OS UNIVERSITÁRIOS E A COMIDA DELES COM MEU INGREDIENTE SECRETO
Olá, vou me apresentar. Trabalho numa universidade no curso de Esporte e Cultura Física. Isso aconteceu pela primeira vez num 11 de dezembro de 2010 e foi o começo de um fetiche enorme que quero compartilhar com vocês. Como vocês sabem, muitos estudos foram feitos nos últimos anos pesquisando as propriedades do sêmen e neles descobriram uma grande quantidade e variedade de nutrientes bons para nossa saúde e bem-estar físico e emocional.
O PRIMEIRO CASO
É normal que os alunos que vão se formar no curso façam estágios profissionais antes de sair ou durante a própria graduação. Numa ocasião, tive 11 lindos estudantes universitários homens sob minha responsabilidade, deliciosos e muito gostosos de ver treinar. Todos eles tinham entre 21 e 24 anos, só um tinha 25 e já era pai de família (o que me deixava ainda mais excitada).
Apesar de serem meus alunos, eram como meus amigos, embora eu, mais que amigos, os visse como carne fresca e gostosa que não podia desperdiçar. Às vezes saíamos juntos e conversávamos, longe de uma relação aluno-professor, nada sexual, mas como amigos para criar confiança.
Um dia, chamei meus estagiários, que já tinham confiança e carinho por mim (sou muito querida na universidade), para virem à minha casa revisar os relatórios de estágio final. Não era a primeira vez que pedia para virem, e sempre que iam, comiam na minha casa, nos dávamos muito bem. Mas dessa vez teria algo especial na comida deles, algo que esses caras iam curtir sem perceber do que iam se alimentar.
Chegou o dia e me preparei para cozinhar com meu objetivo sempre em mente: alimentar meus queridos alunos com minha comida e adicionar meu ingrediente especial de macho. Dar a eles o biberão que há muito tempo tinham parado de tomar, mas que era bom para o bem-estar físico e emocional deles, e para que crescessem fortes, meus gostosos. Malditos garotos.
Tinha pensado em fazer um petisco simples pra eles pro jogo que a gente tinha combinado de ver depois de revisar os relatórios deles, mas achei que iam estar com muita fome, porque naquele dia que terminavam os treinos iam estar muito ocupados e cansados e não teriam comido direito. Então fiz uma sopa com uma receita meio estranha, não sei de que país era, só tinha os ingredientes e os passos anotados.
Tinha especiarias e ingredientes especiais que também serviriam melhor pra camuflar a porra. Umas quesadillas também ia fazer (essas iam sem leitinho nenhum) e uns pudins de sobremesa, também feitos com meu delicioso manjar masculino. Comecei fazendo os pudins pra sobremesa, separei os ingredientes, coloquei o açúcar, a água, o cremor tártaro e, na hora de misturar tudo, abaixei o zíper da minha calça jeans, tirei o cinto e comecei a me masturbar por cima do creme, do leite condensado, dos ovos e da baunilha.
Levei uns minutos pensando naquela sobremesa que meus amados alunos iam comer até que gozei direto na mistura, ficou dahora! Foi uma gozada enorme por causa da excitação, notei que tinha caído um pelo pubiano na superfície da mistura, então tirei com o dedo e depois cuspi com estilo por cima. (Às vezes, quando gozo, guardo o sêmen com uma colher em potinhos de vidro e coloco na geladeira pra qualquer uso futuro. Outras vezes, costumo colocar meu sêmen fresco e recente direto na comida.)
Peguei um pote de vidro que tinha guardado na geladeira com umas 13 gozadas recentes dos últimos dias (umas 16 colheres de sêmen doce e aromático), abri a tampa e cheirei o pote. Que cheiro sensacional! Cheirava a presença e poder de homem! Fechei a tampa e deixei escondido atrás de uma prateleira na cozinha, esperando esquentar até a temperatura ambiente e derreter um pouco. pouca consistência pra poder diluir mais fácil.
Fiquei muito feliz em fazer a sopa, não era nada difícil aquela receita, mas era um pouco trabalhosa e ainda mais pra 11 pessoas, mas adequada pra disfarçar o sabor enquanto os flans terminavam de assar. Quando o esperma no pote que eu tinha guardado na prateleira estava como se tivesse acabado de gozar, despejei o vidro inteiro devagar enquanto via meu sêmen cair no meio da panela de sopa (13 gozadas numa panela enorme de sopa pra 11 pessoas), fiquei de pau duro, mas tentei me controlar e comecei a mexer, mexer e mexer muitas vezes, tanto que terminei com o braço cansado.
