Com vinte anos a mais que eu, me fez sentir que era meu macho
Conversamos várias vezes, garantindo que não haveria decepção na hora de nos conhecermos.
Combinamos três da tarde, na calçada de uma cafeteria, encontro que cheguei pontual.
A espera não foi longa, passou um minuto de eu chegar e distrair minha atenção no brilho da calçada, quando alguém perguntou se eu era Matias. Ao levantar a vista, pude observá-lo, quase gaguejando respondi que sim.
— Sou o Guille! — Que alegria te ver! —
Disse ele, enquanto apertávamos as mãos direitas, e sem soltá-las, ele puxou para perto, me dando um beijo na bochecha porque virei a cabeça, senão claramente a intenção era na boca, mas na rua me deu vergonha.
— Desde a outra esquina vinha te olhando! Você se mostrou exatamente como é, a um quarteirão já te reconheci! —
Coincidentemente, ele era igual ao que tinha me dito: 55 anos, olhos azuis, cabelo curto, grisalho, 85 kg, altura 1,75, bem proporcionado, um tom de voz agradável.
Tomamos um café enquanto íamos contando sobre nossas vidas.
Parecia que éramos velhos amigos, nos demos bem de cara.
Depois ele propõe ir para a casa dele, a dois quarteirões dali, e no caminho compramos umas cervejas e umas batatas fritas.
A casa dele era um casarão antigo, reformado, com umas janelonas e portas altas. Ao atravessá-las, entramos num corredor de recepção escuro. Esperei ele fechar a porta e acender a luz, mas de repente, sem que eu percebesse que tinha dado duas voltas na chave, ele me encurralou contra a parede, sem que eu pudesse reagir. E, sem oferecer resistência alguma, ele começou a me beijar. Afinal, eu queria estar com ele. Abracei ele, acariciei o rosto dele, as orelhas, os ombros, ação que ele imitou, mas não demorou muito para ele levar as mãos direto na minha bunda, unindo ainda mais nossos corpos para começar a balançar devagar de um lado para o outro, roçando em mim mesmo vestidos, fazendo sentir a dureza do pau dele, enquanto lábios e línguas se fundiam.
Nunca tinha estado com alguém vinte anos mais velha. O tratamento carinhoso dela me fez sentir mais à vontade. Um arrepio percorreu meu corpo quando, colada no meu ouvido direito, num tom grave e sedutor, agradeceu por eu não ter furado o encontro, e elogiou os beijos e carícias que eu estava dando, já que eram os culpados pela ereção e dureza do pau dela. Falei que ela estava me fazendo sentir uma coisa, frase que a fez sorrir, retrucando que aquilo não era nada comparado com o que eu ia gozar a noite toda. Ela continuou falando baixinho, colada no meu ouvido, enquanto isso eu encolhi a barriga pra deixar mais espaço na minha cintura, por sentir uns dedos que, depois de coçar morbidamente as costas, desceram pelo rego até o cu, enfiando a primeira falange do anelar, provocando mais arrepios e acelerando a respiração, num sinal claro de que eu estava excitado.
Entre amassos, encostados, beijos e vozes sedutoras, devemos ter ficado uns vinte e cinco minutos sem sair do lugar, começando a achar que ela queria transar ali mesmo. Então tirei a camiseta dela, sendo correspondido do mesmo jeito. Depois ela pegou minhas mãos, levou elas pra trás das costas, pedindo pra eu não mexer, e começou a chupar e apertar meus peitos, se dedicando bastante a cada um.
Ao mesmo tempo, ainda com as calças vestidas, mas desabotoadas, ela repetiu a ação de enfiar uma mão na minha bunda, acariciando o rego de uma ponta a outra, enfiando a primeira falange de um dedo no cu, enquanto dava pequenas mordidas nos meus mamilos.
Me fez gemer, enquanto dizia que assim e muito mais a gente ia gozar a noite toda. Comecei a suar, provocou uma sensação de entrega total àquela pessoa que estava me levando a um nível de êxtase que eu nunca tinha experimentado. Quis retribuir aquele sentimento, mas ela não deixou, e em seguida me pegou pela mão e me mostrou a casa.
