Surpresinha, surpresinha...

Tava quase terminando meu trampo e indo embora, tava com calor, cansado e com fome, o dia tava lindo, quente e úmido. Tocou um alerta no meu celular, fiquei de mau humor na hora, quem seria? Algum cliente avisando que ia chegar tarde e pra eu esperar? Algum problema? Com preguiça e raiva, olhei, meu humor mudou num segundo quando não era nada do que eu esperava. Um amigo que fazia um tempão que a gente não se via me chamava pra passar na casa dele pra conhecer e de quebra tomar uma cerveja, pra inaugurar. Mandei uma mensagem que tava indo, ele me passou o endereço e pediu pra não faltar. Automaticamente fiquei no melhor dos humores, fechei o escritório e saí. Fui voando pra casa tomar um banho e trocar de roupa, de quebra peguei um pack de cerveja pra levar. Liguei pra ele avisando que tava a caminho.

Como sou muito tarado, a pica tava doendo de tão dura, me incomodava. Parei no acostamento da estrada e ajeitei ela pra cima, tanto que a cabeça tava aparecendo na barriga. Enquanto olhava pra ela, falei: "Calma, já já você vai ter festa!" E segui.

O cara em questão é alguém com quem já trepamos bastante, eu contei num post de um tempo atrás (O motoboy e a dotação incrível dele). Com ele a gente se diverte pra caralho, é masculino e gato, além de ter uma pica do caralho, é versátil, tem namorada, mas de vez em quando dá pra pica sem dó!

Cheguei e comecei a procurar o endereço, mas não achava. Liguei pra ele e ele me orientou. Depois de várias voltas, vi ele do lado de fora da casa nova, tava de bermuda e sem camisa. Quando me viu, levantou a mão, abriu o portão e fez sinal pra eu entrar com o carro. A casa fica numa área de sítios de fim de semana, tem um bom quintal, arborizada e com piscina. Desci e nos abraçamos, entreguei as cervejas e entramos na casa. Tava com cheiro de tinta. Ele me mostrou tudo, enquanto contava que era da avó dele, que deu pra ele morar lá, já que eles foram pra um lugar mais central. Na sala, tinha dois sofás, ele me convidou pra sentar enquanto a gente conversava. Puxei uma lata de cerveja e a gente começou a contar nossas aventuras, poucas dos dois, fazia um tempo que não nos víamos. Pra ser sincero, a gente tava se esquentando muito. Ele ligou a TV e colocou um filme pornô, foi o limite. "Fica à vontade", ele disse, e aquilo significava que eu tinha que me pelar. Sem perder tempo e porque não gosto que insistam, eu fiz. Na tela, dois caras lindos comiam uma loira que gemia desesperada. De repente, a gostosa ficou de quatro e um deles metia com força, o outro se posicionou na frente do que tava metendo e ofereceu o pau enorme e babado dele, claro que chupou com muito tesão. Meu pau tava explodindo. A gente ficou em silêncio, os dois de pau duro, e aí o celular dele toca. Ele atende, fala enquanto levanta, pega a bermuda, veste e luta pra acomodar o pau comprido e grosso, desliga e fala que já volta, que a comida chegou. Sai pra receber, mas antes ajeita o volume, como se tentasse disfarçar a ereção, coisa impossível...

Eu continuei pelado vendo o filme, tava cada vez melhor e eu cada vez mais excitado. Ouço passos, como a porta tava nas minhas costas, achei que era ele voltando, mas não!!! Passou na minha frente o cara da entrega, com duas sacolas na mão. Ele me olhou, eu não podia acreditar, pelado e de pau duro, na frente de um cara que eu não conhecia. Tentei me cobrir em vão, ele sorrindo falou que tava de boa, que não tinha problema, e seguiu pra cozinha. Me deu a impressão que já conhecia a casa. Apareceu o dono da casa sorrindo. "Masturbador, por que não me avisou?" eu falei. "Calma, fica tranquilo", ele disse e se pelou.

O cara não era bonito, tinha um corpo normal, meio magro, pernas finas, bunda redonda, linda, cabelo preto curto, pele branca, barbeado, já tinha me agradado!!! "E aí, qual é a desse cara?" perguntei. "Nada, ele aguenta", ele disse. Aí eu sacou que tinha onda, e que ia rolar festa.