Foi aí que chegaram em grupo meus adoráveis e gostosos alunos, alguns muito bonitos, de pernas boas, bunda, braços e peito. Dava vontade de comer eles. Vinham de assistir pelo último dia às práticas deles numa unidade esportiva e da academia. Estavam cansados e famintos. Tinham passado 5 horas se exercitando e não tinham tido chance de comer direito, além de terem esperado pra vir na minha casa fazer isso vendo o jogo. Conversei um pouco e revisei os relatórios deles, quando terminei eles ficaram vendo futebol na sala me dando a oportunidade perfeita de terminar e polir meu plano pervertido e safado.
Senti que devia colocar mais, aproveitando que já tinha ficado com tesão, então me arrisquei, levei o pote e uma colher pro banheiro e me masturbei pensando nos meus meninos, quando saiu meu sêmen recolhi com a colher e coloquei no vidro. Aí voltei e não tinha ninguém na cozinha, só ouvia os gritos dos meus alunos na sala animados curtindo o jogo, peguei o vidro e com a colher adicionei o sêmen que tinha tirado há pouco com tanta adrenalina, direto na panela de sopa, foi uma colher cheia e meia de sêmen fresco que joguei dentro e mexi e mexi de novo.
Depois notei que No frasco tinham sobrado uns mililitros de porra encrustada no fundo e nas laterais do vidro. Cortei o pudim, que já estava pronto, em 11 pedaços iguais e peguei uma colher, com cuidado, sem ninguém me ver (o que eu achava improvável, já que todos aqueles filhos da puta estavam vidrados no futebol), para passar os restos de porra encrustada do frasco e colocar em cada um dos pudins que eu tinha feito, dando uma espécie de camada, espalhando com muita cautela com uma colher (quase como esculpindo uma estátua) a porra pelas paredes do pudim e por cima.
Comecei a fazer as quesadilhas e provei uma colherada da sopa e um pedacinho de pudim que sobrou pra ver como tinha ficado. Pra falar a verdade, me surpreendi, não sei se pela excitação ou pelo meu paladar, mas a porra estava perfeitamente camuflada, tanto na aparência quanto no gosto, e o melhor é que tava uma delícia, diferente, um pouquinho estranho, mas muito saboroso.
Saí pra sala e avisei os caras que a comida já tava pronta, uns foram se sentar na mesa de jantar vendo o futebol na TV enquanto outros ficaram na sala também vendo o jogo. Tinha cerveja e refrigerante, peguei e coloquei pra eles se servirem. Peguei um prato pra cada um e servi a sopa, eles se serviram de refrigerante e foi aí que o primeiro dos meus alunos levou uma colherada à boca.
Caralho! Tive uma sensação incrível no meu pau! Depois vi outro provando a primeira colherada — Ah, que delícia! — e aí o terceiro, Meu Deus! e assim por diante até que os 11 filhos da puta provaram a primeira colherada, meu peito tava pulsando pra caralho.
Servi as quesadilhas enquanto via todos aqueles malditos gostosos comendo a sopa de porra com tanto prazer. Um deles falou: "Caramba, professor, a sopa tá boa, dá pra ver que o senhor sabe cozinhar!", e outro também disse olhando pro prato: "Nunca tinha provado essa receita, não me é familiar, mas Tá gostosa". Eu, emocionado e meio nervoso, com o nível de êxtase lá em cima, só respondi com um sorriso e olhando nos olhos deles: "Muito obrigado, é um prazer pra mim, faço com maior gosto".
Aí outros começaram a falar "Sim, prof, tá muito yummy" e até um outro que me matou a alma disse "Adorei, acho que vou pedir mais um prato no cum", meu pau tava explodindo. Mas ainda deu pra ver que dois ou três não gostaram muito, pela expressão do olhar e porque ficaram encarando o prato, talvez pelo gosto meio "estranho" — nem eu sei como definir —, mas não falaram nada e continuaram engolindo meu sêmen, os imbecis.
