Love de Guy (Fim)

Aquela noite não consegui dormir de tanta excitação pelo que tinha vivido, meu cu doía e isso me excitava ainda mais, bati uma pensando no meu macho.
No dia seguinte, não via a hora de acabar a aula pra encontrar ele, saí do colégio e fui direto, toquei a campainha e ele veio até o portão me abrir, morria de vontade de beijar ele mas me segurei, — qual é a surpresa? — — já vai saber, meu amor — quando entramos no apê ele me disse que ia me apresentar um amigo que tinha chegado de surpresa, que eu não me assustasse, que era um cara gente boa, — mas ele sabe o que a gente faz? — perguntei — fica tranquilo, é um amigo —. Ele me apresenta, cumprimento o cara e ele me dá um beijo na bochecha, fiquei confuso, — quer um copo de cerveja, tá tenso, bebe assim você relaxa, estamos entre amigos — me acalmei um pouco. O cara é tão alto quanto o Sérgio (meu macho), se chamava Lalo, magro, simpático, com cabelo grisalho e barba fechada, sentamos num sofá eu e o Sérgio e ele na frente. Depois de umas cervejas e de falar besteira, o Sérgio disse que me conhecia há pouco tempo mas que tinha gostado muito de mim, fiquei vermelho mas sorri, — Lalo me perguntou como eu era como amante, — ah, não sei o que responder, tô com vergonha — — você não sabe como é quando ele veste as mini saias, me deixa louco — ele passa o braço no meu ombro e me beija, eu meio que recusei mas beijei ele de volta, — você disse que era minha putinha, não disse? — — sim, mas... — — então vai pro quarto e veste a roupinha que deixei em cima da cama — — mas você não me falou que ele ia estar aqui — falei assustado, — vai, é só pra ele ver como você é gostosa —, ele me levanta e me acompanha até o quarto, na porta me beija de novo, — confia em mim, não vai te acontecer nada de ruim, na cômoda estão as maquiagens, se arruma bem pra que meu amigo morra de inveja.
Enquanto me despia, minha cabeça girava, me vejo nu e percebo que tô de pau duro, a roupa era linda, uma tanga preta, uma saia tubo até abaixo do joelho da mesma cor. Um sutiã preto de renda e uma camisa branca com um só botão na altura do umbigo. Passei um batom vermelho intenso e um pouco de sombra nos olhos. Me encarei no espelho, com meus cachos bagunçados, tava arrasadora. A saia fazia minha bunda parecer de infarto, e a camisa deixava ver meus peitinhos através do sutiã. Sentia que tavam conversando na sala até eu sair, aí fez silêncio. — O que te falei, não é uma gostosa? — Verdade, dá vontade de comer ela, é um docinho!!! — Sérgio se levanta, me pega pela mão e me faz dar uma volta enquanto acaricia minha bunda. — Ela é minha putinha, desvirginei ela ontem, ainda deve estar doendo, haha — Nós três sentamos no sofá grande, me colocaram no meio. — E você gostou de como te comeu, meu amigo? — Sim, adorei — De repente me senti muito excitada, percebi que ia ficar com dois homens pelo rumo que as coisas tavam tomando, vestida de mulher, toda feminina com dois coroas, um que me deixava louca e o outro que não era nada mal. — Sérgio, você quer que eu fique com seu amigo? — falei já toda molhada, minha buceta pulsava e eu sentia os mamilos durinhos. — Viu que putinha linda que ela é, já quer te comer — Lalo se aproxima e me beija suavemente, eu respondo enfiando a língua até a garganta dele. Viro, olho pro Sérgio e beijo ele do mesmo jeito. Os dois se levantam e me levam pra cama. Devo confessar que tava voando de tesão, me sentia uma mulher prestes a ser comida por dois caras. Eles se despem e eu derreto ao ver aquelas pirocas pra mim. — Essa é a surpresa, gata — Lalo tinha um pau monstruoso, uns 20 cm, bem grosso e curvado pra cima. — Ele vai me destruir — falei, mas tava morrendo de vontade de chupar ele. Me sentam na cama e ficam apalpando meus peitos, me beijando, enquanto eu acaricio os dois paus que tão duríssimos. Coloco o do Sérgio na boca e começo a chupar, viro a cabeça e chupo a vara do Lalo, chupo as bolas dele, coloco os dois paus juntos na boca. Tô enlouquecida, me contorço, minha buceta pede pica. Fico de quatro e... A roupa toda bagunçada e eu chupo a pica do meu macho. Sinto que, por trás, o Lalo, com as mãos cheias de creme, enfia os dedos no meu cu e mete a língua. — Vou te foder, puta. — Fala, vai, não vê que eu quero ela dentro de mim? — De uma vez, ele enfia a pica até o talo. Enquanto a pica entra, o Sérgio levanta minha cabeça e olha nos meus olhos. Lágrimas de dor escorrem, eu gemo, choro e encaro ele. Ele me beija, e o outro continuava me comendo que nem um animal. O Sérgio coloca a pica na minha boca, e os dois me comem juntos. As estocadas estão me matando, mas nunca na minha vida, até hoje, senti tanto prazer. Eles enchem meu cu e minha boca de porra. Acho que gozei umas três vezes. A roupa, a cama e eu, tudo cheio de porra. Ficamos um tempão nos acariciando. — Quer que eu fique pra dormir? — perguntei. — Você topa? — Liguei pra casa e menti, disse que ia estudar na casa de um amigo. Tomei banho, ele me deu roupa limpa, comemos, me fez limpar a cozinha e lavar a louça. O amigo foi embora e ficamos sozinhos. Deitamos e dormi abraçado no meu macho. Bem cedo ele me acordou, tinha que ir trabalhar. Me fez chupar a pica dele até ele gozar. Me deu uma chave. — Deixa tudo arrumado e quero você aqui quando sair da escola. — Sim, meu amor. Se quiserem saber mais, perguntem no privado. Um beijo pra todos.

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