Diria que sou fantasioso, até meio mórbido. Na adolescência, eu costumava entrar em todos os banheiros públicos que encontrava e ler os escritos nas portas ou paredes, oferecendo sexo oral ou outras coisas, seja pra ser penetrado ou pra ser quem fazia. Usava esses escritos pra me masturbar com cada um deles, imaginando realizar algo do que lia.
Já contei que sou bi e as relações sexuais (heteros, digamos) começaram no final dos meus dezesseis anos, aumentando aos dezessete com uma namorada de catorze e algumas amigas dela. Nós dois tínhamos muitos sonhos eróticos que fomos realizando ao longo de três anos. Terminado esse namoro, vieram várias outras garotas até a atual, embora com a primeira a gente continuasse se vendo só por prazer.
Também na minha cabeça, ficaram rondando as lembranças das picas dos vizinhos mais velhos, as dos meus ex-colegas e, principalmente, a que chupei de um vizinho mais novo, e acendiam de novo a vontade de ficar com alguém do meu sexo.
Vale dizer que com a primeira garota a gente praticava sexo anal, e ela dizia que gozava tanto ou mais do que no vaginal. Ela virou uma verdadeira profissional chupando a rola, adorava olhar pra ela, me tornei um viciado na boca dela, na língua, nas mãos. Não tinha um momento em que a gente não estivesse procurando algum lugar escondido, não importava a hora, pra eu abaixar o zíper e fazer aquilo de novo e de novo. Dava pra ver a paixão junto com a vontade de ter ela entre os lábios, molhar, saborear, descer, comer minhas bolas ou passar direto até o cu, beijar, acariciar e voltar com a língua até a cabeça do pau, como se fosse um pintor de parede que vai de um lado pro outro com um pincel, tomando todo o leite como objetivo final. Até uma vez, a pedido dela, ela me penetrou com dois dedos lubrificados com bastante saliva, me fazendo gozar de um jeito maravilhoso.
As imagens da cara da minha namorada gozando, junto com as que eu tinha do meu vizinho, somadas às minhas Masturbações me introduzindo no cu, objetos de plástico nunca muito grandes nem grossos, fizeram com que minha tesão não aguentasse por muito tempo.
Numa sexta, saí com vários amigos pra dançar, bebi demais e, como se fosse uma voz interna pedindo, me despedi de todos com a desculpa de que tava com sono – estranho pra eles, já que eram três da manhã e tão acostumados a ficar até tarde. Fui de carro até um cinema pornô, realizando uma curiosidade que eu tinha.
Segundo me falaram, era uma espécie de porão bem grande, que tinha uma sala gay, uma hétero, três tipos de reservados com sofás compridos em cada um, e uma sala escura com divisórias e vários pufes nas laterais, além de sofás de cimento com almofadas cortadas em formas eróticas.
Estacionei a uma quadra do lugar, desci as escadas, uma porta elétrica se abriu e, ao entrar por um vidro polarizado lá dentro, através de uma janelinha, me informam o valor da entrada, que pago. Junto com o ingresso, me entregam uma camisinha e um gel lubrificante (ideia que seria boa dar pra vários motéis pra colocarem em prática).
O cinema, exatamente como me descreveram, era grande e escuro. Tava bem cheio. Fui pra sala gay, sentei numa fileira perto do fundo que não tinha ninguém nos sete lugares de largura, e comecei a sentir que, atrás de mim, um cara tava dando um boquete foda – pelo que dava pra ouvir – num outro cara bem mais velho e grandalhão. Devo contar que, quando entrei na sala e fui me sentar, vi esse último cara que, mesmo no escuro, dava pra notar os ombrões largos e a barriga não muito grande.