Depois continuaram vendo o jogo e eu sentei num canto da sala comendo quesadilhas de um ângulo que dava pra observar todo mundo perfeitamente, embora quase não tivesse fome. Sentei fingindo que tava vendo futebol enquanto passava o olho em cada um dos meus excitantes alunos, uma e outra vez, enquanto eles saboreavam e engoliam a sopa misturada com meu esperma.
Tive que me cobrir com o paletó que tava usando por causa da ereção que tava vindo. Observava com tesão e luxúria como a colherada vazia descia até o prato, como desaparecia de repente na comida, como subia de novo cheia de líquido e sopa, e como voltava entrando direto na boca deles, escorrendo gotas pelos lábios, que eles lambiam. A grande maioria já tinha terminado o prato, a porção de ejaculação, deixando os pratos totalmente vazios.
Foi aí que o aluno que tinha dito antes que ia pedir mais, pediu. "Professor, me dá mais, por favor, se não for muito incômodo... e mais uma quesadilha também, por favor". Uns viraram rapidamente e continuaram vendo o jogo. Eu, super feliz, servi mais pra ele e ficava de olho enquanto ele comia tudo.
Por um momento, tive a sensação de que tava faltando alguma coisa, pensei que tinha acabado tudo, mas lembrei dos flans. De jeito nenhum ia deixar que se esquecesse de dar pra eles. Ainda tinha néctar testicular pra alimentar aqueles caras! Quando todos terminaram, distribuí os pudins pra eles.
De novo, comentaram: "Valeu, profe, que gentil", "O senhor é muito boa pessoa, profe, por isso a gente gosta de você", outro interrompeu e disse "Claro, pode contar com a gente pra qualquer coisa, agora e depois de formados", e aí outro fez uma piada: "Se é que você consegue se formar, mano", e todo mundo riu e ficou trocando brincadeiras.
Fiquei observando atentamente enquanto comiam seus pudins devagar, não tinham percebido meu esperma na sopa, embora tenha sido por pouco, e esperava que também não percebessem nos pudins. E dito e feito, ninguém fez nenhum comentário negativo, e dessa vez tenho certeza de que todos adoraram, porque faziam caretas de prazer enquanto comiam, até devoravam. Ver eles saboreando me dava um troço no coração cada vez que lambiam os lábios, como passavam a língua naquela sobremesa seminal, igual na sopa, até lambiam a colher como uns cachorros famintos. Pediram mais, mas infelizmente eu não tinha.
No final do jogo, meu time fez um gol e eu e vários dos meus convidados gritamos "GOOOOOOL!", embora meu grito tenha sido mais uma mistura entre a excitação que tinha acabado de explodir em mim e o jogo em si, sendo o primeiro mais forte. Aí meus alunos me abraçaram e me deram umas palmadinhas de alegria. Eu tinha feito um dos maiores golaços da minha vida naquela hora, se não o maior: alimentar com minhas gozadas 11 jovens gostosões, todos juntos ao mesmo tempo, enquanto os malditos filhos da puta aproveitavam!
O que mais me encantou foi ver o pobre pai de família de 25 anos comendo minhas porradas. Não sei, mas me dá um tesão o fato de dar esperma camuflado pra pais de família na comida deles. No final do dia, todos me agradeceram de novo e foram pra casa cansados, mas muito felizes. Tinha sido um dia maravilhoso pra mim. Inesquecível, até o menor detalhe ficou guardado na minha memória.
DEPOIS
6 anos depois, organizei um encontro com eles com bastante antecedência pra relembrar os velhos tempos, já que por vários motivos não tínhamos conseguido nos ver ou sair pra conversar. Infelizmente, só puderam vir 5, mas pra mim já bastou. Todos já estavam grandes, tinham esposa e filhos, só um não. No encontro, preparei de novo minha sopa especial, embora com menos sêmen, só umas 6 gozadas aproximadamente (uma pra cada, mais ou menos, 5 guardadas e uma recente) misturadas na sopa, como naqueles tempos adoráveis. A gente conversava sobre nossas vidas enquanto as gargantas deles engoliam meu esperma na minha frente. Uma experiência extraordinária! Outro GOLAÇO! (Gol contra pra eles) Que nostalgia!