Os minutos passavam e nada, a gente de pau duro, brincando com nossas pirocas babadas, eu já me sentia meio desconfortável e nervoso, meio excitado. E curioso, até que finalmente apareceu na nossa frente. A cena não podia ser mais louca: ela usava um baby doll branco, saltos vermelhos e os lábios lindos pintados da mesma cor dos sapatos. Veio dançando, se virou e disse: "Agora desliguem a TV, estiquem as pernas e coloquem as mãos atrás da nuca." A gente obedeceu. Ela pegou o celular, colocou uma música e começou a fazer uma dança bem sensual e erótica. Dançava muito bem, enquanto nos olhava com cara de safada. De vez em quando, fazia biquinho, passava a língua no canto da boca e colocava as mãos na bunda. Não sei por que, mas imaginei que ia me chupar primeiro — e foi o que aconteceu. Dançando, deixou cair a peça que estava vestindo; por baixo, tinha uma tanga que marcava o volume ereto. Se aproximou e se virou. De um puxão, arrancou a tanga. Meu Deus! Que bunda linda!, eu disse. Era redondinha, macia e lisinha. Ela mexia de um lado pro outro, no ritmo... Se virou e veio na minha direção. Se ajoelhou na minha frente, entre minhas pernas, e começou a me chupar, delicadamente. Tentei tocar nela, mas ela disse que ainda não. Continuou devagar, da cabeça até o tronco, e minhas bolas. De vez em quando tossia, mas logo seguia. Meu amigo olhava e gemia. Finalmente, chegou a vez dele, e ela repetiu a mesma rotina, só que o pau dele é bem maior que o meu, por isso tossia e engasgava mais vezes. Depois de um tempo assim, ela se levantou, ficou na minha frente e me ofereceu o cu. Se abaixou, e aproveitei pra dar um beijo forte. Separei as nádegas — era lisinho e virgem, limpinho e perfumado. Lambi ele por um bom tempo, enquanto ela se agarrava no pau e empurrava a bunda na minha boca. Se virou e deu pro meu amigo, que comeu com vontade. Chupava e mordiscava de leve, situação que fazia nossa geisha suspirar e gemer. Ela nos colocou um do lado do outro: enquanto chupava um, batia punheta pro outro. Só pediu pra avisarmos quando fossemos gozar. Eu não queria gozar nunca — tava me divertindo pra caralho. Além disso, ainda não sabia se podia penetrar ela, e ainda por cima virgem! Meu amigo me olhava e mordia os lábios, quando eu chupava ele, via como ele se esforçava pra engolir boa parte daquela pica imensa, mas tentava e fazia o melhor que podia. Ele nos fez parar um do lado do outro. "Quero muito cum, muito", disse, "quero que me banhem com o sêmen de vocês". E se ajoelhou na frente dos dois, chupava um e batia punheta pro outro, abria a boca e tentava chupar as duas cabeças juntas, até que começou a bater punheta pra nós dois ao mesmo tempo. Não aguentei mais, uma porrada forte de gozo acertou na cara dele. Continuou mais rápido e eu comecei a soltar mais e mais. O outro também descarregou. O cum dele e o meu se misturavam na cara dele, peito e até nos lábios. Os lábios dele pintados de vermelho escorriam sêmen grosso e perfumado. O cheiro de cum invadiu tudo. Ele beijou cada um dos nossos ovos e mandou a gente se higienizar. Fomos juntos e lavamos nossas picas no lavatório. "E o cu, mano?" perguntei. "Ele não entrega, gosta disso, assim. Gosta de pica, chupar, bater punheta e cum no corpo dele, mas ser penetrado não aceita." "Gostou de mim?" ele me perguntou. "Pra caralho, nunca esperava isso", respondi.

Voltamos pra sala, ele estava deitado no chão de barriga pra cima. "Quero que olhem pra mim", disse. Pegou a pica dele, linda e pretinha, cabeçuda, uns 16 cm mais ou menos, e bateu uma punheta. Gozou rápido e forte, tanto que um jato acertou o pescoço dele. Depois encheu a barriga lisa e sem pelo com o cum branco e gelatinoso dele.

Ele se levantou e foi pro banheiro. Nós na sala. Daí a pouco saiu vestido como tinha vindo, só levava uma bolsa, devia ser a roupinha e os sapatos. Nos beijou na bochecha e foi embora. Meu amigo acompanhou ele até a rua e voltou. "Vem, vamos comer", ele disse. Fomos pra copa e comemos na mesma bandeja que ele tinha trazido a comida: milanesa e salada russa, e claro, cerveja. Enquanto comíamos, não falamos nada sobre o que tinha rolado.

Quando terminamos, ele perguntou se eu queria deitar um pouco. Não pensei duas vezes. Fomos pro quarto dele, que tem uma cama de casal. Nos despimos e deitamos. Já estávamos de pau duro. Dormir? Não! Nada disso! Dormir, festa e mais festa, não dava pra ir embora sem meter e deixar mais gozo, até porque tava há muito tempo sem transar com ele, e foder com ele é maravilhoso.
Só um gostinho: enquanto a gente tava num 69, curtindo a bunda linda e peluda dele, ele falou: "tenho outra surpresa pra você". Pegou o celular e chamou alguém, pelo tempo que demorou, já tava na esquina. Um passivo com corpo de academia, 24 anos, bem bonito e muito, mas muito puto.
Nem preciso dizer que a gente comeu ele várias vezes, eu primeiro, claro. Se tivesse sido meu amigo, meu pau ia ser um palito de dente no cu dele.
Abraços pra todoooos!

3 comentários - Surpresinha, surpresinha...

Que fieston me partio la cabeza inviten y les hago de deliveri
dale cuando quieras,eso si agregale mas show! jajajaj
¡Cómo te envidio!
Me encantó. Me vuelve loco pensar en una fiesta así!!
Felicitaciones por lo bien que la pasaste