O barulho da chupada, com os gemidinhos, me excitou pra caralho. Em poucos minutos, quando virei a cabeça pra esquerda pra tentar ver o que rolava atrás, sinto do lado direito alguém começando a tocar minha perna, subindo devagar até meu pau. Quando viro pra ver quem era "o acariciador", vejo um homem de uns cinquenta anos, moreno, com um corpo bem menor que o do cara do fundo, que pega minha mão e leva até o volume dele enquanto com a outra mão desabotoa minha calça, puxando meu pau totalmente ereto. Imitei o que ele fez e me aproximei um pouco mais, levando também minha outra mão pra abaixar o zíper dele, liberando o instrumento que, meio mole, tinha uns dezesseis centímetros de comprimento por quatro de grossura e ia crescendo aos poucos, o que me fez olhar pra ele. Sem nenhum comentário, ele passou uma mão atrás do meu pescoço, me puxando pra boca dele, beijando, enfiando a língua, e na hora me deu um arrepio.
Ele me pergunta o que tava rolando, respondo que era a primeira vez que beijava um homem, o que de repente me deu muita vontade de continuar experimentando. A gente continuou se beijando, sentindo uma mão indo pro meu cu, o que acelera ainda mais minha respiração. Percebendo isso, ele propõe que a gente fosse pro setor dos reservados. Atravessamos um corredor onde dava pra ver bastante gente encostada na parede esperando fazer algum contato ou outros conversando. A gente parou num setor ainda mais escuro e meu "recém-conhecido" bate numa porta. Como não ouviu resposta, entramos numa espécie de cabine (depois soube que só tinha três no lugar) que tinha dois sofás, um menor e outro maior. A porta não tinha chave, então tranquei com o sofá menor. Enquanto isso, meu parceiro, parado encostado na parede, baixou a calça, me puxa pra perto dele, pega minha cabeça e a gente continua o que começou na sala, se beijando sem freio, com as duas mãos dele no meu rosto me olhando e me tratando de "cara", pergunta até onde eu topava ir. Minha resposta foi rápida, desafiando ele a fazer tudo que tivesse vontade. Com cara de vencedor, ele afirma pra eu preparar a bunda porque naquela noite eu ia sair cansado de ter recebi tanta porra. Depois do que ele disse, me fez ajoelhar pra chupar ele e comecei a fazer o que tanto tinha gostado que aquela primeira namorada fizesse em mim. Enchi minha mão de saliva, segurei ele, beijando e passando a língua, lubrificando muito mais, conseguindo molhar de um jeito que, ao acariciar, meus dedos deslizavam como se fosse óleo. Fazendo isso, olhava como ele gozava de olhos fechados.
Dobrei minha “provocação”, enfiando ele todo na boca, ação que levou um tempinho, com engasgos no meio, já que tava totalmente duro, medindo, suponho, não menos que dezessete centímetros de comprimento por uns quatro de largura. Depois de me acostumar, me animei a ir até o fundo e com minha língua consegui acariciar os testículos (fantasia realizada graças a ter o freio cortado), obtendo um resultado tão excitante pra ele que gritava como eu chupava bem. Ele tirou da minha boca e espalhou toda a porra na minha cara. Confesso que fiquei com um pouco de vergonha, por isso não provei o gosto do sêmen e me limpei um pouco com a camiseta dele que tava jogada no chão, sem ele perceber, porque continuava de olhos fechados dizendo como eu tinha sido boa.
Me levantei quase com orgulho de saber o resultado da pergunta se ele tinha gostado, com resposta afirmativa ele pega minha cara e, sem parar de nos beijar, caímos no sofá comprido, meu corpo sobre o dele, me acariciando, abaixa e tira minha calça, começa a apalpar minha bunda. Sem separar nossos lábios, acaricio o pau dele de novo. Ele pega o gel lubrificante que deram na entrada, passa em toda a minha área anal e bem devagar me penetra com um dedo de uma mão, alternando com o outro da outra, abrindo minhas nádegas, enquanto isso continuo batendo uma pra ele e com a boca dele colada na minha.
Finalmente ia conhecer o prazer que minha ex tanto falava que o anal dava.