OUTROS CASOS PARECIDOS
Continuei fazendo coisas parecidas com outros alunos e outros caras (amigos, conhecidos, meus cunhados, primos, outros professores, sobrinhos, colegas, etc.). Só dou pra homens, claro, nunca pra mulheres, só pra caras bonitos, gostosos, sexy, atraentes. Homens que já comeram na minha casa ou pra quem levei um pouco de comida onde tive a chance de misturar meus sucos sexuais. Já são 83 homens diferentes até hoje que engoliram minhas gozadas gostosas. Às vezes os caras se repetem, os que eu alimento com meu cum, então já perdi a conta do total de vezes exatas que cada um engoliu meus sucos testiculares sem perceber.
Pra um cunhado que tenho, já servi meu néctar testicular recente na comida dele, enquanto os filhos e a esposa comiam do lado. Sei que ele curtiu pelos gestos e comentários que fez. Até meu filho engoliu minha gozada uma vez, infelizmente, não era minha intenção. Eu tinha feito um bolo cremoso de kiwi com sêmen e ia provar pra garantir que o sabor não aparecia, e se desse certo, preparar mais e levar pros funcionárias da faculdade.
Mas meu filho chegou com a esposa dele e ela viu, ia comer ela, mas disse que melhor não por causa da dieta, então meu filho pegou e comeu na minha frente. Disse que tinha gostado, que talvez faltasse um pouco mais de açúcar e, entre brincadeiras, que estava perfeito pra não dar diabetes com tanto doce, suponho que sentiu um gosto salgado ou azedo e por isso fez essa sugestão.
Depois, modifiquei um pouco minha receita e levei pros coordenadores e secretários os bolinhos deles com minha porra camuflada num dia de festa escolar. Também às vezes gosto de levar chocolate líquido ou milk-shakes onde misturo várias das minhas gozadas e já vi vários dos meus amigos do trabalho e alunos comendo e bebendo minhas ejaculações nos líquidos ou alimentos deles várias vezes enquanto curtem como umas putinhas bem comportadas. Como tem que ser.
Por exemplo, nos shakes de outros professores de esportes que nunca podem faltar pros treinos deles na academia, às vezes me pedem pra preparar já que também trabalho vendendo produtos energéticos pra exercício e uso de desculpa quando tão ocupados treinando ou fazendo outra coisa pra perguntar: “Já tomaram o milk-shake de vocês? Vou pegar um, querem que prepare um pra vocês?” e eles respondem “Sim, por favor”, e então preparo misturando meu delicioso, nutritivo e energizante sêmen pro cuidado dos músculos sexys deles e do metabolismo em geral. Mas também não é todo dia pra não ficar estranha a situação. Já passei meu sêmen também nas saladas cremosas deles ou às vezes em sanduíches com a colher espalhando esperma no pão, que combina perfeitamente com o creme.
Às vezes, por algum motivo, os outros professores, coordenadores ou funcionárias em geral com quem me dou muito bem também tão muito ocupados nos cubículos deles revisando projetos ou atendendo pessoas e quando saio pra comer me pedem por favor pra encomendar ou trazer algo. Geralmente levo um pote Um vidrinho de cristal comigo e uma colherzinha na minha mala, pra qualquer emergência, o que me permite entrar em ação em certas ocasiões.
No trabalho, sempre coloco sêmen fresco, nunca levo o pote cheio. Vou ao banheiro, me masturbo, e com a colher jogo o esperma no recipiente e depois vou despejar em alguma comida que me pediram. Às vezes não dá pra colocar todo o sêmen, mas uma parte. Mesmo assim, é gostoso e menos arriscado de perceberem. Ou despejando do vidrinho de cristal o sêmen no café do escritório e posso vê-los quando usam a cafeteira pela porta de vidro do meu cubículo. Sou testemunha em primeira fila de como engolem suas comidas com minha porra depois de ter observado os ovos e as bundas deles treinando.
Gostaria de escrever em detalhes todas as outras histórias parecidas que já fiz, mas isso fica pra outra hora. Alguns até comentam que a comida tem um gosto meio estranho, não ruim, "diferente", mas gostosa. Sempre tomo muito cuidado. Meus últimos anos têm sido uma maravilha desde que descobri meu maior fetiche. Felizmente, aqueles cursos de gastronomia que fiz quando era adolescente e jovem me ajudaram pra caralho. Nunca pensei que seriam tão úteis.
