Oi, me apresento, meu nome é Javier, sou um homem de 26 anos com preferências sexuais diversas, dependendo da pessoa com quem estou e da situação. Fisicamente, tenho 1,76 m, peso 73 kg, sou de braços, pernas e peito grandes por causa dos exercícios, mas mesmo assim tenho uma barriguinha de chopp, hehe. Meu pau é, acho, do tamanho mais normal possível, tem 18 cm, com um par de bolas de tamanho normal. Mas, sim, sou bem leiteiro.
Nesse caso, vou contar uma história que aconteceu comigo no começo de 2016, é uma história com um homem relativamente maduro. Eu gosto de mulheres, tanto sexual quanto fisicamente, mas não consigo dizer não a um pau bom.
Luis, o homem com quem compartilhei essa história, trabalha na fábrica onde eu trabalho, um homem de 39 anos, com altura não maior que 1,70 m e físico magro. Sempre mantivemos uma relação mais de amigos, e no trabalho ninguém nunca soube de uma namorada ou namorado dele, ele morava sozinho numa casa nos arredores da cidade.
A história começou num sábado, quando, como de costume na nossa área, saímos às 4 da tarde. Luis se aproximou de mim e me convidou para tomar uma cerveja num bar perto do trabalho, já que ia ter um jogo da seleção mexicana. Eu aceitei, porque não queria ver o jogo sozinho em casa.
Naquele dia, ele comentou que não tinha carro, porque tinha levado no mecânico, então saímos do trabalho no meu carro. Já no bar, tomamos cada um três cervejas e umas porções enquanto curtíamos o jogo.
Mas, poucos minutos antes do jogo acabar, percebi que a cerveja tinha subido um pouco à cabeça do Luis, porque ele começou a se soltar. Ele nunca foi muito quieto, mas também não era a alma da festa; porém, graças a essas três cervejas, ele se soltou um pouco e parecia estar se divertindo.
Decidi ir ao banheiro e, enquanto estava no mictório, o Luis apareceu e mijou a alguns passos de mim. Ambos mantínhamos o olhar para a frente enquanto ele falava sobre o jogo, e, enquanto ele falava... De relance, olhei para o pau dele e fiquei surpreso que aquele homem tinha um pedaço de carne enorme entre as pernas. Não estava ereto, mas media facilmente uns 18 cm. Na hora, já imaginei ele a mil por hora, as veias saltadas e completamente depilado. Além de ser grosso e com uma cabeça enorme, de uma cor rosada. Naquele momento, despertou aquela parte de mim que adora chupar rola e ser penetrado por um monstro daqueles (em outro caso, conto porque sou vi, mas isso é outra história). Fiquei tão surpreso que ele percebeu que eu estava encarando o pacote dele, e parou de falar por uns instantes. Terminei de mijar e guardei meu pau na calça, mas na hora de guardar percebi que uma ereção iminente estava chegando, e foi difícil enfiar aquilo naquela cueca vermelha pequena.
E quando guardei meu pau, ouvi o Luis dizer:
— Você também não está nada mal — e soltou um sorriso malicioso ao perceber que eu tinha visto aquele pedaço de rola.
— Hahahaha, mas nada como o seu martelo, né verdade? — respondi enquanto lavava as mãos.
Saí do banheiro, e ele saiu depois de mim. Propus levá-lo para casa para que não pegasse um táxi naquela hora da noite. Embora, no momento, não tivesse intenções de comer aquele pau glorioso que o Luis tinha.
Já no caminho, ele me confessou que se casou muito jovem com uma mulher com quem teve problemas pouco tempo depois do casamento, o que fez com que se divorciasse aos 25 anos. E me disse que desde então tinha experimentado de tudo no sexo.
No começo, não percebi que ele tinha transado com homens, até que ele me disse que o último cara com quem tinha ficado foi há 5 anos. Com o que, surpreso, eu disse:
— 5 anos?? Pô, eu não aguento nem um mês sem enfiar meu pau em algum lugar, hehe.
— Então você também se interessa por homens? — perguntou sério.
— Acho que sempre é bom estar aberto a tudo — e soltei uma risada pelo duplo sentido.
— Sim, haha, é por isso que gosto de homens, são mais abertos.
Devido à conversa que ia... Ficando mais quente, no meu jeans dava pra ver o contorno do meu pau, não sei se ele percebeu.
A conversa ficou tão pesada que ele me perguntou se eu já tinha experimentado porra de outro homem. Ao que eu respondi com uma risada maliciosa:
- Claro, você acha que eu vou deixar esse manjar ir pro chão ou pras mãos de outro forasteiro?
