Banco pra sentar

Olá, pessoal!
Antes de tudo, queria agradecer a quem curtiu meu post anterior, a quem comentou, deu pontos ou visitou e tirou um tempo pra ler.
Isso me deu coragem pra contar outra história que vivi com um amigo, com quem tive alguns encontros, mas acho que esse foi especial por alguns detalhes que vou contar.
Espero que curtam tanto quanto eu curti, mesmo que eu tenha que ser explícita em algumas coisas, que talvez não agradem todo mundo.

Conheci o Javi por intermédio de uma amiga transexual. Ela me apresentou ele um dia em que ele tinha ido com três amigos, um dos quais ia casar e resolveram celebrar a despedida de solteiro numa balada do ramo.
Acho que desde o primeiro momento a gente se curtiu, mas acho que também tinha um certo preconceito da parte dele em me abordar. Às vezes percebia que ele se sentia mais à vontade com transexuais ou travestis do que com uma cross como eu.
Talvez a idade também tenha influenciado em alguns momentos. Foi o que ele me disse assim que começamos a conversar. Ele tinha 39 anos na época, e eu 20.

Desde aquela vez, a gente construiu uma amizade gostosa, que virou troca de mensagens no WhatsApp, uma ligada ou outra, umas fotinhas quentes, até que tivemos nossos primeiros encontros.
Mas não são esses encontros que quero contar, e sim um especial por algo que aconteceu e foi o que me deixou muito excitada, e ele também.

A gente já tinha se encontrado umas quatro vezes. Além de transar com ele, o que era bom é que ele morava sozinho e a gente podia ir pro apartamento dele, eu levar minha mochila com minhas coisas, e depois de curtir, poder me trocar na casa dele sossegada.
Ele mora perto de Núñez, num apartamento normal, mas muito arrumado. A gente sempre foi bem conservador com o lugar pra trepar, sempre foi o quarto o lugar escolhido.
Mas eu sempre dizia que tinha inveja da cozinha que ele tinha. Super ampla, clara, com uma bancada com duas cadeiras altas. tipo banquinho giratório (acho que é assim que chama).
Ali a gente dividia um vinho, comia algo leve e, como o balcão de café da manhã era bem estreitinho, dava pra ficar com os rostos perto. E, conforme os goles de vinho avançavam, os beijos, os carinhos e o tesão também aumentavam.
Geralmente não sou de beber, mas naquela noite o vinho me deixou mais solta, mais confiante e talvez menos envergonhada do que costumo ser.
Isso despertou em mim a vontade de não ir logo pra cama, pro quarto. Queria algo diferente, testar talvez o sofá, porque não a mesma coisa de sempre em cima da bancada da cozinha. Queria algo novo.
O que mais me parecia tentador e arriscado era que ele me comesse na sala. Tem uma janela enorme, do tamanho praticamente da parede inteira, com quatro folhas. Mesmo não dando direto pra outros prédios vizinhos, se algum vizinho estiver numa sacada, não precisa de muito pra ver dentro da sala do apê do Javi.
Essa possibilidade de sermos vistos me deixava com muito tesão, e era isso que eu queria. Mas queria muito mais também.
Me senti totalmente sem vergonha. Foi aí que passei pro outro lado do balcão, me aproximei do Javi e comecei a beijar ele de tudo que é jeito. Ele continuou sentado no banquinho e, enquanto me beijava e metia a língua, me agarrou com força na bunda.
Naquele dia eu tinha vestido um vestidinho preto bem curtinho, que mal subia um pouco já deixava ver o começo das minhas nádegas. O Javi não perdeu tempo: assim que pôde, começou a apertar com força as bandas da minha raba, ao mesmo tempo que separava e juntava elas com as mãos.
Enquanto eu devorava ele de beijos, ele passou as mãos por baixo da minha calcinha fio dental e começou a rodear minha bucetinha com os dedos.
Abri a camisa dele pra poder chupar o peito dele, enquanto arrancava o cinto e abaixava a braguilha. Ele já tava durasso. Sabia que ia ser uma noite especial.
A altura em que ele tava sentado não deixou eu me ajoelhar pra começar a chupar o pau dele. Se eu me ajoelhasse, ficava muito baixo, então... que tive que ficar parada e me inclinar pra começar a chupar a pica dele.
O Javi é bem peludo, e se tem uma coisa que eu curto quando tô chupando a pica dele é ficar com um fio de cabelo na boca. Pode parecer estranho, mas eu gosto.
Fiquei um tempão chupando a rola do Javi, mas a verdade é que tava numa posição desconfortável. Ele percebeu e foi nessa hora que chegou a vez dele.
Ele desceu do banco do balcão da cozinha, me encostou na parede e começou a chupar minha buceta. Sabia o que eu gostava. Começou com lambidas, alternando com os dedos, um, ou dois de vez em quando.
Ele trabalhava minha raba como um profissional. Cuspia na minha entrada traseira pra os dedos dele fazerem um trabalho melhor. E eu não só tava adorando, como também já tava projetando. Sabia que se continuasse assim, tudo podia rolar.
Eu realmente perco a cabeça quando chupam minha buceta assim. Que trabalhem ela, que saibam que é como preparar uma comida gostosa, que depois vão saborear. Além disso, eu topo qualquer parada, de tamanho, cor, religião, haha!
Depois de uma preparação de cu dessas, acho que eu merecia uma boa pirocada, e ele merecia algo diferente do que a gente já vinha fazendo.
Peguei a mão do Javi e levei ele pra sala, no meio da sala do apartamento dele, perto da janela que dava pra rua. Lá, já os dois pelados (só tava de calcinha fio-dental), a gente se perdeu em beijos e amassos.
Eu também tinha deixado meus saltos na cozinha, o que me deixava bem mais baixinha que ele. Quando por um momento ele parou de chupar meu pescoço, girei no meu eixo e fiquei de costas pra ele. Ele não hesitou em colocar a camisinha, cuspir na pica, passar um pouco nos dedos da mão direita e enfiar entre minhas nádegas pra lubrificar meu buraquinho.
Eu sabia que a pirocada tava chegando. Mas tava preparada pra essa pirocada e pra qualquer outra que quisesse vir. Tava com uma dilatação excelente, dava pra aguentar qualquer coisa.
O Javi flexionou as pernas e começou a encostar a cabeçona da pica no meu cu. Tentei ajudá-lo também flexionando um pouco as pernas e "empinando a raba" pra facilitar a penetração.
Aí ele começou a meter. No começo só a cabecinha, tipo brincando, pra ver se eu pedia tudo. E ele sabia que eu queria tudo, porque aos poucos foi puxando meu corpo cada vez mais pra trás, assim ele podia ir comendo minha pica aos poucos.
Essa brincadeira fez com que ela ficasse enterrada toda em menos de cinco minutos.
Com meus braços pra trás, tentava segurar ele pela nuca com as duas mãos, assim a boca dele chegava perto do meu ouvido pra eu ouvir umas putarias, ou pelo menos como ele gemia enquanto me metia.
As cortinas da janela estavam escancaradas. Isso fazia com que qualquer vizinho de algum prédio próximo pudesse talvez nos ver, e isso me deixava ainda mais excitada.
Além disso, eu via nossas imagens refletidas nos vidros da janela, como se fosse um espelho, e o que eu via me agradava.
Eu me via, pequenininha, empinando a raba como se tivesse oferecendo pra ele fazer o que quisesse, e atrás meu macho, com a postura corporal como se fosse um animal montando na sua mulher. Apontei pra janela. Acho que a excitação não deixou ele ver o que eu via.
Foi aí que ele ficou mais tesudo, até mais violento, diria. Já não era uma penetração, parecia mais uma investida, como se quisesse me machucar, fazer minha raba sofrer.
Isso realmente não me preocupava. Minha dilatação estava excelente e minha raba queria violência. Mas sentia que se continuasse naquele ritmo, ia gozar toda a porra muito rápido. Isso não me interessava naquele momento. Queria pica no meu cu por um bom tempo.
Acho que nós dois queríamos que aquela noite durasse mais, aproveitá-la, brincar, nos destruir. E a brincadeira de ficar expostos na janela, com nossos corpos refletidos nos vidros, foi algo que realmente deixou Javi com muito tesão.
Num momento, ele tirou a pica da minha raba. Pensei que ia gozar e queria segurar, mas não. Ele pediu pra eu ficar paradinha ali na no centro da sala, e foi pra cozinha. Voltou com um dos banquetas, uma daquelas cadeiras altas da bancada.
Mesmo eu sentindo que ele tava fazendo um esforço com as pernas pra se abaixar e meter, a real é que eu não sabia pra que ele tava trazendo aquela cadeira.
Javi foi muito rápido. Apesar do tesão, ele se deu ao luxo de pensar. Colocou o banco no centro da sala, no mesmo lugar onde dois minutos atrás eu tava empalada.
Pediu pra eu sentar, mas ao contrário. Tipo montada na cadeira, segurando o encosto com os braços pra não ficar tão desconfortável. Pisei no apoio de pé e subi. E realmente me segurei no encosto com os braços, como se estivesse abraçando ele.
Não sei se tô sendo clara na descrição, mas o que sei é que minha bunda ficou tipo bem empinada, digamos, bem exposta. Eu me via no vidro da janela e a pose realmente me encantava. Além disso, via atrás de mim o Javi se preparando a piroca, e com a outra mão acariciando minha bunda, como se tivesse conversando com ela.
A pose fazia minha bunda ficar super aberta, sem precisar usar as mãos pra separar minhas nádegas. Isso deixava meu buraco todo exposto. Acho que dava pra ver lá do Uruguai.
Meu macho se ajoelhou atrás de mim e começou a chupar minha bunda. Já sentia que minha dilatação permitia a língua dele entrar, os dedos já não iam um por um, mas dois de uma vez.
Tive que pedir pra ele meter, juro. Não ia aguentar mais. E ele começou a me foder de novo.
A imagem era incrível. Me deixava muito puta, e ele sabia. E começou a trabalhar meu cu. Metade pra me dar prazer, metade pra ele conseguir aguentar e não gozar.
Começou um jogo. Me bombava a todo vapor por dois minutos e tirava de repente. E se afastava de mim pra me olhar, vendo como eu ficava. E eu, nisso, via tudo em tela gigante nos vidros da janela.
Esse trabalho ele começou a fazer de forma constante, repetitiva, e já minha bunda sofria. E não demorou pra deixar claro.
Ele me empurrava com a pica e quando tirava, a A dilatação fez minha buceta começar a dar sinais. Cada vez que ele tirava, começava a fazer barulhinhos, além disso ele pedia pra eu empurrar, fazer força.
Já sei. Não é o mais romântico, mas isso não era romance. Era tesão, transar, engolir pica, ser comida, ser arrombada, não tava nem aí.
Entrei no jogo dele. Minha buceta cada vez mais dilatada, e cada vez que reclamava mais. Javi estava transformado. Falava comigo, dizia umas coisas.

