Beleza, aqui vou contar meu segundo encontro. Depois daquela última mensagem, passaram uns três dias e recebi uma mensagem perguntando quando a gente ia se ver. Marcamos pra uma sexta-feira à noite, umas 23h. Naquele dia, saí do trabalho, voei pra casa e dei uma caprichada, lavando bem a pica e as bolas. Chegou a hora, ele veio me buscar no carro, mas dessa vez notei algo diferente: ele tinha polarizado os vidros. Quando entrei, falei: "Você é safado, polarizou tudo". E ele respondeu: "Claro, porque quando você colocar, vai dar pra ver."
Bom, fomos pra um lugar que ele conhecia, onde todo mundo vai fazer sacanagem, hahaha. Ele estacionou num lugar escuro, desligou o carro, virou pra mim, ajustou meu banco jogando ele todo pra trás e começou a apalpar minha pica por cima do short que eu tava usando. Não demorou muito e ele disse: "Ela tá dormindo, vou acordar ela." Então, ele puxou minha pica mole pra fora da calça e aproximou os lábios. Depois de uns beijos e carícias, ela começou a acordar. Aí, com os lábios molhados de saliva, ele começou os movimentos de sucção, enquanto os dedos envolviam o tronco da minha pica, acompanhando os lábios pra cima e pra baixo em velocidades diferentes, o que me deixava mais excitado do que já tava. Depois de um bom tempo chupando e deixando ela bem babada, ele falou: "Quero sentir ela toda na bunda." Então, ele me deu uma camisinha, eu coloquei. Já com ela vestida, fui batendo uma lentamente pra manter a ereção, enquanto ele jogava o banco pra trás, tirava a calça de uma perna, apoiava essa perna livre no meu banco e, deitado entre o banco dele e o meu, passava gel na bunda. Aí ele disse: "Agora sim, enfia devagar."
Lá estava eu, atrás dele, com a pica na mão, apontando pra bunda dele, buscando o alvo. Encostei a cabecinha e fui entrando, vendo como ela ia entrando devagar e, ao mesmo tempo, ouvindo os gemidos dele e ele dizendo: "Continua." Quando a cabecinha entrou, fui empurrando lentamente. Quando tava na metade, empurrei mais e senti os gemidos dele de novo, e ele falou: "Agora mexe mais rápido. então, eu tirei devagar, não completamente, e coloquei de novo, assim meus movimentos ficaram mais rápidos, assim como os gemidos dela.
Sentir meu pau entrando e saindo da bunda dela, que delícia de sensação de prazer, meus movimentos variavam: rápido, rápido, e eu parava e fazia devagar, voltava a fazer rápido, rápido e parava. Ela me diz: "vai, continua, não seja ruim, vou gozar". Eu falo: "então, me segura pelos quadris e mete com tudo, assim eu ouço seus gemidos até gozar e eu gozo também."
Então, eu seguro ela pelos quadris e começo a meter com força sem parar, dando de vez em quando uns tapas na bunda dela, e chegou o momento da explosão. Eu solto uns gemidos como nunca ao gozar, e ao mesmo tempo que cuspia porra dentro da camisinha, sinto que ela também goza e sinto a bunda dela apertando meu pau cada vez que ela cuspia a porra na toalha que tinha colocado. Depois que eu gozei e ela também, continuo metendo na bundinha por um tempinho, depois a gente se ajeita, tiro a camisinha, ela tira as luvas de mim e desce pra chupar meu pau com um pouco de porra, e me faz tremer de prazer.
A gente se veste e ela me leva pra casa, subo, tomo outro banho e vou deitar. Deitado, fico pensando: que loucura e que gostoso foi fazer aquilo e sentir algo que não sei explicar, essas sensações que dá ao comer uma bundinha de homem. É um prazer que não pode ser explicado com palavras.
Pouco depois, chega uma mensagem: "que gostoso foi sentir esse pau, morena gostosa, minha bunda quer sentir ele de novo." Eu respondo: "quando você quiser, eu adorei sentir como sua bunda me fez sentir prazeres que eu nunca tinha experimentado."
Em breve conto meu terceiro encontro com esse policial.
Bom, fomos pra um lugar que ele conhecia, onde todo mundo vai fazer sacanagem, hahaha. Ele estacionou num lugar escuro, desligou o carro, virou pra mim, ajustou meu banco jogando ele todo pra trás e começou a apalpar minha pica por cima do short que eu tava usando. Não demorou muito e ele disse: "Ela tá dormindo, vou acordar ela." Então, ele puxou minha pica mole pra fora da calça e aproximou os lábios. Depois de uns beijos e carícias, ela começou a acordar. Aí, com os lábios molhados de saliva, ele começou os movimentos de sucção, enquanto os dedos envolviam o tronco da minha pica, acompanhando os lábios pra cima e pra baixo em velocidades diferentes, o que me deixava mais excitado do que já tava. Depois de um bom tempo chupando e deixando ela bem babada, ele falou: "Quero sentir ela toda na bunda." Então, ele me deu uma camisinha, eu coloquei. Já com ela vestida, fui batendo uma lentamente pra manter a ereção, enquanto ele jogava o banco pra trás, tirava a calça de uma perna, apoiava essa perna livre no meu banco e, deitado entre o banco dele e o meu, passava gel na bunda. Aí ele disse: "Agora sim, enfia devagar."
Lá estava eu, atrás dele, com a pica na mão, apontando pra bunda dele, buscando o alvo. Encostei a cabecinha e fui entrando, vendo como ela ia entrando devagar e, ao mesmo tempo, ouvindo os gemidos dele e ele dizendo: "Continua." Quando a cabecinha entrou, fui empurrando lentamente. Quando tava na metade, empurrei mais e senti os gemidos dele de novo, e ele falou: "Agora mexe mais rápido. então, eu tirei devagar, não completamente, e coloquei de novo, assim meus movimentos ficaram mais rápidos, assim como os gemidos dela.
Sentir meu pau entrando e saindo da bunda dela, que delícia de sensação de prazer, meus movimentos variavam: rápido, rápido, e eu parava e fazia devagar, voltava a fazer rápido, rápido e parava. Ela me diz: "vai, continua, não seja ruim, vou gozar". Eu falo: "então, me segura pelos quadris e mete com tudo, assim eu ouço seus gemidos até gozar e eu gozo também."
Então, eu seguro ela pelos quadris e começo a meter com força sem parar, dando de vez em quando uns tapas na bunda dela, e chegou o momento da explosão. Eu solto uns gemidos como nunca ao gozar, e ao mesmo tempo que cuspia porra dentro da camisinha, sinto que ela também goza e sinto a bunda dela apertando meu pau cada vez que ela cuspia a porra na toalha que tinha colocado. Depois que eu gozei e ela também, continuo metendo na bundinha por um tempinho, depois a gente se ajeita, tiro a camisinha, ela tira as luvas de mim e desce pra chupar meu pau com um pouco de porra, e me faz tremer de prazer.
A gente se veste e ela me leva pra casa, subo, tomo outro banho e vou deitar. Deitado, fico pensando: que loucura e que gostoso foi fazer aquilo e sentir algo que não sei explicar, essas sensações que dá ao comer uma bundinha de homem. É um prazer que não pode ser explicado com palavras.
Pouco depois, chega uma mensagem: "que gostoso foi sentir esse pau, morena gostosa, minha bunda quer sentir ele de novo." Eu respondo: "quando você quiser, eu adorei sentir como sua bunda me fez sentir prazeres que eu nunca tinha experimentado."
Em breve conto meu terceiro encontro com esse policial.
3 comentários - Segundo boquete no carro + bundinha