Caminhoneiros têm a pica grande 2

Quando a gente voltava do banheiro, no escuro ele começa a passar a mão na minha bunda — agora você vai ser minha putinha — tô com medo, vai doer, nunca fui comido — primeiro vou te esquentar bem gostoso e com certeza você vai me pedir pra meter, viado — meu pau tava explodindo de tesão.
Já na cabine, ele manda eu tirar a roupa, fico peladão — que peitos lindos você tem — ele aperta e eu gemo de prazer, não aguento mais, tô louco, pego no pau dele e quero chupar — calma aí, quero que você fique mais quente — de repente ele desce do caminhão e me manda descer pelado, tava entregue, ele começa a me beijar no escuro e chupar meus peitos enquanto enfia a mão na minha bunda, eu pego no pau dele e bato uma punheta desesperado, beijo de língua, ele tem cheiro de suor e isso me excita mais, ele me manda abaixar e coloca o pau na minha cara, começo a chupar, tá sujo, tem gosto de mijo e cheiro de queijo, ele segura minha cabeça e me come pela boca, primeiro devagar e depois com violência, sinto ele ofegando, o pau é um pedaço duro e encardido, não para de me comer e sinto que tô gozando enquanto ele enche minha boca de porra — engole tudo, putinha, engole tudo — enquanto me aperta contra a barriga suada dele. Ele tava descalço e pisa na minha porra, coloca o pé na minha boca e me obriga a lamber. — Sobe — enquanto vou subindo, ele começa a lamber minha raba, fico parado e ele chupa meu cu, passa a língua e enfia, me arrepio de tesão, não fazia nem cinco minutos que eu tinha gozado e já tava duro de novo. Já na cabine, ele se despe, tava mole — espera aí, vou tomar meu comprimidinho — mas vai demorar? — falo desesperado — tem tempo, promíscuo, vou te foder a noite toda — eu já tinha esquecido de tudo, do carro, de que me esperavam em casa, de tudo, começo a ligar pra minha casa, minha mulher atende e enquanto explico, o gordo apalpa meus peitos, aperta meus mamilos, me viro e coloco a bunda na cara dele, ele começa a chupar e enfiar o dedo, dói, desligo. Já estava fervendo. — Não tem alguma coisa pra não doer tanto? — Olha no porta-luvas, tenho vaselina. — Passou pra mim e começa a esfregar toda a minha bunda e as pernas, fica tudo escorregadio. Tô de quatro no banco, com a cabeça apoiada no vidro. Ele começa a meter o dedo, já não dói tanto. Aquele dedo entra e sai, entra e sai. — Mais, mais, quero mais — peço. — Cê gosta disso? — e mostra um consolo não muito grande, começa a roçar na minha bunda. — Enfia você mesma, vagabunda — ele fala. Ele segura e eu começo a rebolar, vai entrando e dói pra caralho, mas continuo. Quando passa a cabeça, escapa um gemido de prazer. — Cê gosta, putinha? — Sim, muito, tô gozando igual a maior vagabunda. — Ele me vira com o consolo ainda no cu e me beija de língua enquanto eu toco na pica dele, ainda mole. — Vai, papai, quero provar ela. — Aguenta mais um pouco, gatinha. A gente tava se beijando e se acariciando quando sinto um caminhão estacionar do nosso lado. Me cago de medo, quero vestir a camiseta e pular pra cama. — Calma — ele diz. — Não quero que me vejam, cê é louco? — Relaxa, é um colega. — Ele nem termina de falar e alguém bate na porta e grita: — Ei, Coquito, cê tá acordado? — Tô, Pato, tô com um amigo. — Quer tomar um mate? — Espera que vou perguntar pro meu amigo. — Eu não tava entendendo nada, a gente prestes a foder e ele quer tomar mate? — Acho que cê tá com sorte, vai ter que fazer um favor pro meu amigo. — Cê é louco? — E sem perguntar, ele manda o cara subir no escuro. Eu pelado, todo escorregadio, excitado e com um consolo enfiado no cu. Aguenta aí, já "gozei".

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