- Mmmm, senti como esse rabo reclama!!! Enfio? Só enfio se você fizer força e eu ver como tô deixando sua barriga.

Sinceramente, apesar de ser uma situação às vezes desconfortável, pra mim era uma loucura, e deixava o Javi doido.
Assim ele me teve um bom tempo fazendo minha buceta gemer, seja quando metia fundo ou quando tirava de uma vez.
Tudo isso ainda com a chance de ver tudo no reflexo da janelona. Combo perfeito.
A gozada sempre esteve perto. Quando ele sentia que ia gozar, tirava do meu cu e começava a brincar com os dedos pra "esfriar" a coisa.
Mas o tesão falou mais alto. Foi uma rajada de cinco minutos me deixando pregada, metendo sem parar, eu me agarrando no encosto do banco pra não cair da cadeira, e o Javi feito uma besta nas metidas.
Ele tirou, tirou a camisinha, bastaram duas punhetadas pra sair o sumo sagrado que todas nós queremos arrancar deles.
Minhas costas receberam três cuspidas de gozo bem quente. Javi se jogou como um morto no sofá da sala, e eu fiquei tremendo, ainda sem querer soltar o encosto do banco.
Sentia minha buceta pulsando, sem precisar ver sentia que abria e fechava, eu já não controlava mais. Javi tinha feito bem o trabalho dele, e me fez saber:

- Você não tem ideia de como ficou seu cu, garota! Não pode ser tão filha da puta!!!

Um banho rápido, pegar minha roupa de menino da mochila e guardar a de menina, e voltar pra casa, tentando não levantar suspeitas, dar um oi pra pai e mãe, e deitar. usando de desculpa que tenho que acordar cedo pra estudar, pra poder me cobrir com os lençóis e poder conferir e testar com minhas próprias mãos como o Javi deixou minha bunda.
Espero que vocês gostem dessa nova história, que apesar de ter quase dois anos, eu lembro como se fosse ontem.
Com o Javi hoje em dia só tenho contato pelo WhatsApp, mas bem de vez em quando. No fim das contas, o que sobrou foi uma amizade legal.

SOFY.-

3 comentários - Banco pra sentar

buenisimo muy caliente...la del taburete la conosco...es buenisima....
van p
octy_93 +1
Linda historia si te gustan peludos escribime
Banco pra sentar

Muy bueno...

Gracias por compartir 👍
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos...