Fala, pessoal! Quero dividir essa experiência com vocês.
Há um tempo, me mudei pra Acassuso porque fico mais perto do trampo, num apê modesto de dois cômodos numa área bem bacana. O prédio era bem normal. Já estabelecido, comecei a conhecer o pessoal que morava lá, mas tinha um vizinho de 21 anos que era uma beleza.
Um dia, cruzei com ele no elevador e trocamos umas palavras, mas assim que ele me cumprimentou, o sotaque dele me chamou a atenção. Descobri que era colombiano (o sotaque colombiano me deixa duro) e que morava sozinho num apê que tinham emprestado pra ele.
Num sábado de manhã, a gente se encontrou voltando da corrida e ficamos conversando. Combinamos de correr juntos na semana seguinte ao redor do hipódromo. Por baixo da camiseta suada dele, dava pra ver um corpo magro, mas definido. O short marcava uma boa rabeta, mas era mais suposição minha do que certeza.
Devo admitir que não tenho tanquinho, mas como ex-jogador de rugby, sou fortão, então vesti uma regata pra sair pra correr. Desci pro térreo e fiquei esperando ele. Chegou 5 minutos atrasado e de legging. SIM!!! de legging!! sem volume, mas minhas suposições sobre a rabeta estavam erradas: ele tinha uma rabeta MELHOR do que parecia.
Começamos a correr, e em alguns momentos, como vinha gente correndo no sentido contrário, ele ou eu ficava na frente. Quando ele ficava na frente, comecei a falar que tinha uma vista muito boa (me referindo à rabeta dele). O cara, nem bobo nem lerdo, respondeu: "Valeu pelos agachamentos que faço e que vamos fazer depois".
Depois de 12 km de corrida, paramos na área de exercícios. Fizemos séries de flexões, agachamentos, abdominais, exercícios para as costas e alongamos.
Voltamos por volta das 11:30 e, antes de subir, perguntei se ele tinha planos pro meio-dia. Ele disse que não, então convidei ele pra almoçar lá pelas 13h. Às 12:30, ele bate na minha porta. Abro e vejo ele exatamente igual a quando saímos, com uma mochila (putz, pensei, o cara vai ter que sair), e ele fala:
- Posso entrar? Posso tomar um banho aqui? Meu aquecedor não liga e eu não entendo dessas paradas.
Eu, que estava de cueca com a toalha no ombro já banhado, nem pensei duas vezes e deixei ele entrar no banheiro.
Até aí, nada demais. Ele tomou banho e saiu todo vestido. Eu fiquei de short e sem camisa, e percebia ele me encarando. Depois de um tempo, vi que o volume dele já tava maior.
Comecei a falar que na série de exercícios tava doendo um pouco abaixo da virilha, e com a mão apertava a virilha de propósito pra ele ver o volume que eu tinha. O cara pegou um creme e falou:
— Passa isso aqui que vai aliviar.
Eu baixei o short e pedi pra ele me ajudar, se não fosse incomodar.
Aí começou tudo. Ele começou a passar o creme e meu pau ficou duro. Minha cueca tava explodindo de pau e saco. O cara não hesitou, me olhou, fiz um sinal de SIM, ele baixou o olhar, puxou a cueca e enfiou o pau na boca.
Ele chupou meu pau por 15 minutos, gozei na boca dele e ele continuou chupando bem devagar porque percebeu o sensível que eu fiquei depois da gozada.
Pouco tempo depois, tava DURO de novo. Puxei o cara, deitei ele no sofá, tirei tudo e comecei a chupar aquela bunda lisinha como se nunca tivesse chupado um cu assim. O cara gemia de prazer até que pediu pra eu comer ele.
Cuspi umas boas cusparadas no cu dele, cuspi no meu pau e enfiei de uma vez. Meti tão forte e com tanta força que tive que tampar a boca dele de tanto que ele gritava. Me deixou mais tesudo o fato de ele ter gozado e enchido o sofá de porra sem avisar. Agarrei ele pelo pescoço e cabelo e meti mais forte.
Tava quase gozando, tirei o pau, pedi pra ele abrir a boca e enchi a boca dele de porra de novo. Ele chupou meu pau até deixar limpinho. Pedi pra ele limpar a bagunça dele no sofá com a língua, e ele obedeceu. Terminou de limpar e o viciado voltou pro meu pau.
Demorei mais, mas pela terceira vez ele me deixou duro. Sentou em cima do meu pau, enfiou no cu e começou a cavalgar por um bom tempo. Depois saiu e ficou de quatro. Antes, cuspi de novo no cu dele e meti com força. Colocar minha pica na boca dele por um tempo, depois me virei e pedi pra ele chupar bem meu cu. O cara não só sabe chupar pica, como deixou meu cu quase implorando pela pica dele, mas a verdade é que ele era bem pequeno.
Ele se virou, coloquei ele de barriga pra cima e comecei a bombar forte até que, quando ia gozar e tirar a pica, ele implorou pra eu encher o cu dele de porra.
Aceitei, gozei dentro, e ele sentiu a pica pulsando e jorrando leite dentro.
Fiquei exausto, foram três fodas incríveis com um cara que vive tarado.
E é assim quase todo sábado ao meio-dia, ele se acaba de chupar minha pica e não sei por quanto tempo mais. Eu, por enquanto, tô curtindo e não pretendo parar. E se pintar um namoro, vou topar porque esse cara me enlouquece.
Tamo afim de chamar um terceiro que seja bem dotado e másculo, já vamos sair pra recrutar.
Tchau, amigos.