- Gosto dessa atitude, Navalha.
- E você?
- Sim, geralmente acaba na minha boca, mas prefiro o gosto da minha própria porra.
Nem um segundo se passou e aquela imagem voltou à minha cabeça: aquele pau enorme jorrando litros e litros de porra quentinha.
- Moro aqui – disse o Luis.
- Ah, sim, claro. Foi um prazer ver o jogo com você, e a gente se vê segunda no trabalho.
- Não quer passar pra tomar um último gole?
- Acho que não, obrigado. Preciso descansar um pouco dessa semana.
- Vem, haha, você não perde nada. Além do mais, ajuda a relaxar com mais um drink.
- Ok, passo na sua casa então – falei, estacionando o carro na frente da casa dele.
Nos sentamos na casa dele e ele me serviu uma dose de tequila. Com isso, a conversa do carro continuou, só que com temas ainda mais picantes:
- E então?… – disse o Luis.
- Então o quê? – respondi.
- Você gosta de chupar nuca ou morder travesseiro? – e soltou uma risada.
- Como é? – falei, mesmo sabendo do que ele tava falando, mas quis bancar o difícil, haha.
- É, você prefere ser passivo ou ativo?
- Bom, depende do momento e do pau. Se for muito pequeno, não vejo motivo pra ele me penetrar, e aí eu decido dar o que ele merece, haha.
- E no meu caso, então? Você seria ativo?
- Haha, nem pensar! Com aquele monstro que você tem entre as pernas, eu não perderia a chance de chupar ele todinho e deixar ele me arrombar todinho.
- Uau, nunca te ouvi falar tanta sacanagem, haha.
- É que é impossível não pensar no prazer que esse seu amigo aí entre as pernas deve dar, haha… e você?
- Bom, acho que também depende da pessoa, haha, não tanto do… Tamanho, se for alguém que eu goste, posso deixar que me coma o cu, mas se for alguém que acabei de conhecer, prefiro que meu amigo cuide disso.
- Que pena que eu não sou um conhecido novo, haha.
- Mas poderíamos fazer uma exceção com você, hahaha.
Eu estava a 1000%, então meu lado selvagem ativou e, com isso, me levantei, tirei o drink que ele tinha na mão e sentei no colo dele para começarmos a nos beijar selvagemente. Ele acariciava minha bunda por cima da calça enquanto eu, com uma mão, me apoiava no encosto do sofá e, com a outra, procurava o zíper da calça dele.
Ao não conseguir encontrá-lo, ele se afastou de mim e me fez levantar. Fiquei na frente dele, e ele simplesmente desabotoou a calça e soltou o monstro. Já estava semi ereto e passava dos 20 cm de comprimento, com uma grossura que só de olhar meu ânus temia pela sua integridade.
- Vamos, não tenha medo, experimenta, ele não morde, só cospe, haha – disse Luis balançando o pau de um lado para o outro.
Eu não pensei nem um segundo no que fazer com aquele pau, e me ajoelhei para começar a introduzir aquilo na minha boca. Peguei com uma mão e, com a outra, agarrei sua perna enquanto começava a lamber a cabeça, passando minha língua em volta da glande e chupando aquela carne de um sabor tão delicioso. O maior pênis que eu já tinha chupado media cerca de 18 cm, mas esse representava um desafio ainda maior. Passou um minuto, e ele começou a introduzir quase metade do pênis na minha boca. Sua glande já começava a tocar a campainha da minha garganta, o que me provocava ânsia, mas não desisti e enfiei todo o falo na minha boca até chegar ao fundo da garganta. Fiz isso com os olhos fechados para me concentrar, mas, quando os abri, olhei para ele, e ele estava olhando para o teto, com as mãos agarradas ao encosto do sofá. Ele me olhou nos olhos e disse:
- Que putinha safada, nunca ninguém tinha conseguido enfiar meu pau completamente numa boca, e olha você, parece que nasceu pra isso.
