Quando a gente tava voltando do banheiro, no escuro ele começa a passar a mão na minha bunda — agora você vai ser minha putinha — tô com medo, vai doer, nunca fui comido — primeiro vou te esquentar bem gostoso e com certeza você vai me pedir pra meter, viado — minha pica tava explodindo de tesão.
Já na cabine, ele pede pra eu tirar a roupa, fico peladão — que peitos lindos você tem — aperta eles e eu gemo de prazer, não aguento mais, tô louco, pego na pica dele e quero chupar — calma aí, um pouco, quero que você fique mais quente — de repente ele desce do caminhão e me manda descer pelado, tava entregue, começa a me beijar no escuro e a chupar meus peitos enquanto enfia a mão no meu cu, eu pego na pica dele e bato uma punheta enlouquecido, beijo de língua, tem cheiro de suor e isso me excita mais, me manda abaixar e coloca a pica na minha cara, começo a chupar, tá suja, tem gosto de mijo e cheiro de queijo, ele segura minha cabeça e me come pela boca, primeiro devagar e depois com violência, sinto ele ofegando, a pica é um pau duro e encardido, não para de me comer e sinto que tô gozando enquanto ele enche minha boca de porra — engole, putinha, engole tudo — enquanto me aperta contra a barriga suada dele. Ele tava descalço e pisa na minha porra, coloca o pé na minha boca e me obriga a lamber. — Sobe — enquanto vou subindo, ele começa a lamber minha raba, fico parado e ele chupa meu cu, passa a língua e enfia, me arrepio de tesão, não fazia cinco minutos que eu tinha gozado e já tava duro de novo. Já na cabine, ele se despe, tava mole — espera que vou tomar meu comprimidinho — mas vai demorar? — falo desesperado — tem tempo, promíscuo, vou te foder a noite toda — eu já tinha esquecido de tudo, do carro, de que me esperavam em casa, de tudo, começo a ligar pra casa, minha mulher atende e enquanto explico, o gordo me apalpa os peitos, aperta meus mamilos, me viro e coloco a bunda na cara dele, ele começa a chupar e a enfiar o dedo, dói, desligo. Já estava fervendo. —Você não tem alguma coisa pra não doer tanto? —Olha no porta-luvas, tenho vaselina. —Passou pra mim e esfregou toda minha bunda e pernas, ficou tudo escorregadio. Tô de quatro no banco, com a cabeça apoiada no vidro. Ele começa a enfiar o dedo, já não dói tanto. Aquele dedo entra e sai, entra e sai. —Mais, mais, quero mais — peço. —Você gosta disso? — e mostra um consolo não muito grande, começa a roçar na minha bunda. —Enfia você mesma, promíscua — ele fala. Ele segura e eu começo a rebolir, vai entrando e dói pra caralho, mas continuo. Quando passa a cabeça, escapa um gemido de prazer. —Gostou, vadia? —Sim, muito, tô gozando igual a maior puta. —Ele me vira com o consolo enfiado na bunda e me beija de língua enquanto eu toco na piroca dele, ainda mole. —Vai, pai, quero provar. —Aguenta um pouco, gata. A gente tava se beijando e se acariciando quando sinto um caminhão estacionar do nosso lado. Me cago de medo, quero vestir a camiseta e pular pra cama. —Calma — ele diz. —Não quero que me vejam, você é louco? —Tranquilo, é um colega. —Ele nem termina de falar e alguém bate na porta e grita: —Ei, Coquito, tá acordado? —Tô, Pato, tô com um amigo. —Quer tomar um mate? —Espera que vou perguntar pro meu amigo. —Eu não tava entendendo nada, a gente prestes a foder e ele quer tomar mate? —Acho que você tá com sorte, vai ter que fazer um favor pro meu amigo. —Você é louco? —E sem perguntar, manda o cara subir no escuro. Eu, pelado, todo escorregadio, excitado e com um consolo enfiado no cu. Aguenta aí, já "gozei".
Já na cabine, ele pede pra eu tirar a roupa, fico peladão — que peitos lindos você tem — aperta eles e eu gemo de prazer, não aguento mais, tô louco, pego na pica dele e quero chupar — calma aí, um pouco, quero que você fique mais quente — de repente ele desce do caminhão e me manda descer pelado, tava entregue, começa a me beijar no escuro e a chupar meus peitos enquanto enfia a mão no meu cu, eu pego na pica dele e bato uma punheta enlouquecido, beijo de língua, tem cheiro de suor e isso me excita mais, me manda abaixar e coloca a pica na minha cara, começo a chupar, tá suja, tem gosto de mijo e cheiro de queijo, ele segura minha cabeça e me come pela boca, primeiro devagar e depois com violência, sinto ele ofegando, a pica é um pau duro e encardido, não para de me comer e sinto que tô gozando enquanto ele enche minha boca de porra — engole, putinha, engole tudo — enquanto me aperta contra a barriga suada dele. Ele tava descalço e pisa na minha porra, coloca o pé na minha boca e me obriga a lamber. — Sobe — enquanto vou subindo, ele começa a lamber minha raba, fico parado e ele chupa meu cu, passa a língua e enfia, me arrepio de tesão, não fazia cinco minutos que eu tinha gozado e já tava duro de novo. Já na cabine, ele se despe, tava mole — espera que vou tomar meu comprimidinho — mas vai demorar? — falo desesperado — tem tempo, promíscuo, vou te foder a noite toda — eu já tinha esquecido de tudo, do carro, de que me esperavam em casa, de tudo, começo a ligar pra casa, minha mulher atende e enquanto explico, o gordo me apalpa os peitos, aperta meus mamilos, me viro e coloco a bunda na cara dele, ele começa a chupar e a enfiar o dedo, dói, desligo. Já estava fervendo. —Você não tem alguma coisa pra não doer tanto? —Olha no porta-luvas, tenho vaselina. —Passou pra mim e esfregou toda minha bunda e pernas, ficou tudo escorregadio. Tô de quatro no banco, com a cabeça apoiada no vidro. Ele começa a enfiar o dedo, já não dói tanto. Aquele dedo entra e sai, entra e sai. —Mais, mais, quero mais — peço. —Você gosta disso? — e mostra um consolo não muito grande, começa a roçar na minha bunda. —Enfia você mesma, promíscua — ele fala. Ele segura e eu começo a rebolir, vai entrando e dói pra caralho, mas continuo. Quando passa a cabeça, escapa um gemido de prazer. —Gostou, vadia? —Sim, muito, tô gozando igual a maior puta. —Ele me vira com o consolo enfiado na bunda e me beija de língua enquanto eu toco na piroca dele, ainda mole. —Vai, pai, quero provar. —Aguenta um pouco, gata. A gente tava se beijando e se acariciando quando sinto um caminhão estacionar do nosso lado. Me cago de medo, quero vestir a camiseta e pular pra cama. —Calma — ele diz. —Não quero que me vejam, você é louco? —Tranquilo, é um colega. —Ele nem termina de falar e alguém bate na porta e grita: —Ei, Coquito, tá acordado? —Tô, Pato, tô com um amigo. —Quer tomar um mate? —Espera que vou perguntar pro meu amigo. —Eu não tava entendendo nada, a gente prestes a foder e ele quer tomar mate? —Acho que você tá com sorte, vai ter que fazer um favor pro meu amigo. —Você é louco? —E sem perguntar, manda o cara subir no escuro. Eu, pelado, todo escorregadio, excitado e com um consolo enfiado no cu. Aguenta aí, já "gozei".
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