Olá, vou me apresentar. Trabalho numa universidade no curso de Esporte e Cultura Física. Isso aconteceu pela primeira vez num 11 de dezembro de 2010 e foi o começo de um fetiche enorme que quero compartilhar com vocês. Como vocês sabem, muitos estudos foram feitos nos últimos anos pesquisando as propriedades do sêmen e neles descobriram uma grande quantidade e variedade de nutrientes bons para nossa saúde e bem-estar físico e emocional.
O PRIMEIRO CASO
É normal que os alunos que vão se formar no curso façam estágios profissionais antes de sair ou durante a própria graduação. Numa ocasião, tive 11 lindos estudantes universitários homens sob minha responsabilidade, deliciosos e muito gostosos de ver treinar. Todos eles tinham entre 21 e 24 anos, só um tinha 25 e já era pai de família (o que me deixava ainda mais excitada).
Apesar de serem meus alunos, eram como meus amigos, embora eu, mais que amigos, os visse como carne fresca e gostosa que não podia desperdiçar. Às vezes saíamos juntos e conversávamos, longe de uma relação aluno-professor, nada sexual, mas como amigos para criar confiança.
Um dia, chamei meus estagiários, que já tinham confiança e carinho por mim (sou muito querida na universidade), para virem à minha casa revisar os relatórios de estágio final. Não era a primeira vez que pedia para virem, e sempre que iam, comiam na minha casa, nos dávamos muito bem. Mas dessa vez teria algo especial na comida deles, algo que esses caras iam curtir sem perceber do que iam se alimentar.
Chegou o dia e me preparei para cozinhar com meu objetivo sempre em mente: alimentar meus queridos alunos com minha comida e adicionar meu ingrediente especial de macho. Dar a eles o biberão que há muito tempo tinham parado de tomar, mas que era bom para o bem-estar físico e emocional deles, e para que crescessem fortes, meus gostosos. Malditos garotos.
Tinha pensado em fazer um petisco simples pra eles pro jogo que a gente tinha combinado de ver depois de revisar os relatórios deles, mas achei que iam estar com muita fome, porque naquele dia que terminavam os treinos iam estar muito ocupados e cansados e não teriam comido direito. Então fiz uma sopa com uma receita meio estranha, não sei de que país era, só tinha os ingredientes e os passos anotados.
Tinha especiarias e ingredientes especiais que também serviriam melhor pra camuflar a porra. Umas quesadillas também ia fazer (essas iam sem leitinho nenhum) e uns pudins de sobremesa, também feitos com meu delicioso manjar masculino. Comecei fazendo os pudins pra sobremesa, separei os ingredientes, coloquei o açúcar, a água, o cremor tártaro e, na hora de misturar tudo, abaixei o zíper da minha calça jeans, tirei o cinto e comecei a me masturbar por cima do creme, do leite condensado, dos ovos e da baunilha.
Levei uns minutos pensando naquela sobremesa que meus amados alunos iam comer até que gozei direto na mistura, ficou dahora! Foi uma gozada enorme por causa da excitação, notei que tinha caído um pelo pubiano na superfície da mistura, então tirei com o dedo e depois cuspi com estilo por cima. (Às vezes, quando gozo, guardo o sêmen com uma colher em potinhos de vidro e coloco na geladeira pra qualquer uso futuro. Outras vezes, costumo colocar meu sêmen fresco e recente direto na comida.)
Peguei um pote de vidro que tinha guardado na geladeira com umas 13 gozadas recentes dos últimos dias (umas 16 colheres de sêmen doce e aromático), abri a tampa e cheirei o pote. Que cheiro sensacional! Cheirava a presença e poder de homem! Fechei a tampa e deixei escondido atrás de uma prateleira na cozinha, esperando esquentar até a temperatura ambiente e derreter um pouco. pouca consistência pra poder diluir mais fácil.
Fiquei muito feliz em fazer a sopa, não era nada difícil aquela receita, mas era um pouco trabalhosa e ainda mais pra 11 pessoas, mas adequada pra disfarçar o sabor enquanto os flans terminavam de assar. Quando o esperma no pote que eu tinha guardado na prateleira estava como se tivesse acabado de gozar, despejei o vidro inteiro devagar enquanto via meu sêmen cair no meio da panela de sopa (13 gozadas numa panela enorme de sopa pra 11 pessoas), fiquei de pau duro, mas tentei me controlar e comecei a mexer, mexer e mexer muitas vezes, tanto que terminei com o braço cansado.