Tinha um jardim de inverno de onde dava pra ver a lua pelo teto transparente, lugar onde a gente transou em vários encontros. Num outro ambiente, uma mesa comprida com seis cadeiras e, ao lado, a cozinha, na frente da mesa um móvel que dividia a sala de jantar do quarto, muito confortável, que entre outras coisas, tinha um PC com um monitor de 21 polegadas numa escrivaninha em frente ao sommier. Banheiro suite, com hidromassagem, lugar onde fomos depois da prévia.
A gente se despiu e ela perguntou se eu tava gostando, recebeu uma resposta afirmativa, além de que eu achava ela muito gente boa. Ela sentou num banco onde a gente tinha apoiado a roupa, esticou a mão pra pegar a minha, me puxando pra ficar em cima dela de frente.
Passei o braço no pescoço dela pra roubar os lábios, depois uma orelha, passo a língua e no ouvido, copiando até o tom dela, faço a pergunta que ela tinha feito pra mim. Mas ela não responde, no lugar disso pega minha mão direita e leva até o pau dela, que tava durasso. Segurei, estudando o comprimento e a grossura. Depois medi, deu 16,5 x 5, uma grossura que me assustou, mas não demonstrei.
Enquanto isso, ela me disse:
— Tá vendo como eu tô? Culpa sua, quando a gente conversou você disse que te comeram duas vezes e quando te toquei notei que sua buceta é bem apertada, além disso quando chupei seus peitos você gemeu, e ainda me contou que nunca chuparam seu cu, tudo isso me diz que se eu fizer as coisas direito a gente vai se divertir pra caralho por muito tempo. Vamos tomar banho, gostosa!.
Ela tava certa, antes eu tinha contado que só uma pessoa me comeu, um cara sete anos mais novo, aproveitando bastante, mas na primeira vez que ele tava quase gozando, chupou meus peitos e sem eu me masturbar, a gente conseguiu gozar junto. Fiz isso duas vezes em três anos.
Ela também sabia que quando eu me masturbava, adorava tocar meus mamilos e nunca tinha recebido um beijo grego.
A gente entrou na banheira, já preparada pra ter bastante espuma, comecei a ensaboar ela pelo pescoço, peito, braços, barriga até parar no pau e nas bolas, partes que passei vários minutos limpando e acariciando. Quis levar elas pra boca, mas ela não deixou, falando pra eu continuar porque faltavam as pernas e os pés dele. Quando terminou, fez o mesmo comigo. Passou o sabão num peito, enxaguou e depois apertou, fez o mesmo com o outro, pegou na minha parte sexual, apertou as bolas, uma ação que doeu e eu reclamei. Mas ele ignorou minha queixa.
Me fez virar e apoiar as mãos nos azulejos. As bordas da banheira estavam longe da parede de um jeito que eu fiquei meio curvado e desconfortável.
— Apoia o joelho na borda assim eu te tenho mais aberto. —
Com uma mão, passou o sabão na minha racha várias vezes e continuou pelas minhas pernas, com a outra foi tirando a espuma, mas também aproveitou pra dar uns massagens com dois dedos em círculo no cu e enfiar um pouco um deles. Terminada "a limpeza", abriu minhas nádegas e senti uma umidade diferente no buraco, era a língua dele girando e entrando.
— Mmmm Guille, adoro isso! —
Ele continuava, alternando boca e dedos, até eu não perceber mais quantos enfiava.
— Guille, nunca pensei que isso fosse tão gostoso e ainda dá vontade de você me comer! —
Senti na hora um tapa leve, uma cuspida e em seguida vários dedos juntos entrando e saindo várias vezes. Fiquei com um pouco de medo de começar a doer e, com minhas mãos, afastei as nádegas, incentivando meu amigo a entrar ainda mais com a língua.
Gemi desesperado.
— Ahhhhhh love! Por favor, me come logo!! —
— Era assim que eu queria que você pedisse, putinha, você tem uma bunda de dar e chupar o tempo todo! —
Me senti estranho.
— Promiscuous, love, o feminino não sinto, sou seu promíscuo, se continuar me fazendo gozar, tudo que você quiser!! —
— Sim, bebê, sem drama, mas não se iniba, entre quatro paredes se sinta como quiser comigo, eu vou te fazer gozar o tempo que quiser, promíscuo!! Vamos pra cama! —
Pegou duas toalhas e fomos pro quarto.
— Agora você vai me secar. —
Fiz isso da cabeça dele e fui me abaixando até chegar nos pés, ficando de joelhos na frente da sexualidade dele, peguei nela com uma mão e com a outra... Acariciei as bolas dele, levantei o olhar e perguntei se ele deixava eu chupar. Lembrei que não tinha muita experiência, mas vontade não faltava e pedi pra ele me guiar.
— Solta essa cara, Mati. É tudo seu! —
Entre meus lábios, provei a cabeça, passei a língua ao redor, molhando ela, senti o gosto do precum que me excitou, engolindo toda a extensão devagar, saía da minha boca e eu tratava como um sorvete, subia das bolas até a cabeça e voltava pra baixo pra me ocupar um tempão daquelas duas preciosidades redondas e grandes.
— Cê gosta da pica do seu macho? —
— Sim, amor, me enlouquece! —
Continuei com o vai e vem, acompanhando com uma mão.
— Coloca as mãos pra trás, só com a boca, putinha! —
Ele pegou minha cabeça, empurrando ela pra ele, enfiando toda a extensão do pau dele, me obrigando a segurar um pouco, senti que ia me afogar e ele aliviou, deixando eu tirar da boca, mas em segundos fez de novo. Aconteceu a mesma coisa, gerou muita saliva, mas quando tirava, eu queria ter ele de volta, repetindo, como se fosse a única coisa que importasse. Ouvindo ele gozar e vendo a tesão que causava nele, me excitava ainda mais, me fazendo soltar o prazer que eu tava sentindo.
— Ahhh, que delícia!! Mati, viu que não precisava te guiar? Adoro como você chupa! Se a gente não tivesse conversado, eu ia achar que você já comeu um monte de pica!! —
Ao ouvir isso, aumentei o ritmo e intercalava espalhando a saliva ou beijando o pau dele até ele pedir pra parar. Levantei, abracei ele, comecei a beijar e acariciar o rosto, os braços, as costas. Caímos na cama, fiquei por baixo, ele se apossou dos meus mamilos, começou a esfregar pinto com pinto, me fez gemer, abri minhas pernas.
— Ah, Guille, não aguento mais! Preciso sentir você dentro, essa puta precisa da pica do macho dela! —
Isso saiu de dentro de mim, eu tava tão excitado que não me importava se ele queria me tratar no feminino.
— Beleza, meu putão, adoro quando você se solta! —
Ele foi até a escrivaninha, pegou um pote de gel e uma camisinha que amarrou no pinto, me explicando que era pra segurar o orgasmo, além disso ele botou um vídeo de um coroa pica grossa metendo num cara mais novo.
O cara tava de quatro gritando e pedindo mais enquanto levava uma puta surra de pica do parceiro.
— Fica igual no vídeo, sua puta.
No meio da cama, de quatro, apoiando os cotovelos pra levantar mais a bunda, falei sensual:
— Assim que cê quer, meu macho?
— Siiiim, como eu queria um dia te ver nessa posição e de meia arrastão!
Ele passou gel na mão e enfiou um dedo, depois dois, espalhou gel na minha racha, enquanto enfiava o terceiro, eu olhei pra ele mordendo os lábios e gemendo. Ele se posicionou, senti dor quando a cabeça entrou, mas deixei ele continuar, relaxando mais. Ele foi devagar e meu tesão era tanto que empurrei pra trás, conseguindo penetração total. Ele entrou e saiu devagar várias vezes, transformando o desconforto em prazer, enquanto no vídeo o passivo se levantava, ficando na mesma posição, mas abraçava o ativo enquanto ele beliscava um mamilo e o outro mordia o dele.
Imitei, e o Guille entendeu, fazendo o mesmo.
Senti necessidade de me impulsionar pra frente e pra trás, enquanto meus peitos eram apalpados e beijados.
