Antes de mais nada, quero deixar claro que essa história não é real, é fictícia.
Estávamos todos bêbados e a noite estava chegando ao fim. Era o Dia do Amigo e, com a galera do trabalho, saímos pra comemorar, já que alguns eram casados e não podiam ficar até muito tarde.
Entre meus colegas estava o Manuel, que, embora não fôssemos amigos, no trabalho nos dávamos muito bem. Ele estava muito bêbado e, como estava de carro, ofereci pra ele dormir na minha casa naquela noite. Ele topou na hora, já que sabia que não ia conseguir dirigir naquele estado.
Quando chegamos na minha casa, de táxi, ofereci um café e começamos a conversar.
— Eu, Carlos, você mora sozinho? — ele perguntou.
— Sim, faz uns meses que me divorciei e desde então fiquei sozinho em casa. Sem filhos pra criar, mais solitário que um cachorro.
— Bom, mas você é novo, pode encontrar uma gostosa e reconstruir sua vida ainda. Quantos anos você tem? 28? 30?
— 30.
— Com 30 anos você pode fazer o que quiser, muita gente nem casou ainda nessa idade. Eu, no seu lugar, viveria uns anos na putaria, com umas gostosas e sem compromisso.
— É, verdade, já aprontei umas boas nesse tempo sozinho. E você? Como tá sua vida? — perguntei.
— Eu, faz três anos que casei, tenho uma filha de 3 anos e, aos 32, passo o tempo todo trabalhando. Nada emocionante, sempre monótono e sem graça. Preferia ter um ou dois anos sabáticos, pra viver na putaria, igual você agora. — ele respondeu.
— Olha pelo lado bom, às vezes eu tô com vontade de comer uma buceta e não tenho ninguém, então tenho que ir atrás de uma puta. Você, por outro lado, tem quando quer.
— Comer, você tá falando de quê?
— De transar, foder! O que você pensou?
— Pensei que você tava falando só de sexo anal.
— Bom, isso também, mas tô falando de sexo no geral. — falei.
— Você comia sua mulher no cu? — ele perguntou.
— Sim, de vez em quando. E você?
— Eu tenho um problema, que mesmo não parecendo, tá me afetando cada vez mais. — ele respondeu.
— O que foi? Sua esposa não quer dar o cu?
— Não quer nem saber, Carli, o Tentei algumas vezes, mas nunca consegui fazer isso com ela.
— Bom, mas você já se aliviou com alguma outra cutie, né? Ou uma slut.
— Sim, isso sim, mas não é a mesma coisa. Eu quero minha mulher totalmente entregue a mim, e sinto que sem fazer o cu dela, não a tenho por completo — comenta.
— Bom, mas o cu dela deve ser muito sensível, além de bem apertadinho. A coitada não sabe o que está perdendo, e se continuar assim, nunca vai saber — falo.
— Aí você está enganado, Carlos. O cu dela já foi desvirginado, ela fez isso com cada um dos ex-namorados dela. Entendeu? Os ex tiveram ela inteira, e eu não consigo.
— Que estranho, Manu, não entendo. Por que ela não deixa você? Deve ter um motivo, ela nunca te falou nada? — perguntei.
— Sim, tem um motivo claro, mas acho que ela poderia ir se adaptando aos poucos, e depois de todos esses anos, já não seria um problema.
— Fala logo! — falei.
— Ela diz que eu tenho o pau grande demais e que vai doer muito, que vou rasgar ela.
— Quê? Tão grande assim? — perguntei exaltado.
— É grande, muito grande — ele me disse.
— Kkkk, que filho da puta! A cutie tem medo de você. Ou melhor, tem medo do seu pau. Mas é pra tanto? — perguntei rindo.
— Olha se não é pra tanto! — ele disse, levantando da cadeira para eu ver o volume.
— Não pode ser verdade o que estou vendo! — exclamei.
Nunca imaginei que existissem paus daquelas dimensões. Sobre a coxa direita dele, um enorme volume cilíndrico percorria mais da metade dela.
— É grande? — ele pergunta.
— Não acredito, Manu, que pedaço de pau você carrega. Mas tá duro, né?