Foi aí que chegaram em grupo meus adoráveis e gostosos alunos, alguns muito bonitos, de pernas boas, bunda, braços e peito. Dava vontade de comer eles. Vinham de assistir pelo último dia às práticas deles numa unidade esportiva e da academia. Estavam cansados e famintos. Tinham passado 5 horas se exercitando e não tinham tido chance de comer direito, além de terem esperado pra vir na minha casa fazer isso vendo o jogo. Conversei um pouco e revisei os relatórios deles, quando terminei eles ficaram vendo futebol na sala me dando a oportunidade perfeita de terminar e polir meu plano pervertido e safado.
Senti que devia colocar mais, aproveitando que já tinha ficado com tesão, então me arrisquei, levei o pote e uma colher pro banheiro e me masturbei pensando nos meus meninos, quando saiu meu sêmen recolhi com a colher e coloquei no vidro. Aí voltei e não tinha ninguém na cozinha, só ouvia os gritos dos meus alunos na sala animados curtindo o jogo, peguei o vidro e com a colher adicionei o sêmen que tinha tirado há pouco com tanta adrenalina, direto na panela de sopa, foi uma colher cheia e meia de sêmen fresco que joguei dentro e mexi e mexi de novo.
Depois notei que No frasco tinham sobrado uns mililitros de porra encrustada no fundo e nas laterais do vidro. Cortei o pudim, que já estava pronto, em 11 pedaços iguais e peguei uma colher, com cuidado, sem ninguém me ver (o que eu achava improvável, já que todos aqueles filhos da puta estavam vidrados no futebol), para passar os restos de porra encrustada do frasco e colocar em cada um dos pudins que eu tinha feito, dando uma espécie de camada, espalhando com muita cautela com uma colher (quase como esculpindo uma estátua) a porra pelas paredes do pudim e por cima.
Comecei a fazer as quesadilhas e provei uma colherada da sopa e um pedacinho de pudim que sobrou pra ver como tinha ficado. Pra falar a verdade, me surpreendi, não sei se pela excitação ou pelo meu paladar, mas a porra estava perfeitamente camuflada, tanto na aparência quanto no gosto, e o melhor é que tava uma delícia, diferente, um pouquinho estranho, mas muito saboroso.
Saí pra sala e avisei os caras que a comida já tava pronta, uns foram se sentar na mesa de jantar vendo o futebol na TV enquanto outros ficaram na sala também vendo o jogo. Tinha cerveja e refrigerante, peguei e coloquei pra eles se servirem. Peguei um prato pra cada um e servi a sopa, eles se serviram de refrigerante e foi aí que o primeiro dos meus alunos levou uma colherada à boca.
Caralho! Tive uma sensação incrível no meu pau! Depois vi outro provando a primeira colherada — Ah, que delícia! — e aí o terceiro, Meu Deus! e assim por diante até que os 11 filhos da puta provaram a primeira colherada, meu peito tava pulsando pra caralho.
Servi as quesadilhas enquanto via todos aqueles malditos gostosos comendo a sopa de porra com tanto prazer. Um deles falou: "Caramba, professor, a sopa tá boa, dá pra ver que o senhor sabe cozinhar!", e outro também disse olhando pro prato: "Nunca tinha provado essa receita, não me é familiar, mas Tá gostosa". Eu, emocionado e meio nervoso, com o nível de êxtase lá em cima, só respondi com um sorriso e olhando nos olhos deles: "Muito obrigado, é um prazer pra mim, faço com maior gosto".
Aí outros começaram a falar "Sim, prof, tá muito yummy" e até um outro que me matou a alma disse "Adorei, acho que vou pedir mais um prato no cum", meu pau tava explodindo. Mas ainda deu pra ver que dois ou três não gostaram muito, pela expressão do olhar e porque ficaram encarando o prato, talvez pelo gosto meio "estranho" — nem eu sei como definir —, mas não falaram nada e continuaram engolindo meu sêmen, os imbecis.