— Vira, quero que você me olhe enquanto eu meto.
Abri e levantei as pernas, colocando sobre as costas dele. Com estocadas mais fundas, ele me dizia que não esqueceria a surra de pica do meu macho.
— Adoro como você me come, amo seu pau!! Me beija.
Fiquei abraçado, beijando ele por uns minutos, enquanto ele não parava de me apalpar. Olhamos pra tela, o cara tava por cima, de frente pro mais velho.
— Agora você vai trabalhar, monta em mim, putão!
Nessa posição, as mãos dele ora abriam um pouco minha bunda, ora beliscavam meu peitoral, enquanto eu me apoiava nas pernas dele, subindo e descendo. Depois de um tempo, tive a ideia de virar sem tirar o pau de dentro. Era minha primeira vez tão entregue e por tanto tempo penetrado. Pedi de novo pra ficar de quatro, foi o momento que mais gozei, primeiro mas devagar pra terminar me dando estirado de costas, rapidamente.
-Ahhh toma, seu putinho, vou encher teu cu de porra, lá vem ahhh!-
Era inacreditável, tudo que ele dizia era real, senti quando ele engrossou e gozou enchendo meu interior de esperma.
-Fica assim, pra cima, não tira, deixa sair sozinha, adorei.-
-Quer ficar pra dormir, Mati?-
-Se você quiser, sim!-
Eram umas oito da noite, a gente se aninhou de conchinha, dormimos só duas horas, acordei primeiro e Gui tava roncando, debaixo dos lençóis comecei a chupar ele por um tempão, ouvi ele gemer. Ele me deixou continuar debaixo da coberta.
Tendo aprendido os gostos dele e por quase vinte minutos, chupei aquele pau até ele explodir dentro da minha boca soltando frases quentes mas elogiosas pelo oral que fiz.
Fiquei até o meio-dia do dia seguinte, mas transando mais duas vezes.
A gente se via a cada três ou quatro meses, ficando até quatro dias juntos e por quatro anos.
Vezes que vou contar mais pra frente.
Conversamos várias vezes, garantindo que não haveria decepção na hora de nos conhecermos.
Combinamos três da tarde, na calçada de uma cafeteria, encontro que cheguei pontual.
A espera não foi longa, passou um minuto de eu chegar e distrair minha atenção no brilho da calçada, quando alguém perguntou se eu era Matias. Ao levantar a vista, pude observá-lo, quase gaguejando respondi que sim.
— Sou o Guille! — Que alegria te ver! —
Disse ele, enquanto apertávamos as mãos direitas, e sem soltá-las, ele puxou para perto, me dando um beijo na bochecha porque virei a cabeça, senão claramente a intenção era na boca, mas na rua me deu vergonha.
— Desde a outra esquina vinha te olhando! Você se mostrou exatamente como é, a um quarteirão já te reconheci! —
Coincidentemente, ele era igual ao que tinha me dito: 55 anos, olhos azuis, cabelo curto, grisalho, 85 kg, altura 1,75, bem proporcionado, um tom de voz agradável.
Tomamos um café enquanto íamos contando sobre nossas vidas.
Parecia que éramos velhos amigos, nos demos bem de cara.
Depois ele propõe ir para a casa dele, a dois quarteirões dali, e no caminho compramos umas cervejas e umas batatas fritas.
A casa dele era um casarão antigo, reformado, com umas janelonas e portas altas. Ao atravessá-las, entramos num corredor de recepção escuro. Esperei ele fechar a porta e acender a luz, mas de repente, sem que eu percebesse que tinha dado duas voltas na chave, ele me encurralou contra a parede, sem que eu pudesse reagir. E, sem oferecer resistência alguma, ele começou a me beijar. Afinal, eu queria estar com ele. Abracei ele, acariciei o rosto dele, as orelhas, os ombros, ação que ele imitou, mas não demorou muito para ele levar as mãos direto na minha bunda, unindo ainda mais nossos corpos para começar a balançar devagar de um lado para o outro, roçando em mim mesmo vestidos, fazendo sentir a dureza do pau dele, enquanto lábios e línguas se fundiam.