Da minha boca só saíam sons de saliva regurgitando, e só consegui... pisquei um olho, de repente senti suas mãos me agarrarem pela nuca me empurrando em direção à sua pelve, ficamos assim por quase 10 minutos até que senti que ele estava prestes a gozar, e como eu não queria que isso acabasse só no sexo oral, tirei ele da minha boca e apliquei uma técnica que vi na internet para atrasar a ejaculação de um homem, que consistia em pegar com uma mão a base do pau e apertar o suficiente para interromper o canal, e com a outra mão tampar a saída da uretra na cabeça, isso faz com que o esperma não saia, mas mesmo assim o orgasmo se completa (é uma forma muito boa de durar mais e se estiverem se masturbando é uma forma de quando decidirem gozar ser uma super gozada imensa e com um orgasmo sem igual) só se ouviu um gemido da parte do Luis enquanto seus olhos reviravam, minhas mãos terminaram cheias da minha própria saliva e foi aí que pude ver seu pau completamente ereto e brilhante graças à saliva fornecida pela minha boca. Media mais de 23 cm. Dava para pegar com minhas duas mãos e ainda sobressaía a cabeça pronta para entrar na minha boca, só dei mais umas chupadinhas para ele não gozar.
- Uau, o que você fez? - disse Luis ainda tremendo graças ao orgasmo que eu lhe causei.
- Nada, um presentinho que me ensinaram - pisquei um olho enquanto balançava seu pau.
- Pois agora é minha vez de te dar algo.
Nesse momento pensei que ele queria me comer e eu não estava em desacordo, por isso me levantei e abaixei a calça junto com a cueca, meu pau pulou com a cabeça vermelha por estar tão preso por tanto tempo. Quando eu ia me acomodar no sofá para que ele pudesse me penetrar, ele se ajoelhou e começou a pegá-la olhando diretamente, graças à excitação pela qual eu havia passado, meu pênis já havia começado a soltar líquido pré-seminal, aquele líquido transparente que é muito grudento mas muito gostoso, ele colocou a língua debaixo da minha cabeça fazendo com que aquele líquido caísse na sua língua, me surpreendeu o fato que Ele decidiu me chupar. Me jogou no sofá, invertendo a posição em que estávamos há alguns minutos. Sem nenhum problema, ele enfiou meus 18 cm na boca — meu pau estava prestes a explodir, quase enchendo o quarto de porra. Passaram-se quase 10 minutos enquanto ele metia meu pênis na boca, me dando uma das melhores mamadas que já recebi, quando de repente avisei que ia gozar. Então pedi que ele fizesse o mesmo que eu havia feito: pegou a base do meu pau com uma mão, mas com a outra esqueceu de tampar a cabeça. Não apertou tão forte, e um pequeno jato de sêmen brotou da minha glande, escorrendo pela mão dele. Ouvi:
— Desculpa, falta técnica, jojana, mas com você vou praticar.
Ele prosseguiu lambendo aquela gota de porra que descia lentamente até a mão, que ainda apertava. Me disse que queria me foder, mas também queria me sentir dentro dele:
— Você tem camisinha? — perguntei.
— Não, e você?
— Também não — respondi.
— Então vamos fazer assim mesmo?
— Acho melhor usar camisinha.
— Bom, o Oxxo mais perto fica a duas quadras. Vou correndo, não vá embora, hein?
— Ok, dá tempo de eu me limpar um pouco.
Ele saiu mais rápido que um raio. Fui ao banheiro lavar um pouco o cu para evitar inconvenientes. Como sou bem higiênico, não levei nem um minuto para verificar que não havia surpresas lá dentro. Ouvi a porta sendo batida com força, de um jeito desesperado. Sabia que era ele e pensei rapidamente em tirar toda a roupa para que me visse pronto. Me despi correndo enquanto ia até a porta; ele continuava batendo inquieto, esquecendo que tinha uma campainha.
Abri a porta só um pouco e me joguei no chão, ficando de quatro e mostrando minha bunda pronta para ser penetrada. Ele jogou no chão uma caixa com 20 camisinhas saborizadas e me disse para pegar uma. Sem me importar com o sabor, peguei a primeira e a abri. Quando tirei da embalagem, ele já estava com o pau quase ereto apontando para mim. coloquei a camisinha, e andei de quatro me afastando alguns passos dele e disse:
- Vai deixar essa putinha escapar?