Depois continuaram vendo o jogo e eu sentei num canto da sala comendo quesadilhas de um ângulo que dava pra observar todo mundo perfeitamente, embora quase não tivesse fome. Sentei fingindo que tava vendo futebol enquanto passava o olho em cada um dos meus excitantes alunos, uma e outra vez, enquanto eles saboreavam e engoliam a sopa misturada com meu esperma.
Tive que me cobrir com o paletó que tava usando por causa da ereção que tava vindo. Observava com tesão e luxúria como a colherada vazia descia até o prato, como desaparecia de repente na comida, como subia de novo cheia de líquido e sopa, e como voltava entrando direto na boca deles, escorrendo gotas pelos lábios, que eles lambiam. A grande maioria já tinha terminado o prato, a porção de ejaculação, deixando os pratos totalmente vazios.
Foi aí que o aluno que tinha dito antes que ia pedir mais, pediu. "Professor, me dá mais, por favor, se não for muito incômodo... e mais uma quesadilha também, por favor". Uns viraram rapidamente e continuaram vendo o jogo. Eu, super feliz, servi mais pra ele e ficava de olho enquanto ele comia tudo.
Por um momento, tive a sensação de que tava faltando alguma coisa, pensei que tinha acabado tudo, mas lembrei dos flans. De jeito nenhum ia deixar que se esquecesse de dar pra eles. Ainda tinha néctar testicular pra alimentar aqueles caras! Quando todos terminaram, distribuí os pudins pra eles.
De novo, comentaram: "Valeu, profe, que gentil", "O senhor é muito boa pessoa, profe, por isso a gente gosta de você", outro interrompeu e disse "Claro, pode contar com a gente pra qualquer coisa, agora e depois de formados", e aí outro fez uma piada: "Se é que você consegue se formar, mano", e todo mundo riu e ficou trocando brincadeiras.
Fiquei observando atentamente enquanto comiam seus pudins devagar, não tinham percebido meu esperma na sopa, embora tenha sido por pouco, e esperava que também não percebessem nos pudins. E dito e feito, ninguém fez nenhum comentário negativo, e dessa vez tenho certeza de que todos adoraram, porque faziam caretas de prazer enquanto comiam, até devoravam. Ver eles saboreando me dava um troço no coração cada vez que lambiam os lábios, como passavam a língua naquela sobremesa seminal, igual na sopa, até lambiam a colher como uns cachorros famintos. Pediram mais, mas infelizmente eu não tinha.
No final do jogo, meu time fez um gol e eu e vários dos meus convidados gritamos "GOOOOOOL!", embora meu grito tenha sido mais uma mistura entre a excitação que tinha acabado de explodir em mim e o jogo em si, sendo o primeiro mais forte. Aí meus alunos me abraçaram e me deram umas palmadinhas de alegria. Eu tinha feito um dos maiores golaços da minha vida naquela hora, se não o maior: alimentar com minhas gozadas 11 jovens gostosões, todos juntos ao mesmo tempo, enquanto os malditos filhos da puta aproveitavam!
O que mais me encantou foi ver o pobre pai de família de 25 anos comendo minhas porradas. Não sei, mas me dá um tesão o fato de dar esperma camuflado pra pais de família na comida deles. No final do dia, todos me agradeceram de novo e foram pra casa cansados, mas muito felizes. Tinha sido um dia maravilhoso pra mim. Inesquecível, até o menor detalhe ficou guardado na minha memória.
DEPOIS
6 anos depois, organizei um encontro com eles com bastante antecedência pra relembrar os velhos tempos, já que por vários motivos não tínhamos conseguido nos ver ou sair pra conversar. Infelizmente, só puderam vir 5, mas pra mim já bastou. Todos já estavam grandes, tinham esposa e filhos, só um não. No encontro, preparei de novo minha sopa especial, embora com menos sêmen, só umas 6 gozadas aproximadamente (uma pra cada, mais ou menos, 5 guardadas e uma recente) misturadas na sopa, como naqueles tempos adoráveis. A gente conversava sobre nossas vidas enquanto as gargantas deles engoliam meu esperma na minha frente. Uma experiência extraordinária! Outro GOLAÇO! (Gol contra pra eles) Que nostalgia!