Nunca tinha estado com alguém vinte anos mais velha. O tratamento carinhoso dela me fez sentir mais à vontade. Um arrepio percorreu meu corpo quando, colada no meu ouvido direito, num tom grave e sedutor, agradeceu por eu não ter furado o encontro, e elogiou os beijos e carícias que eu estava dando, já que eram os culpados pela ereção e dureza do pau dela. Falei que ela estava me fazendo sentir uma coisa, frase que a fez sorrir, retrucando que aquilo não era nada comparado com o que eu ia gozar a noite toda. Ela continuou falando baixinho, colada no meu ouvido, enquanto isso eu encolhi a barriga pra deixar mais espaço na minha cintura, por sentir uns dedos que, depois de coçar morbidamente as costas, desceram pelo rego até o cu, enfiando a primeira falange do anelar, provocando mais arrepios e acelerando a respiração, num sinal claro de que eu estava excitado.
Entre amassos, encostados, beijos e vozes sedutoras, devemos ter ficado uns vinte e cinco minutos sem sair do lugar, começando a achar que ela queria transar ali mesmo. Então tirei a camiseta dela, sendo correspondido do mesmo jeito. Depois ela pegou minhas mãos, levou elas pra trás das costas, pedindo pra eu não mexer, e começou a chupar e apertar meus peitos, se dedicando bastante a cada um.
Ao mesmo tempo, ainda com as calças vestidas, mas desabotoadas, ela repetiu a ação de enfiar uma mão na minha bunda, acariciando o rego de uma ponta a outra, enfiando a primeira falange de um dedo no cu, enquanto dava pequenas mordidas nos meus mamilos.
Me fez gemer, enquanto dizia que assim e muito mais a gente ia gozar a noite toda. Comecei a suar, provocou uma sensação de entrega total àquela pessoa que estava me levando a um nível de êxtase que eu nunca tinha experimentado. Quis retribuir aquele sentimento, mas ela não deixou, e em seguida me pegou pela mão e me mostrou a casa.
Tinha um jardim de inverno de onde dava pra ver a lua pelo teto transparente, lugar onde a gente transou em vários encontros. Num outro ambiente, uma mesa comprida com seis cadeiras e, ao lado, a cozinha, na frente da mesa um móvel que dividia a sala de jantar do quarto, muito confortável, que entre outras coisas, tinha um PC com um monitor de 21 polegadas numa escrivaninha em frente ao sommier. Banheiro suite, com hidromassagem, lugar onde fomos depois da prévia.
A gente se despiu e ela perguntou se eu tava gostando, recebeu uma resposta afirmativa, além de que eu achava ela muito gente boa. Ela sentou num banco onde a gente tinha apoiado a roupa, esticou a mão pra pegar a minha, me puxando pra ficar em cima dela de frente.
Passei o braço no pescoço dela pra roubar os lábios, depois uma orelha, passo a língua e no ouvido, copiando até o tom dela, faço a pergunta que ela tinha feito pra mim. Mas ela não responde, no lugar disso pega minha mão direita e leva até o pau dela, que tava durasso. Segurei, estudando o comprimento e a grossura. Depois medi, deu 16,5 x 5, uma grossura que me assustou, mas não demonstrei.
Enquanto isso, ela me disse:
— Tá vendo como eu tô? Culpa sua, quando a gente conversou você disse que te comeram duas vezes e quando te toquei notei que sua buceta é bem apertada, além disso quando chupei seus peitos você gemeu, e ainda me contou que nunca chuparam seu cu, tudo isso me diz que se eu fizer as coisas direito a gente vai se divertir pra caralho por muito tempo. Vamos tomar banho, gostosa!.
Ela tava certa, antes eu tinha contado que só uma pessoa me comeu, um cara sete anos mais novo, aproveitando bastante, mas na primeira vez que ele tava quase gozando, chupou meus peitos e sem eu me masturbar, a gente conseguiu gozar junto. Fiz isso duas vezes em três anos.
Ela também sabia que quando eu me masturbava, adorava tocar meus mamilos e nunca tinha recebido um beijo grego.