— Não, cara! Tá mole — ele disse, levantando de novo para me mostrar como estava mole ao tocar.
Sem querer, uma excitação me invadiu, e em poucos segundos, meu pau já estava bem duro. Eu imaginava aquele pau enorme, queria ver, tocar, mas o que mais me excitava era a ideia de comparar com o meu, não sei por quê, mas era assim. Nunca tinha reparado em homens, nem agora, mas aquele pau fazia eu não... respondesse à minha excitação.
– E você? Como é o tamanho da sua? – ele me perguntou.
– A minha é de tamanho normal, uns 15cm x 5cm, mais ou menos. Minúscula, comparada com a sua. – respondi.
– É, mas você pode fazer anal e eu não.
– Alguma pessoa vai aguentar de boa, mano. Na internet eu já vi uns cocks enormes que entram e saem com facilidade das booties. Quando você começar a navegar, procura que vai achar. – sugeri.
– E se a gente se conectar agora e você me mostrar?
– Agora? Beleza, bora. – aceitei.
Uns minutos depois, estávamos navegando pela web, procurando homens muito dotados transando anal, mas ele dizia que tinha o pau maior que todos eles. E conforme o tempo passava, eu ia ficando cada vez mais excitado, mas não era só eu que tinha ficado.
– Carlos, tô muito tesuda vendo esses vídeos, te incomoda se eu me tocar um pouco? haha.
– Ia te falar a mesma coisa e não tava com coragem. Kkk. Quando quiser! – respondi.
– Pelamos?
– Bora! – respondi.
Olhei pro volume dele e parecia gigantesco, mas também muito duro. Ao mesmo tempo, baixamos os zíperes e as cuecas. Meu pau saltou como uma mola da minha calça, já o Manuel teve que baixar a roupa até praticamente o joelho, porque era impossível tirar aquele membro descomunal ereto do jeito que eu tinha feito.
– Inacreditável! – falei.
Começamos a nos masturbar, mas eu não conseguia parar de olhar aquela porra enorme que estava na minha frente. Dimensões descomunais, mais de 20cm de comprimento e mais de 8cm de diâmetro, com certeza. A glande dele também era enorme, vê-la se descobrindo do prepúcio e se escondendo de novo pelas mãos do Manuel me excitava cada vez mais.
– Carlos, para de olhar pro meu pau, me dá vergonha. – ele disse.
– Como é a sensação? – perguntei, levantando o olhar pro rosto dele.
– O quê?
– Ter um pau dessas dimensões. Ainda não consigo acreditar!
– Quando me veem nu, instintivamente as gostosas se assustam com o tamanho, mas depois a vontade de tocar, ter e chupar fica inevitável. Em Homens gays é a mesma coisa, mas nunca deixei um viado encostar na minha.
— Mas eu sou hétero. — falei pra ele.
— Tô vendo que você tá morrendo de vontade de pegar nela. Toda sua, você vai ser o primeiro cara que eu confio meu pau. — completou Manuel.
Com vergonha, estendi a mão e segurei o pau como se fosse um cabo, puxando pra baixo pra deixar a cabeça aparecer. Percebi que uma mão só não dava conta de envolver ele inteiro, então peguei com as duas mãos e comecei a bater uma. Aos poucos fui acelerando a punheta, Manuel ficava mais excitado e começou a gemer de prazer. Depois relaxou, sentou no sofá olhando pra cima, mostrando muito tesão. Naquele momento de relaxamento, o pau dele endureceu ainda mais, mas também parecia maior. Minha excitação explodiu e num instante derrubou todos os meus preconceitos, fazendo eu dar uma lambida no tronco ereto, até chegar na glande.
— O que cê tá fazendo? Até uma punheta já era, Carlos! — gritou ele.
— Desculpa, Manu, não sei o que dá em mim, não consegui me segurar. É espetacular! — falei e continuei lambendo e chupando.
— Mas Carlos, você é viado? Por que não me falou?
— Não, não sou viado, doido!
— Mano, você tá comendo meu pau igual um louco! — exclamou.
— É a primeira vez que vejo e fico excitado com um pau. Juro por você, Manuel! Pelo que eu mais amo nesse mundo! Por favor, deixa eu chupar mais um pouco! — falei entre as mamadas.