Há um tempo, me mudei pra Acassuso porque fico mais perto do trampo, num apê modesto de dois cômodos numa área bem bacana. O prédio era bem normal. Já estabelecido, comecei a conhecer o pessoal que morava lá, mas tinha um vizinho de 21 anos que era uma beleza.
Um dia, cruzei com ele no elevador e trocamos umas palavras, mas assim que ele me cumprimentou, o sotaque dele me chamou a atenção. Descobri que era colombiano (o sotaque colombiano me deixa duro) e que morava sozinho num apê que tinham emprestado pra ele.
Num sábado de manhã, a gente se encontrou voltando da corrida e ficamos conversando. Combinamos de correr juntos na semana seguinte ao redor do hipódromo. Por baixo da camiseta suada dele, dava pra ver um corpo magro, mas definido. O short marcava uma boa rabeta, mas era mais suposição minha do que certeza.
Devo admitir que não tenho tanquinho, mas como ex-jogador de rugby, sou fortão, então vesti uma regata pra sair pra correr. Desci pro térreo e fiquei esperando ele. Chegou 5 minutos atrasado e de legging. SIM!!! de legging!! sem volume, mas minhas suposições sobre a rabeta estavam erradas: ele tinha uma rabeta MELHOR do que parecia.
Começamos a correr, e em alguns momentos, como vinha gente correndo no sentido contrário, ele ou eu ficava na frente. Quando ele ficava na frente, comecei a falar que tinha uma vista muito boa (me referindo à rabeta dele). O cara, nem bobo nem lerdo, respondeu: "Valeu pelos agachamentos que faço e que vamos fazer depois".
Depois de 12 km de corrida, paramos na área de exercícios. Fizemos séries de flexões, agachamentos, abdominais, exercícios para as costas e alongamos.
Voltamos por volta das 11:30 e, antes de subir, perguntei se ele tinha planos pro meio-dia. Ele disse que não, então convidei ele pra almoçar lá pelas 13h. Às 12:30, ele bate na minha porta. Abro e vejo ele exatamente igual a quando saímos, com uma mochila (putz, pensei, o cara vai ter que sair), e ele fala:
- Posso entrar? Posso tomar um banho aqui? Meu aquecedor não liga e eu não entendo dessas paradas.
Eu, que estava de cueca com a toalha no ombro já banhado, nem pensei duas vezes e deixei ele entrar no banheiro.
Até aí, nada demais. Ele tomou banho e saiu todo vestido. Eu fiquei de short e sem camisa, e percebia ele me encarando. Depois de um tempo, vi que o volume dele já tava maior.
Comecei a falar que na série de exercícios tava doendo um pouco abaixo da virilha, e com a mão apertava a virilha de propósito pra ele ver o volume que eu tinha. O cara pegou um creme e falou:
— Passa isso aqui que vai aliviar.
Eu baixei o short e pedi pra ele me ajudar, se não fosse incomodar.
Aí começou tudo. Ele começou a passar o creme e meu pau ficou duro. Minha cueca tava explodindo de pau e saco. O cara não hesitou, me olhou, fiz um sinal de SIM, ele baixou o olhar, puxou a cueca e enfiou o pau na boca.
Ele chupou meu pau por 15 minutos, gozei na boca dele e ele continuou chupando bem devagar porque percebeu o sensível que eu fiquei depois da gozada.
Pouco tempo depois, tava DURO de novo. Puxei o cara, deitei ele no sofá, tirei tudo e comecei a chupar aquela bunda lisinha como se nunca tivesse chupado um cu assim. O cara gemia de prazer até que pediu pra eu comer ele.
Cuspi umas boas cusparadas no cu dele, cuspi no meu pau e enfiei de uma vez. Meti tão forte e com tanta força que tive que tampar a boca dele de tanto que ele gritava. Me deixou mais tesudo o fato de ele ter gozado e enchido o sofá de porra sem avisar. Agarrei ele pelo pescoço e cabelo e meti mais forte.
Tava quase gozando, tirei o pau, pedi pra ele abrir a boca e enchi a boca dele de porra de novo. Ele chupou meu pau até deixar limpinho. Pedi pra ele limpar a bagunça dele no sofá com a língua, e ele obedeceu. Terminou de limpar e o viciado voltou pro meu pau.
Demorei mais, mas pela terceira vez ele me deixou duro. Sentou em cima do meu pau, enfiou no cu e começou a cavalgar por um bom tempo. Depois saiu e ficou de quatro. Antes, cuspi de novo no cu dele e meti com força. Colocar minha pica na boca dele por um tempo, depois me virei e pedi pra ele chupar bem meu cu. O cara não só sabe chupar pica, como deixou meu cu quase implorando pela pica dele, mas a verdade é que ele era bem pequeno.
Ele se virou, coloquei ele de barriga pra cima e comecei a bombar forte até que, quando ia gozar e tirar a pica, ele implorou pra eu encher o cu dele de porra.
Aceitei, gozei dentro, e ele sentiu a pica pulsando e jorrando leite dentro.
Fiquei exausto, foram três fodas incríveis com um cara que vive tarado.
E é assim quase todo sábado ao meio-dia, ele se acaba de chupar minha pica e não sei por quanto tempo mais. Eu, por enquanto, tô curtindo e não pretendo parar. E se pintar um namoro, vou topar porque esse cara me enlouquece.
Tamo afim de chamar um terceiro que seja bem dotado e másculo, já vamos sair pra recrutar.
Tchau, amigos.
8 comentários - Comendo o vizinho gostoso