Olá, pessoal!
Antes de tudo, queria agradecer a quem curtiu meu post anterior, a quem comentou, deu pontos ou só visitou e tirou um tempinho pra ler.
Isso me deu coragem pra contar outra história que vivi com um amigo, com quem tive alguns encontros, mas acho que esse foi especial por alguns detalhes que vou contar.
Espero que vocês curtam tanto quanto eu curti, mesmo que eu tenha que ser explícita em algumas coisas, que talvez não agradem todo mundo.
Conheci o Javi através de uma amiga transexual. Ela me apresentou ele num dia em que ele tinha ido com três amigos, um deles ia casar e resolveram fazer a despedida de solteiro numa balada do ramo.
Acho que desde o primeiro momento a gente se curtiu, mas também senti que ele tinha um certo preconceito em me dar em cima. Em alguns momentos, percebi que ele se sentia mais à vontade com transexuais ou travestis do que com uma cross como eu.
Talvez a idade também tenha pesado em alguns momentos. Foi o que ele me disse assim que começamos a conversar. Ele tinha 39 anos na época, e eu, 20.
Desde aquela vez, a gente criou uma amizade gostosa, que virou troca de mensagens no WhatsApp, uma ligada ou outra, umas fotinhas quentes, até que rolaram nossos primeiros encontros.
Mas não são esses encontros que quero contar, e sim um especial por causa de algo que aconteceu e que me deixou muito excitada, e ele também.
A gente já tinha se encontrado umas quatro vezes. Além da foda com ele, o que era bom é que ele morava sozinho e a gente podia ir pro apartamento dele, eu levava minha mochila com minhas coisas, e depois de curtir, podia me trocar na casa dele numa boa.
Ele mora em Núñez, num apartamento normal, mas muito arrumado. A gente sempre foi bem conservador com o lugar pra transar, sempre era o quarto o local escolhido.
Mas eu sempre falava pra ele que tinha inveja da cozinha que ele tinha. Super ampla, clara, com uma bancada de café com duas cadeiras altas. tipo banquinho giratório (acho que é assim que chama).
Ali a gente compartilhava um vinho, comia algo leve e, como o balcão do café da manhã era bem estreito, dava pra ficar com os rostos perto. E, conforme os goles de vinho avançavam, os beijos, os carinhos e o tesão também iam crescendo.
Geralmente não sou de beber, mas naquela noite o vinho me deixou mais solta, mais confiante e talvez menos envergonhada do que costumo ser.
Isso despertou em mim a vontade de não ir logo pra cama, pro quarto. Queria algo diferente, testar talvez o sofá, porque não a mesma cozinha em cima da bancada, algo diferente.
O mais tentador e arriscado me parecia que ele me comesse na sala. Tem uma janela enorme, do tamanho praticamente da parede inteira, com quatro folhas. Mesmo não dando direto pra outros prédios vizinhos, se algum vizinho estiver na varanda, não precisa de muito pra ver dentro da sala do apê do Javi.
Essa possibilidade de sermos vistos me deixava com mais tesão, e era isso que eu queria. Mas queria muito mais também.
Me senti totalmente desinibida. Foi aí que passei pro outro lado do balcão, me aproximei do Javi e comecei a beijar ele de tudo que é jeito. Ele continuou sentado no banquinho e, enquanto me beijava e metia a língua, me agarrou com força na bunda.
Naquele dia eu tinha vestido um vestidinho preto bem curto, que assim que subia um pouco já deixava ver o começo das minhas nádegas. Isso não passou despercebido pelo Javi, que assim que pôde começou a apertar meus glúteos com força, ao mesmo tempo que separava e juntava eles de novo com as mãos.
Enquanto eu devorava ele de beijos, ele avançou com as mãos por baixo da minha calcinha fio dental, começando a rodear minha bucetinha com os dedos.
Abri a camisa dele pra poder chupar o peito dele, enquanto arranquei o cinto e abaixei a braguilha. Ele já tava durasso. Sabia que ia ser uma noite especial.
A altura em que ele tava sentado fez com que eu não conseguisse me ajoelhar pra começar a chupar o pau dele. Se eu me ajoelhasse, ficava muito baixo, então que tive que ficar parada e me inclinar pra começar a chupar a pica dele.
O Javi é bem peludo, e se tem uma coisa que eu curto quando tô chupando a pica dele é ficar com um fio de cabelo na boca. Pode parecer estranho, mas eu gosto.
