Relato: Sergio e Anika no Cross

Depois que a gente se viu pra tomar um drink, você me chamou pra sua casa pra continuar conversando. Não demorou muito pra chegar; o taxista só ficava olhando pra gente, porque, sei lá, ele sabia de algum jeito que eu não era mulher de verdade, mesmo eu vestida de mulher, parecendo mulher, cheirando a mulher e agindo como mulher. Não sei, talvez ele tenha notado alguma coisa, mas acho que só eu e minha paranoia percebemos. A gente continuou conversando nos 15 minutos que levamos pra chegar na sua casa.

Quando entramos, as luzes estavam apagadas, então aproveitei pra chegar perto de você e te dar um beijo carinhoso. Você colocou a mão na minha cintura e com a outra fechou a porta. Aí eu enrolei meus braços no seu pescoço e finalmente você me beijou. Foi um beijo com gosto de álcool e de algo proibido. Foi uma delícia sentir seus lábios e seu corpo colado no meu. Não sei por quê, mas naquele momento fiquei muito nervosa, sentia meu coração saindo pela boca, e quase dava pra dizer que ele batia tão forte que você teria ouvido.

Depois, a gente foi pra sala com umas bebidas que você tinha tirado da geladeira. Continuamos conversando e rindo de qualquer besteira. Eu não aguentava mais esperar o momento de você me beijar de novo, mas por sorte você não demorou muito. Lembro que suas mãos pareciam deslizar tão fácil e naturalmente pelo meu corpo que eu não consegui dizer nada. Você me apalpava das pernas, passando pela bunda, cintura, costas… era uma sensação gostosa, suas mãos e seus beijos quentes. Não sei se foi você, o momento ou o álcool. Talvez os três ao mesmo tempo, mas comecei a me sentir mais feminina do que nunca. Foi muito gostoso. Adorei!

A gente continuou se beijando por mais tempo até que eu levantei e devagar me sentei no seu colo. Lembro das suas mãos passeando pelas minhas pernas e, aos poucos, se aproximando da minha bunda… Eu te abraçava e a gente continuava se beijando. Depois, me ajeitei no chão, coloquei meus braços nas suas pernas e comecei a acariciar você por cima da calça enquanto olhava seu rosto. Sua ereção já tava aparecendo. Bastante, você tava com ele durão, lembra? Desabotoei sua calça, puxei pra baixo junto com a cueca e seu pau pulou na minha cara, durão e quente. Eu ainda tava no chão te olhando enquanto você me olhava, seus olhos grudados nos meus lábios que acariciavam devagar seu pau duro, uma das minhas mãos te acariciava enquanto eu chupava ele. Tirava da boca e colocava de novo até onde dava, e continuava te acariciando com a mão; tentava fazer um pouco de pressão com a língua, sentia como se seu pau quase pulsasse e reagia a cada chupada que eu dava. De repente você colocou a mão na minha cabeça e começou a guiar meus movimentos. Na hora me senti dominada, e não liguei, na verdade tô te falando que adorei. Você empurrava minha cabeça até onde eu conseguia enfiar seu pau na boca, depois eu tirava e a gente continuou assim por um tempo até você começar a fazer movimentos mais rápidos, e eu tentava acompanhar o ritmo. Escorria um pouco de saliva por causa da velocidade dos movimentos e tenho certeza que nessa hora eu tava fazendo um monte de barulho estranho enquanto continuava chupando. De repente senti que seu pau tava mais quente e mais duro, você soltou minha cabeça, mas eu continuei, peguei seu pau com uma mão de novo, tava chupando igual uma louca, senti seu pau ficar mais duro e mais quente e dessa vez tava pulsando dentro da minha boca, senti o primeiro jato, forte e quente de porra na minha boca e depois o outro e depois o seguinte, você tava enchendo minha boca de porra. Lembro claramente que foi bastante porque mesmo tendo engolido os primeiros jatos, ainda tinha um monte na minha boca e ao mesmo tempo continuava chupando agora mais devagar e tentando não deixar sua porra escorrer. Gosto do sabor, adoro, por isso vou engolindo aos poucos. Sua porra parou de sair e você tava ofegante. Continuei chupando bem devagar e de um jeito bem carinhoso e de alguma forma me sentindo mais sua…
Quando sentei de novo do seu lado, você ainda tava com os olhos fechados, com uma mão você me abraçou e acariciou minhas costas, depois sua mão desceu até minha bunda e apertou, e você continuou acariciando meu rabo enquanto eu ainda me sentia feminina no seu ombro, sabendo que conseguia te agradar. Minhas mãos ainda te acariciavam, e senti seu pau endurecer de novo, então ia me abaixar pra chupar mais, mas você me segurou, me virou e me empurrou pro sofá. Aí, quando entendi a ideia, de repente me deu um pouco de pânico, ansiedade e sei lá mais o quê, mas mesmo assim fiquei de frente pra você com as pernas abertas e as costas arqueadas, com minha buceta exposta pra você. Então você se aproximou, abriu minha bunda e passou a língua no meu cuzinho, assim, sem preâmbulos. Depois se colocou por cima de mim e encostou a ponta do seu pau duro e quente na minha entradinha, e desde aquele momento fiquei mais nervosa e ansiosa, já queria sentir ele entrando em mim. Quando você começou a fazer pressão pra me penetrar, tentei arquear mais as costas pra facilitar, doía, mas você continuava enfiando devagar, eu ia sentindo você me preencher com seu calor. Acho que você foi considerado porque não enfiou tudo de uma vez. Você tirou, passou lubrificante em mim e me penetrou de novo, agora até o fundo. Você me enlouqueceu com essa primeira enfiada, depois me segurou pela cintura e começou a fazer movimentos de meter, e sussurrou no meu ouvido: — Vou te fazer toda minha, você me encanta. Você vai ser minha e vai ver como vai gostar, vai pedir mais, vai pedir pra ser minha... Isso você falava no meu ouvido. Depois tirou e enfiou de novo num movimento profundo e suave, e quando você ia enfiando, não consegui evitar soltar um gemido de tão gostoso que é ter você dentro. Você fazia movimentos suaves, tirando quase tudo e depois enfiando tudo, eu gemia quase em silêncio quando você chegava no fundo, e aos poucos minha buceta foi se acostumando a ter você dentro.

