Enquanto transava com o tio, conheci o sobrinho
Aos meus 38, conheci Pedro, de 57. Ele tinha um sobrinho, Miguel (preferia ser chamado de Mike), de 19 anos.
Segunda, quarta e sexta ele ficava na casa do tio, porque saía tarde do estudo, já que morava a 15 km daqui e naquele horário não tinha ônibus pra voltar.
Pedro era tarado, adorava que eu chupasse o pau dele enquanto ele me dilatava o cu.
Numa quinta-feira, ele tirou da mesa de cabeceira um vibrador, dois consolos e gel dilatador, brinquedos que experimentei pela primeira vez, me fazendo gozar várias vezes seguidas, enquanto ele me ensinava em que posição ficar pra chupar a boca dele, enchendo minha língua e meus mamilos de porra enquanto os beliscava, arrancando uns gemidos meus.
Naquele dia, nem sei quanto tempo a gente ficou nessa.
Quando me levantei rápido, pelado, da porta do quarto vejo uma figura saindo dali pelo corredor sem luz, que dava pra sala ou pra cozinha.
Ao contar pro meu parceiro que tinha alguém, ele se levantou e encontrou o sobrinho tirando um copo d'água da geladeira, que disse ter vindo um dia antes porque precisava resolver uns trâmites cedo.
De onde eu estava, não dava pra ouvir nada. Me vesti e fui ver o que rolava.
Quando apareci, o tio me apresentou como um amigo que tinha ido arrumar o computador dele. Apertamos as mãos e ele se retirou bocejando pra dormir.
Dez minutos depois, a gente conversava com o tio na sala, quando ele saiu do quarto só de cueca, passou na minha frente — não consegui evitar de olhar ele todo. Aquele adônis tinha um corpo trabalhado e ainda por cima tinha o pau armado. Disse que tava com sede.
Serviu um suco e voltou me perguntando se eu era técnico de computador.
Ao responder que sim, virou pro tio e disse pra ele me passar o telefone depois, lembrando que o PC da casa dele tava quebrado e o notebook, aparentemente, com vírus.
— O tio vai pro Brasil semana que vem e vai esquecer de me passar teu número, melhor passar agora —
Pegou o celular na jaqueta pendurada no cabideiro ao lado. no sofá onde estava sentado, parando aquele calhamaço na minha cara, por poucos segundos.
Com o celular na mão, sentou num pufe ao lado do irmão da mãe dele pra me adicionar e terminar de tomar o suco.
— Mati, espero que não cobre muito caro, porque não tenho muita grana pra te pagar.
Respondi:
— Não esquenta, se não for muito, a gente vê como você paga, no último caso cobro do seu tio.
— Beleza, trago os computadores pra cá e te ligo, vou dormir.
Ele se despediu e foi embora. Aí pude ver as costas dele, não largas, musculosas, e aquele rabo empinado redondo, pareciam esculpidos à mão.
Pedro me contou que Mike tinha outro irmão de 18, moravam com a mãe, viúva.
Também que várias vezes tinha encontrado ele lá, na cama com as namoradas, não imaginava que o sobrinho gostasse de homens, mas saindo daquele jeito, de cueca e ereto como estava, o tio achou que foi praticamente pra provocar, já tava na dúvida se ele era 100% hétero.
— Conheço ele bem, tenho certeza que vou pro Brasil e ele vai te ligar com a desculpa dos computadores, pra tentar te comer, e você que curte mais a pica que doce de leite, com certeza vai vir correndo.
— Deixa eu vir? Se não quiser, não faço. Além do mais, acha que um cara desses vai querer algo comigo, ainda mais se gosta de mulher? Eu sou a coisa mais antifeminina que existe e você sabe.
— É, sei lá, tava muito dura, talvez ele tenha visto muito mais do que a gente imagina, não tenho ciúmes, já sou um cara velho, se rolar fazer algo, façam, prefiro que esteja com você do que com outro que eu não conheça. Meus brinquedos eu levo por via das dúvidas! Agora que lembrei o que a gente tava fazendo, olha como ficou?
E ele se levantou me mostrando o volume, ao baixar a calça, não tava de cueca por ter saído apressado do quarto, pediu pra eu me ajoelhar com as mãos pra trás pra fazer uma nova garganta profunda, me provocando dessa vez com várias ânsias, muita saliva que fazia ele espalhar com minha língua como se fosse um pincel. Enquanto isso, eu não podia desviar o olhar dos olhos dele.
Era muito barulho que ele fazia com a garganta cheia de carne.
Em um momento, vemos o sobrinho aparecer pelado.
Ele pergunta pro tio:
— Me deixa experimentar como esse viado chupa? Bati uma punheta vendo como você fez ele gozar duas vezes e olha como eu ainda tô durasso!
