Faz duas semanas que tava de férias em Pinamar com dois amigos, Facu e Leo. Ficamos cerca de uma semana e meia saindo todo dia, bebendo pra caralho e olhando cada buceta apertada na praia... Mas tenho que admitir que também tinha uns caras que eram gostosos pra cacete, mas eu olhava disfarçado pros manos não perceberem.
Na penúltima noite, aconteceu o que eu sempre fantasiei mas nunca tive coragem de fazer: eu comi o Leo. Ele tem 28 anos, altura normal, cabelo castanho puxando pro loiro, um sorriso de vencedor que não tem fim, corte de cabelo estilo Messi e uma costas bonitas, mas o que mais diferencia ele de todo mundo (do nosso grupo de amigos) é aquele pedaço de raba que ele tem, bem redonda, sem pelo e bem empinada. A gente sempre zoa ele falando que tem raba de traveco e ele não curte nem um pouco que zoem com isso porque diz que tem vergonha. As únicas vezes que ele usa calça de moletom ou short é quando a gente joga futebol, porque senão ele vive de jeans.
Bom, nessa noite a gente tinha saído pra um barzinho e o único que ganhou alguma coisa foi o Facu, que pegou uma loira maravilhosa e levou pro apê umas 4 da manhã, e falou pra gente voltar umas 6 que ele ia mandar ela embora pra gente poder dormir. Depois de tomar infinitos drinks e fumar um baseado, a gente voltou pro apê nesse horário e, quando abrimos a porta, a loira ainda tava cavalgando o Facu com tudo, o que deixou a gente de pau duro na hora de ver. Eles perceberam, e a gente fechou a porta pra deixar eles terminarem em paz. Cinco minutos depois, a mina saiu sem olhar na nossa cara, entramos e o Facu tava lá com o pau duro colocando a cueca. Ele foi no banheiro, voltou, a gente conversou um pouco e ele apagou que nem uma pedra na hora.
O Leo e eu ficamos pelados tomando uma cerveja na varanda já bem amanhecidos. Num momento, fui mijar e, enquanto tava lá, ele entra e fala: "Não aguento mais", e puxa o pau super duro e começa a mijar do meu lado. "EPA", falei, "você ficou meio excitado com a loira, hein?" E o filho da puta termina de mijar e bate uma punheta rapidinho e fala: "É, tô com vontade de bater uma antes que a imagem dessa... Cu, então me deixa. Saio do banheiro e daqui a pouco ele sai e diz: "agora sim, dormir". A gente tinha que dividir a cama (tinha uma de casal e uma de solteiro), então deitamos de cueca como sempre, dormimos de costas um pro outro, mas num momento acordei porque sentia calor nas costas e era a raba do Leo encostada no meu corpo. Ainda meio bêbado e muito tarado, me virei e encostei o volume na raba dele devagar, pra ver se acordava. Não reagiu. Encostei um pouco mais com a pica já quase toda dura e ainda com a cueca, fui roçando mais forte e não consegui segurar a respiração. Percebo que ele acorda, mas sem se virar, joga a raba mais pra trás, apertando forte a raba na minha pica. Sem falar nada, fui colocando a mão na cintura dele e comecei a fazer movimentos na raba dele. Sentia como ele respirava mais forte e pega minha mão e leva pro peito dele, fazendo eu apertar os peitorais. Aí não aguentei mais e tirei a cueca. A pica saltou na hora, já tava molhada e muito dura. Tento puxar a cueca dele e ele segura minha mão pra me parar e fala: "só até aqui, mano, para". Tentei de novo e ele fala: "esse Facu tá dormindo, mano, não seja cuzão". Facu tava apagadão. Falei que queria provar aquela raba que tava me deixando louco. Parece que isso excitou ele, porque apertou mais forte minha pica com a bunda e fala: "eu também, olha como eu tô". Se vira e ficamos a centímetros, cara a cara, e ele mostra a pica duríssima que dava pra ver por baixo da cueca. Puxa a cueca pra baixo e batemos pica com pica. Começamos a nos esfregar (sem beijo... não rolou essa). Peguei as bolas dele e com o dedo médio procurei a raba dele. Gemeu forte. "Vira", falei. Ele virou. Não podia acreditar que tinha aquela raba, melhor que qualquer gostosa, nua e entregue pra mim. Cuspi bem na mão e enchi a raba dele de saliva e fui apontando minha pica pra aquela maravilha. Ele pedia pra ser suave, pra não arrebentar ele. Beijei as costas dele entre as escápulas lindas que ele tem e falei que ia ser bonzinho. Não consegui. Explicar com palavras o prazer que eu sentia ao abrir aquela buceta, aproveitei centímetro por centímetro e ele também, porque se masturbava e arqueava as costas igual um viadão. Assim que entrou tudo, ela fala: "Não acredito que você meteu tudo isso, mano, me come logo, já estamos ferrados".
Comecei a meter devagar, bem devagar, praticamente fazendo amor, amei sentir meu corpo batendo naquelas nádegas tão macias. Quando chegou no ápice, comecei a meter mais forte (sempre cuidando pra não acordar o Facu, que tava dormindo roncando), até encher a buceta de porra. Deixei lá dentro até ficar meio borrachuda, e quando tirei, jorrava porra pra caralho do cu. Ela se toca e fala: "É um vulcão, mano". A gente riu, ela foi no banheiro, voltou, trouxe outra cerveja que a gente dividiu entre risadas e um cigarro, e dormimos como nunca.
No dia seguinte, foi como se nada tivesse acontecido. Ainda não nos falamos além do grupo do WhatsApp.
Ansioso pra estar dentro do meu amigo Leo de novo.