— Adoro isso, Sergio, eu dizia. Suavemente, não sei se você me escutava.
– Quero que você me faça sua, sou sua.

Daqui a pouco você já estava me comendo com uns movimentos frenéticos e meus gemidos estavam mais fortes, não dava pra evitar, minha bunda pequena já não oferecia resistência nenhuma, seu pau entrava e saía como se nada fosse, e eu tava ficando louca com seu pau. O calor tomava conta de mim, cacetada após cacetada eu gemia de prazer, me sentia tão excitada e cheia de prazer, pensei que ia gozar logo, gritava e gemia.
– Sérgio, adoro como você me come, adoro… – eu tentava falar entre os gemidos.
– Sim, An… eu também gosto de te comer… já tô quase gozando.
– Goza dentro de mim, Sérgio… deixa seu leite dentro de mim.
– Agora você vai ser minha e vou te comer sempre que eu quiser, ouviu? Você é só minha…
– Sim, só sua, Sérgio, só sua.

Meu prazer era realmente espetacular, finalmente explodi e soltei um grito:
– Ahhhhhhhhh!!! Sérgio, aaahhhh. Eu continuava gemendo e me mexendo que nem uma louca, era uma sensação incrível, sentia que ia desmaiar, saía gozo só de me tocar, foi um orgasmo incrível.

Você só me segurou com suas mãos e seus movimentos foram ficando mais lentos, mas mais profundos e intensos, você tava metendo até o fundo e eu continuava gozando, é uma sensação incrível. Sentia seu pau ficar mais duro e quente, de repente você também tava gozando, me enchendo de seu leite, sentia você jorrando seu gozo quente, enchia meu cu e metia até dentro enquanto continuava gozando.
– Ahhh, Sérgio, Sérgio, ahhh…

Eu me agarrei forte em você porque a sensação continuava, era realmente intensa, senti que ficava louca de prazer mais uma vez.
– Ahhhhh…., assim…. assim….
Eu gritava sem vergonha nenhuma.

Aos poucos seus movimentos foram diminuindo, ficamos um tempo assim, minha bunda pequena tava totalmente cheia do seu pau e do seu leite, tava realmente feliz de estar assim, me virei e tentei te beijar, você rapidamente correspondeu e me beijou, começou a se mexer. Devagarzinho, você tava me deixando louca, sabia?? Não dava pra acreditar que eu tava gostando daquele jeito. Aos poucos foi saindo e seu gozo escorreu um pouco quando você tirou, aí te dei um beijinho na boca, me levantei, minhas pernas tavam tremendo e eu tava exausta. Senti minha bunda pequena bem aberta. Fui pro banheiro me limpar um pouco e depois fui na cozinha pegar água, de repente você apareceu também na cozinha e me abraçou por trás, senti seu pau mole encostar na minha bunda, ainda quente, você falava que de verdade, daquele momento em diante eu ia ser sua; mas isso eu já sentia desde antes.

Espero que tenham gostado dessa aventurinha e depois conto as que vieram depois.

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