Pedro disse pra ele não se expressar com esses termos, me perguntou se eu queria e fui direto na pica do Mike, comprida como a do tio, mas mais grossa, tinha cheiro de sêmen. Beijei a cabeça dela, depois o contorno, até chegar nos colhões, me entretendo um pouco com eles, subi e, com um pouco de dificuldade, chupei ela inteira.
Na quarta ou quinta estocada, ele disse:
— Mati, você não pode chupar assim, nenhuma das minhas namoradas compete com essa boca!
Olhei pra ele e, ao ter ela toda dentro de novo, molhadinha, ele começou a jorrar muito, mas muito leite com pressão. Quando ele tirou ela de entre meus lábios, continuou esguichando um pouco no meu rosto enquanto eu agradecia ao tio.
— Nunca tinha chupado outro cara, mas seu amigo é muito bom nisso.
Minha excitação fez eu masturbar o Pedro, enquanto com a língua limpava a do sobrinho, ainda dura.
Ele dirigindo o olhar pro que eu tava fazendo:
— Viu que não baixa? Não quer que eu te coma? Com certeza vai gostar mais do que dos consolos!
Fiquei vermelho e perguntei:
— Quanto tempo você ficou olhando?
— Sei lá, quando o tio subiu em cima de você, tirou sua camiseta, chupou seus peitos, você pediu a pica na boca e não só ele te deu como enfiou ela contra o encosto da cama, gozando. Você sem se tocar e quase sem ter ela dura também, e tudo que veio depois... Bom, quer que eu te coma?
O cara tinha visto tudo que rolou com o tio quase desde o começo.
Eu continuava de joelhos, mas sem acariciar eles mais, a excitação tinha ido embora.
— A verdade, não esperava por isso, Mike. Conheço o Pedro há pouco tempo, mas nas vezes que a gente ficou, me diverti. Hoje, pela primeira vez, experimentei esses brinquedos. E, além disso, chupei o tio e o sobrinho, juntos. É muita coisa pra mim e tô com a bunda meio dolorida. Se quiserem, outro dia a gente se junta os três e manda ver. Fechou?-
Pedro respondeu:
- Eu, passo. O de agora foi de boa, mas na cama prefiro ficar com uma pessoa só. Você, Miguel, já falei com o Mati, se quiser chamar ele quando eu for embora, sem problema. Tô morto, minha pica tá ardendo.-
Nós três caímos na risada, aí percebi que o Miguel queria mais, mas optei por falar que também tava cansado. Peguei minhas coisas, dei um beijo na boca do Pedro, que ia tomar banho, e o outro (que ainda tava pelado) me acompanhou até a porta. No caminho, deixei ele apalpar minha bunda.
Ele não queria que eu fosse embora, me pegou de costas pra ele e falou no meu ouvido:
- Sua puta, eu sei que o tio não gosta quando te chamo assim, mas dá pra ver que te excita. Agora, olha como você me deixa?-
Fiquei com o rosto encostado na porta, ele pegou minha mão e levou pra tocar nele.
Não resisti.
Ele baixou minha calça de ginástica, lambeu dois dedos e, babados, enfiou no meu cu.
Doía um pouco, mas com os consolos eu já tava bem dilatado. Me abaixei um pouco, levei o pau dele até meu ânus e pressionei pra trás pra sentir ele todo dentro.
Suspirei, ele tapou minha boca e começou uma metida lenta, vai e vem.
Em voz baixa:
- Já imaginava que com os brinquedos que enfiaram em você eu ia conseguir te penetrar de primeira. Gosto de como você joga a bunda pra trás pra sentir mais. Vou deixar toda minha porra dentro de você pra quando chegar em casa; você tira e chupa seus dedos, se masturbando pensando em mim.-
A pressa, a excitação e as palavras dele traíram ele. Ele me bombou por uns três minutos no máximo e eu senti ele inchar dentro de mim, gozando.
Levantei minha calça e olhei pra ele:
- Aliviou a tensão, cara? Você me excita, é todo machão falando, mas não sabe foder. Talvez essa puta possa te ensinar umas coisas pra você não gozar tão rápido. Semana que vem me liga, traz as máquinas, a gente vê de arrumar elas e fazemos um trato. algo.-
Segurei a boca dele e beijei, queria meter língua mas ele não deixou, virei as costas, abri a porta e fui embora.
Cheguei em casa de táxi, óbvio que me despi e levei à boca os restos deixados pelo Miguel, com os dedos de uma mão enquanto com a outra me masturbei.
Aquele fim de semana inteiro ele me encheu de mensagens, contando as fantasias que tinha pra fazer, o que ele gostava e o que mais o excitava no sexo.
Quando chegou segunda-feira e o Pedro tinha viajado, ele me convidou pra jantar.
Ficamos dois dias, mas isso é outra história.
Continua.