Não terminei de falar isso quando senti que ele tinha se ajoelhado atrás de mim pressionando a cabeça do pau no meu cu, passaram uns 2 minutos tentando enfiar a cabecinha em mim, quando conseguiu dei um gritinho de dor e excitação, e virei a cabeça para olhar e fazer ele perceber a dor que estava me causando, mas ao olhar vi que na empolgação ele deixou a porta aberta, apontei e só senti ele se soltar de mim para correr e fechar a porta, corri para o sofá e fiquei de quatro na frente dele, de forma que ele pudesse ficar em pé e me foder, levantei minha bunda tentando abrir por completo para não sentir dor, mas graças a esse pauzão que ele tem, a dor era inevitável, ele empurrou de uma vez a pica no meu cu penetrando quase até a metade, mas por ser tão grossa senti que ele tinha enfiado tudo, minha cabeça estava apoiada no encosto do sofá e minhas mãos abrindo minha bunda, eu gemia como nunca tinha ouvido um homem gemer, só sentia a pica entrando e saindo do meu cu, as investidas foram acelerando até que ele conseguiu meter o pau todo em mim, senti que bateu no fundo, parecia que o pau ia sair pela minha pelve, ele me agarrou pela boca enfiando dois dedos e com a outra mão na minha cintura se apoiava para me comer como um animal, decidimos mudar de posição, para isso ele se sentou deixando o pau apontando para o céu e sem hesitar um momento fiquei em pé no sofá e sentei de frente para ele deixando minha bunda cair no pau dele, graças à dilatação que ele já tinha feito, entrou de uma vez e nessa posição senti que batia no meu estômago, foram então sacudidas que faziam vibrar toda a sala enquanto nós dois gemíamos como animais, minhas mãos foram para trás do pescoço dele para me segurar melhor, ele passou as mãos ajudando a abrir mais meu cu, passaram quase 15 minutos nessa posição, quando senti Como ele apertava minhas nádegas com força, o que me indicou que uma gozada era iminente, me soltei rapidamente dele e me ajoelhei para tirar a camisinha e começar a chupar seu pau. No primeiro momento, pensei em engolir toda a porra que saísse dele, mas graças ao fato de que seu pau tampava minha garganta quando ele gozou, ele apertou minha cabeça contra seu pênis e, quando tirei seu pau da boca, escorreu todo o sêmen quente da minha boca. No final, só senti um último jato saltar na minha cara, pude respirar e comecei a lamber todo o sêmen que saiu daquele macho que acabou de me foder. Não engoli o sêmen para me sentar na frente dele e mostrar toda a porra na minha boca. Quando mostrei o que havia recolhido, ele me agarrou e me beijou, tirando todo o sêmen da minha boca e engoliu ele mesmo, e me disse:
- Agora eu quero ser sua putinha suja, me dê toda a porra que você tiver
- Seus desejos serão concedidos
Deitei no sofá e peguei uma camisinha, cobrindo apenas a glande, e com uma habilidade majestosa, com a ajuda da boca, ele colocou uma camisinha verde no meu pau. Ele montou e, com um sentão, meu pau penetrou seu ânus, sem gemer nem nada, ele começou a cavalgar. Ao olhar seu rosto, só pude ver como ele mordia o lábio e, com os olhos fechados, franzia a testa em um esforço de excitação.
Agarrei seus mamilos com ambas as mãos e comecei a apertá-los um pouco, só podia admirar como seu majestoso pau saltava para cima e para baixo, soltando um pouco de líquido pré-seminal, o qual não hesitei em pegar e levar à minha boca. Passaram-se 20 minutos nessa posição, deixando ele ditar o ritmo, e quando estou prestes a gozar, só consegui soltar um gemido, e ele correu para pegar meu pênis com a mão para me masturbar e terminar o trabalho. Fiquei de pé na frente dele, e ele pegou minha glande e a introduziu na boca para pegar todo o sêmen (não é pra me gabar, mas o que me falta de tamanho no pau, tenho de leite). Enchi sua boca com pelo menos 4 jatos potentes, tirei meu pau de sua boca e Jorrei mais duas vezes na cara dele, ele engoliu o que tinha na boca e, com um olho cheio de porra, se levantou e eu limpei o rosto dele com minha língua, engolindo todo o leite que sobrou. Ele me beijou intensamente por pelo menos 2 minutos, peguei minha calça e vesti. Luis me disse:
- Não quer passar a noite aqui?
- Não, obrigado – respondi, achando que eram só meia-noite, mas quando olhei meu relógio, eram 4:30 da manhã.
- Então agora sim nos vemos na segunda-feira no trabalho.
Me despedi dando uma palmada na bunda dele, com Luis ainda pelado, e saí de casa dele, fui até meu carro.
Ao chegar em casa, percebi que ao andar meu cu estava meio dolorido, e era de se esperar, mas como a excitação já tinha passado, a dor começou a aparecer. Por sorte não durou mais do que aquela noite.
