No hotel 2

No hotel 2Deitado na cama do hotel, depois da foda e meia que aquele preto dotado tinha me dado, fiquei pensando no que ele me disse quando tirou a foto: "essa tu pode postar naquela página e vai ter uma fila aqui fora de malucos esperando vez pra te comer".PretoEu enfiava o pepinão que eu tinha, todo besuntado de vaselina, uma e outra vez, tentando terminar logo pra cortar aquela fantasia. “Tão puta não sou…” pensava… enquanto batia uma pra minha piquinha toda lubrificada e enfiava aquele pepino, vendo as meias pretas que eu vestia e lembrando da trepada e meia que aquele preto dotado tinha me dado. “Ou não…? sim, sou bem puta, né? E… óbvio.” Então coloquei as fotos que tinha tirado e escrevi como título “Come com tua piroca grossa” e, pensando que talvez o preto que tirou a foto fosse ficar de olho naquela página pra ver se eu postava um anúncio ou não, resolvi escrever algo que ele talvez levasse como um elogio: “Você me faz sentir como a bichinha que eu nasci pra ser. Adoro quando você mete bem forte no meu cu, me fazendo gemer igual uma puta e quase quebrando a cama. Minha bucetinha de viado nunca cansa de apertar sua piroca enquanto você estica e enfia até as bolas. Muitíssimo obrigado!”

Comecei a receber respostas quase na hora. Pra todos eu pedia pra me mandarem uma foto e, pros que eu gostava, mandava o nome do hotel, prometendo passar o número do quarto quando eles já estivessem lá fora.interracialPrimeiro chegou um senhor mais velho, branco, todo tímido e assustado. Parecia contador ou algo do tipo. Perguntei se ele topava fazer um menage com outro cara que ia chegar, e ele ficou mais assustado ainda, coitado. Então chupei um pouco a pica dele e depois ele pediu pra eu virar de costas pra ele bater uma enquanto me olhava e me apalpava a bunda. Em menos de dois minutos já tinha soltado dois ou três jatos quentes e depois vazou na hora.

Mandei o número do quarto pro outro cara que tinha chegado, e quando abri a porta só vi o torso dele. Era altão pra caralho! Quase teve que abaixar a cabeça pra passar pela porta, e era bem preto também. Me vendo do jeito que eu tava vestida, ele falou "você eu vou comer bem comido" com uma voz de malandro bem grossa.Filho da putaFui me sentar na beira da cama, e ele veio, parou na minha frente, abriu o zíper da calça e tirou uma pica enorme. Era quase da mesma grossura da do preto que tinha me comido há pouco, ou seja, uma grossura que me deu uma dorzinha na mandíbula de tanto abrir a boca pra chupar. Me fez gemer "ai sim... essa é a pica que tava me fazendo falta". Chupei ela como uma profissional. Mesmo assim não consegui engolir inteira. Por mais que tentasse, não consegui esticar minha garganta o suficiente pra entrar os últimos centímetros. Talvez eu tivesse ela meio inchada de tanta linguiça que tinha engolido há pouco, ou talvez ele tivesse ela um pouquinho mais grossa... que era mais comprida, sem dúvida era... mas eu queria deixar ele tão impressionado que fizesse ele querer me foder todo dia.

"Você já tinha tido uma pica tão grande quanto essa?" ele perguntou enquanto se deitou de barriga pra cima na cama.

Hesitei um segundo, pensando em mentir e fazer a sonsa... "e sim..." falei, lembrando que fico melhor no papel de puta. "Várias vezes. A maioria era preta, mas já vi pica branca desse tamanho também."

"Ah... então você sabe o que fazer..."

De quatro, encostei minha bunda nele enquanto abaixava a cabeça pra continuar fazendo um bom boquete. De vez em quando tossia por querer engolir ela toda, e até saíram várias lágrimas. Ele, enquanto isso, me dava tapas e acariciava minha bunda. Quando senti que ele tentava me enfiar um dos dedos descomunalmente grandes, tirei a calcinha que tava usando e passei a vaselina pra ele. Logo ele tava enfiando uns dois dedos lubrificados, o que me fazia gemer e fazia eu chupar a pica com mais vontade ainda. Logo ele tirou uma camisinha e, enquanto colocava, comentei que me surpreendia que existissem camisinhas grandes o suficiente pra uma pica daquelas. "Se eu colocasse uma dessas na minha bucetinha, cairia na hora." falei com voz de puta.

Vendo que ele já tinha colocado a camisinha, Me montei apontando a ponta da linguiça dele na entrada do meu cu e enfiei até o fundo. "Ai sim, que gostoso!" gemi enquanto começava a cavalgar nele feito louca. Depois de um tempo, ele me agarrou pela cintura e, depois de umas estocadas violentas e me puxar pra perto dele pra me comer ainda mais forte, falou: "levanta que agora vou te comer eu. E me passa seu celular que vou gravar. Depois você apaga se quiser."

