Relato: Con mi amigo del trabajo

Antes de mais nada, quero deixar claro que essa história não é real, é fictícia.

Estávamos todos bêbados e a noite estava acabando. Era o Dia do Amigo e, com a galera do trabalho, saímos pra comemorar, já que alguns eram casados e não podiam ficar até muito tarde.

Entre meus colegas estava o Manuel, que, embora não fôssemos amigos, no trabalho nos dávamos muito bem. Ele estava muito bêbado e, como tinha vindo de carro, ofereci pra ele dormir na minha casa naquela noite. Ele topou na hora, porque sabia que não ia conseguir dirigir naquele estado.

Quando chegamos na minha casa, de táxi, ofereci um café e começamos a conversar.

– Então, Carlos, você mora sozinho? – ele perguntou.

– Sim, faz uns meses que me divorciei e fiquei sozinho em casa. Sem filhos pra criar, mais sozinho que cachorro vira-lata.

– Pô, mas você é novo, pode encontrar uma gostosa e reconstruir sua vida ainda. Quantos anos você tem? 28? 30?

– 30.

– Com 30 anos você pode fazer o que quiser, muita gente nem casou ainda nessa idade. Eu, no seu lugar, viveria uns anos na putaria, com umas gostosas e sem compromisso.

– É, verdade, já aprontei umas boas nesse tempo solteiro. E você? Como é sua vida? – perguntei.

– Eu, faz três anos que casei, tenho uma filha de 3 anos e, aos 32, passo o tempo trabalhando. Nada emocionante, sempre monótono e sem graça. Preferia ter um ou dois anos sabáticos pra viver na farra, igual você agora. – respondeu.

– Olha pelo lado bom, às vezes eu tô com vontade de comer uma buceta e não tenho ninguém, então tenho que ir atrás de uma puta. Você, por outro lado, tem quando quer.

– Comer buceta, o que você quer dizer com isso?

– Transar, foder! O que você pensou?

– Pensei que você tava falando só de sexo anal.

– Bom, isso também, mas tô falando de sexo no geral. – falei.

– Você comia sua mulher no cu? – ele perguntou.

– Sim, de vez em quando. E você?

– Eu tenho um problema, que mesmo não parecendo, tá me afetando cada vez mais. – ele respondeu.

– O que foi? Sua esposa não quer dar o cu?

– Não quer nem saber, Carli. O Tentei umas duas vezes, mas nunca consegui fazer isso com ela.
— Bom, mas você já se aliviou com alguma outra cutie, né? Ou uma slut.
— Sim, isso sim, mas não é a mesma coisa. Eu quero minha mulher totalmente entregue a mim, e sinto que sem fazer o cu dela, não a tenho por completo — comenta.
— Bom, mas o cu dela deve ser muito sensível, além de bem fechadinho. A coitada não sabe o que está perdendo, e se continuar assim, nunca vai saber — falo.
— Aí você está enganado, Carlos. O cu dela já foi desvirginado, ela fez isso com cada um dos ex-namorados dela. Entendeu? Os ex tiveram ela inteira, e eu não consigo.
— Que estranho, Manu, não entendo. Por que ela não deixa você? Deve ter um motivo, ela nunca te falou nada? — perguntei.
— Sim, tem um motivo claro, mas acho que ela poderia ir se adaptando aos poucos, e depois de todos esses anos, já não seria um problema.
— Fala logo! — falei.
— Ela diz que eu tenho o pau grande demais e que vai doer muito, que vou rasgar ela.
— Quê? É tão grande assim? — perguntei exaltado.
— É grande, muito grande — ele me disse.
— Kkkk, que filho da puta! A cutie tem medo de você. Ou melhor, tem medo do seu pau. Mas é pra tanto? — perguntei rindo.
— Olha se não é pra tanto! — ele disse, levantando da cadeira para eu ver o volume.
— Não pode ser verdade o que estou vendo! — exclamei.
Nunca imaginei que existissem paus com essas dimensões. Sobre a coxa direita dele, um volume cilíndrico enorme percorria mais da metade dela.
— É grande? — ele pergunta.
— Não acredito, Manu, que pedaço de pau você carrega. Mas tá duro, né?
— Não, cara! Tá mole — ele disse, levantando de novo para me mostrar como estava mole quando tocou.
Sem querer, uma excitação me invadiu, e em poucos segundos, meu pau já estava bem duro. Eu imaginava aquele pau enorme, queria ver, tocar, mas o que mais me excitava era a ideia de comparar com o meu, não sei por quê, mas era assim. Nunca tinha reparado em homens, também não estava reparando agora, mas aquele pau fazia eu não... respondesse à minha excitação.
– E você? Como é o tamanho da sua? – ele me perguntou.
– A minha é de tamanho normal, 15cm x 5cm, mais ou menos. Minúscula, comparada com a sua. – respondi.
– É, mas você consegue fazer o ass e eu não.
– Alguma pessoa vai aguentar de boa, mano. Na internet eu já vi cocks enormes que entram e saem com facilidade dos booties. Quando você começar a navegar, procura que você vai achar. – sugeri.
– E se a gente conectar agora e você me mostrar?
– Agora? Beleza, vamos nessa. – aceitei.
Uns minutos depois, estávamos navegando pela web, procurando homens muito dotados transando anal, mas ele dizia que a dele era maior que todas. E conforme o tempo passava, eu ia ficando cada vez mais excitado, mas não era só eu que tinha ficado.
– Carlos, tô muito tesudo vendo esses vídeos, te incomoda se eu me tocar um pouco? rsrs.
– Ia te falar a mesma coisa e não tava com coragem. Haha. Quando quiser! – respondi.
– Vamos pelar?
– Vamos! – respondi.
Olhei pro volume dele e parecia gigantesco, mas também muito duro. Ao mesmo tempo, abaixamos os zíperes e as cuecas. Meu cock saiu como uma mola da minha calça, já o Manuel teve que baixar a roupa até o joelho praticamente, porque era impossível tirar aquele membro descomunal ereto do jeito que eu tinha feito.
– Inacreditável! – falei.
Começamos a nos masturbar, mas eu não conseguia parar de olhar pra aquela porra enorme que estava na minha frente. Dimensões descomunais, mais de 20cm de comprimento e mais de 8cm de diâmetro, com certeza. A glande dele também era enorme, ver ela se descobrindo do prepúcio e se escondendo de novo pelas mãos do Manuel me excitava cada vez mais.
– Carlos, para de olhar pro meu cock, me dá vergonha. – ele disse.
– Qual é a sensação? – perguntei, levantando o olhar pro rosto dele.
– O quê?
– Ter um cock dessas dimensões. Ainda não consigo acreditar!
– Quando me veem nu, instintivamente as cuties se assustam com o tamanho, mas depois a vontade de tocar, ter e chupar fica inevitável. Em Homens gays acontece a mesma coisa, mas nunca deixei um viado me tocar.
– Mas eu sou um homem hétero. – falei.
– Vejo que você tá morrendo de vontade de tocar nela. Toda sua, você vai ser o primeiro cara que confio meu pau. – completou Manuel.
Com timidez, estendi uma mão pegando o pau como se fosse um cabo, puxando pra baixo pra deixar a cabeça à mostra. Percebi que uma mão só não dava pra envolver ele inteiro, então segurei com as duas mãos e comecei a masturbar. Aos poucos fui acelerando a punheta, Manuel ficava mais excitado a cada segundo e começou a gemer de prazer. Depois relaxou, sentou no sofá olhando pra cima, mostrando muito tesão. Naquele momento de relaxamento, o pau dele endureceu ainda mais, mas também parecia maior. Minha excitação explodiu e num instante derrubou todos os meus preconceitos, fazendo eu dar uma lambida no tronco ereto, até chegar na glande.
– O que cê tá fazendo? Até uma punheta já era, Carlos! – gritou.
– Desculpa Manu, não sei o que dá em mim, não consegui me segurar. É espetacular! – falei e continuei lambendo e chupando.
– Mas Carlos, cê é viado? Por que não me falou?
– Não, não sou viado, doido!
– Mano, cê tá chupando meu pau igual um louco! – exclamou.
– É a primeira vez que vejo e fico excitado com um pau. Juro por você, Manuel! Pelo que eu mais quero nesse mundo! Por favor, deixa eu chupar mais um pouco! – falei entre as mamadas.
– Ah, tá bom. Agora não tem outro jeito senão terminar o que começou.
Assim que ele terminou de falar isso, agarrou minha cabeça com força e meteu na minha boca aquele pau descomunal, enfiando até onde dava. Por um tempo, ele metia na minha boca e por outro eu chupava, até tive uns engasgos quando enchia minha boca.
– Tô muito tesudo, Carlitos! Quero provar seu cuzinho pequeno. – falou.
– Meu cuzinho pequeno?
– Sim, Carlos. Se eu for te preparando aos poucos, você vai se acostumar mais rápido! – disse.
– Isso quer dizer que a gente vai ficar junto mais vezes? – perguntei animado. Se você me der, sim!
– Então arrebenta minha bunda! – falei e me virei, mostrando minha bundinha virgem.
– Não se mexe! – ele disse e saiu do quarto.

