Olá, gente linda da comunidade, vou contar uma parada que rolou comigo há muito tempo e que eu guardava na memória. Lembrem-se que todas as minhas histórias são 100% reais.
Um sábado à noite, eu tava bebendo e vendo uns vídeos pornô, já tava começando a ficar com tesão, então decidi pegar minha moto e dar umas voltas pela zona boêmia da minha cidade pra ver o que rolava. Quando passei pelo ponto onde ficam as travestis, vi uma bem alta e corpulenta, me chamou a atenção e, como já tava meio bêbado, cheguei nela. Ela perguntou se eu queria que ela me chupasse ali mesmo, e eu falei que não, que queria ir pra um motel. Ela topou, subiu na garupa da moto e fomos embora. Ela se encostou bem em mim, e eu senti a pica enorme dela na minha costa, isso começou a me excitar. Chegamos, entramos no quarto, fechei a porta e começamos a nos beijar. Ela tinha a mesma altura que eu, mas era o dobro do meu tamanho — lembrando que eu tenho 1,90m. Comecei a descer a mão porque não aguentava mais, queria pegar na pica dela. Tava bem dura, grande e grossa. "Essa vai me arrebentar", pensei. Ela me virou, tirou minha calça jeans e minha cueca, e começou a chupar minha bunda. Que língua ela tinha, tava dilatando bem meu cu. E assim, os dois de pé, ela colocou a camisinha e começou a meter a pica sem nem perguntar ou avisar. Eu já tava entregue. Ela começou a enfiar a pontinha e tirava, até que começou a meter tudo. Hum, que delícia de pica entrando na minha bunda. Doía um pouco, mas o prazer era maior. Entrava e saía sem parar, eu apoiado na parede e ela me comendo gostoso. Depois, ela mandou eu deitar na cama de barriga pra cima, pegou minhas pernas e colocou no ombro dela, e começou a me meter sem parar. Eu tava entregue. "Cê gosta, putinha?", ela perguntava. "Sim, me dá mais", eu respondia. Que jeito de me comer sem parar por mais de 10 minutos. "Agora é minha vez, papai", ela disse. Se ajoelhou de quatro na cama e falou: "Faz o que você mais gosta". E eu comecei a chupar a bunda dela, o cu, as bolas, a pica, chupei tudo. Eu tava doido e ela também, peguei uma camisinha e coloquei na minha pica e comecei a meter nela. Ela tinha uma bunda linda, pena que era meio arrombada, e minha pica, que não é grande coisa, entrava fácil naquele cu, mas mesmo assim gozamos os dois sem parar. Depois ela virou de barriga pra cima e pediu pra eu pegar na pica dela e bater uma. Eu tava doido de tesão. Aí ela falou na lata: "Mete a mão em mim, por favor". Eu até estranhei um pouco, mas tinha que satisfazer. Ela pegou um lubrificante, passei nos meus dedos e comecei a enfiar um por um. Enfiava e tirava, primeiro um, depois outro, e quando vi já tava enfiando os cinco, mas não a mão toda. "Mete a mão e me fode com força, por favor", ela pediu. Aí lubrifiquei bem e enfiei minha mão, que entrou bem apertadinha até o cu dela dilatar por completo, e eu enfiei a mão até bem lá dentro. Ela deu um grito de dor, doía pra caralho, mas ela não queria que eu parasse. Eu enfiava e tirava devagar, depois rápido. Foi a primeira vez que enfiei a mão em alguém. Comecei a bater uma pra ela, a pica dela tava dura pra cacete, aí eu bati uma com a boca porque queria tomar o leite dela. Amo leite e sempre que posso e tô afim, engulo. Comecei a chupar aquela pica enquanto enfiava e tirava a mão, já tava bem aberto e o cu dela todo escancarado. Ela gozou na minha boca e eu engoli todo o leite dela. Tirei a mão, chupei o cu dela um pouco pra aliviar a dor e fui pro banheiro tomar banho. Saí rápido porque já ia dar meia hora, então a gente se vestiu, paguei ela e fui embora na frente. Foi uma experiência única que nunca mais repeti, foi gostoso. Beijos e deixem pontos.
