Cliente pauzudo

Teve uma época em que trabalhei na Zara, na seção masculina de um shopping na Zona Norte. Isso foi uns 6 anos atrás (eu tinha 26 anos), acho. Não durei muito porque não curti os horários de shopping.
Bom, hoje queria compartilhar com vocês a vez que fiz um boquete num cliente.

Era um domingo, lembro certinho, um domingo de inverno. Tinha pegado a abertura naquele dia, então às 10 da manhã já tínhamos aberto, mas não tinha ninguém. Lá fora tava um frio danado, e ninguém vai num shopping logo que abre no inverno.

Lá pelas 11, chega um cara de uns 43 anos, alto, loiro e muito gente boa. Me pediu pra ajudar ele a escolher roupas de frio e calças de vários tipos.

Começamos pelos casacos, que era o que ele mais precisava. Escolhemos vários e eu acompanhei ele até o provador. Ele me perguntou se não era muito incômodo eu ajudar com os tamanhos e ver como ficavam nele. Claro que topei... Ele disse que sempre ia com a esposa ou a filha pra fazer essas compras, mas as duas estavam de férias e tinham deixado ele sozinho.

A verdade é que tudo que ele experimentava ficava bem nele. Tinha uma boa altura e ombros largos pros blazers e casacos. Depois fomos pras calças. Ele tinha escolhido umas de vestir e uns jeans mais descolados.

Falei: "Beleza, vou te deixar experimentar, qualquer coisa me chama que a gente vê os tamanhos e pega outros modelos."

Continuei fazendo meu trabalho normalmente, tava perto do provador quando vejo ele espiar pela cortina me chamando. Cheguei perto e ele disse: "Esses jeans são skinny ou o quê?" Eram bem justinhos, kkk. Ficaram dez nele, e eu falei, mas ele não tava confortável porque disse: "Tá apertando muito minhas bolas", e mostrou como marcava o volume que ele carregava.

Ficou decidido que ele não levaria os jeans, mas trocaria por umas calças de vestir mais modernas, "como as que você tá usando", ele disse. Na época, a gente usava calça social preta um pouco justa. mas nem tanto, camisa branca ajustada e gravata fina preta, verdade que eu adorava como aquela calça ficava em mim porque me fazia um rabão.
Levei a calça pra ele experimentar e já com a cortina aberta porque não tinha ninguém, ele tirou a calça justa, claro, estava tão apertada que ele tirou junto com a cueca, vi o balanço e um pedaço de pica e uns ovos que combinavam no tamanho, não fizemos problema mas rimos, ele dizendo essas calças de merda, e aí eu falei o problema não é a calça é esse viado morto que você tem pendurado, assim não vai entrar nenhum jeans, você é um filho da puta ele me disse rindo.
Entreguei a calça nova pra ele trocar e estava virando pra ir pra outro lugar quando ele fala, para para fica aí já me diz se ficou bem e resolvemos isso de uma vez, falei beleza, ele virou de costas e se olhando no espelho vestiu a calça, claro que instintivamente cravei os olhos na bunda, coisa que não tinha reparado era que ele tinha uma bunda gostosa e aquelas calças faziam justiça, claro que ele percebeu que eu tava olhando e me disse, não vai ficar igual em você mas acho que tá bom né? na hora saí do transe que tava e falei deixa eu ver de frente, pedindo licença ajustei bem a calça na cintura dele e de frente tá boa falei e de costas deixa eu ver, e ele respondeu: acho que já viu bem de costas como ficou, como soou como provocação e com a possibilidade de levar um soco e ser mandado embora do trampo, virei ele mostrando a bunda e falei tem que ficar mais ou menos assim viu... uuuuuh que bunda gostosa que você tem, não me diga que você é meio viado ele falou com uma voz que até então não tinha mostrado e num tom também desconhecido...
olha que o viado morto acordou ele disse segurando a pica por cima da calça...
Bom deixa eu ver falei, entrando no provador e fechando a cortina, sentei na cadeira que tinha dentro e ele mostrou uma linguiça branca linda meio dura, a Peguei com a mão e dei uns beijos gostosos, e antes que alguém chegasse, comecei a enfiar na boca o máximo que dava, porque era grossa pra caralho, mas uma delícia. Ele sabia que não podia fazer barulho, então tudo em silêncio, mas ele me dava umas porradas na cara com a pica que fazem aquele som inconfundível, então decidi parar o boquete ali e fazer uma punheta bem feita enquanto ele apertava minha bunda e passava a língua no meu rosto e orelha. O filho da puta gozou e sujou toda a roupa que eu nem ia comprar. Ele disse: "Não se preocupa, eu pago tudo." Falei que não precisava, mandei tudo como devolução e ninguém ficou sabendo, mas em troca pedi o número de telefone dele pra terminar o que a gente tinha começado, e ele aceitou mais que satisfeito....
À tarde, na saída do trampo, a gente se encontrou em San Isidro.... e fomos pra casa dele, já que a mulher e a filha não estavam... mas isso eu conto na próxima pra não alongar esse relato!

Beijos!

8 comentários - Cliente pauzudo

ffll22 +1
que suerte la tuya que ganas de chupar pija me diste
No suelo comentar, pero me encantó el relato, más que yo trabajo en Zara 😍