Olá, bom dia! Sou o matiaspassss com um novo relato, dessa vez pra contar nossa primeira noite de hotel com meu amante favorito. Tava trabalhando quando vi a mensagem dele no zap. Dizendo que tava com saudade, que queria me ver, me avisou que a mulher dele tava trabalhando e que a gente podia curtir a noite inteira juntos. Um desejo imenso saiu de mim, queria que as horas passassem logo pra ser a putinha dele. Assim que terminei meu expediente, saí direto pra encontrar ele. Cheguei na praça de Morón e lá vi ele vindo no carro. Entrei feito uma puta de estrada e partimos pro nosso novo ninho de amor. Chegamos no hotel Oeste e entramos. Não demorou nada pra gente tirar tudo. Ele foi direto pro banheiro e ligou o chuveiro. Já nós dois pelados debaixo d'água, comecei a ensaboar a pica dele. Enchia de sabão enquanto ela ficava cada vez mais dura. Enxaguei com minhas duas mãos. Já limpinha, me inclinei naquele espaço pequeno e meti na boca. Mandava ela direto pro fundo, ia de trás pra frente, até a cabeça da pica dele tocar o fundo da minha garganta. As mãos dele acariciavam minha bunda, os dedos foram direto acariciar as portas do meu cu. Depois, me encostei na parede e falei: — Mete aqui. — Quer que eu meta aí? — ele respondeu. — Então tá. Levantei a bundinha, abri com as mãos e ele meteu bruto. — Aaahhh!!! Para, pelo amor de Deus, tá doendo! — Ele deixou minha rabeta ardendo. Mesmo assim, pedi pra tentar de novo. Queria ser a mulher dele no chuveiro. Depois de tentar sem sucesso, a gente se lavou e foi pra cama. Ele acendeu uma luz que tava bem do lado de um sofazinho e decidiu fazer ali. Sentou e eu tive que me ajoelhar. Lambi a pica dele do tronco até a cabeça e meti até o fundo. Enfiava até o fundo da minha boca, tirava só pra chupar gostoso as bolas dele. Aí veio a parte boa. Ele sentado como um rei no trono dele. Eu me levantei e me preparei pra sentar na pica dele. Dessa vez entrou sem problema. Num segundo, toda aquela pica sumiu dentro do meu cu. Assim, meu rei começou a curtir essa putinha gostosa. bunda grande - cê gosta, papai? - comecei a pular em cima dele - sim, putinha, gosto - (tapa) - que rabo gostoso, putinha - (tapa) - adoro foder essa bunda - (tapa) levantei e me ajoelhei de novo pra chupar a pica dele - cê gosta da puta que eu sou? - perguntei olhando pra ele com a pica na mão e apoiada na minha bochecha - sim, putinha, continua - ele dizia enquanto acariciava meu cabelo com uma ternura, como se sentisse que me amava. Levantei de novo e sentei em cima dele, comecei a pular na pica dele de novo, com toda aquela carne dentro, girei em círculos - sim, meu amor, adoro assim, continua - ele dizia - papai, me come de pé - pedi aos gritos. Os dois de pé, me segurei num móvel que tava colado na cama e ele começou a meter. Tava me dando umas metidas gostosas, eu gemia como a puta que sou. O espelho que tinha do lado refletia a melhor cena de sexo que já tive até agora. Depois daquela trepada do caralho, ele me deixou descansar. Deitamos na cama e, com o frio do ar no meu rabo, voltei a chupar ele - cê gosta muito de chupar? - ele perguntava - amo a pica de todos os homens - respondi - chupa minhas bolas - e, como toda putinha, obedeci. Comi as bolas dele de novo, fazia elas dançarem dentro da minha boca, até falei - cê gosta de sentir elas dançando na minha boca? - sim, adoro como você come minhas bolas - ele respondeu. E chegamos ao fim dessa noite maravilhosa depois da chupada gostosa que dei nele. Fiquei de quatro de lado, de frente pro espelho que tínhamos na cabeceira da cama, já bem aberta, sendo fodida a picaço pelo meu papai. Eu explodia em gemidos, a pica dele curtia cada metida que dava em mim. Tapas e mais tapas me castigavam enquanto ele gritava - assim que cê gosta, putinha, assim? Aos gritos, pedia mais e mais, enquanto o espelho nos retratava numa cena pornô linda. Depois, ele pediu pra segurar minhas mãos, pegou uma e a outra, colocou nas minhas costas e segurou bem forte. Depois disso, começou a meter de novo, me fodia cada vez mais forte. Ai, amor, meu cu já não aguenta mais — gritava antes de gozar. Ele me castigou com tapas e tirou a rola da minha bunda. Foi pro banheiro e quando voltou, disse: — Quer a porra, sua puta? E eu, toda contente, pedi: — Sim, papai, quero seu leite. Deitada na cama, ele ficou atrás de mim. Comecei a bater uma pra ele, chupar o pau dele. Ele segurou, bateu uma e gozou no meu rosto. Eu via o leite escorrendo, uma parte caiu direto na minha boca, o resto molhou toda minha carinha de puta. — Gosta do quanto sou porquinha? Sou uma porquinha — eu dizia. Peguei o pau dele e falei: — Deixa eu limpar seu pau — e chupei a cabeça até tirar todo o leite. Abri a boca e mostrei toda a porra que tinha tirado, engoli e mostrei a boquinha vazia. — Que porquinha eu sou, papai, hmm — e assim, ainda com gozo na cara, fomos tomar banho. Me limpei bem, entrei no chuveiro e depois do banho saímos. Desde que nos conhecemos aqui no P!, essa foi a melhor de todas as vezes que nos encontramos escondidos. E depois, como um cavalheiro, ele me levou pra casa.
Bom, é assim que termina meu novo relato. A verdade é que noite passada foi maravilhosa. Espero que gostem e que excite vocês tanto quanto me excitou quando escrevi. Um beijo pra todos.
Bom, é assim que termina meu novo relato. A verdade é que noite passada foi maravilhosa. Espero que gostem e que excite vocês tanto quanto me excitou quando escrevi. Um beijo pra todos.
7 comentários - nuestra primera noche en el telo. RE