Numa época eu usava gel no cabelo pra me pentear e comprava meus artigos de banheiro numa loja especializada perto de casa, onde trabalhava um rapaz.
Eu ia cedo, assim que abriam, porque depois tinha que ir trabalhar. Quando pedia minhas coisas — sabonete, desodorante, etc. — ele me atendia super educado. Mas quando pedia o gel pra cabelo da marca que eu usava, ele sempre dizia que tinha um melhor, que vinha em pote, e se tocava na virilha. Eu não respondia nada. Isso aconteceu umas 2 ou 3 vezes que fui.
Um dia fui animado pra encarar ele. Cheguei cedo, ele tava abrindo a loja. Ele fala: "Já te atendo". Me faz entrar e pergunta: "O que você precisa?" Peço minhas coisas. Quando chego na parte do gel, ele repete a mesma coisa: "Tenho um melhor, vem em pote. Quer experimentar?" Aí eu respondo: "Sim, quero experimentar." E fico olhando pra mão dele, que tava na virilha. Ele me olha nos olhos e diz: "Tem certeza que quer experimentar?" "Sim", respondo. "Como a gente faz?"
Ele fala: "Olha, a gente vai lá pro fundo, no banheiro, e você experimenta." "Beleza", respondo. Ele espera eu trancar a porta. Tranca a loja com chave e fala: "É por ali, naquela porta no fundo. Me segue." Eu sigo. Quando chega na porta, ele abre e fala: "Entra." Eu entro, ele vem atrás e fecha a porta. Era um banheiro.
"Beleza", falo. "E aí, vai me dar pra experimentar?" "Sim", ele diz. Abre o zíper da calça, desabotoa, tira o pau da cueca e fala: "Aqui tá o pote." Era um pau normal, já meio duro. "Beleza", falo. "E o que eu faço?" Ele responde: "Pode começar a chupar." Eu me ajoelho, fico de frente pra ele e meto na boca. Vou pra frente, pra trás, pra frente, engolindo tudo. Várias vezes. Tiro a língua, apoio na cabeça do pau e começo a lamber. Beijo, acaricio. Num momento, ele me pega pela nuca e me faz engolir tudo dentro da boca. Me segurou assim por vários segundos. Aí ele fala: "Tem certeza que quer experimentar como gel de cabelo?" "Sim", respondo. Bom, ele falou, tirou de dentro da minha boca e apoiou em cima da minha cabeça e começou a se masturbar. Depois de alguns segundos, ouvi ele gemer e dizer "vai, vai". Espera, ele disse, espera até acabar tudo. Depois falou: "Você tem todo o meu gozo em cima da sua cabeça, no seu cabelo, e já está começando a escorrer." Eu me levantei devagar, me olhei no espelho e vi que minha cabeça estava cheia do gozo dele. Com dois dedos, comecei a espalhar bem por todo o meu cabelo e a pentear com o gozo dele. Passei a mão penteando, arrumando tudo no cabelo. Ele disse: "Olha, ainda tenho algumas gotas para soltar, você quer?" "Melhor eu chupar", respondi. Me ajoelhei e continuei chupando ele, enquanto sentia o gozo que estava no meu cabelo secando e endurecendo. Em um minuto, parei de chupar, me levantei, me olhei no espelho e toquei no meu cabelo — estava todo durinho. Falei que precisava ir. "Tudo bem", ele respondeu. Ele me acompanhou até a porta e, quando fui saindo, disse: "Quando quiser pentear o cabelo de novo, vem." "Claro", respondi.
Eu ia cedo, assim que abriam, porque depois tinha que ir trabalhar. Quando pedia minhas coisas — sabonete, desodorante, etc. — ele me atendia super educado. Mas quando pedia o gel pra cabelo da marca que eu usava, ele sempre dizia que tinha um melhor, que vinha em pote, e se tocava na virilha. Eu não respondia nada. Isso aconteceu umas 2 ou 3 vezes que fui.
Um dia fui animado pra encarar ele. Cheguei cedo, ele tava abrindo a loja. Ele fala: "Já te atendo". Me faz entrar e pergunta: "O que você precisa?" Peço minhas coisas. Quando chego na parte do gel, ele repete a mesma coisa: "Tenho um melhor, vem em pote. Quer experimentar?" Aí eu respondo: "Sim, quero experimentar." E fico olhando pra mão dele, que tava na virilha. Ele me olha nos olhos e diz: "Tem certeza que quer experimentar?" "Sim", respondo. "Como a gente faz?"
Ele fala: "Olha, a gente vai lá pro fundo, no banheiro, e você experimenta." "Beleza", respondo. Ele espera eu trancar a porta. Tranca a loja com chave e fala: "É por ali, naquela porta no fundo. Me segue." Eu sigo. Quando chega na porta, ele abre e fala: "Entra." Eu entro, ele vem atrás e fecha a porta. Era um banheiro.
"Beleza", falo. "E aí, vai me dar pra experimentar?" "Sim", ele diz. Abre o zíper da calça, desabotoa, tira o pau da cueca e fala: "Aqui tá o pote." Era um pau normal, já meio duro. "Beleza", falo. "E o que eu faço?" Ele responde: "Pode começar a chupar." Eu me ajoelho, fico de frente pra ele e meto na boca. Vou pra frente, pra trás, pra frente, engolindo tudo. Várias vezes. Tiro a língua, apoio na cabeça do pau e começo a lamber. Beijo, acaricio. Num momento, ele me pega pela nuca e me faz engolir tudo dentro da boca. Me segurou assim por vários segundos. Aí ele fala: "Tem certeza que quer experimentar como gel de cabelo?" "Sim", respondo. Bom, ele falou, tirou de dentro da minha boca e apoiou em cima da minha cabeça e começou a se masturbar. Depois de alguns segundos, ouvi ele gemer e dizer "vai, vai". Espera, ele disse, espera até acabar tudo. Depois falou: "Você tem todo o meu gozo em cima da sua cabeça, no seu cabelo, e já está começando a escorrer." Eu me levantei devagar, me olhei no espelho e vi que minha cabeça estava cheia do gozo dele. Com dois dedos, comecei a espalhar bem por todo o meu cabelo e a pentear com o gozo dele. Passei a mão penteando, arrumando tudo no cabelo. Ele disse: "Olha, ainda tenho algumas gotas para soltar, você quer?" "Melhor eu chupar", respondi. Me ajoelhei e continuei chupando ele, enquanto sentia o gozo que estava no meu cabelo secando e endurecendo. Em um minuto, parei de chupar, me levantei, me olhei no espelho e toquei no meu cabelo — estava todo durinho. Falei que precisava ir. "Tudo bem", ele respondeu. Ele me acompanhou até a porta e, quando fui saindo, disse: "Quando quiser pentear o cabelo de novo, vem." "Claro", respondi.
5 comentários - Porra no cabelo feito gel
yo no me lo pongo en el cabello...
a mi me gusta sentir el GEL en la lengua!!!!
gracias por calentarme asi!