Fiquei um tempão chupando a rola do Javi, mas a real é que tava numa posição desconfortável. Ele percebeu e foi nessa hora que a vez dele chegou.
Ele desceu do banco da bancada da cozinha, me encostou na parede e começou a chupar minha bunda. Sabia o que eu gostava. Começou com lambidas, alternando com os dedos, um, dois às vezes.
Trabalhava minha buceta como um profissional. Cuspia na minha entrada traseira pra os dedos dele fazerem melhor o trabalho. E eu não só tava adorando, como também já tava projetando. Sabia que se continuasse assim, tudo podia rolar.
Eu realmente perco a cabeça quando chupam minha bunda desse jeito. Que trabalhem ela, que saibam que é como preparar uma comida gostosa, que depois vão saborear. Além disso, eu topo qualquer coisa, de tamanho, cor, religião, haha!
Depois de uma preparação de cu dessas, acho que eu merecia uma boa pirocada, e ele merecia algo diferente do que a gente já vinha fazendo.
Peguei a mão do Javi e levei ele pra sala, no meio da sala do apartamento dele, perto da janela que dava pra rua. Lá, já os dois pelados (só tava de calcinha fio dental), a gente se perdeu em beijos e mãos bobas.
Eu também tinha deixado meus saltos na cozinha, o que me deixava bem mais baixinha que ele. Quando por um momento ele parou de chupar meu pescoço, girei no meu eixo e fiquei de costas pra ele. Ele não hesitou em colocar a camisinha, cuspir na pica dele, passar um pouco nos dedos da mão direita e enfiar entre minhas nádegas pra lubrificar meu buraquinho.
Eu sabia que a pirocada tava chegando. Mas tava preparada pra essa pirocada e pra qualquer outra que quisesse vir. Tava com uma dilatação excelente, dava pra aguentar qualquer coisa.
O Javi dobrou as pernas e começou a encostar a cabeça da pica no meu cu. Tentei ajudar ele também, flexionando um pouco as pernas e "empinando a raba" pra facilitar a penetração.
Aí ele começou a meter. No começo só a cabecinha, como se tivesse brincando, pra ver se eu pedia tudo. E ele sabia que eu queria tudo, porque aos poucos foi puxando meu corpo cada vez mais pra trás, assim ele podia ir comendo minha pica devagar.
Essa brincadeira fez com que ela ficasse enterrada inteira em menos de cinco minutos.
Com meus braços pra trás, tentava segurar ele pela nuca com as duas mãos, assim a boca dele chegava perto do meu ouvido pra eu ouvir umas putarias, ou pelo menos como ele gemia enquanto metia.
As cortinas da janela estavam abertas de par em par. Isso fazia com que qualquer vizinho de algum prédio próximo pudesse talvez nos ver, e isso me deixava ainda mais tesuda.
Além disso, eu via nossas imagens refletidas nos vidros da janela, como se fosse uma espécie de espelho, e o que eu via me agradava.
Me via, pequenininha, empinando a raba como se tivesse oferecendo pra ele fazer o que quisesse, e por trás meu macho, com a postura corporal como se fosse um animal montando na sua mulher. Apontei pra janela. Acho que o tesão não deixou ele ver o que eu via.
Foi aí que ele ficou mais quente, até mais violento, eu diria. Já não era uma penetração, parecia mais uma investida, como se fosse pra me machucar, pra fazer minha raba sofrer.
Isso realmente não me preocupava. Minha dilatação estava excelente e minha raba queria violência. Mas sentia que se continuasse naquele ritmo, ia tirar toda a porra dele muito rápido. Isso não me interessava naquele momento. Queria pica no meu cu por um bom tempo.
Acho que nós dois queríamos que aquela noite durasse mais, aproveitar ao máximo, brincar, nos destruir. E a brincadeira de estar expostos na frente da janela, e nossos corpos se refletindo nos vidros, foi algo que realmente deixou Javi com muito tesão.
Num momento, ele tirou a pica da minha raba. Pensei que ia gozar e queria segurar, mas não. Ele pediu pra eu ficar paradinha ali na centro da sala, e foi pra cozinha. Voltou com um dos banquetas, uma daquelas cadeiras altas da bancada do café da manhã.
Mesmo eu sentindo que ele tava fazendo um esforço com as pernas pra se abaixar e conseguir meter, a real é que eu não sabia pra que ele tinha trazido aquela cadeira.
Javi foi muito rápido. Apesar do tesão, ele se deu ao luxo de pensar. Colocou o banco no centro da sala, no mesmo lugar onde dois minutos atrás eu tava empalada.