A gente entrou na banheira, já preparada pra ter bastante espuma, comecei a ensaboar ela pelo pescoço, peito, braços, barriga até parar no pau e nas bolas, partes que passei vários minutos limpando e acariciando. Quis levar elas pra boca, mas ela não deixou, falando pra eu continuar porque faltavam as pernas e os pés dele. Quando terminou, fez o mesmo comigo. Passou o sabão num peito, enxaguou e depois apertou, fez o mesmo com o outro, pegou na minha parte sexual, apertou as bolas, uma ação que doeu e eu reclamei. Mas ele ignorou minha queixa.
Me fez virar e apoiar as mãos nos azulejos. As bordas da banheira estavam longe da parede de um jeito que eu fiquei meio curvado e desconfortável.
— Apoia o joelho na borda assim eu te tenho mais aberto. —
Com uma mão, passou o sabão na minha racha várias vezes e continuou pelas minhas pernas, com a outra foi tirando a espuma, mas também aproveitou pra dar uns massagens com dois dedos em círculo no cu e enfiar um pouco um deles. Terminada "a limpeza", abriu minhas nádegas e senti uma umidade diferente no buraco, era a língua dele girando e entrando.
— Mmmm Guille, adoro isso! —
Ele continuava, alternando boca e dedos, até eu não perceber mais quantos enfiava.
— Guille, nunca pensei que isso fosse tão gostoso e ainda dá vontade de você me comer! —
Senti na hora um tapa leve, uma cuspida e em seguida vários dedos juntos entrando e saindo várias vezes. Fiquei com um pouco de medo de começar a doer e, com minhas mãos, afastei as nádegas, incentivando meu amigo a entrar ainda mais com a língua.
Gemi desesperado.
— Ahhhhhh love! Por favor, me come logo!! —
— Era assim que eu queria que você pedisse, putinha, você tem uma bunda de dar e chupar o tempo todo! —
Me senti estranho.
— Promiscuous, love, o feminino não sinto, sou seu promíscuo, se continuar me fazendo gozar, tudo que você quiser!! —
— Sim, bebê, sem drama, mas não se iniba, entre quatro paredes se sinta como quiser comigo, eu vou te fazer gozar o tempo que quiser, promíscuo!! Vamos pra cama! —
Pegou duas toalhas e fomos pro quarto.
— Agora você vai me secar. —
Fiz isso da cabeça dele e fui me abaixando até chegar nos pés, ficando de joelhos na frente da sexualidade dele, peguei nela com uma mão e com a outra... Acariciei as bolas dele, levantei o olhar e perguntei se ele deixava eu chupar. Lembrei que não tinha muita experiência, mas vontade não faltava e pedi pra ele me guiar.
— Solta essa cara, Mati. É tudo seu! —
Entre meus lábios, provei a cabeça, passei a língua ao redor, molhando ela, senti o gosto do precum que me excitou, engolindo toda a extensão devagar, saía da minha boca e eu tratava como um sorvete, subia das bolas até a cabeça e voltava pra baixo pra me ocupar um tempão daquelas duas preciosidades redondas e grandes.
— Cê gosta da pica do seu macho? —
— Sim, amor, me enlouquece! —
Continuei com o vai e vem, acompanhando com uma mão.
— Coloca as mãos pra trás, só com a boca, putinha! —
Ele pegou minha cabeça, empurrando ela pra ele, enfiando toda a extensão do pau dele, me obrigando a segurar um pouco, senti que ia me afogar e ele aliviou, deixando eu tirar da boca, mas em segundos fez de novo. Aconteceu a mesma coisa, gerou muita saliva, mas quando tirava, eu queria ter ele de volta, repetindo, como se fosse a única coisa que importasse. Ouvindo ele gozar e vendo a tesão que causava nele, me excitava ainda mais, me fazendo soltar o prazer que eu tava sentindo.