Vou colocar uma foto que pedi a ele semana passada, quando pensava em escrever esse relato, pra vocês verem o tamanho do pau que eu comi. Espero que gostem desse relato, por favor escrevam suas opiniões. Vou tentar postar mais histórias, só que essa é uma das melhores que tenho. Saudações e passem essas festas com seus familiares e fodam muito.
Nesse caso, vou contar uma história que aconteceu comigo no começo de 2016, é uma história com um homem relativamente maduro. Eu gosto de mulheres, tanto sexual quanto fisicamente, mas não consigo dizer não a um pau bom.
Luis, o homem com quem compartilhei essa história, trabalha na fábrica onde eu trabalho, um homem de 39 anos, com altura não maior que 1,70 m e físico magro. Sempre mantivemos uma relação mais de amigos, e no trabalho ninguém nunca soube de uma namorada ou namorado dele, ele morava sozinho numa casa nos arredores da cidade.
A história começou num sábado, quando, como de costume na nossa área, saímos às 4 da tarde. Luis se aproximou de mim e me convidou para tomar uma cerveja num bar perto do trabalho, já que ia ter um jogo da seleção mexicana. Eu aceitei, porque não queria ver o jogo sozinho em casa.
Naquele dia, ele comentou que não tinha carro, porque tinha levado no mecânico, então saímos do trabalho no meu carro. Já no bar, tomamos cada um três cervejas e umas porções enquanto curtíamos o jogo.
Mas, poucos minutos antes do jogo acabar, percebi que a cerveja tinha subido um pouco à cabeça do Luis, porque ele começou a se soltar. Ele nunca foi muito quieto, mas também não era a alma da festa; porém, graças a essas três cervejas, ele se soltou um pouco e parecia estar se divertindo.
Decidi ir ao banheiro e, enquanto estava no mictório, o Luis apareceu e mijou a alguns passos de mim. Ambos mantínhamos o olhar para a frente enquanto ele falava sobre o jogo, e, enquanto ele falava... De relance, olhei para o pau dele e fiquei surpreso que aquele homem tinha um pedaço de carne enorme entre as pernas. Não estava ereto, mas media facilmente uns 18 cm. Na hora, já imaginei ele a mil por hora, as veias saltadas e completamente depilado. Além de ser grosso e com uma cabeça enorme, de uma cor rosada. Naquele momento, despertou aquela parte de mim que adora chupar rola e ser penetrado por um monstro daqueles (em outro caso, conto porque sou vi, mas isso é outra história). Fiquei tão surpreso que ele percebeu que eu estava encarando o pacote dele, e parou de falar por uns instantes. Terminei de mijar e guardei meu pau na calça, mas na hora de guardar percebi que uma ereção iminente estava chegando, e foi difícil enfiar aquilo naquela cueca vermelha pequena.
E quando guardei meu pau, ouvi o Luis dizer:
— Você também não está nada mal — e soltou um sorriso malicioso ao perceber que eu tinha visto aquele pedaço de rola.
— Hahahaha, mas nada como o seu martelo, né verdade? — respondi enquanto lavava as mãos.
Saí do banheiro, e ele saiu depois de mim. Propus levá-lo para casa para que não pegasse um táxi naquela hora da noite. Embora, no momento, não tivesse intenções de comer aquele pau glorioso que o Luis tinha.
Já no caminho, ele me confessou que se casou muito jovem com uma mulher com quem teve problemas pouco tempo depois do casamento, o que fez com que se divorciasse aos 25 anos. E me disse que desde então tinha experimentado de tudo no sexo.
No começo, não percebi que ele tinha transado com homens, até que ele me disse que o último cara com quem tinha ficado foi há 5 anos. Com o que, surpreso, eu disse:
— 5 anos?? Pô, eu não aguento nem um mês sem enfiar meu pau em algum lugar, hehe.
— Então você também se interessa por homens? — perguntou sério.
— Acho que sempre é bom estar aberto a tudo — e soltei uma risada pelo duplo sentido.
— Sim, haha, é por isso que gosto de homens, são mais abertos.
Devido à conversa que ia... Ficando mais quente, no meu jeans dava pra ver o contorno do meu pau, não sei se ele percebeu.
A conversa ficou tão pesada que ele me perguntou se eu já tinha experimentado porra de outro homem. Ao que eu respondi com uma risada maliciosa:
- Claro, você acha que eu vou deixar esse manjar ir pro chão ou pras mãos de outro forasteiro?
- Gosto dessa atitude, Navalha.
- E você?
- Sim, geralmente acaba na minha boca, mas prefiro o gosto da minha própria porra.