Conseguiu me dilatar alternando um ou dois dedos de cada vez até o fundo, com três sempre bem devagar e lubrificado, sem Me fazer sentir dor.
Sem mudar de posição, ia começar a sentar em cima do instrumento e, naquele exato momento, três batidas na porta. Pensei que ele diria que estava ocupado, ou algo assim, mas não, ele gritou que ainda não. Ainda por cima, olhei para ele desconfiada e ele me confessa que tinha apostado com mais três caras que me levaria para o reservado onde estávamos, primeiro ele me comeria e depois os outros três entrariam para terminar de me enfiar numa suruba.
Falei que ele estava bêbado, que só tinha ido naquele lugar porque queria experimentar como era ficar com outro, mas que não queria participar de uma festa daquelas.
Ele respondeu que eu tinha caído muito bem pra ele e que era a primeira vez que outro cara, sem se fazer de putão, de macho pra macho, chupava a pica dele daquele jeito. Quando viu que eu vesti o moletom e me arrumava pra ir embora, ele pediu desculpas e perguntou se podia me dar um número de telefone pra me encontrar e continuar o que a gente tinha começado, só nós dois, mas eu falei que não tinha telefone, nem vontade de fazer mais nada. Ao abrir a porta, me deparei com aquelas três pessoas que, ainda bem, não disseram nem fizeram nada pra me segurar. Devo dizer que até hoje continuo do mesmo jeito que naquela época, tenho um metro e setenta e três, sou de ombros largos e físico bem grande, talvez por isso, mesmo que estivessem em maior número, devem ter pensado que não ia ser tão fácil o que apostaram.
Saí daquela área confuso, com tesão, mas puto da vida, entrei na sala hétero, que ficava perto da porta do lugar, pra sentar um pouco e terminar de bater uma pelo que tinha vivido. Não tinha ninguém e aproveitei pra desabotoar o botão da calça e abaixar o zíper, me sentando no último banco. Essa sala, diferente da outra, tinha duas portas, uma no meio, enquanto a outra ficava à direita de onde eu estava e um pouco mais atrás, dificultando a visão de quem entrava. Por isso, sem perceber, sinto uma pessoa que estava em pé esfregando o volume da calça no meu ombro. Devagar, olhei pra trás e era o primeiro cara que eu tinha visto quando entrei na boate gay, com a calça semi-arriada mostrando o pau dele descaradamente. Não era maior nem mais grosso que o anterior e, sem pensar muito, fiz com ele também. Só que não fiquei com ele na boca por muito tempo, porque sugeri, sem rodeios nem nada, que ele me penetrasse.
A situação, por acaso, era ideal: eu tava com a buceta lubrificada e dilatada pelo outro, e ainda por cima ele era menor e mais fino. Então, sem pensar duas vezes, fui pro fundo da sala, arriei a calça até o joelho, peguei o pau dele, coloquei a camisinha que me deram na entrada, me agachei na frente dele apoiando as mãos no banco onde eu tava minutos antes. E esse cara, comentando que tinha ficado muito excitado com o outro mano que tinha chupado ele e não gozou, me pegou pela cintura e começou a me comer de um jeito muito suave. Ele enfiava a cabeça até a metade, tirava, depois várias vezes até entrar por completo, e tirava de novo. Foi tão suave que, quando senti que ele tinha entrado de novo, comecei eu mesmo a ir em direção a ele. A partir daí, era uma delícia sentir as investidas desse senhor. Foi tão excitante que pedi pra ele meter mais, me comer, que eu adorava. Ele acelerou os movimentos, avisando que ia gozar. Na hora, senti ele inchando dentro de mim e explodindo de prazer.
Ele tirou a camisinha e jogou de lado. Nós dois subimos a roupa e nos despedimos.
Não me arrependo de ter recusado ficar com os outros, porque não era o que eu procurava. Graças a isso, encontrei outra coisa que realizou um desejo que eu tinha há tempos.
Depois, voltei ao cinema mais algumas vezes, mas isso eu conto outra hora.