Um sábado à noite, eu tava bebendo e vendo uns vídeos pornô, já tava começando a ficar com tesão, então decidi pegar minha moto e dar umas voltas pela zona boêmia da minha cidade pra ver o que rolava. Quando passei pelo ponto onde ficam as travestis, vi uma bem alta e corpulenta, me chamou a atenção e, como já tava meio bêbado, cheguei nela. Ela perguntou se eu queria que ela me chupasse ali mesmo, e eu falei que não, que queria ir pra um motel. Ela topou, subiu na garupa da moto e fomos embora. Ela se encostou bem em mim, e eu senti a pica enorme dela na minha costa, isso começou a me excitar. Chegamos, entramos no quarto, fechei a porta e começamos a nos beijar. Ela tinha a mesma altura que eu, mas era o dobro do meu tamanho — lembrando que eu tenho 1,90m. Comecei a descer a mão porque não aguentava mais, queria pegar na pica dela. Tava bem dura, grande e grossa. "Essa vai me arrebentar", pensei. Ela me virou, tirou minha calça jeans e minha cueca, e começou a chupar minha bunda. Que língua ela tinha, tava dilatando bem meu cu. E assim, os dois de pé, ela colocou a camisinha e começou a meter a pica sem nem perguntar ou avisar. Eu já tava entregue. Ela começou a enfiar a pontinha e tirava, até que começou a meter tudo. Hum, que delícia de pica entrando na minha bunda. Doía um pouco, mas o prazer era maior. Entrava e saía sem parar, eu apoiado na parede e ela me comendo gostoso. Depois, ela mandou eu deitar na cama de barriga pra cima, pegou minhas pernas e colocou no ombro dela, e começou a me meter sem parar. Eu tava entregue. "Cê gosta, putinha?", ela perguntava. "Sim, me dá mais", eu respondia. Que jeito de me comer sem parar por mais de 10 minutos. "Agora é minha vez, papai", ela disse. Se ajoelhou de quatro na cama e falou: "Faz o que você mais gosta". E eu comecei a chupar a bunda dela, o cu, as bolas, a pica, chupei tudo. Eu tava doido e ela também, peguei uma camisinha e coloquei na minha pica e comecei a meter nela. Ela tinha uma bunda linda, pena que era meio arrombada, e minha pica, que não é grande coisa, entrava fácil naquele cu, mas mesmo assim gozamos os dois sem parar. Depois ela virou de barriga pra cima e pediu pra eu pegar na pica dela e bater uma. Eu tava doido de tesão. Aí ela falou na lata: "Mete a mão em mim, por favor". Eu até estranhei um pouco, mas tinha que satisfazer. Ela pegou um lubrificante, passei nos meus dedos e comecei a enfiar um por um. Enfiava e tirava, primeiro um, depois outro, e quando vi já tava enfiando os cinco, mas não a mão toda. "Mete a mão e me fode com força, por favor", ela pediu. Aí lubrifiquei bem e enfiei minha mão, que entrou bem apertadinha até o cu dela dilatar por completo, e eu enfiei a mão até bem lá dentro. Ela deu um grito de dor, doía pra caralho, mas ela não queria que eu parasse. Eu enfiava e tirava devagar, depois rápido. Foi a primeira vez que enfiei a mão em alguém. Comecei a bater uma pra ela, a pica dela tava dura pra cacete, aí eu bati uma com a boca porque queria tomar o leite dela. Amo leite e sempre que posso e tô afim, engulo. Comecei a chupar aquela pica enquanto enfiava e tirava a mão, já tava bem aberto e o cu dela todo escancarado. Ela gozou na minha boca e eu engoli todo o leite dela. Tirei a mão, chupei o cu dela um pouco pra aliviar a dor e fui pro banheiro tomar banho. Saí rápido porque já ia dar meia hora, então a gente se vestiu, paguei ela e fui embora na frente. Foi uma experiência única que nunca mais repeti, foi gostoso. Beijos e deixem pontos.
1 comentários - Relato: com um travesti no hotel