— Ahhh, que delícia!! Mati, viu que não precisava te guiar? Adoro como você chupa! Se a gente não tivesse conversado, eu ia achar que você já comeu um monte de pica!! —
Ao ouvir isso, aumentei o ritmo e intercalava espalhando a saliva ou beijando o pau dele até ele pedir pra parar. Levantei, abracei ele, comecei a beijar e acariciar o rosto, os braços, as costas. Caímos na cama, fiquei por baixo, ele se apossou dos meus mamilos, começou a esfregar pinto com pinto, me fez gemer, abri minhas pernas.
— Ah, Guille, não aguento mais! Preciso sentir você dentro, essa puta precisa da pica do macho dela! —
Isso saiu de dentro de mim, eu tava tão excitado que não me importava se ele queria me tratar no feminino.
— Beleza, meu putão, adoro quando você se solta! —
Ele foi até a escrivaninha, pegou um pote de gel e uma camisinha que amarrou no pinto, me explicando que era pra segurar o orgasmo, além disso ele botou um vídeo de um coroa pica grossa metendo num cara mais novo.
O cara tava de quatro gritando e pedindo mais enquanto levava uma puta surra de pica do parceiro.
— Fica igual no vídeo, sua puta.
No meio da cama, de quatro, apoiando os cotovelos pra levantar mais a bunda, falei sensual:
— Assim que cê quer, meu macho?
— Siiiim, como eu queria um dia te ver nessa posição e de meia arrastão!
Ele passou gel na mão e enfiou um dedo, depois dois, espalhou gel na minha racha, enquanto enfiava o terceiro, eu olhei pra ele mordendo os lábios e gemendo. Ele se posicionou, senti dor quando a cabeça entrou, mas deixei ele continuar, relaxando mais. Ele foi devagar e meu tesão era tanto que empurrei pra trás, conseguindo penetração total. Ele entrou e saiu devagar várias vezes, transformando o desconforto em prazer, enquanto no vídeo o passivo se levantava, ficando na mesma posição, mas abraçava o ativo enquanto ele beliscava um mamilo e o outro mordia o dele.
Imitei, e o Guille entendeu, fazendo o mesmo.
Senti necessidade de me impulsionar pra frente e pra trás, enquanto meus peitos eram apalpados e beijados.
— Vira, quero que você me olhe enquanto eu meto.
Abri e levantei as pernas, colocando sobre as costas dele. Com estocadas mais fundas, ele me dizia que não esqueceria a surra de pica do meu macho.
— Adoro como você me come, amo seu pau!! Me beija.
Fiquei abraçado, beijando ele por uns minutos, enquanto ele não parava de me apalpar. Olhamos pra tela, o cara tava por cima, de frente pro mais velho.
— Agora você vai trabalhar, monta em mim, putão!
Nessa posição, as mãos dele ora abriam um pouco minha bunda, ora beliscavam meu peitoral, enquanto eu me apoiava nas pernas dele, subindo e descendo. Depois de um tempo, tive a ideia de virar sem tirar o pau de dentro. Era minha primeira vez tão entregue e por tanto tempo penetrado. Pedi de novo pra ficar de quatro, foi o momento que mais gozei, primeiro mas devagar pra terminar me dando estirado de costas, rapidamente.
-Ahhh toma, seu putinho, vou encher teu cu de porra, lá vem ahhh!-
Era inacreditável, tudo que ele dizia era real, senti quando ele engrossou e gozou enchendo meu interior de esperma.
-Fica assim, pra cima, não tira, deixa sair sozinha, adorei.-
-Quer ficar pra dormir, Mati?-
-Se você quiser, sim!-
Eram umas oito da noite, a gente se aninhou de conchinha, dormimos só duas horas, acordei primeiro e Gui tava roncando, debaixo dos lençóis comecei a chupar ele por um tempão, ouvi ele gemer. Ele me deixou continuar debaixo da coberta.
Tendo aprendido os gostos dele e por quase vinte minutos, chupei aquele pau até ele explodir dentro da minha boca soltando frases quentes mas elogiosas pelo oral que fiz.
Fiquei até o meio-dia do dia seguinte, mas transando mais duas vezes.
A gente se via a cada três ou quatro meses, ficando até quatro dias juntos e por quatro anos.
Vezes que vou contar mais pra frente.
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