Nem um segundo se passou e aquela imagem voltou à minha cabeça: aquele pau enorme jorrando litros e litros de porra quentinha.
- Moro aqui – disse o Luis.
- Ah, sim, claro. Foi um prazer ver o jogo com você, e a gente se vê segunda no trabalho.
- Não quer passar pra tomar um último gole?
- Acho que não, obrigado. Preciso descansar um pouco dessa semana.
- Vem, haha, você não perde nada. Além do mais, ajuda a relaxar com mais um drink.
- Ok, passo na sua casa então – falei, estacionando o carro na frente da casa dele.
Nos sentamos na casa dele e ele me serviu uma dose de tequila. Com isso, a conversa do carro continuou, só que com temas ainda mais picantes:
- E então?… – disse o Luis.
- Então o quê? – respondi.
- Você gosta de chupar nuca ou morder travesseiro? – e soltou uma risada.
- Como é? – falei, mesmo sabendo do que ele tava falando, mas quis bancar o difícil, haha.
- É, você prefere ser passivo ou ativo?
- Bom, depende do momento e do pau. Se for muito pequeno, não vejo motivo pra ele me penetrar, e aí eu decido dar o que ele merece, haha.
- E no meu caso, então? Você seria ativo?
- Haha, nem pensar! Com aquele monstro que você tem entre as pernas, eu não perderia a chance de chupar ele todinho e deixar ele me arrombar todinho.
- Uau, nunca te ouvi falar tanta sacanagem, haha.
- É que é impossível não pensar no prazer que esse seu amigo aí entre as pernas deve dar, haha… e você?
- Bom, acho que também depende da pessoa, haha, não tanto do… Tamanho, se for alguém que eu goste, posso deixar que me coma o cu, mas se for alguém que acabei de conhecer, prefiro que meu amigo cuide disso.
- Que pena que eu não sou um conhecido novo, haha.
- Mas poderíamos fazer uma exceção com você, hahaha.
Eu estava a 1000%, então meu lado selvagem ativou e, com isso, me levantei, tirei o drink que ele tinha na mão e sentei no colo dele para começarmos a nos beijar selvagemente. Ele acariciava minha bunda por cima da calça enquanto eu, com uma mão, me apoiava no encosto do sofá e, com a outra, procurava o zíper da calça dele.
Ao não conseguir encontrá-lo, ele se afastou de mim e me fez levantar. Fiquei na frente dele, e ele simplesmente desabotoou a calça e soltou o monstro. Já estava semi ereto e passava dos 20 cm de comprimento, com uma grossura que só de olhar meu ânus temia pela sua integridade.
- Vamos, não tenha medo, experimenta, ele não morde, só cospe, haha – disse Luis balançando o pau de um lado para o outro.
Eu não pensei nem um segundo no que fazer com aquele pau, e me ajoelhei para começar a introduzir aquilo na minha boca. Peguei com uma mão e, com a outra, agarrei sua perna enquanto começava a lamber a cabeça, passando minha língua em volta da glande e chupando aquela carne de um sabor tão delicioso. O maior pênis que eu já tinha chupado media cerca de 18 cm, mas esse representava um desafio ainda maior. Passou um minuto, e ele começou a introduzir quase metade do pênis na minha boca. Sua glande já começava a tocar a campainha da minha garganta, o que me provocava ânsia, mas não desisti e enfiei todo o falo na minha boca até chegar ao fundo da garganta. Fiz isso com os olhos fechados para me concentrar, mas, quando os abri, olhei para ele, e ele estava olhando para o teto, com as mãos agarradas ao encosto do sofá. Ele me olhou nos olhos e disse:
- Que putinha safada, nunca ninguém tinha conseguido enfiar meu pau completamente numa boca, e olha você, parece que nasceu pra isso.
Da minha boca só saíam sons de saliva regurgitando, e só consegui... pisquei um olho, de repente senti suas mãos me agarrarem pela nuca me empurrando em direção à sua pelve, ficamos assim por quase 10 minutos até que senti que ele estava prestes a gozar, e como eu não queria que isso acabasse só no sexo oral, tirei ele da minha boca e apliquei uma técnica que vi na internet para atrasar a ejaculação de um homem, que consistia em pegar com uma mão a base do pau e apertar o suficiente para interromper o canal, e com a outra mão tampar a saída da uretra na cabeça, isso faz com que o esperma não saia, mas mesmo assim o orgasmo se completa (é uma forma muito boa de durar mais e se estiverem se masturbando é uma forma de quando decidirem gozar ser uma super gozada imensa e com um orgasmo sem igual) só se ouviu um gemido da parte do Luis enquanto seus olhos reviravam, minhas mãos terminaram cheias da minha própria saliva e foi aí que pude ver seu pau completamente ereto e brilhante graças à saliva fornecida pela minha boca. Media mais de 23 cm. Dava para pegar com minhas duas mãos e ainda sobressaía a cabeça pronta para entrar na minha boca, só dei mais umas chupadinhas para ele não gozar.