OUTROS CASOS PARECIDOS
Continuei fazendo coisas parecidas com outros alunos e outros caras (amigos, conhecidos, meus cunhados, primos, outros professores, sobrinhos, colegas, etc.). Só dou pra homens, claro, nunca pra mulheres, só pra caras bonitos, gostosos, sexy, atraentes. Homens que já comeram na minha casa ou pra quem levei um pouco de comida onde tive a chance de misturar meus sucos sexuais. Já são 83 homens diferentes até hoje que engoliram minhas gozadas gostosas. Às vezes os caras se repetem, os que eu alimento com meu cum, então já perdi a conta do total de vezes exatas que cada um engoliu meus sucos testiculares sem perceber.
Pra um cunhado que tenho, já servi meu néctar testicular recente na comida dele, enquanto os filhos e a esposa comiam do lado. Sei que ele curtiu pelos gestos e comentários que fez. Até meu filho engoliu minha gozada uma vez, infelizmente, não era minha intenção. Eu tinha feito um bolo cremoso de kiwi com sêmen e ia provar pra garantir que o sabor não aparecia, e se desse certo, preparar mais e levar pros funcionárias da faculdade.
Mas meu filho chegou com a esposa dele e ela viu, ia comer ela, mas disse que melhor não por causa da dieta, então meu filho pegou e comeu na minha frente. Disse que tinha gostado, que talvez faltasse um pouco mais de açúcar e, entre brincadeiras, que estava perfeito pra não dar diabetes com tanto doce, suponho que sentiu um gosto salgado ou azedo e por isso fez essa sugestão.
Depois, modifiquei um pouco minha receita e levei pros coordenadores e secretários os bolinhos deles com minha porra camuflada num dia de festa escolar. Também às vezes gosto de levar chocolate líquido ou milk-shakes onde misturo várias das minhas gozadas e já vi vários dos meus amigos do trabalho e alunos comendo e bebendo minhas ejaculações nos líquidos ou alimentos deles várias vezes enquanto curtem como umas putinhas bem comportadas. Como tem que ser.
Por exemplo, nos shakes de outros professores de esportes que nunca podem faltar pros treinos deles na academia, às vezes me pedem pra preparar já que também trabalho vendendo produtos energéticos pra exercício e uso de desculpa quando tão ocupados treinando ou fazendo outra coisa pra perguntar: “Já tomaram o milk-shake de vocês? Vou pegar um, querem que prepare um pra vocês?” e eles respondem “Sim, por favor”, e então preparo misturando meu delicioso, nutritivo e energizante sêmen pro cuidado dos músculos sexys deles e do metabolismo em geral. Mas também não é todo dia pra não ficar estranha a situação. Já passei meu sêmen também nas saladas cremosas deles ou às vezes em sanduíches com a colher espalhando esperma no pão, que combina perfeitamente com o creme.
Às vezes, por algum motivo, os outros professores, coordenadores ou funcionárias em geral com quem me dou muito bem também tão muito ocupados nos cubículos deles revisando projetos ou atendendo pessoas e quando saio pra comer me pedem por favor pra encomendar ou trazer algo. Geralmente levo um pote Um vidrinho de cristal comigo e uma colherzinha na minha mala, pra qualquer emergência, o que me permite entrar em ação em certas ocasiões.
No trabalho, sempre coloco sêmen fresco, nunca levo o pote cheio. Vou ao banheiro, me masturbo, e com a colher jogo o esperma no recipiente e depois vou despejar em alguma comida que me pediram. Às vezes não dá pra colocar todo o sêmen, mas uma parte. Mesmo assim, é gostoso e menos arriscado de perceberem. Ou despejando do vidrinho de cristal o sêmen no café do escritório e posso vê-los quando usam a cafeteira pela porta de vidro do meu cubículo. Sou testemunha em primeira fila de como engolem suas comidas com minha porra depois de ter observado os ovos e as bundas deles treinando.
Gostaria de escrever em detalhes todas as outras histórias parecidas que já fiz, mas isso fica pra outra hora. Alguns até comentam que a comida tem um gosto meio estranho, não ruim, "diferente", mas gostosa. Sempre tomo muito cuidado. Meus últimos anos têm sido uma maravilha desde que descobri meu maior fetiche. Felizmente, aqueles cursos de gastronomia que fiz quando era adolescente e jovem me ajudaram pra caralho. Nunca pensei que seriam tão úteis.
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