Aos meus 38, conheci Pedro, de 57. Ele tinha um sobrinho, Miguel (preferia ser chamado de Mike), de 19 anos.
Segunda, quarta e sexta ele ficava na casa do tio, porque saía tarde do estudo, já que morava a 15 km daqui e naquele horário não tinha ônibus pra voltar.
Pedro era tarado, adorava que eu chupasse o pau dele enquanto ele me dilatava o cu.
Numa quinta-feira, ele tirou da mesa de cabeceira um vibrador, dois consolos e gel dilatador, brinquedos que experimentei pela primeira vez, me fazendo gozar várias vezes seguidas, enquanto ele me ensinava em que posição ficar pra chupar a boca dele, enchendo minha língua e meus mamilos de porra enquanto os beliscava, arrancando uns gemidos meus.
Naquele dia, nem sei quanto tempo a gente ficou nessa.
Quando me levantei rápido, pelado, da porta do quarto vejo uma figura saindo dali pelo corredor sem luz, que dava pra sala ou pra cozinha.
Ao contar pro meu parceiro que tinha alguém, ele se levantou e encontrou o sobrinho tirando um copo d'água da geladeira, que disse ter vindo um dia antes porque precisava resolver uns trâmites cedo.
De onde eu estava, não dava pra ouvir nada. Me vesti e fui ver o que rolava.
Quando apareci, o tio me apresentou como um amigo que tinha ido arrumar o computador dele. Apertamos as mãos e ele se retirou bocejando pra dormir.
Dez minutos depois, a gente conversava com o tio na sala, quando ele saiu do quarto só de cueca, passou na minha frente — não consegui evitar de olhar ele todo. Aquele adônis tinha um corpo trabalhado e ainda por cima tinha o pau armado. Disse que tava com sede.
Serviu um suco e voltou me perguntando se eu era técnico de computador.
Ao responder que sim, virou pro tio e disse pra ele me passar o telefone depois, lembrando que o PC da casa dele tava quebrado e o notebook, aparentemente, com vírus.
— O tio vai pro Brasil semana que vem e vai esquecer de me passar teu número, melhor passar agora —
Pegou o celular na jaqueta pendurada no cabideiro ao lado. no sofá onde estava sentado, parando aquele calhamaço na minha cara, por poucos segundos.
Com o celular na mão, sentou num pufe ao lado do irmão da mãe dele pra me adicionar e terminar de tomar o suco.
— Mati, espero que não cobre muito caro, porque não tenho muita grana pra te pagar.
Respondi:
— Não esquenta, se não for muito, a gente vê como você paga, no último caso cobro do seu tio.
— Beleza, trago os computadores pra cá e te ligo, vou dormir.
Ele se despediu e foi embora. Aí pude ver as costas dele, não largas, musculosas, e aquele rabo empinado redondo, pareciam esculpidos à mão.
Pedro me contou que Mike tinha outro irmão de 18, moravam com a mãe, viúva.
Também que várias vezes tinha encontrado ele lá, na cama com as namoradas, não imaginava que o sobrinho gostasse de homens, mas saindo daquele jeito, de cueca e ereto como estava, o tio achou que foi praticamente pra provocar, já tava na dúvida se ele era 100% hétero.
— Conheço ele bem, tenho certeza que vou pro Brasil e ele vai te ligar com a desculpa dos computadores, pra tentar te comer, e você que curte mais a pica que doce de leite, com certeza vai vir correndo.
— Deixa eu vir? Se não quiser, não faço. Além do mais, acha que um cara desses vai querer algo comigo, ainda mais se gosta de mulher? Eu sou a coisa mais antifeminina que existe e você sabe.
— É, sei lá, tava muito dura, talvez ele tenha visto muito mais do que a gente imagina, não tenho ciúmes, já sou um cara velho, se rolar fazer algo, façam, prefiro que esteja com você do que com outro que eu não conheça. Meus brinquedos eu levo por via das dúvidas! Agora que lembrei o que a gente tava fazendo, olha como ficou?
E ele se levantou me mostrando o volume, ao baixar a calça, não tava de cueca por ter saído apressado do quarto, pediu pra eu me ajoelhar com as mãos pra trás pra fazer uma nova garganta profunda, me provocando dessa vez com várias ânsias, muita saliva que fazia ele espalhar com minha língua como se fosse um pincel. Enquanto isso, eu não podia desviar o olhar dos olhos dele.
Era muito barulho que ele fazia com a garganta cheia de carne.
Em um momento, vemos o sobrinho aparecer pelado.
Ele pergunta pro tio:
— Me deixa experimentar como esse viado chupa? Bati uma punheta vendo como você fez ele gozar duas vezes e olha como eu ainda tô durasso!
