Amor de macho, pós-escrito

Como te contei, comecei a ir quase todo dia, entrava, me vestia de mulher e esperava ele, ficava um tempão com ele e depois ia pra casa, de vez em quando ficava pra dormir. Um dia ele me fala que quer tirar umas fotos, eu, toda boba, me arrumei bem puta e ele tirou um monte de fotos. — Olha o que vou fazer, minha putinha — sentamos na frente do computador e ele começou a postar minhas fotos com o rosto borrado num site de encontros. — Que porra você tá fazendo, doido? — Quero ver como os punheteiros vão ficar de pau duro — em menos de 10 minutos já tinha um monte de propostas, o filho da puta passava pro privado e se passava por mim, eu ficava toda excitada com as coisas que me propunham, ele dizia que eu tinha 17 anos e que adorava me vestir de mulher e que gostava de caras mais velhos, os caras ferviam, de repente um propõe me pagar e o safado pediu uma grana alta e o cara topou, isso me deixou a mil, comecei a passar a mão no pau dele, tirei pra fora e comecei a chupar enquanto ele continuava no computador, ele me pediu pra parar, eu tava explodindo de tesão. — Olha, daqui a pouco ele vem pra cá — Pra quê? — Pra quê você acha? Se você é minha putinha, tem que começar a trazer grana — Mas não tenho coragem, e se eu não gostar? — Ele ficou sério, nunca vi ele bravo — Olha, quando ele chegar, eu atendo na porta, pego a grana e você dá pra ele, entendeu? — Você me assusta, nunca te vi assim — Você faz o que eu mando, por acaso não é minha putinha? — Ele me beijou de língua e mandou eu me arrumar. Sozinha no quarto, enquanto me arrumava, sentia medo e excitação, ser usada era no fundo o que mais me excitava, a submissão. Me vesti bem puta, com uma regata bem justa sem sutiã, uma fio dental e uma mini saia bem curta, pouca maquiagem e com meus cachos bem bagunçados, esperei até baterem na porta. Abri e me deparei com um cara de uns 60 anos, gordo, de terno, com bigodinho e cabelo curto, parecia policial, era feio, queria morrer, tinha cara de nojento, não sabia o que fazer. — Me disseram que você se chama Belinda e que é a primeira vez. O que você tá fazendo? — Sei lá como fazer, você me pede — eu tava sendo simpática — e você é cara de pau, mocinha, tem que se comportar — eu faço o que quiser, cê gosta de mim? — sim, verdade, você é muito gostosa — mando ele sentar no sofá — e sento do lado, ele coloca a mão na minha cintura, me vira e começa a beijar meu pescoço, e com a outra mão aperta meus peitos, tô meio durinha, o cara não me atrai, mas quero agradar o Sérgio, começo a relaxar e ficar com tesão, procuro a boca dele e dou um chupão que deixa ele louco, passo a mão no volume dele e sinto como vai endurecendo aos poucos, continuo com a mão, ele abaixa meu top e eu esfrego os peitos na cara dele, tô deixando ele doido, ele fala um monte de putaria, me manda levantar, me vira, levanta minha saia e abaixa minha calcinha, minha bunda fica na cara dele, ele começa a chupar, lamber, lambe toda a minha racha, me inclino pra frente e abro bem o cu com as duas mãos, ele enfia a língua e me come com ela, começo a gemer um pouco de tesão e outro de puta pra deixar ele excitado, empurro a raba, ele enfia um dedo e depois dois, mete e tira com violência — continua, continua que esses dedos me deixam com muito tesão, enfia mais, mais — ele falava que eu era uma puta arrombada, que não acreditava que eu era uma novinha tão dada, pedi pra ele se despir e levei ele pra cama, ele tinha um pau interessante, não muito comprido, mas com a cabeça bem grossa, deitei ele e chupei o pau dele como uma louca, mordia, passei a língua até as bolas, o gordo suava e bufava — quero que você me coma, arrebenta meu cu, faz eu gozar, piranha — passei creme no cu todo e coloquei uma camisinha, era a primeira vez que eu colocava uma, virei e sentei naquele pau cabeçudo, entrou sozinho, meu cu tava bem dilatado e comecei a cavalgar, ele me segurou pela cintura e me comeu, eu comecei devagar, mas logo tava pulando no pau, com muito tesão, gozei entre gemidos e tremores, ele me afastou, se levantou e me fez ficar de quatro na beira da cama e começou a me comer com força, aí o tesão passou pra mim. mas eu me fazia de puta, pedindo mais até sentir que ele ia gozar, gozou que nem um cavalo, encheu a camisinha. Ele tirou de dentro de mim e pediu pra eu limpar com a boca, obedeci, tirei a camisinha e dei uma boa lambida, levei ele pro banheiro, lavei ele enquanto ele me dava uns chupões e me apalpava, me despedi com um beijo e ele me deixou uma gorjeta boa. Quando o Sérgio entrou, me perguntou o que eu tinha feito com o gordo que tava doido — fiz o que ele pediu e muito mais, como você me pediu — me fazendo de ofendida — vem cá, não fica brava, você é meu amor e o que fez hoje foi pra me ajudar — me beija na boca e eu peço pra ele me foder, a gente transou e ele pedia pra eu contar se eu tinha gostado — sim, gostei, gostei pra caralho de ter que foder o gordo nojento porque você pediu — você é minha putinha e vou te fazer dar pra todo mundo por dinheiro.

2 comentários - Amor de macho, pós-escrito

GIEGUI
Que caliente me puso imaginarme en esa situación