Pediu pra eu sentar, mas ao contrário. Tipo montada na cadeira, segurando o encosto com os braços pra não ficar tão desconfortável. Pisei no apoio de pé e subi. E realmente me segurei no encosto com os braços, como se estivesse abraçando ele.
Não sei se tô sendo clara na descrição, mas o que sei é que minha bunda ficou bem empinada, digamos, bem exposta. Eu me via no vidro da janela e a pose realmente me deixava doida. Além disso, via o Javi atrás de mim se preparando a rola, e com a outra mão acariciando minha bunda, como se tivesse conversando com ela.
A pose fazia minha bunda ficar super aberta, sem precisar usar as mãos pra separar minhas nádegas. Isso deixava meu buraco totalmente à mostra. Acho que dava pra ver lá do Uruguai.
Meu macho se ajoelhou atrás de mim e começou a chupar minha buceta. Já sentia que minha dilatação permitia a língua dele entrar, os dedos dele já não iam um de cada vez, mas dois.
Tive que pedir pra ele meter, juro. Não ia aguentar mais. E ele começou a me foder de novo.
A imagem era incrível. Me deixava muito excitada, e ele sabia disso. E começou a trabalhar meu cu. Metade pra me dar prazer, metade pra ele conseguir aguentar e não gozar.
Começou um jogo. Ele me bombava a todo vapor por dois minutos e tirava de repente. E se afastava de mim pra me olhar enquanto eu ficava ali. E eu, nisso tudo, via tudo em tela gigante nos vidros da janela.
Esse trabalho ele começou a fazer de forma constante, repetitiva, e já minha bunda sofria. E não demorou pra ela deixar claro.
Ele me empurrava com a rola e quando tirava, a A dilatação fez minha buceta começar a dar sinais. Cada vez que ele tirava, começava a fazer barulhinhos, e ele ainda pedia pra eu empurrar, fazer força.
Já sei. Não é o mais romântico, mas isso não era romance. Era tesão, foder, engolir pica, ser comida, ser arrombada, não tava nem aí.
Entrei no jogo dele. Minha buceta cada vez mais dilatada, e cada vez que reclamava mais. Javi tava transformado. Falava comigo, dizia umas coisas.
- Mmmm, senti como esse cu reclama!!! Enfio? Só enfio se você fizer força e eu ver como tô deixando sua barriga.
Sinceramente, apesar de ser uma situação meio desconfortável às vezes, pra mim era uma loucura, e pro Javi deixava ele doido.
Assim ele me teve um tempão fazendo meu cu gemer, seja quando enfiava ou quando tirava de uma vez.
Tudo isso ainda com a chance de ver tudo no reflexo da janelona. Combinação perfeita.
A gozada sempre esteve perto. Quando ele sentia que ia gozar, tirava do meu cu e começava a brincar com os dedos pra "esfriar" a coisa.
Mas o tesão falou mais alto. Foi uma rajada de cinco minutos me deixando cravada, metendo sem parar, eu me agarrando no encosto do banquinho pra não cair da cadeira, e o Javi feito uma besta nas estocadas.
Ele tirou, tirou a camisinha, bastaram duas punhetadas pra sair o santo suco que todas nós queremos arrancar deles.
Minhas costas receberam três cuspidas de porra bem quentinha. Javi se jogou como um desabado no sofá da sala, e eu fiquei tremendo, ainda sem querer soltar o encosto do banquinho.
Sentia meu cu pulsando, sem precisar olhar sentia que abria e fechava, eu já não controlava mais. Javi tinha feito bem o trabalho dele, e me fez saber:
- Você não tem noção como ficou seu cu, garota! Não pode ser tão filha da puta!!!
Um banho rápido, pegar minha roupa de moleque da mochila e guardar a de menina, e voltar pra casa, tentando não levantar suspeitas, dar um oi pra pai e mãe, e ir me deitar. usando de desculpa que tenho que acordar cedo pra estudar, pra poder me cobrir com os lençóis e poder conferir e testar com minhas próprias mãos como o Javi deixou minha bunda.
Espero que vocês gostem dessa nova história, que apesar de ter quase dois anos, eu lembro como se fosse ontem.
Com o Javi hoje em dia só tenho contato pelo WhatsApp, mas bem de vez em quando. No fim, o que sobrou foi uma amizade legal.