— Bom, tá certo. Agora não tem outro jeito senão terminar o que começou.
Assim que ele falou isso, agarrou minha cabeça com força e meteu na minha boca aquele pau descomunal, enfiando até onde dava. Por um tempo, ele metia na minha boca e por outro eu chupava, até tive uns engasgos quando enchia minha boca.
— Tô muito tesudo, Carlitos! Quero provar seu cuzinho. — falou.
— Meu cuzinho?
— Sim, Carlos. Se eu for te preparando aos poucos, você vai acostumar mais rápido! — disse.
— Isso quer dizer que a gente vai ficar junto mais vezes? — perguntei feliz. Se você me der, sim!
— Então arrebenta meu cu! — falei e me virei, mostrando minha bundinha virgem.
— Não se mexe! — ele disse e saiu do quarto.
Quando voltou, passou algo no meu ânus, enfiando um dedo e depois dois, que me fizeram gemer de prazer.
— Nunca tinha sentido o prazer da minha bunda! É incrível. — falei pro Manuel.
— Queria que você sentisse prazer anal, que conhecesse e se preparasse pro prato principal.
Uns minutos depois, ele tirou os dedos, que no final eram quatro, e encostou o pau no meu ânus, fazendo movimentos sutis enquanto provocava, me fazendo desejar que estivesse dentro do meu cu. Eu me mexia, tentando esquentar ainda mais com aqueles movimentos, mas parecia que não adiantava, porque ele nem se mexia. Como eu estava enganado! Quando já tinha me acostumado a ter ele na porta, de uma vez só, com um empurrão, o pau dele ficou 50% dentro de mim.
— Aiiii!!!! Aiiii! Hahahaha. Que dor!!! Aii! — gritei, desnorteado com a dor que sentia.
— Nossa, desculpa, Carlos! Te arrebentei! Vou tirar, não se preocupa.
— Nããão, não tira, deixa dentro, mas sem mexer, pra eu me acostumar. Aii! Que dor! — falei, meio choramingando.
— Tem certeza?
— Certeza! — afirmei.
Uns minutos depois, ele começou a se mover cada vez mais rápido e com mais força. Enfiava cada vez mais fundo em mim, me fazendo gritar de dor a cada centímetro a mais de pau que entrava, mas ao mesmo tempo meu tesão crescia exponencialmente e a dor foi ficando em segundo plano, até que eu explodi de excitação.
— Ah! Sim, sim, aii. Ah! Vou gozar!!! Adoro! — gritei.
Nunca tinha sentido um orgasmo assim, era espetacular e diferente de tudo antes. Comecei a soltar uma quantidade enorme de porra, muito mais do que qualquer outra vez na minha vida. Cada estocada dele no meu cu fazia meu pau jorrar um jato de leite sem eu me tocar nem uma vez, era como se eu estivesse sendo ordenhado, porque o roçar do pauzão dele na minha próstata... Isso me dava um baita estímulo, mas com um prazer incrível.
– Que incrível! Que incrível! – eu dizia, enquanto não parava de gozar.
– Que bunda pequena, Carlitos! Tão apertadinha que era, tão virgenzinha, agora tá tão relaxada e entregue. – disse Manuel.
– É toda sua, só sua! – falei.
– Toda minha? Ok, toda minha vai ser.
Ele começou a me comer com força, enfiando o pau cada vez mais fundo, até que quase todo ele estava dentro de mim. Manuel gritava de prazer, gemia como um louco e tava eufórico, perdendo o controle da excitação dele em mim, de um jeito brutal. Agora a dor reinava de novo, comecei a chorar e implorar pra ele parar, mas ele não me ouvia nem um pouco. A dor era tão forte que tinha sugado todas as minhas forças, me deixando indefeso diante dele. Cheguei a sentir ele tirar o pau completamente, só pra meter de novo até o fundo de uma só vez, sem parar.
Depois de uns minutos, que pra mim pareceram uma eternidade, ele acelerou as estocadas e gozou dentro da minha bunda, enchendo ela de porra e fazendo mais porra sair do meu pau, mas dessa vez com muito mais prazer.
