Olá, boa noite, sou o matiaspassss com um novo relato, dessa vez pra contar como passei a tarde com um moreno gostoso na quarta-feira à tarde. Tudo começou na segunda, eu tava batendo papo num site bem conhecido, na sala gay, e me conectei com um cara, o nick dele era "moreno" — já me atraiu (o nick era maior, mas isso não importa). Trocamos WhatsApp e conversamos, no fim combinamos de nos ver à tarde quando eu saísse do trabalho. Saí desesperada só pra provar a pica dele, tava há tanto tempo sem provar uma...


Só tinha fotos da pica preta dele, já queria ter ela na minha boca. Enquanto isso, a gente trocava zapzap enquanto eu corria pela Avenida Rivadavia até que rolou o encontro. Careca, moreno, com uma cavanhaquezinha, amei quando vi ele. Bora dar uma moral, tiozão de 32 anos. E dali, nas barreiras do trem, decidimos partir. Caminhamos e, enquanto conversávamos: "Vamos, tô trabalhando num local, lá não vai incomodar ninguém." Ele tava fazendo reformas numa pizzaria. Caminhamos até pegar um remo junto com outras duas pessoas. Num momento, fiquei com medo, não sabia pra onde estávamos indo. "Falta muito?", perguntei. "É, umas quadras e chegamos", ele respondeu. "Para aqui e vamos a pé", falei de novo. Ele pediu pro cara parar. "Tamo a uma quadra", ele disse quando já estávamos descendo do carro. E, de fato, chegamos no tal local. Entramos e tinha uma casa de família lá dentro. "Não se preocupa, eles nem se metem. Se ouvirem um barulho, nem se metem", ele falou.
Entramos e era uma pizzaria pequena. Tinha um balcão com empadas. Fazia um calorão. Ele puxou uma cadeira de plástico, baixou a calça de moletão e mostrou a pica. Tava pequenininha. Comecei a bater uma pra ele. "Tá nervosa?", ele perguntou. "Tô de boa, quero ela bem dura", respondi. Enfiei direto na boca. Chupei e chupei até ela ficar dura. Comecei a ouvir ele gemer. Eu, de joelhos, continuei chupando. Agora tava bem dura. Eu levava até o fundo. Ele se levantou e falou: "Agora sim você vai chupar melhor." E eu continuei engolindo aquela pica preta linda. O cheiro de suor dele dava um gostinho delicioso. Minha saliva virava um suco gostoso que eu tomava toda vez que se acumulava na minha boca. Ele sentou de novo e eu continuei chupando. "Quer que eu meta?", ele perguntou. Eu balancei a cabeça que sim, sem tirar a pica da boca. Levantei, desabotoei a calça jeans e deixei minha bunda livre no ar quente da pizzaria. Ele colocou a camisinha e começou a me comer por trás. Com a cabeça da pica, ele batia na minha bucetinha pequena. bunda, bem devagarinho, fez uma, fez duas, fez três, minha bunda foi cedendo, cada vez se abria mais, lentamente ia entrando, na quinta vez entrou a cabeça e na sexta entrou cabeça e tronco, já o pau dele tava bem dentro da minha buceta. depois disso começou a me comer, o pau dele deslizava de fora pra dentro — assim, sim, devagarinho ahh! buceta!!! ahhh!! — eu gemia como a putinha que sou. já com a situação dominada, começou a me comer mais e mais forte, tentava não gemer tão alto mas era quase impossível, o pau dele me deixava apaixonada, num momento ele só deixou a cabeça enfiada — se vira, dá — ele falava. comecei a rebolar minha bundinha bem forte, enfiava o pau dele sozinha, minha bundinha batia nele, era impossível disfarçar meus gemidos, aí ele colocou as mãos na minha bunda e começou a me foder bem forte, me dava e me dava, explodia de prazer, até que ele gozou, terminou, tirou o pau, minha bunda ficou pulsando depois dessa foda gostosa, subi o jeans de novo, levantei um pouco a persiana do local e saí, agradeci pela pica maravilhosa que ele me deu, fui pegar o ônibus e ele foi pra outro lado, depois disso só subi no busão, sentei e fiquei pensando no que tinha acontecido, sorri porque mais uma vez essa putinha tinha recebido o que merecia




Bom, uma coisa que não contei foi o quanto ela era peluda kkk bom, não importa, espero que gostem desse conto pequeno. Só queria contar como foi, agora que lembrei foi ontem!!! kkk mando um beijo pra vocês e já sabem, se quiserem fazer parte dos meus contos, deixem o WhatsApp. Tchau!