- Uau, o que você fez? - disse Luis ainda tremendo graças ao orgasmo que eu lhe causei.
- Nada, um presentinho que me ensinaram - pisquei um olho enquanto balançava seu pau.
- Pois agora é minha vez de te dar algo.
Nesse momento pensei que ele queria me comer e eu não estava em desacordo, por isso me levantei e abaixei a calça junto com a cueca, meu pau pulou com a cabeça vermelha por estar tão preso por tanto tempo. Quando eu ia me acomodar no sofá para que ele pudesse me penetrar, ele se ajoelhou e começou a pegá-la olhando diretamente, graças à excitação pela qual eu havia passado, meu pênis já havia começado a soltar líquido pré-seminal, aquele líquido transparente que é muito grudento mas muito gostoso, ele colocou a língua debaixo da minha cabeça fazendo com que aquele líquido caísse na sua língua, me surpreendeu o fato que Ele decidiu me chupar. Me jogou no sofá, invertendo a posição em que estávamos há alguns minutos. Sem nenhum problema, ele enfiou meus 18 cm na boca — meu pau estava prestes a explodir, quase enchendo o quarto de porra. Passaram-se quase 10 minutos enquanto ele metia meu pênis na boca, me dando uma das melhores mamadas que já recebi, quando de repente avisei que ia gozar. Então pedi que ele fizesse o mesmo que eu havia feito: pegou a base do meu pau com uma mão, mas com a outra esqueceu de tampar a cabeça. Não apertou tão forte, e um pequeno jato de sêmen brotou da minha glande, escorrendo pela mão dele. Ouvi:
— Desculpa, falta técnica, jojana, mas com você vou praticar.
Ele prosseguiu lambendo aquela gota de porra que descia lentamente até a mão, que ainda apertava. Me disse que queria me foder, mas também queria me sentir dentro dele:
— Você tem camisinha? — perguntei.
— Não, e você?
— Também não — respondi.
— Então vamos fazer assim mesmo?
— Acho melhor usar camisinha.
— Bom, o Oxxo mais perto fica a duas quadras. Vou correndo, não vá embora, hein?
— Ok, dá tempo de eu me limpar um pouco.
Ele saiu mais rápido que um raio. Fui ao banheiro lavar um pouco o cu para evitar inconvenientes. Como sou bem higiênico, não levei nem um minuto para verificar que não havia surpresas lá dentro. Ouvi a porta sendo batida com força, de um jeito desesperado. Sabia que era ele e pensei rapidamente em tirar toda a roupa para que me visse pronto. Me despi correndo enquanto ia até a porta; ele continuava batendo inquieto, esquecendo que tinha uma campainha.
Abri a porta só um pouco e me joguei no chão, ficando de quatro e mostrando minha bunda pronta para ser penetrada. Ele jogou no chão uma caixa com 20 camisinhas saborizadas e me disse para pegar uma. Sem me importar com o sabor, peguei a primeira e a abri. Quando tirei da embalagem, ele já estava com o pau quase ereto apontando para mim. coloquei a camisinha, e andei de quatro me afastando alguns passos dele e disse:
- Vai deixar essa putinha escapar?