Passei o celular pra não começar briga, e me encostei na beira da cama oferecendo meu cu. Tive que juntar as pernas pra ficar na altura certa pra ele, e ele enfiou metade da pica enquanto procurava o jeito de gravar com meu celular. Demorou tanto que eu já tava imaginando ele tirando fotos e vídeos à vontade e mandando pra sei lá onde, o que me dava um tesão do caralho ao mesmo tempo. E eu ali de quatro com meia pica enfiada esperando... Finalmente ele achou como ligar o flash e colocou debaixo do meu cu e da minha bucetinha. Depois, quando vi o vídeo, dava pra ver ele me penetrando com aquela linguiça enorme, mas logo caiu uma gota de suor na lente, e já não dava mais pra enxergar direito. Num momento de paranoia, apaguei... mas sim. Que fodida! Ele me comeu tão forte e eu me senti tão submisa nas mãos de um homem tão grande...

Enquanto me perfurava, ele perguntava se eu ia deixar ele me comer quando quisesse. "Sim, papai, quando você quiser." eu respondia.

"Você vai ser minha putinha viada?" ele perguntava enquanto me comia bem forte e as gotas de suor dele caíam em mim como chuva.

"Sim, papai. Sou sua putinha viada. Sua putinha branca. Quando você quiser, pode me foder com esse seu pau preto enorme que eu amo. Amo como ele se sente. Você não faz ideia do quanto me faz gozar." Eu até torcia os dedos dos pés enquanto ele me possuía... me comendo do jeito dele.

Numa dessas, ele tirou a pica do meu cu e falou: "Vem. Chupa um pouco mais." Hesitei uns segundos porque ele tinha acabado de tirar, mas quando olhei pra ela, não tinha Nenhuma sujeira aparente... me aproximei e cheirei... quase não fedia... mas ainda assim hesitei. Pensei em dizer "Não é algo que costumo fazer", mas nisso ela me pegou pela cabeça com uma mão, por cima (a mão dela era tão grande que minha cabeça cabia fácil nela) e me puxou de um jeito que a única coisa que pude fazer foi abrir a boca pra aquela piroca entrar. Não tinha um gosto tão ruim... hmmm... já tava gostando. Chupei bem gostoso, com todo o tesão de ter sido quase forçado.

Uns dez minutos depois, já senti que tinha chegado a hora de aguentar outra fodida daquele gigante. Ela me virou, me segurando pela piroquinha e puxando forte por entre minhas pernas pra trás (feito uma puta sendo puxada pela bunda pequena) pra me colocar exatamente do jeito que ela queria. Ninguém nunca tinha feito isso comigo antes, mas não consegui nem reclamar porque, apesar da dorzinha que causou, tive que me mexer rápido pra não doer mais, e logo ela já tinha me penetrado de novo e eu já tava ofegando e gozando igual uma puta no cio.

Ela colocou um vídeo no meu celular e depois deixou na frente do meu rosto enquanto eu continuava de quatro e ela me comia do jeito dela. O vídeo era de um negão grandão igual ela comendo uma travesti pequena e loira igual eu... bom. Faltavam os peitos... mas era assim que eu me sentia. O suor continuava caindo nas minhas nádegas e nas minhas costas, e depois de um bom tempo, ela tirou a rola, tirou a camisinha e começou a bater uma. Enquanto fazia isso, eu coloquei a língua pra fora e comecei a lamber a ponta do pau dela. Ela terminou rugindo, lambuzando metade da minha cara.

Enquanto ela tomava banho e se vestia, eu fiquei olhando o celular pra ver se já tinha outro esperando lá fora. E sim... um cara branco... esperei até o negão ter ido embora... bom, primeiro perguntei o nome dele e prometemos nos ver de novo algum dia... e quando ele foi embora, passei o número do quarto pro outro e ele entrou na hora.gayEle também parecia nervoso. Era óbvio que vinha do trabalho… e que trabalhava na construção civil. "É a minha primeira vez fazendo algo assim."

Pensei em dizer que pra mim também era a primeira vez, mesmo que ele talvez tivesse visto aquele negão gigante saindo do meu quarto minutos antes e, se olhasse de perto, pudesse ver os restos das gozadas anteriores que ainda não tinham secado. "Não se preocupa", falei. "Deita aqui na cama e relaxa."

Desabotoei a calça dele e tirei um belo pau que já tava bem duro. Claro, depois dos negões que eu tinha pego, esse não ia me dar problema nenhum. Chupei ele um pouco e, virando de costas, perguntei: "Quer me foder?"

"Sim", ele respondeu, e sem mais nem menos enfiei até o fundo e comecei um sobe e desce lento, aumentando a velocidade aos poucos.

"Só peço que não goze dentro, por favor."

"OK", ele respondeu, e em menos de cinco minutos já tinha tirado e jorrado vários esguichos que caíram nas minhas costas todas.

Quando ele foi embora, peguei o pepino de novo e, olhando as fotos e o vídeo e enfiando bem fundo, finalmente tive um orgasmo gostoso que produziu quase o triplo do que costumo gozar. Depois apaguei algumas fotos e o vídeo, e quase apaguei o anúncio que tinha posto naquela página da internet, mas aí pensei: "melhor deixar pra ver se pego outro contato outro dia." E sim… que ideia boa. Depois conto pra vocês.

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