Manuel foi aprendendo a me comer no cu e adorava quando eu chupava a ponta do pau dele, quando tava apertado e não dava pra transar. Assim, nossa amizade cresceu, não éramos mais só colegas de trabalho, agora éramos amigos de verdade. Logo comecei a frequentar a casa dele, comíamos churrasco nos fins de semana com a esposa e a filha dele, que ficavam encantadas comigo, a ponto da mulher dele sugerir que eu fosse o padrinho do segundo filho, que tava a caminho.
Mas quando estávamos sozinhos, eu e Manuel, voltávamos a nos unir completamente. Com o tempo, meu cu e meu reto se acostumaram com o pau do meu amigo, pra acomodar ele de boa. Agora eu sentia só prazer, sem dor nenhuma, e os dois curtiam pra valer nossa relação sexual, que é só isso mesmo, sem sentimentos além dos que existem entre bons amigos.
Hoje, um ano depois, continuamos Celebrando o dia do amigo como naquele dia, e o segredo profundo que existe em volta disso aumenta ainda mais a putaria.
Estávamos todos bêbados e a noite estava chegando ao fim. Era o Dia do Amigo e, com a galera do trabalho, saímos pra comemorar, já que alguns eram casados e não podiam ficar até muito tarde.
Entre meus colegas estava o Manuel, que, embora não fôssemos amigos, no trabalho nos dávamos muito bem. Ele estava muito bêbado e, como estava de carro, ofereci pra ele dormir na minha casa naquela noite. Ele topou na hora, já que sabia que não ia conseguir dirigir naquele estado.
Quando chegamos na minha casa, de táxi, ofereci um café e começamos a conversar.
— Eu, Carlos, você mora sozinho? — ele perguntou.
— Sim, faz uns meses que me divorciei e desde então fiquei sozinho em casa. Sem filhos pra criar, mais solitário que um cachorro.
— Bom, mas você é novo, pode encontrar uma gostosa e reconstruir sua vida ainda. Quantos anos você tem? 28? 30?
— 30.
— Com 30 anos você pode fazer o que quiser, muita gente nem casou ainda nessa idade. Eu, no seu lugar, viveria uns anos na putaria, com umas gostosas e sem compromisso.
— É, verdade, já aprontei umas boas nesse tempo sozinho. E você? Como tá sua vida? — perguntei.
— Eu, faz três anos que casei, tenho uma filha de 3 anos e, aos 32, passo o tempo todo trabalhando. Nada emocionante, sempre monótono e sem graça. Preferia ter um ou dois anos sabáticos, pra viver na putaria, igual você agora. — ele respondeu.
— Olha pelo lado bom, às vezes eu tô com vontade de comer uma buceta e não tenho ninguém, então tenho que ir atrás de uma puta. Você, por outro lado, tem quando quer.
— Comer, você tá falando de quê?
— De transar, foder! O que você pensou?
— Pensei que você tava falando só de sexo anal.
— Bom, isso também, mas tô falando de sexo no geral. — falei.
— Você comia sua mulher no cu? — ele perguntou.
— Sim, de vez em quando. E você?
— Eu tenho um problema, que mesmo não parecendo, tá me afetando cada vez mais. — ele respondeu.
— O que foi? Sua esposa não quer dar o cu?
— Não quer nem saber, Carli, o Tentei algumas vezes, mas nunca consegui fazer isso com ela.
— Bom, mas você já se aliviou com alguma outra cutie, né? Ou uma slut.
— Sim, isso sim, mas não é a mesma coisa. Eu quero minha mulher totalmente entregue a mim, e sinto que sem fazer o cu dela, não a tenho por completo — comenta.
— Bom, mas o cu dela deve ser muito sensível, além de bem apertadinho. A coitada não sabe o que está perdendo, e se continuar assim, nunca vai saber — falo.
— Aí você está enganado, Carlos. O cu dela já foi desvirginado, ela fez isso com cada um dos ex-namorados dela. Entendeu? Os ex tiveram ela inteira, e eu não consigo.
— Que estranho, Manu, não entendo. Por que ela não deixa você? Deve ter um motivo, ela nunca te falou nada? — perguntei.