SOFY.-
Antes de tudo, queria agradecer a quem curtiu meu post anterior, a quem comentou, deu pontos ou só visitou e tirou um tempinho pra ler.
Isso me deu coragem pra contar outra história que vivi com um amigo, com quem tive alguns encontros, mas acho que esse foi especial por alguns detalhes que vou contar.
Espero que vocês curtam tanto quanto eu curti, mesmo que eu tenha que ser explícita em algumas coisas, que talvez não agradem todo mundo.
Conheci o Javi através de uma amiga transexual. Ela me apresentou ele num dia em que ele tinha ido com três amigos, um deles ia casar e resolveram fazer a despedida de solteiro numa balada do ramo.
Acho que desde o primeiro momento a gente se curtiu, mas também senti que ele tinha um certo preconceito em me dar em cima. Em alguns momentos, percebi que ele se sentia mais à vontade com transexuais ou travestis do que com uma cross como eu.
Talvez a idade também tenha pesado em alguns momentos. Foi o que ele me disse assim que começamos a conversar. Ele tinha 39 anos na época, e eu, 20.
Desde aquela vez, a gente criou uma amizade gostosa, que virou troca de mensagens no WhatsApp, uma ligada ou outra, umas fotinhas quentes, até que rolaram nossos primeiros encontros.
Mas não são esses encontros que quero contar, e sim um especial por causa de algo que aconteceu e que me deixou muito excitada, e ele também.
A gente já tinha se encontrado umas quatro vezes. Além da foda com ele, o que era bom é que ele morava sozinho e a gente podia ir pro apartamento dele, eu levava minha mochila com minhas coisas, e depois de curtir, podia me trocar na casa dele numa boa.
Ele mora em Núñez, num apartamento normal, mas muito arrumado. A gente sempre foi bem conservador com o lugar pra transar, sempre era o quarto o local escolhido.
Mas eu sempre falava pra ele que tinha inveja da cozinha que ele tinha. Super ampla, clara, com uma bancada de café com duas cadeiras altas. tipo banquinho giratório (acho que é assim que chama).
Ali a gente compartilhava um vinho, comia algo leve e, como o balcão do café da manhã era bem estreito, dava pra ficar com os rostos perto. E, conforme os goles de vinho avançavam, os beijos, os carinhos e o tesão também iam crescendo.
Geralmente não sou de beber, mas naquela noite o vinho me deixou mais solta, mais confiante e talvez menos envergonhada do que costumo ser.
Isso despertou em mim a vontade de não ir logo pra cama, pro quarto. Queria algo diferente, testar talvez o sofá, porque não a mesma cozinha em cima da bancada, algo diferente.
O mais tentador e arriscado me parecia que ele me comesse na sala. Tem uma janela enorme, do tamanho praticamente da parede inteira, com quatro folhas. Mesmo não dando direto pra outros prédios vizinhos, se algum vizinho estiver na varanda, não precisa de muito pra ver dentro da sala do apê do Javi.
Essa possibilidade de sermos vistos me deixava com mais tesão, e era isso que eu queria. Mas queria muito mais também.
Me senti totalmente desinibida. Foi aí que passei pro outro lado do balcão, me aproximei do Javi e comecei a beijar ele de tudo que é jeito. Ele continuou sentado no banquinho e, enquanto me beijava e metia a língua, me agarrou com força na bunda.
Naquele dia eu tinha vestido um vestidinho preto bem curto, que assim que subia um pouco já deixava ver o começo das minhas nádegas. Isso não passou despercebido pelo Javi, que assim que pôde começou a apertar meus glúteos com força, ao mesmo tempo que separava e juntava eles de novo com as mãos.
Enquanto eu devorava ele de beijos, ele avançou com as mãos por baixo da minha calcinha fio dental, começando a rodear minha bucetinha com os dedos.
Abri a camisa dele pra poder chupar o peito dele, enquanto arranquei o cinto e abaixei a braguilha. Ele já tava durasso. Sabia que ia ser uma noite especial.
A altura em que ele tava sentado fez com que eu não conseguisse me ajoelhar pra começar a chupar o pau dele. Se eu me ajoelhasse, ficava muito baixo, então que tive que ficar parada e me inclinar pra começar a chupar a pica dele.
O Javi é bem peludo, e se tem uma coisa que eu curto quando tô chupando a pica dele é ficar com um fio de cabelo na boca. Pode parecer estranho, mas eu gosto.
Fiquei um tempão chupando a rola do Javi, mas a real é que tava numa posição desconfortável. Ele percebeu e foi nessa hora que a vez dele chegou.