Não terminei de falar isso quando senti que ele tinha se ajoelhado atrás de mim pressionando a cabeça do pau no meu cu, passaram uns 2 minutos tentando enfiar a cabecinha em mim, quando conseguiu dei um gritinho de dor e excitação, e virei a cabeça para olhar e fazer ele perceber a dor que estava me causando, mas ao olhar vi que na empolgação ele deixou a porta aberta, apontei e só senti ele se soltar de mim para correr e fechar a porta, corri para o sofá e fiquei de quatro na frente dele, de forma que ele pudesse ficar em pé e me foder, levantei minha bunda tentando abrir por completo para não sentir dor, mas graças a esse pauzão que ele tem, a dor era inevitável, ele empurrou de uma vez a pica no meu cu penetrando quase até a metade, mas por ser tão grossa senti que ele tinha enfiado tudo, minha cabeça estava apoiada no encosto do sofá e minhas mãos abrindo minha bunda, eu gemia como nunca tinha ouvido um homem gemer, só sentia a pica entrando e saindo do meu cu, as investidas foram acelerando até que ele conseguiu meter o pau todo em mim, senti que bateu no fundo, parecia que o pau ia sair pela minha pelve, ele me agarrou pela boca enfiando dois dedos e com a outra mão na minha cintura se apoiava para me comer como um animal, decidimos mudar de posição, para isso ele se sentou deixando o pau apontando para o céu e sem hesitar um momento fiquei em pé no sofá e sentei de frente para ele deixando minha bunda cair no pau dele, graças à dilatação que ele já tinha feito, entrou de uma vez e nessa posição senti que batia no meu estômago, foram então sacudidas que faziam vibrar toda a sala enquanto nós dois gemíamos como animais, minhas mãos foram para trás do pescoço dele para me segurar melhor, ele passou as mãos ajudando a abrir mais meu cu, passaram quase 15 minutos nessa posição, quando senti Como ele apertava minhas nádegas com força, o que me indicou que uma gozada era iminente, me soltei rapidamente dele e me ajoelhei para tirar a camisinha e começar a chupar seu pau. No primeiro momento, pensei em engolir toda a porra que saísse dele, mas graças ao fato de que seu pau tampava minha garganta quando ele gozou, ele apertou minha cabeça contra seu pênis e, quando tirei seu pau da boca, escorreu todo o sêmen quente da minha boca. No final, só senti um último jato saltar na minha cara, pude respirar e comecei a lamber todo o sêmen que saiu daquele macho que acabou de me foder. Não engoli o sêmen para me sentar na frente dele e mostrar toda a porra na minha boca. Quando mostrei o que havia recolhido, ele me agarrou e me beijou, tirando todo o sêmen da minha boca e engoliu ele mesmo, e me disse:
- Agora eu quero ser sua putinha suja, me dê toda a porra que você tiver
- Seus desejos serão concedidos
Deitei no sofá e peguei uma camisinha, cobrindo apenas a glande, e com uma habilidade majestosa, com a ajuda da boca, ele colocou uma camisinha verde no meu pau. Ele montou e, com um sentão, meu pau penetrou seu ânus, sem gemer nem nada, ele começou a cavalgar. Ao olhar seu rosto, só pude ver como ele mordia o lábio e, com os olhos fechados, franzia a testa em um esforço de excitação.
Agarrei seus mamilos com ambas as mãos e comecei a apertá-los um pouco, só podia admirar como seu majestoso pau saltava para cima e para baixo, soltando um pouco de líquido pré-seminal, o qual não hesitei em pegar e levar à minha boca. Passaram-se 20 minutos nessa posição, deixando ele ditar o ritmo, e quando estou prestes a gozar, só consegui soltar um gemido, e ele correu para pegar meu pênis com a mão para me masturbar e terminar o trabalho. Fiquei de pé na frente dele, e ele pegou minha glande e a introduziu na boca para pegar todo o sêmen (não é pra me gabar, mas o que me falta de tamanho no pau, tenho de leite). Enchi sua boca com pelo menos 4 jatos potentes, tirei meu pau de sua boca e Jorrei mais duas vezes na cara dele, ele engoliu o que tinha na boca e, com um olho cheio de porra, se levantou e eu limpei o rosto dele com minha língua, engolindo todo o leite que sobrou. Ele me beijou intensamente por pelo menos 2 minutos, peguei minha calça e vesti. Luis me disse:
- Não quer passar a noite aqui?
- Não, obrigado – respondi, achando que eram só meia-noite, mas quando olhei meu relógio, eram 4:30 da manhã.
- Então agora sim nos vemos na segunda-feira no trabalho.
Me despedi dando uma palmada na bunda dele, com Luis ainda pelado, e saí de casa dele, fui até meu carro.
Ao chegar em casa, percebi que ao andar meu cu estava meio dolorido, e era de se esperar, mas como a excitação já tinha passado, a dor começou a aparecer. Por sorte não durou mais do que aquela noite.
Vou colocar uma foto que pedi a ele semana passada, quando pensava em escrever esse relato, pra vocês verem o tamanho do pau que eu comi. Espero que gostem desse relato, por favor escrevam suas opiniões. Vou tentar postar mais histórias, só que essa é uma das melhores que tenho. Saudações e passem essas festas com seus familiares e fodam muito.
7 comentários - Minha primeira vez com um maduro