Só tinha fotos da pica preta dele, já queria ter ela na minha boca. Enquanto isso, a gente trocava zapzap enquanto eu corria pela Avenida Rivadavia até que rolou o encontro. Careca, moreno, com uma cavanhaquezinha, amei quando vi ele. Bora dar uma moral, tiozão de 32 anos. E dali, nas barreiras do trem, decidimos partir. Caminhamos e, enquanto conversávamos: "Vamos, tô trabalhando num local, lá não vai incomodar ninguém." Ele tava fazendo reformas numa pizzaria. Caminhamos até pegar um remo junto com outras duas pessoas. Num momento, fiquei com medo, não sabia pra onde estávamos indo. "Falta muito?", perguntei. "É, umas quadras e chegamos", ele respondeu. "Para aqui e vamos a pé", falei de novo. Ele pediu pro cara parar. "Tamo a uma quadra", ele disse quando já estávamos descendo do carro. E, de fato, chegamos no tal local. Entramos e tinha uma casa de família lá dentro. "Não se preocupa, eles nem se metem. Se ouvirem um barulho, nem se metem", ele falou.
Entramos e era uma pizzaria pequena. Tinha um balcão com empadas. Fazia um calorão. Ele puxou uma cadeira de plástico, baixou a calça de moletão e mostrou a pica. Tava pequenininha. Comecei a bater uma pra ele. "Tá nervosa?", ele perguntou. "Tô de boa, quero ela bem dura", respondi. Enfiei direto na boca. Chupei e chupei até ela ficar dura. Comecei a ouvir ele gemer. Eu, de joelhos, continuei chupando. Agora tava bem dura. Eu levava até o fundo. Ele se levantou e falou: "Agora sim você vai chupar melhor." E eu continuei engolindo aquela pica preta linda. O cheiro de suor dele dava um gostinho delicioso. Minha saliva virava um suco gostoso que eu tomava toda vez que se acumulava na minha boca. Ele sentou de novo e eu continuei chupando. "Quer que eu meta?", ele perguntou. Eu balancei a cabeça que sim, sem tirar a pica da boca. Levantei, desabotoei a calça jeans e deixei minha bunda livre no ar quente da pizzaria. Ele colocou a camisinha e começou a me comer por trás. Com a cabeça da pica, ele batia na minha bucetinha pequena. bunda, bem devagarinho, fez uma, fez duas, fez três, minha bunda foi cedendo, cada vez se abria mais, lentamente ia entrando, na quinta vez entrou a cabeça e na sexta entrou cabeça e tronco, já o pau dele tava bem dentro da minha buceta. depois disso começou a me comer, o pau dele deslizava de fora pra dentro — assim, sim, devagarinho ahh! buceta!!! ahhh!! — eu gemia como a putinha que sou. já com a situação dominada, começou a me comer mais e mais forte, tentava não gemer tão alto mas era quase impossível, o pau dele me deixava apaixonada, num momento ele só deixou a cabeça enfiada — se vira, dá — ele falava. comecei a rebolar minha bundinha bem forte, enfiava o pau dele sozinha, minha bundinha batia nele, era impossível disfarçar meus gemidos, aí ele colocou as mãos na minha bunda e começou a me foder bem forte, me dava e me dava, explodia de prazer, até que ele gozou, terminou, tirou o pau, minha bunda ficou pulsando depois dessa foda gostosa, subi o jeans de novo, levantei um pouco a persiana do local e saí, agradeci pela pica maravilhosa que ele me deu, fui pegar o ônibus e ele foi pra outro lado, depois disso só subi no busão, sentei e fiquei pensando no que tinha acontecido, sorri porque mais uma vez essa putinha tinha recebido o que merecia




Bom, uma coisa que não contei foi o quanto ela era peluda kkk bom, não importa, espero que gostem desse conto pequeno. Só queria contar como foi, agora que lembrei foi ontem!!! kkk mando um beijo pra vocês e já sabem, se quiserem fazer parte dos meus contos, deixem o WhatsApp. Tchau!
6 comentários - entregando el culo en la pizzeria RE