Já contei que sou bi e as relações sexuais (heteros, digamos) começaram no final dos meus dezesseis anos, aumentando aos dezessete com uma namorada de catorze e algumas amigas dela. Nós dois tínhamos muitos sonhos eróticos que fomos realizando ao longo de três anos. Terminado esse namoro, vieram várias outras garotas até a atual, embora com a primeira a gente continuasse se vendo só por prazer.
Também na minha cabeça, ficaram rondando as lembranças das picas dos vizinhos mais velhos, as dos meus ex-colegas e, principalmente, a que chupei de um vizinho mais novo, e acendiam de novo a vontade de ficar com alguém do meu sexo.
Vale dizer que com a primeira garota a gente praticava sexo anal, e ela dizia que gozava tanto ou mais do que no vaginal. Ela virou uma verdadeira profissional chupando a rola, adorava olhar pra ela, me tornei um viciado na boca dela, na língua, nas mãos. Não tinha um momento em que a gente não estivesse procurando algum lugar escondido, não importava a hora, pra eu abaixar o zíper e fazer aquilo de novo e de novo. Dava pra ver a paixão junto com a vontade de ter ela entre os lábios, molhar, saborear, descer, comer minhas bolas ou passar direto até o cu, beijar, acariciar e voltar com a língua até a cabeça do pau, como se fosse um pintor de parede que vai de um lado pro outro com um pincel, tomando todo o leite como objetivo final. Até uma vez, a pedido dela, ela me penetrou com dois dedos lubrificados com bastante saliva, me fazendo gozar de um jeito maravilhoso.
As imagens da cara da minha namorada gozando, junto com as que eu tinha do meu vizinho, somadas às minhas Masturbações me introduzindo no cu, objetos de plástico nunca muito grandes nem grossos, fizeram com que minha tesão não aguentasse por muito tempo.
Numa sexta, saí com vários amigos pra dançar, bebi demais e, como se fosse uma voz interna pedindo, me despedi de todos com a desculpa de que tava com sono – estranho pra eles, já que eram três da manhã e tão acostumados a ficar até tarde. Fui de carro até um cinema pornô, realizando uma curiosidade que eu tinha.
Segundo me falaram, era uma espécie de porão bem grande, que tinha uma sala gay, uma hétero, três tipos de reservados com sofás compridos em cada um, e uma sala escura com divisórias e vários pufes nas laterais, além de sofás de cimento com almofadas cortadas em formas eróticas.
Estacionei a uma quadra do lugar, desci as escadas, uma porta elétrica se abriu e, ao entrar por um vidro polarizado lá dentro, através de uma janelinha, me informam o valor da entrada, que pago. Junto com o ingresso, me entregam uma camisinha e um gel lubrificante (ideia que seria boa dar pra vários motéis pra colocarem em prática).
O cinema, exatamente como me descreveram, era grande e escuro. Tava bem cheio. Fui pra sala gay, sentei numa fileira perto do fundo que não tinha ninguém nos sete lugares de largura, e comecei a sentir que, atrás de mim, um cara tava dando um boquete foda – pelo que dava pra ouvir – num outro cara bem mais velho e grandalhão. Devo contar que, quando entrei na sala e fui me sentar, vi esse último cara que, mesmo no escuro, dava pra notar os ombrões largos e a barriga não muito grande.
O barulho da chupada, com os gemidinhos, me excitou pra caralho. Em poucos minutos, quando virei a cabeça pra esquerda pra tentar ver o que rolava atrás, sinto do lado direito alguém começando a tocar minha perna, subindo devagar até meu pau. Quando viro pra ver quem era "o acariciador", vejo um homem de uns cinquenta anos, moreno, com um corpo bem menor que o do cara do fundo, que pega minha mão e leva até o volume dele enquanto com a outra mão desabotoa minha calça, puxando meu pau totalmente ereto. Imitei o que ele fez e me aproximei um pouco mais, levando também minha outra mão pra abaixar o zíper dele, liberando o instrumento que, meio mole, tinha uns dezesseis centímetros de comprimento por quatro de grossura e ia crescendo aos poucos, o que me fez olhar pra ele. Sem nenhum comentário, ele passou uma mão atrás do meu pescoço, me puxando pra boca dele, beijando, enfiando a língua, e na hora me deu um arrepio.
Ele me pergunta o que tava rolando, respondo que era a primeira vez que beijava um homem, o que de repente me deu muita vontade de continuar experimentando. A gente continuou se beijando, sentindo uma mão indo pro meu cu, o que acelera ainda mais minha respiração. Percebendo isso, ele propõe que a gente fosse pro setor dos reservados. Atravessamos um corredor onde dava pra ver bastante gente encostada na parede esperando fazer algum contato ou outros conversando. A gente parou num setor ainda mais escuro e meu "recém-conhecido" bate numa porta. Como não ouviu resposta, entramos numa espécie de cabine (depois soube que só tinha três no lugar) que tinha dois sofás, um menor e outro maior. A porta não tinha chave, então tranquei com o sofá menor. Enquanto isso, meu parceiro, parado encostado na parede, baixou a calça, me puxa pra perto dele, pega minha cabeça e a gente continua o que começou na sala, se beijando sem freio, com as duas mãos dele no meu rosto me olhando e me tratando de "cara", pergunta até onde eu topava ir. Minha resposta foi rápida, desafiando ele a fazer tudo que tivesse vontade. Com cara de vencedor, ele afirma pra eu preparar a bunda porque naquela noite eu ia sair cansado de ter recebi tanta porra. Depois do que ele disse, me fez ajoelhar pra chupar ele e comecei a fazer o que tanto tinha gostado que aquela primeira namorada fizesse em mim. Enchi minha mão de saliva, segurei ele, beijando e passando a língua, lubrificando muito mais, conseguindo molhar de um jeito que, ao acariciar, meus dedos deslizavam como se fosse óleo. Fazendo isso, olhava como ele gozava de olhos fechados.
Dobrei minha “provocação”, enfiando ele todo na boca, ação que levou um tempinho, com engasgos no meio, já que tava totalmente duro, medindo, suponho, não menos que dezessete centímetros de comprimento por uns quatro de largura. Depois de me acostumar, me animei a ir até o fundo e com minha língua consegui acariciar os testículos (fantasia realizada graças a ter o freio cortado), obtendo um resultado tão excitante pra ele que gritava como eu chupava bem. Ele tirou da minha boca e espalhou toda a porra na minha cara. Confesso que fiquei com um pouco de vergonha, por isso não provei o gosto do sêmen e me limpei um pouco com a camiseta dele que tava jogada no chão, sem ele perceber, porque continuava de olhos fechados dizendo como eu tinha sido boa.
Me levantei quase com orgulho de saber o resultado da pergunta se ele tinha gostado, com resposta afirmativa ele pega minha cara e, sem parar de nos beijar, caímos no sofá comprido, meu corpo sobre o dele, me acariciando, abaixa e tira minha calça, começa a apalpar minha bunda. Sem separar nossos lábios, acaricio o pau dele de novo. Ele pega o gel lubrificante que deram na entrada, passa em toda a minha área anal e bem devagar me penetra com um dedo de uma mão, alternando com o outro da outra, abrindo minhas nádegas, enquanto isso continuo batendo uma pra ele e com a boca dele colada na minha.
Finalmente ia conhecer o prazer que minha ex tanto falava que o anal dava.
Conseguiu me dilatar alternando um ou dois dedos de cada vez até o fundo, com três sempre bem devagar e lubrificado, sem Me fazer sentir dor.
Sem mudar de posição, ia começar a sentar em cima do instrumento e, naquele exato momento, três batidas na porta. Pensei que ele diria que estava ocupado, ou algo assim, mas não, ele gritou que ainda não. Ainda por cima, olhei para ele desconfiada e ele me confessa que tinha apostado com mais três caras que me levaria para o reservado onde estávamos, primeiro ele me comeria e depois os outros três entrariam para terminar de me enfiar numa suruba.
Falei que ele estava bêbado, que só tinha ido naquele lugar porque queria experimentar como era ficar com outro, mas que não queria participar de uma festa daquelas.
Ele respondeu que eu tinha caído muito bem pra ele e que era a primeira vez que outro cara, sem se fazer de putão, de macho pra macho, chupava a pica dele daquele jeito. Quando viu que eu vesti o moletom e me arrumava pra ir embora, ele pediu desculpas e perguntou se podia me dar um número de telefone pra me encontrar e continuar o que a gente tinha começado, só nós dois, mas eu falei que não tinha telefone, nem vontade de fazer mais nada. Ao abrir a porta, me deparei com aquelas três pessoas que, ainda bem, não disseram nem fizeram nada pra me segurar. Devo dizer que até hoje continuo do mesmo jeito que naquela época, tenho um metro e setenta e três, sou de ombros largos e físico bem grande, talvez por isso, mesmo que estivessem em maior número, devem ter pensado que não ia ser tão fácil o que apostaram.
Saí daquela área confuso, com tesão, mas puto da vida, entrei na sala hétero, que ficava perto da porta do lugar, pra sentar um pouco e terminar de bater uma pelo que tinha vivido. Não tinha ninguém e aproveitei pra desabotoar o botão da calça e abaixar o zíper, me sentando no último banco. Essa sala, diferente da outra, tinha duas portas, uma no meio, enquanto a outra ficava à direita de onde eu estava e um pouco mais atrás, dificultando a visão de quem entrava. Por isso, sem perceber, sinto uma pessoa que estava em pé esfregando o volume da calça no meu ombro. Devagar, olhei pra trás e era o primeiro cara que eu tinha visto quando entrei na boate gay, com a calça semi-arriada mostrando o pau dele descaradamente. Não era maior nem mais grosso que o anterior e, sem pensar muito, fiz com ele também. Só que não fiquei com ele na boca por muito tempo, porque sugeri, sem rodeios nem nada, que ele me penetrasse.
A situação, por acaso, era ideal: eu tava com a buceta lubrificada e dilatada pelo outro, e ainda por cima ele era menor e mais fino. Então, sem pensar duas vezes, fui pro fundo da sala, arriei a calça até o joelho, peguei o pau dele, coloquei a camisinha que me deram na entrada, me agachei na frente dele apoiando as mãos no banco onde eu tava minutos antes. E esse cara, comentando que tinha ficado muito excitado com o outro mano que tinha chupado ele e não gozou, me pegou pela cintura e começou a me comer de um jeito muito suave. Ele enfiava a cabeça até a metade, tirava, depois várias vezes até entrar por completo, e tirava de novo. Foi tão suave que, quando senti que ele tinha entrado de novo, comecei eu mesmo a ir em direção a ele. A partir daí, era uma delícia sentir as investidas desse senhor. Foi tão excitante que pedi pra ele meter mais, me comer, que eu adorava. Ele acelerou os movimentos, avisando que ia gozar. Na hora, senti ele inchando dentro de mim e explodindo de prazer.
Ele tirou a camisinha e jogou de lado. Nós dois subimos a roupa e nos despedimos.
Não me arrependo de ter recusado ficar com os outros, porque não era o que eu procurava. Graças a isso, encontrei outra coisa que realizou um desejo que eu tinha há tempos.
Depois, voltei ao cinema mais algumas vezes, mas isso eu conto outra hora.
6 comentários - Minha primeira vez num cinema pornô
Van puntos
Muy buena historia, indudablemente las mejores culiadas de mi vida las obtuve en cines porno.
Gracias por compartir 👍
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos.
fue en los de la calle belgrano?
me la dejaste al palo
Buen relato, van ocho puntos