Trabalho num laboratório de análises no centro. Minha secretária engravidou e, claro, dei a licença-maternidade pra ela. Procurei uma substituta temporária, e ela me trouxe o primo dela, um moleque de quebrada, nada demais, 25 anos, corpo nem musculoso nem gordo, nada que seja uau. O problema é que contratei ele. Depois de um mês trabalhando juntos, já comecei a sentir um tesão na presença dele. Ficávamos sozinhos bastante tempo.
Um dia ele me pediu uma jaqueta emprestada porque a dele tinha sujado. Emprestei uma minha e, quando entreguei, roçamos as mãos. Senti arrepios na espinha até a buceta. No dia seguinte, ele me devolveu a jaqueta e segurou meu ombro. Fiquei nervosa e gaguejei ao responder, fingindo que tava de boa. Ele disse: "Te deixo nervosa?" E eu respondi: "Não, nada disso." E ele respondeu: "Ah, porque eu tô sentindo umas cócegas." Eu respondi com um sorriso nervoso e continuei meu trampo. Quase no fim do expediente, ele chegou por trás e encostou o volume dele. Eu, por reflexo de puta, joguei a raba pra trás. Isso deixou ele louco, e ele começou a apalpar minha bunda e a esfregar o volume.
Não pensei duas vezes: abaixei a calça dele e tirei a pica curva dele, uns 17x5, com bastante prepúcio e meio babosa. Enfiei a pica na minha boca e chupei como a maior puta. Lambi os ovos dele e brinquei com a língua na cabeça da rola. Ele disse: "Me dá essa raba que eu vou explodir." Me virei, abaixei minha calça e ele começou a me dar uma chupada de cu magistral, fazendo eu querer ser penetrada na hora. Colocou meu cu pra cima e meteu a pica de uma vez. Senti como se estivesse rasgando por dentro, mas era prazer demais.
Ele bombava meu cu com força, dizendo: "Tá gozando, chefia puta? Vou deixar teu cu arrombado e cheio de porra." Eu, em êxtase total, tava entregue pra ser o que ele quisesse. Ele me levou pro banheiro e me comeu contra a parede, bem forte, até sentir ele encher meu cu de porra. "Aí tá minha amostra de porra, chefe." Que prazer sentir a pica inchar e soltar jatos de porra dentro de mim. Ele manteve o pau dentro de mim e disse: "agora vem a amostra de mijo". O filho da puta começou a mijar dentro do meu cu, eu estava completamente descontrolada, sentindo os jatos quentes de xixi dentro de mim. Ele tirou o pau, me fez ajoelhar e continuou mijando na minha boca. Instintivamente, engoli o mijo dele, me senti uma verdadeira puta. Nos vestimos e fomos embora.
Nos meses seguintes, ele continuou me dando o pau e mijo até minha secretária voltar ao trabalho. Sei que ele está namorando, prestes a se casar, e me pediu para ser a puta dele antes da noite de núpcias. Ainda estou pensando.
Espero que meu relato real tenha te provocado uma punheta. Beijos.
Um dia ele me pediu uma jaqueta emprestada porque a dele tinha sujado. Emprestei uma minha e, quando entreguei, roçamos as mãos. Senti arrepios na espinha até a buceta. No dia seguinte, ele me devolveu a jaqueta e segurou meu ombro. Fiquei nervosa e gaguejei ao responder, fingindo que tava de boa. Ele disse: "Te deixo nervosa?" E eu respondi: "Não, nada disso." E ele respondeu: "Ah, porque eu tô sentindo umas cócegas." Eu respondi com um sorriso nervoso e continuei meu trampo. Quase no fim do expediente, ele chegou por trás e encostou o volume dele. Eu, por reflexo de puta, joguei a raba pra trás. Isso deixou ele louco, e ele começou a apalpar minha bunda e a esfregar o volume.
Não pensei duas vezes: abaixei a calça dele e tirei a pica curva dele, uns 17x5, com bastante prepúcio e meio babosa. Enfiei a pica na minha boca e chupei como a maior puta. Lambi os ovos dele e brinquei com a língua na cabeça da rola. Ele disse: "Me dá essa raba que eu vou explodir." Me virei, abaixei minha calça e ele começou a me dar uma chupada de cu magistral, fazendo eu querer ser penetrada na hora. Colocou meu cu pra cima e meteu a pica de uma vez. Senti como se estivesse rasgando por dentro, mas era prazer demais.
Ele bombava meu cu com força, dizendo: "Tá gozando, chefia puta? Vou deixar teu cu arrombado e cheio de porra." Eu, em êxtase total, tava entregue pra ser o que ele quisesse. Ele me levou pro banheiro e me comeu contra a parede, bem forte, até sentir ele encher meu cu de porra. "Aí tá minha amostra de porra, chefe." Que prazer sentir a pica inchar e soltar jatos de porra dentro de mim. Ele manteve o pau dentro de mim e disse: "agora vem a amostra de mijo". O filho da puta começou a mijar dentro do meu cu, eu estava completamente descontrolada, sentindo os jatos quentes de xixi dentro de mim. Ele tirou o pau, me fez ajoelhar e continuou mijando na minha boca. Instintivamente, engoli o mijo dele, me senti uma verdadeira puta. Nos vestimos e fomos embora.
Nos meses seguintes, ele continuou me dando o pau e mijo até minha secretária voltar ao trabalho. Sei que ele está namorando, prestes a se casar, e me pediu para ser a puta dele antes da noite de núpcias. Ainda estou pensando.
Espero que meu relato real tenha te provocado uma punheta. Beijos.
7 comentários - Meu secretário temporário