Ele desceu do banco da bancada da cozinha, me encostou na parede e começou a chupar minha bunda. Sabia o que eu gostava. Começou com lambidas, alternando com os dedos, um, dois às vezes.
Trabalhava minha buceta como um profissional. Cuspia na minha entrada traseira pra os dedos dele fazerem melhor o trabalho. E eu não só tava adorando, como também já tava projetando. Sabia que se continuasse assim, tudo podia rolar.
Eu realmente perco a cabeça quando chupam minha bunda desse jeito. Que trabalhem ela, que saibam que é como preparar uma comida gostosa, que depois vão saborear. Além disso, eu topo qualquer coisa, de tamanho, cor, religião, haha!
Depois de uma preparação de cu dessas, acho que eu merecia uma boa pirocada, e ele merecia algo diferente do que a gente já vinha fazendo.
Peguei a mão do Javi e levei ele pra sala, no meio da sala do apartamento dele, perto da janela que dava pra rua. Lá, já os dois pelados (só tava de calcinha fio dental), a gente se perdeu em beijos e mãos bobas.
Eu também tinha deixado meus saltos na cozinha, o que me deixava bem mais baixinha que ele. Quando por um momento ele parou de chupar meu pescoço, girei no meu eixo e fiquei de costas pra ele. Ele não hesitou em colocar a camisinha, cuspir na pica dele, passar um pouco nos dedos da mão direita e enfiar entre minhas nádegas pra lubrificar meu buraquinho.
Eu sabia que a pirocada tava chegando. Mas tava preparada pra essa pirocada e pra qualquer outra que quisesse vir. Tava com uma dilatação excelente, dava pra aguentar qualquer coisa.
O Javi dobrou as pernas e começou a encostar a cabeça da pica no meu cu. Tentei ajudar ele também, flexionando um pouco as pernas e "empinando a raba" pra facilitar a penetração.
Aí ele começou a meter. No começo só a cabecinha, como se tivesse brincando, pra ver se eu pedia tudo. E ele sabia que eu queria tudo, porque aos poucos foi puxando meu corpo cada vez mais pra trás, assim ele podia ir comendo minha pica devagar.
Essa brincadeira fez com que ela ficasse enterrada inteira em menos de cinco minutos.
Com meus braços pra trás, tentava segurar ele pela nuca com as duas mãos, assim a boca dele chegava perto do meu ouvido pra eu ouvir umas putarias, ou pelo menos como ele gemia enquanto metia.
As cortinas da janela estavam abertas de par em par. Isso fazia com que qualquer vizinho de algum prédio próximo pudesse talvez nos ver, e isso me deixava ainda mais tesuda.
Além disso, eu via nossas imagens refletidas nos vidros da janela, como se fosse uma espécie de espelho, e o que eu via me agradava.
Me via, pequenininha, empinando a raba como se tivesse oferecendo pra ele fazer o que quisesse, e por trás meu macho, com a postura corporal como se fosse um animal montando na sua mulher. Apontei pra janela. Acho que o tesão não deixou ele ver o que eu via.
Foi aí que ele ficou mais quente, até mais violento, eu diria. Já não era uma penetração, parecia mais uma investida, como se fosse pra me machucar, pra fazer minha raba sofrer.
Isso realmente não me preocupava. Minha dilatação estava excelente e minha raba queria violência. Mas sentia que se continuasse naquele ritmo, ia tirar toda a porra dele muito rápido. Isso não me interessava naquele momento. Queria pica no meu cu por um bom tempo.
Acho que nós dois queríamos que aquela noite durasse mais, aproveitar ao máximo, brincar, nos destruir. E a brincadeira de estar expostos na frente da janela, e nossos corpos se refletindo nos vidros, foi algo que realmente deixou Javi com muito tesão.
Num momento, ele tirou a pica da minha raba. Pensei que ia gozar e queria segurar, mas não. Ele pediu pra eu ficar paradinha ali na centro da sala, e foi pra cozinha. Voltou com um dos banquetas, uma daquelas cadeiras altas da bancada do café da manhã.
Mesmo eu sentindo que ele tava fazendo um esforço com as pernas pra se abaixar e conseguir meter, a real é que eu não sabia pra que ele tinha trazido aquela cadeira.
Javi foi muito rápido. Apesar do tesão, ele se deu ao luxo de pensar. Colocou o banco no centro da sala, no mesmo lugar onde dois minutos atrás eu tava empalada.