Pedro disse pra ele não se expressar com esses termos, me perguntou se eu queria e fui direto na pica do Mike, comprida como a do tio, mas mais grossa, tinha cheiro de sêmen. Beijei a cabeça dela, depois o contorno, até chegar nos colhões, me entretendo um pouco com eles, subi e, com um pouco de dificuldade, chupei ela inteira.
Na quarta ou quinta estocada, ele disse:
— Mati, você não pode chupar assim, nenhuma das minhas namoradas compete com essa boca!
Olhei pra ele e, ao ter ela toda dentro de novo, molhadinha, ele começou a jorrar muito, mas muito leite com pressão. Quando ele tirou ela de entre meus lábios, continuou esguichando um pouco no meu rosto enquanto eu agradecia ao tio.
— Nunca tinha chupado outro cara, mas seu amigo é muito bom nisso.
Minha excitação fez eu masturbar o Pedro, enquanto com a língua limpava a do sobrinho, ainda dura.
Ele dirigindo o olhar pro que eu tava fazendo:
— Viu que não baixa? Não quer que eu te coma? Com certeza vai gostar mais do que dos consolos!
Fiquei vermelho e perguntei:
— Quanto tempo você ficou olhando?
— Sei lá, quando o tio subiu em cima de você, tirou sua camiseta, chupou seus peitos, você pediu a pica na boca e não só ele te deu como enfiou ela contra o encosto da cama, gozando. Você sem se tocar e quase sem ter ela dura também, e tudo que veio depois... Bom, quer que eu te coma?
O cara tinha visto tudo que rolou com o tio quase desde o começo.
Eu continuava de joelhos, mas sem acariciar eles mais, a excitação tinha ido embora.
— A verdade, não esperava por isso, Mike. Conheço o Pedro há pouco tempo, mas nas vezes que a gente ficou, me diverti. Hoje, pela primeira vez, experimentei esses brinquedos. E, além disso, chupei o tio e o sobrinho, juntos. É muita coisa pra mim e tô com a bunda meio dolorida. Se quiserem, outro dia a gente se junta os três e manda ver. Fechou?-
Pedro respondeu:
- Eu, passo. O de agora foi de boa, mas na cama prefiro ficar com uma pessoa só. Você, Miguel, já falei com o Mati, se quiser chamar ele quando eu for embora, sem problema. Tô morto, minha pica tá ardendo.-
Nós três caímos na risada, aí percebi que o Miguel queria mais, mas optei por falar que também tava cansado. Peguei minhas coisas, dei um beijo na boca do Pedro, que ia tomar banho, e o outro (que ainda tava pelado) me acompanhou até a porta. No caminho, deixei ele apalpar minha bunda.
Ele não queria que eu fosse embora, me pegou de costas pra ele e falou no meu ouvido:
- Sua puta, eu sei que o tio não gosta quando te chamo assim, mas dá pra ver que te excita. Agora, olha como você me deixa?-
Fiquei com o rosto encostado na porta, ele pegou minha mão e levou pra tocar nele.
Não resisti.
Ele baixou minha calça de ginástica, lambeu dois dedos e, babados, enfiou no meu cu.
Doía um pouco, mas com os consolos eu já tava bem dilatado. Me abaixei um pouco, levei o pau dele até meu ânus e pressionei pra trás pra sentir ele todo dentro.
Suspirei, ele tapou minha boca e começou uma metida lenta, vai e vem.
Em voz baixa:
- Já imaginava que com os brinquedos que enfiaram em você eu ia conseguir te penetrar de primeira. Gosto de como você joga a bunda pra trás pra sentir mais. Vou deixar toda minha porra dentro de você pra quando chegar em casa; você tira e chupa seus dedos, se masturbando pensando em mim.-
A pressa, a excitação e as palavras dele traíram ele. Ele me bombou por uns três minutos no máximo e eu senti ele inchar dentro de mim, gozando.
Levantei minha calça e olhei pra ele:
- Aliviou a tensão, cara? Você me excita, é todo machão falando, mas não sabe foder. Talvez essa puta possa te ensinar umas coisas pra você não gozar tão rápido. Semana que vem me liga, traz as máquinas, a gente vê de arrumar elas e fazemos um trato. algo.-
Segurei a boca dele e beijei, queria meter língua mas ele não deixou, virei as costas, abri a porta e fui embora.
Cheguei em casa de táxi, óbvio que me despi e levei à boca os restos deixados pelo Miguel, com os dedos de uma mão enquanto com a outra me masturbei.
Aquele fim de semana inteiro ele me encheu de mensagens, contando as fantasias que tinha pra fazer, o que ele gostava e o que mais o excitava no sexo.
Quando chegou segunda-feira e o Pedro tinha viajado, ele me convidou pra jantar.
Ficamos dois dias, mas isso é outra história.
Continua.
10 comentários - Tio e sobrinho
Muy bueno !!
Gracias por compartir 👍
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos.
Buen relato, van ocho puntos