Desculpa pelo textão, é meu primeiro relato, e queria compartilhar com vocês.
Na penúltima noite, aconteceu o que eu sempre fantasiei mas nunca tive coragem de fazer: eu comi o Leo. Ele tem 28 anos, altura normal, cabelo castanho puxando pro loiro, um sorriso de vencedor que não tem fim, corte de cabelo estilo Messi e uma costas bonitas, mas o que mais diferencia ele de todo mundo (do nosso grupo de amigos) é aquele pedaço de raba que ele tem, bem redonda, sem pelo e bem empinada. A gente sempre zoa ele falando que tem raba de traveco e ele não curte nem um pouco que zoem com isso porque diz que tem vergonha. As únicas vezes que ele usa calça de moletom ou short é quando a gente joga futebol, porque senão ele vive de jeans.
Bom, nessa noite a gente tinha saído pra um barzinho e o único que ganhou alguma coisa foi o Facu, que pegou uma loira maravilhosa e levou pro apê umas 4 da manhã, e falou pra gente voltar umas 6 que ele ia mandar ela embora pra gente poder dormir. Depois de tomar infinitos drinks e fumar um baseado, a gente voltou pro apê nesse horário e, quando abrimos a porta, a loira ainda tava cavalgando o Facu com tudo, o que deixou a gente de pau duro na hora de ver. Eles perceberam, e a gente fechou a porta pra deixar eles terminarem em paz. Cinco minutos depois, a mina saiu sem olhar na nossa cara, entramos e o Facu tava lá com o pau duro colocando a cueca. Ele foi no banheiro, voltou, a gente conversou um pouco e ele apagou que nem uma pedra na hora.
O Leo e eu ficamos pelados tomando uma cerveja na varanda já bem amanhecidos. Num momento, fui mijar e, enquanto tava lá, ele entra e fala: "Não aguento mais", e puxa o pau super duro e começa a mijar do meu lado. "EPA", falei, "você ficou meio excitado com a loira, hein?" E o filho da puta termina de mijar e bate uma punheta rapidinho e fala: "É, tô com vontade de bater uma antes que a imagem dessa... Cu, então me deixa. Saio do banheiro e daqui a pouco ele sai e diz: "agora sim, dormir". A gente tinha que dividir a cama (tinha uma de casal e uma de solteiro), então deitamos de cueca como sempre, dormimos de costas um pro outro, mas num momento acordei porque sentia calor nas costas e era a raba do Leo encostada no meu corpo. Ainda meio bêbado e muito tarado, me virei e encostei o volume na raba dele devagar, pra ver se acordava. Não reagiu. Encostei um pouco mais com a pica já quase toda dura e ainda com a cueca, fui roçando mais forte e não consegui segurar a respiração. Percebo que ele acorda, mas sem se virar, joga a raba mais pra trás, apertando forte a raba na minha pica. Sem falar nada, fui colocando a mão na cintura dele e comecei a fazer movimentos na raba dele. Sentia como ele respirava mais forte e pega minha mão e leva pro peito dele, fazendo eu apertar os peitorais. Aí não aguentei mais e tirei a cueca. A pica saltou na hora, já tava molhada e muito dura. Tento puxar a cueca dele e ele segura minha mão pra me parar e fala: "só até aqui, mano, para". Tentei de novo e ele fala: "esse Facu tá dormindo, mano, não seja cuzão". Facu tava apagadão. Falei que queria provar aquela raba que tava me deixando louco. Parece que isso excitou ele, porque apertou mais forte minha pica com a bunda e fala: "eu também, olha como eu tô". Se vira e ficamos a centímetros, cara a cara, e ele mostra a pica duríssima que dava pra ver por baixo da cueca. Puxa a cueca pra baixo e batemos pica com pica. Começamos a nos esfregar (sem beijo... não rolou essa). Peguei as bolas dele e com o dedo médio procurei a raba dele. Gemeu forte. "Vira", falei. Ele virou. Não podia acreditar que tinha aquela raba, melhor que qualquer gostosa, nua e entregue pra mim. Cuspi bem na mão e enchi a raba dele de saliva e fui apontando minha pica pra aquela maravilha. Ele pedia pra ser suave, pra não arrebentar ele. Beijei as costas dele entre as escápulas lindas que ele tem e falei que ia ser bonzinho. Não consegui. Explicar com palavras o prazer que eu sentia ao abrir aquela buceta, aproveitei centímetro por centímetro e ele também, porque se masturbava e arqueava as costas igual um viadão. Assim que entrou tudo, ela fala: "Não acredito que você meteu tudo isso, mano, me come logo, já estamos ferrados".
Comecei a meter devagar, bem devagar, praticamente fazendo amor, amei sentir meu corpo batendo naquelas nádegas tão macias. Quando chegou no ápice, comecei a meter mais forte (sempre cuidando pra não acordar o Facu, que tava dormindo roncando), até encher a buceta de porra. Deixei lá dentro até ficar meio borrachuda, e quando tirei, jorrava porra pra caralho do cu. Ela se toca e fala: "É um vulcão, mano". A gente riu, ela foi no banheiro, voltou, trouxe outra cerveja que a gente dividiu entre risadas e um cigarro, e dormimos como nunca.
No dia seguinte, foi como se nada tivesse acontecido. Ainda não nos falamos além do grupo do WhatsApp.
Ansioso pra estar dentro do meu amigo Leo de novo.
Desculpa pelo textão, é meu primeiro relato, e queria compartilhar com vocês.
10 comentários - Primeira vez com Leo (conto gay)
Quisiera probar tu vergota tambn. Subi foto por favor