Quando voltou, passou algo no meu ânus, enfiando um dedo e depois dois, que me fizeram gemer de prazer.
– Nunca tinha sentido o prazer da minha bunda! É incrível. – falei pro Manuel.
– Queria que você sentisse prazer anal, que conhecesse e se preparasse pro prato principal.

Uns minutos depois, ele tirou os dedos, que no final eram quatro, e encostou a rola no meu ânus, fazendo movimentos sutis enquanto a esfregava, me fazendo desejar que ela estivesse dentro do meu cu. Eu me mexia, tentando esquentar ele ainda mais com esses movimentos, mas parecia que não adiantava, porque ele nem se mexia. Como eu estava enganado! Quando já tinha me acostumado a ter ela na porta, de uma vez só, com um empurrão, o pau dele ficou 50% dentro de mim.

– Aí!!!!!!!!!! aiiii! Hahahaha. Que dor!!! Aí! – gritei, desnorteado com a dor que sentia.
– Nossa, desculpa, Carlos! Te arrebentei! Vou tirar, não se preocupa.
– Nããão, não tira, deixa dentro, mas sem mexer, pra eu me acostumar. Aí! que dor! – falei meio choramingando.
– Tem certeza?
– Certeza! – confirmei.

Uns minutos depois, ele começou a se mover cada vez mais rápido e com mais força. Enfiava cada vez mais fundo em mim, me fazendo gritar de dor a cada centímetro a mais de pau que entrava, mas ao mesmo tempo meu tesão crescia exponencialmente e a dor foi ficando em segundo plano, até que eu explodi de excitação.

– Ah! Sim, sim, aí. Ah! Vou gozar!!! Adoro! – gritei.

Nunca tinha sentido um orgasmo assim, era espetacular e diferente de tudo antes. Comecei a soltar uma quantidade enorme de porra, muito mais do que qualquer outra vez na minha vida. Cada estocada dele no meu cu fazia meu pau jorrar um jato de porra sem eu me tocar nem uma vez, era como se eu estivesse sendo ordenhado, porque o roçar do pauzão dele na minha próstata Isso causava um grande estímulo em mim, mas com um prazer incrível.
– Que incrível! Que incrível! – eu dizia, enquanto não parava de gozar.
– Que bundinha apertada, Carlitos! Tão fechadinha que estava, tão virgenzinha que era, agora se sente tão relaxadinha e entregue. – disse Manuel.
– É toda sua, só sua! – eu falei.
– Toda minha? Ok, toda minha será.
Ele começou a me comer com muita força, enfiando o pau cada vez mais fundo, até que quase todo ele estava dentro de mim. Manuel gritava de prazer, gemia como um louco e estava eufórico, perdendo o controle da excitação em mim de uma maneira brutal. Agora a dor reinava de novo, comecei a chorar e implorar para Manuel parar, mas ele não me ouvia de jeito nenhum. A dor era tão tremenda que tinha sugado todas as minhas forças, me deixando indefeso diante dele. Cheguei a sentir ele tirar o pau completamente, para depois enfiar até o fundo de uma só vez, uma e outra vez.
Depois de alguns minutos, que pra mim pareceram uma eternidade, ele acelerou as estocadas e gozou dentro da minha bunda, enchendo ela de porra e fazendo sair mais porra do meu pau, mas dessa vez com mais prazer.
Manuel foi aprendendo a comer meu cu e adorava quando eu chupava a ponta do pau dele, quando ele estava apertado e não dava pra transar. Assim nossa amizade cresceu, já não éramos só colegas de trabalho, agora éramos verdadeiros amigos. Logo comecei a frequentar a casa dele, comíamos churrascos nos fins de semana com a esposa e a filha dele, que estavam encantadas comigo, a ponto de a mulher dele propor que eu fosse o padrinho do segundo filho deles, que estava a caminho.
Mas quando estávamos sozinhos, Manuel e eu, voltávamos a nos unir completamente. Com o tempo, meu ânus e meu reto se adaptaram ao pau do meu amigo, para acomodá-lo confortavelmente. Agora eu sentia só prazer, sem nenhuma dor, e ambos aproveitávamos ao máximo nossa relação sexual, que é só isso, sem sentimentos além dos que existem entre bons amigos.
Hoje, um ano depois, continuamos Comemorando o dia do amigo como naquele dia, e o segredo profundo que existe em torno disso só aumenta mais a sacanagem.

10 comentários - Relato: Con mi amigo del trabajo

241975 +1
Quiero un amigo asi no da para el trio ???
Te felicito x el relato.excelente y muy caliente!!!
Uuuf! Ojala no fuera ficticio y fuera real!!! 🤤