De novo Juanjo, um heterozinho meio bocó de 18 anos se metendo em encrenca de novo!
Depois do que rolou com o professor Oliveira, meu pai começou a me levar da escola pra casa de carro com mais frequência, era de se entender, depois de tudo ele me queria em casa estudando em vez de... bem... me metendo em problemas, nem conseguia mais ficar com minha mina!
Um desses dias, meu pai saiu do caminho voltando pra casa pra comprar umas coisas, quando a gente começou a ficar sem gasolina e não tinha nenhum posto perto, mas por sorte encontramos uma oficina mecânica bem vagabunda, mas meu velho não teve escolha a não ser parar pra perguntar se eles não tinham um pouco de combustível.
Enquanto a gente descia do carro, um cara enorme de uns 50 anos nos recebeu, com o macacão aberto até o umbigo, mostrando todo o peito peludo e um corpão, dava pra ver que malhava direto e, como tava calor, não usava nada por baixo. Ver homens assim sempre me faz pensar quando vou ter pelos, minha mina sempre ri e fala que eu tenho menos pelo que ela kkk.
Como hoje tivemos educação física, eu tava com uma regata branca e uns shorts largos que ficavam um pouco grandes, então às vezes desciam e deixavam ver a tira da sunga rosa que agora uso em todos os treinos desde que o professor me deu de presente.
Meu pai apertou a mão do mecânico com um pouco de nojo, acho que porque o cara tava todo sujo de graxa, depois de explicar o problema, o mecânico disse que podia ajudar, que ia ser rápido. Eu falei que beleza porque já era hora de comer e não gosto de pular refeição, então ele enfiou a mão dentro do macacão até a virilha, como se procurasse algo, e me disse: "Por que vocês não entram? Lá no fundo tem uma máquina de café, talvez eu consiga um pouco de leite pra você", e a gente entrou na oficina.
O lugar tava mais que sujo, cheirava a óleo e a mais alguma coisa... a algo picante ou... O cheiro de graxa invadiu meu nariz e fez até meu buraquinho começar a pulsar por baixo do meu short. Tinha pilhas de pneus pra todo lado, a maioria ensebados, e as paredes cobertas de fotos de gostosas peladas, algumas até sendo comidas por pirocas enormes que me lembraram o professor de educação física, e senti uma eletricidade no corpo todo.
O mecânico grandão falou de novo que o café tava na sala dos fundos enquanto me olhava, aí meu pai mandou eu não arrumar problema e foi lá no fundo pegar uma xícara. Quando ficamos sozinhos, o mecânico peludo e enorme disse que se chamava Martin enquanto se espreguiçava, fazendo o zíper abrir ainda mais, e eu vi ele sorrir pela primeira vez. Ele encheu o tanque rapidão, quase como se tivesse mais o que fazer, e me senti culpado por fazer ele trabalhar a mais quando já tava ocupado.
Sozinho com Martin, me sentia desconfortável, principalmente por causa dos pôsteres pornô ao redor. Olha, sou um cara normal de 18 anos, curto mina, mas pornô pesado não é pra mim. Tem algo naquelas pirocas enormes e cheias de veias fazendo aquelas vadias adolescentes dos pôsteres engasgarem que é humilhante. Então me concentrei no mecânico e esperei meu pai voltar. Quando encheu o tanque, Martin virou pra mim.
Não tava preparado pro que vi. Enquanto ele enchia o tanque do carro do meu pai, o zíper dele devia ter aberto ainda mais, até embaixo de tudo. Um pau grosso com pelos grisalhos na base pendia na luz da oficina, com um par de bolas peludas e gigantescas balançando. Eu gemi enquanto minha boca se abria num O enorme, e ele continuava ali parado, sem perceber que tava mostrando a pica gigante toda. Dei um passo pra frente tentando avisar ele, mas senti meu tênis pisar em óleo e escorreguei, caindo de joelhos, e com a boca aberta, as bolas dele entraram na minha boca de adolescente hétero.
Olhei pra cima e tudo que vi foi o pau enorme dele, cheio de veias e seu corpo musculoso suado. Joguei minha cabeça pra trás pra me libertar daquele par de bolas e pedir perdão, mas senti meus lábios prenderem naquele saco peludo e percebi que tava grudado nas bolas peludas dele na minha boca quentinha e molhada. Ouvi ele gemer de surpresa enquanto se sentava e se acomodava numa pilha de peitos, e eu fui empurrado pra frente junto com ele. Não sou burro, sabia que tinha que trabalhar aquele saco na minha boca com a língua, então comecei logo a empurrar as bolas suadas dele com a ponta molhada. Gemi com a boca cheia das bolas de outro homem, enquanto parecia que isso as separava, esticando minha boca ao máximo e fazendo eu produzir ainda mais saliva!
Com certeza o Martín percebeu meu desespero, porque levou uma das mãos enormes dele na minha cabeça e me acariciou pra me acalmar. Olhei pra cima de novo e levei o segundo susto da tarde! Enquanto tentava empurrar aquelas bolas pra fora da minha boca, o pau de caminhoneiro dele ficou duro como pedra, com mais de 20cm escorrendo mel de pau da ponta. Martín fazia o melhor que podia pra manter ele longe do meu rosto, segurando pela base com a outra mão, mas mesmo assim às vezes me batia na cara toda, enchendo minha testa e cabelo de pré-gozo. Rezei pra isso acabar logo.
De quatro, numa oficina mecânica nojenta, comecei a respirar forte pelo nariz pra não me engasgar, e aí percebi que aquele cheiro salgado e picante de antes era suor! Suor de um caminhoneiro era tudo que eu conseguia respirar, preso igual um cachorro lá embaixo, e percebi que as bolas dele deviam estar todas suadas por ficar o dia inteiro presas no macacão, tava limpando os ovos dele com minha boquinha hétero, desse bruto! Tentei me jogar pra trás, mas meus lábios estavam colados no corpo dele, engoli com desespero, mas isso só fez eu molhar ainda mais as bolas dele com minha saliva de adolescente. Martín gemeu de frustração enquanto o corpo dele tremia e uma das suas pernas enormes e peludas se enfiaram entre as minhas e as abriram, o pé das suas botas enganchou no meu shortinho e puxou pra baixo, deixando minha bunda lisinha no ar nos suspensórios rosa! Eu vi minha raba na frente da nova sensação, esperançoso de que meus glúteos brancos não se mexessem muito, embora eu os ouvisse batendo palmas.
Esse gorila enorme continuou acariciando minha cabeça pra me acalmar enquanto eu tinha os ovos cheios de porra na minha boca! Tentei ver o rosto dele de novo, mas o pauzão dele tampava minha visão, a mão dele viajava da base até a cabeça daquele monstro venoso, criando um som molhado e pegajoso, suponho que era o único jeito de evitar que aquele pau me acertasse na cara e eu tava grato que ainda me restava um pouco de dignidade.
Devem ter se passado uns 10 minutos, mas pareceu uma eternidade preso ali, um heterozinho esportista de joelhos com a boca cheia de ovos fedorentos de um mecânico enorme. Me concentrei em empurrar o saco dele pra fora, sem parar em nenhum momento, embora já não sentisse aquele gosto salgado e apimentado, acidentalmente tinha limpado e engolido todo o suor das bolas gigantes dele. O som molhado e pegajoso parecia ficar cada vez mais rápido e forte, mas minha concentração quebrou quando ouvi um SPLASH do meu lado esquerdo.
Do meu lado, vi uma caneca rolar pelo chão ao lado de uma poça de café quente perto de uns sapatos caros, engoli aplicando uma sucção forte naqueles ovos peludos na minha boca, papai tinha voltado. De onde eu estava, devia ter a visão perfeita do meu buraquinho pulsando entre minhas duas nádegas duras e enormes, completamente lisas, minha boca obscenamente esticada ao redor dos ovos cheios de porra do mecânico, sentado com uma pica gigante no punho dele.
A mão gigante dele empurrou minha testa e, milagrosamente, as bolas escaparam da minha boca hétero com um PLOP audível enquanto Martin gemia e gritava "ISSO BEBÊ, a PUTA MÃE"
Uma vez livre, quis dizer "PAPAI!", mas em vez disso, um som de gargarejo saiu de mim. boca, causado por um jorro de porra grossa que saía da poronga gigante do mecânico, acertando bem no fundo da minha garganta de cara hétero! Pobre Martin, toda aquela estimulação fez ele esvaziar os ovos cheios de esperma quente na minha boca, e eu nem conseguia fechá-la de tão cansada que tava a mandíbula, oferecendo o buraco perfeito pra ele me dar aquela prenha! O Martin tava perdido no momento, dentes apertados enquanto me enchia de porra jorro por jorro. Tudo que eu conseguia fazer era gemer pra chamar a atenção dele enquanto mexia minha rabeta pra frente e pra trás pra acalmar meu buraquinho que abria e fechava desesperado.
A poronga dele parou de jorrar e o último resto ficou no meu queixo, papai tremia de raiva, mas foi tudo um erro! Como o Martin ia querer que um pivete hétero igual eu lavasse os ovos gigantes e todos suados dele com a minha boca??? Virei pro meu velho com um sorriso cheio de sêmen pra explicar o que tinha rolado, quando o Martin tirou um cigarro do bolso, acendeu e, depois de umas tragadas, falou pro meu pai: "Não vou te cobrar a gasolina.
Depois do que rolou com o professor Oliveira, meu pai começou a me levar da escola pra casa de carro com mais frequência, era de se entender, depois de tudo ele me queria em casa estudando em vez de... bem... me metendo em problemas, nem conseguia mais ficar com minha mina!
Um desses dias, meu pai saiu do caminho voltando pra casa pra comprar umas coisas, quando a gente começou a ficar sem gasolina e não tinha nenhum posto perto, mas por sorte encontramos uma oficina mecânica bem vagabunda, mas meu velho não teve escolha a não ser parar pra perguntar se eles não tinham um pouco de combustível.
Enquanto a gente descia do carro, um cara enorme de uns 50 anos nos recebeu, com o macacão aberto até o umbigo, mostrando todo o peito peludo e um corpão, dava pra ver que malhava direto e, como tava calor, não usava nada por baixo. Ver homens assim sempre me faz pensar quando vou ter pelos, minha mina sempre ri e fala que eu tenho menos pelo que ela kkk.
Como hoje tivemos educação física, eu tava com uma regata branca e uns shorts largos que ficavam um pouco grandes, então às vezes desciam e deixavam ver a tira da sunga rosa que agora uso em todos os treinos desde que o professor me deu de presente.
Meu pai apertou a mão do mecânico com um pouco de nojo, acho que porque o cara tava todo sujo de graxa, depois de explicar o problema, o mecânico disse que podia ajudar, que ia ser rápido. Eu falei que beleza porque já era hora de comer e não gosto de pular refeição, então ele enfiou a mão dentro do macacão até a virilha, como se procurasse algo, e me disse: "Por que vocês não entram? Lá no fundo tem uma máquina de café, talvez eu consiga um pouco de leite pra você", e a gente entrou na oficina.
O lugar tava mais que sujo, cheirava a óleo e a mais alguma coisa... a algo picante ou... O cheiro de graxa invadiu meu nariz e fez até meu buraquinho começar a pulsar por baixo do meu short. Tinha pilhas de pneus pra todo lado, a maioria ensebados, e as paredes cobertas de fotos de gostosas peladas, algumas até sendo comidas por pirocas enormes que me lembraram o professor de educação física, e senti uma eletricidade no corpo todo.
O mecânico grandão falou de novo que o café tava na sala dos fundos enquanto me olhava, aí meu pai mandou eu não arrumar problema e foi lá no fundo pegar uma xícara. Quando ficamos sozinhos, o mecânico peludo e enorme disse que se chamava Martin enquanto se espreguiçava, fazendo o zíper abrir ainda mais, e eu vi ele sorrir pela primeira vez. Ele encheu o tanque rapidão, quase como se tivesse mais o que fazer, e me senti culpado por fazer ele trabalhar a mais quando já tava ocupado.
Sozinho com Martin, me sentia desconfortável, principalmente por causa dos pôsteres pornô ao redor. Olha, sou um cara normal de 18 anos, curto mina, mas pornô pesado não é pra mim. Tem algo naquelas pirocas enormes e cheias de veias fazendo aquelas vadias adolescentes dos pôsteres engasgarem que é humilhante. Então me concentrei no mecânico e esperei meu pai voltar. Quando encheu o tanque, Martin virou pra mim.
Não tava preparado pro que vi. Enquanto ele enchia o tanque do carro do meu pai, o zíper dele devia ter aberto ainda mais, até embaixo de tudo. Um pau grosso com pelos grisalhos na base pendia na luz da oficina, com um par de bolas peludas e gigantescas balançando. Eu gemi enquanto minha boca se abria num O enorme, e ele continuava ali parado, sem perceber que tava mostrando a pica gigante toda. Dei um passo pra frente tentando avisar ele, mas senti meu tênis pisar em óleo e escorreguei, caindo de joelhos, e com a boca aberta, as bolas dele entraram na minha boca de adolescente hétero.
Olhei pra cima e tudo que vi foi o pau enorme dele, cheio de veias e seu corpo musculoso suado. Joguei minha cabeça pra trás pra me libertar daquele par de bolas e pedir perdão, mas senti meus lábios prenderem naquele saco peludo e percebi que tava grudado nas bolas peludas dele na minha boca quentinha e molhada. Ouvi ele gemer de surpresa enquanto se sentava e se acomodava numa pilha de peitos, e eu fui empurrado pra frente junto com ele. Não sou burro, sabia que tinha que trabalhar aquele saco na minha boca com a língua, então comecei logo a empurrar as bolas suadas dele com a ponta molhada. Gemi com a boca cheia das bolas de outro homem, enquanto parecia que isso as separava, esticando minha boca ao máximo e fazendo eu produzir ainda mais saliva!
Com certeza o Martín percebeu meu desespero, porque levou uma das mãos enormes dele na minha cabeça e me acariciou pra me acalmar. Olhei pra cima de novo e levei o segundo susto da tarde! Enquanto tentava empurrar aquelas bolas pra fora da minha boca, o pau de caminhoneiro dele ficou duro como pedra, com mais de 20cm escorrendo mel de pau da ponta. Martín fazia o melhor que podia pra manter ele longe do meu rosto, segurando pela base com a outra mão, mas mesmo assim às vezes me batia na cara toda, enchendo minha testa e cabelo de pré-gozo. Rezei pra isso acabar logo.
De quatro, numa oficina mecânica nojenta, comecei a respirar forte pelo nariz pra não me engasgar, e aí percebi que aquele cheiro salgado e picante de antes era suor! Suor de um caminhoneiro era tudo que eu conseguia respirar, preso igual um cachorro lá embaixo, e percebi que as bolas dele deviam estar todas suadas por ficar o dia inteiro presas no macacão, tava limpando os ovos dele com minha boquinha hétero, desse bruto! Tentei me jogar pra trás, mas meus lábios estavam colados no corpo dele, engoli com desespero, mas isso só fez eu molhar ainda mais as bolas dele com minha saliva de adolescente. Martín gemeu de frustração enquanto o corpo dele tremia e uma das suas pernas enormes e peludas se enfiaram entre as minhas e as abriram, o pé das suas botas enganchou no meu shortinho e puxou pra baixo, deixando minha bunda lisinha no ar nos suspensórios rosa! Eu vi minha raba na frente da nova sensação, esperançoso de que meus glúteos brancos não se mexessem muito, embora eu os ouvisse batendo palmas.
Esse gorila enorme continuou acariciando minha cabeça pra me acalmar enquanto eu tinha os ovos cheios de porra na minha boca! Tentei ver o rosto dele de novo, mas o pauzão dele tampava minha visão, a mão dele viajava da base até a cabeça daquele monstro venoso, criando um som molhado e pegajoso, suponho que era o único jeito de evitar que aquele pau me acertasse na cara e eu tava grato que ainda me restava um pouco de dignidade.
Devem ter se passado uns 10 minutos, mas pareceu uma eternidade preso ali, um heterozinho esportista de joelhos com a boca cheia de ovos fedorentos de um mecânico enorme. Me concentrei em empurrar o saco dele pra fora, sem parar em nenhum momento, embora já não sentisse aquele gosto salgado e apimentado, acidentalmente tinha limpado e engolido todo o suor das bolas gigantes dele. O som molhado e pegajoso parecia ficar cada vez mais rápido e forte, mas minha concentração quebrou quando ouvi um SPLASH do meu lado esquerdo.
Do meu lado, vi uma caneca rolar pelo chão ao lado de uma poça de café quente perto de uns sapatos caros, engoli aplicando uma sucção forte naqueles ovos peludos na minha boca, papai tinha voltado. De onde eu estava, devia ter a visão perfeita do meu buraquinho pulsando entre minhas duas nádegas duras e enormes, completamente lisas, minha boca obscenamente esticada ao redor dos ovos cheios de porra do mecânico, sentado com uma pica gigante no punho dele.
A mão gigante dele empurrou minha testa e, milagrosamente, as bolas escaparam da minha boca hétero com um PLOP audível enquanto Martin gemia e gritava "ISSO BEBÊ, a PUTA MÃE"
Uma vez livre, quis dizer "PAPAI!", mas em vez disso, um som de gargarejo saiu de mim. boca, causado por um jorro de porra grossa que saía da poronga gigante do mecânico, acertando bem no fundo da minha garganta de cara hétero! Pobre Martin, toda aquela estimulação fez ele esvaziar os ovos cheios de esperma quente na minha boca, e eu nem conseguia fechá-la de tão cansada que tava a mandíbula, oferecendo o buraco perfeito pra ele me dar aquela prenha! O Martin tava perdido no momento, dentes apertados enquanto me enchia de porra jorro por jorro. Tudo que eu conseguia fazer era gemer pra chamar a atenção dele enquanto mexia minha rabeta pra frente e pra trás pra acalmar meu buraquinho que abria e fechava desesperado.
A poronga dele parou de jorrar e o último resto ficou no meu queixo, papai tremia de raiva, mas foi tudo um erro! Como o Martin ia querer que um pivete hétero igual eu lavasse os ovos gigantes e todos suados dele com a minha boca??? Virei pro meu velho com um sorriso cheio de sêmen pra explicar o que tinha rolado, quando o Martin tirou um cigarro do bolso, acendeu e, depois de umas tragadas, falou pro meu pai: "Não vou te cobrar a gasolina.
5 comentários - Juanjo III