Pediu pra eu sentar, mas ao contrário. Tipo montada na cadeira, segurando o encosto com os braços pra não ficar tão desconfortável. Pisei no apoio de pé e subi. E realmente me segurei no encosto com os braços, como se estivesse abraçando ele.
Não sei se tô sendo clara na descrição, mas o que sei é que minha bunda ficou bem empinada, digamos, bem exposta. Eu me via no vidro da janela e a pose realmente me deixava doida. Além disso, via o Javi atrás de mim se preparando a rola, e com a outra mão acariciando minha bunda, como se tivesse conversando com ela.
A pose fazia minha bunda ficar super aberta, sem precisar usar as mãos pra separar minhas nádegas. Isso deixava meu buraco totalmente à mostra. Acho que dava pra ver lá do Uruguai.
Meu macho se ajoelhou atrás de mim e começou a chupar minha buceta. Já sentia que minha dilatação permitia a língua dele entrar, os dedos dele já não iam um de cada vez, mas dois.
Tive que pedir pra ele meter, juro. Não ia aguentar mais. E ele começou a me foder de novo.
A imagem era incrível. Me deixava muito excitada, e ele sabia disso. E começou a trabalhar meu cu. Metade pra me dar prazer, metade pra ele conseguir aguentar e não gozar.
Começou um jogo. Ele me bombava a todo vapor por dois minutos e tirava de repente. E se afastava de mim pra me olhar enquanto eu ficava ali. E eu, nisso tudo, via tudo em tela gigante nos vidros da janela.
Esse trabalho ele começou a fazer de forma constante, repetitiva, e já minha bunda sofria. E não demorou pra ela deixar claro.
Ele me empurrava com a rola e quando tirava, a A dilatação fez minha buceta começar a dar sinais. Cada vez que ele tirava, começava a fazer barulhinhos, e ele ainda pedia pra eu empurrar, fazer força.
Já sei. Não é o mais romântico, mas isso não era romance. Era tesão, foder, engolir pica, ser comida, ser arrombada, não tava nem aí.
Entrei no jogo dele. Minha buceta cada vez mais dilatada, e cada vez que reclamava mais. Javi tava transformado. Falava comigo, dizia umas coisas.
- Mmmm, senti como esse cu reclama!!! Enfio? Só enfio se você fizer força e eu ver como tô deixando sua barriga.
Sinceramente, apesar de ser uma situação meio desconfortável às vezes, pra mim era uma loucura, e pro Javi deixava ele doido.
Assim ele me teve um tempão fazendo meu cu gemer, seja quando enfiava ou quando tirava de uma vez.
Tudo isso ainda com a chance de ver tudo no reflexo da janelona. Combinação perfeita.
A gozada sempre esteve perto. Quando ele sentia que ia gozar, tirava do meu cu e começava a brincar com os dedos pra "esfriar" a coisa.
Mas o tesão falou mais alto. Foi uma rajada de cinco minutos me deixando cravada, metendo sem parar, eu me agarrando no encosto do banquinho pra não cair da cadeira, e o Javi feito uma besta nas estocadas.
Ele tirou, tirou a camisinha, bastaram duas punhetadas pra sair o santo suco que todas nós queremos arrancar deles.
Minhas costas receberam três cuspidas de porra bem quentinha. Javi se jogou como um desabado no sofá da sala, e eu fiquei tremendo, ainda sem querer soltar o encosto do banquinho.
Sentia meu cu pulsando, sem precisar olhar sentia que abria e fechava, eu já não controlava mais. Javi tinha feito bem o trabalho dele, e me fez saber:
- Você não tem noção como ficou seu cu, garota! Não pode ser tão filha da puta!!!
Um banho rápido, pegar minha roupa de moleque da mochila e guardar a de menina, e voltar pra casa, tentando não levantar suspeitas, dar um oi pra pai e mãe, e ir me deitar. usando de desculpa que tenho que acordar cedo pra estudar, pra poder me cobrir com os lençóis e poder conferir e testar com minhas próprias mãos como o Javi deixou minha bunda.
Espero que vocês gostem dessa nova história, que apesar de ter quase dois anos, eu lembro como se fosse ontem.
Com o Javi hoje em dia só tenho contato pelo WhatsApp, mas bem de vez em quando. No fim, o que sobrou foi uma amizade legal.
SOFY.-
3 comentários - Banco pra sentar
van p
Muy bueno...
Gracias por compartir 👍
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos...