a beautiful já derretendo nas mãos dele, ele começa a passar ela por toda a minha racha e garantindo que uma boa parte fique em volta do meu buraco. O resto da beautiful ele passa no próprio pau e, me segurando pelo braço, pede pra eu me apoiar na mesa e ficar de olho pra ninguém chegar e nos pegar de surpresa. Me apoio na mesa e ele, me segurando pelo quadril, faz eu me arquear um pouco pra ficar na altura certa.

Começa a acariciar minhas nádegas... ele apoia o pau de leve entre meus glúteos lisinhos e começa a deslizar ele por entre as bandas, fazendo de cima pra baixo como se estivesse pintando. A sensação dessa pincelada era maravilhosa... meu corpo começava a tremer e a desejar algo mais. De vez em quando, o Fer ficava parado e me pegava na rola, amassando ela, e deixava a cabeça do pau estacionada bem no meu buraco. Enquanto acariciava minhas bandas com uma mão, ele ficava cutucando meu cu ainda virgem... eu sentia a pressão que ele fazia no meu cuzinho, mas a dor que me causava fazia eu me mexer e parar ele. Ele parava um momento e me convencia com as palavras que não ia rolar nada, e voltava ao jogo. Nessa altura, eu já via um líquido transparente escorrendo da ponta do meu pau, e aquela cutucada era o que eu mais curtia. Mas a dor e o medo de depois contar pros caras me assustavam. Continuamos assim por uns minutos, eu um pouco mais relaxado, deixei a glande dele se enfiar um pouco mais dentro de mim. Ele, percebendo isso, começou a dar pequenas empurradas, mantendo a pressão e pedindo pra eu relaxar, que ele só ia meter a cabecinha, se doesse muito ele parava... que eu aguentasse só um pouco. Aceitei. Senti ele cuspir no meu cu e besuntar o pau dele com a mistura de beautiful e cuspe. Ele pede pra eu abrir as nádegas com as mãos e apoia a glande na minha porta dos fundos, e devagar começa a empurrar... era uma dor aguda misturada com prazer... eu Eu dizia: — Devagar, Fer, que tá doendo. Ele parava uns segundos, e voltava a passar a mão na minha bunda e babando ela ainda mais, e com a mesma saliva que escorria pelo meu sulco, ele lubrificava o pau. Ele pincelava minha bunda com o pau dele e, de vez em quando, deixava a ponta apoiada no meu cu e mexia o quadril devagar, forçando pra entrar. Cada vez ficava mais difícil segurar a penetração... aguentei o empurrão dele o máximo que pude até sentir uma dor que subia pela minha espinha, e ele me segurando forte diz: — Já foi, já entrou a cabeça... sentiu? Respondi: — Sim, Fer, dói muito. — Aguenta, fica quietinho que a dor vai passar e você vai gostar. — Puta que pariu, tá doendo pra caralho. — Querido, não grita que vão te ouvir. A dor começou a diminuir e eu comecei a sentir as batidas do pau dele dentro de mim. Ele perguntou se ainda doía. Falei: — Não, já dói menos... Com as mãos dele, ele me fez curvar mais a cintura e empinar mais a bunda pra fora, e me segurou pelos quadris. Devagar, senti a pressão dele na minha bunda e o pau deslizando dentro de mim, mas sem tanta dor, até sentir o corpo dele colado no meu. Ele disse: — Já enfiou o pau todo. Eu não acreditava. Passei a mão por baixo das minhas bolas, procurando meu buraco, e senti o pau dele cravado dentro de mim, e enrolei os dedos nas bolas dele. — Fica quieto que vai dilatar... cê tá gostando? — ele perguntou. — Hum, sim, é estranho... sinto ele pulsando, e você tá gostando? — respondi. Ele disse: — Tá apertado e você tem o cu virgem, mas agora, quando acostumar, vem a melhor parte. E começou um vai e vem que me fazia sentir até cócegas no umbigo. Ele começou a meter e tirar, enquanto eu me masturbava. De vez em quando, ele parava, abria minhas nádegas e olhava o pau dele enterrado dentro do meu cu, dizendo que eu tinha uma bunda melhor que a da prima dele. Eu perdia o olhar no horizonte, rezando internamente praquilo nunca acabar. Quando o Fer tava chegando no clímax, ele parava por uns segundos e voltava a... Partindo pro meu cú... num instante ele tira a pica do meu cu pra não gozar e me fala —já tá o fiofó bem feito, já corre bem dentro de você— ele babaca bem a pica e cospe no meu buraco e mete de novo, mas já sem tanto cuidado. Coloca uma mão na minha bunda e a outra no meu ombro esquerdo e começa a me comer de um jeito que eu não queria que acabasse nunca... chegou uma hora que o ritmo dele me fazia sentir que éramos um só. Eu via o reflexo dele no vidro e via ele se lambendo e sem tirar os olhos da minha raba... cravava os dedos na minha barriga e descia a mão direita pra pegar na minha pica que, mesmo excitada, tava meio mole... os movimentos dele começam a ficar cada vez mais brutos, mas eu tava amando... sentia os ovos dele batendo nos meus... era um frenesi. No ar dava pra sentir o cheiro... mistura de perfume e sexo, um cheiro que tomava o lugar a cada estocada que ele me dava, eu ia perdendo o olhar no horizonte e tentava aproveitar cada metida. Lembro de cada sensação que senti naquela tarde e enquanto escrevo isso, minha pica luta pra sair da calça. Ainda lembro da bacia dele batendo nas minhas nádegas uma e outra vez... cada vez mais rápido e forte. Eu não queria que parasse... ouço a respiração dele acelerar e ele fala no meu ouvido, como se segurando a palavra —tô quase gozandooo, que bunda boa você tem, promíscuo— começo a sentir a pica dele ficar mais dura e grossa e começa a dar sacudidas dentro de mim... os gemidos dele que já parecem gritos... e o corpo dele começa a tremer... e ele crava a pica até o fundo dando um gemido forte e eu sinto as sacudidas que o corpo dele dá... as pulsações do membro dele dentro de mim eram intermináveis... começa a me inundar, sinto a cada sacudida que ele dava, como um jato de líquido quente entra dentro de mim e a respiração ofegante dele começa a diminuir até ele ficar desmaiado nas minhas costas... depois de uns minutos, sinto a pica dele começar a amolecer e vai saindo sozinha de dentro de mim... o esperma dele começa a escorrer da minha bunda e descer pelas minhas pernas.
Ele se levanta, dá um passo pra trás se afastando de mim e me solta, indo pro banheiro da oficina se limpar.. eu levo meu dedo até o cu e sinto como ele tá dilatado.. meio dolorido e com a porra escapando de dentro.. levanto minha calcinha e meu short, saio da oficina ainda tremendo de tesão e vou pra minha casa, onde tomo um banho e lavo minhas roupas que ficaram manchadas de sêmen e porra.. termino de me lavar.. me seco e rapidamente vou pro meu quarto vestir outra roupa. Quando saio no quintal procurando o Fernando, ele me olha, a gente conversa sobre qualquer coisa.. como se nada tivesse acontecido, num momento ele fala -vou pra minha casa, avisa sua mãe que amanhã eu venho- e a gente não tocou mais no assunto até que passaram uns dias e a gente ficou sozinho de novo... mas isso é outra história.http://miscronicasdesexo.blogspot.com.ar/?m=1&zx=30e398ffa743258

5 comentários - Debut sexual passivo e melado

ffll22 +1
tremenda historia como me calento que ganas que me desvirgan la colita me dieron