— Sim, tem um motivo claro, mas acho que ela poderia ir se adaptando aos poucos, e depois de todos esses anos, já não seria um problema.
— Fala logo! — falei.
— Ela diz que eu tenho o pau grande demais e que vai doer muito, que vou rasgar ela.
— Quê? Tão grande assim? — perguntei exaltado.
— É grande, muito grande — ele me disse.
— Kkkk, que filho da puta! A cutie tem medo de você. Ou melhor, tem medo do seu pau. Mas é pra tanto? — perguntei rindo.
— Olha se não é pra tanto! — ele disse, levantando da cadeira para eu ver o volume.
— Não pode ser verdade o que estou vendo! — exclamei.
Nunca imaginei que existissem paus daquelas dimensões. Sobre a coxa direita dele, um enorme volume cilíndrico percorria mais da metade dela.
— É grande? — ele pergunta.
— Não acredito, Manu, que pedaço de pau você carrega. Mas tá duro, né?
— Não, cara! Tá mole — ele disse, levantando de novo para me mostrar como estava mole ao tocar.
Sem querer, uma excitação me invadiu, e em poucos segundos, meu pau já estava bem duro. Eu imaginava aquele pau enorme, queria ver, tocar, mas o que mais me excitava era a ideia de comparar com o meu, não sei por quê, mas era assim. Nunca tinha reparado em homens, nem agora, mas aquele pau fazia eu não... respondesse à minha excitação.
– E você? Como é o tamanho da sua? – ele me perguntou.
– A minha é de tamanho normal, uns 15cm x 5cm, mais ou menos. Minúscula, comparada com a sua. – respondi.
– É, mas você pode fazer anal e eu não.
– Alguma pessoa vai aguentar de boa, mano. Na internet eu já vi uns cocks enormes que entram e saem com facilidade das booties. Quando você começar a navegar, procura que vai achar. – sugeri.
– E se a gente se conectar agora e você me mostrar?
– Agora? Beleza, bora. – aceitei.
Uns minutos depois, estávamos navegando pela web, procurando homens muito dotados transando anal, mas ele dizia que tinha o pau maior que todos eles. E conforme o tempo passava, eu ia ficando cada vez mais excitado, mas não era só eu que tinha ficado.
– Carlos, tô muito tesuda vendo esses vídeos, te incomoda se eu me tocar um pouco? haha.
– Ia te falar a mesma coisa e não tava com coragem. Kkk. Quando quiser! – respondi.
– Pelamos?
– Bora! – respondi.
Olhei pro volume dele e parecia gigantesco, mas também muito duro. Ao mesmo tempo, baixamos os zíperes e as cuecas. Meu pau saltou como uma mola da minha calça, já o Manuel teve que baixar a roupa até praticamente o joelho, porque era impossível tirar aquele membro descomunal ereto do jeito que eu tinha feito.
– Inacreditável! – falei.
Começamos a nos masturbar, mas eu não conseguia parar de olhar aquela porra enorme que estava na minha frente. Dimensões descomunais, mais de 20cm de comprimento e mais de 8cm de diâmetro, com certeza. A glande dele também era enorme, vê-la se descobrindo do prepúcio e se escondendo de novo pelas mãos do Manuel me excitava cada vez mais.
– Carlos, para de olhar pro meu pau, me dá vergonha. – ele disse.
– Como é a sensação? – perguntei, levantando o olhar pro rosto dele.
– O quê?
– Ter um pau dessas dimensões. Ainda não consigo acreditar!
– Quando me veem nu, instintivamente as gostosas se assustam com o tamanho, mas depois a vontade de tocar, ter e chupar fica inevitável. Em Homens gays é a mesma coisa, mas nunca deixei um viado encostar na minha.
— Mas eu sou hétero. — falei pra ele.
— Tô vendo que você tá morrendo de vontade de pegar nela. Toda sua, você vai ser o primeiro cara que eu confio meu pau. — completou Manuel.
Com vergonha, estendi a mão e segurei o pau como se fosse um cabo, puxando pra baixo pra deixar a cabeça aparecer. Percebi que uma mão só não dava conta de envolver ele inteiro, então peguei com as duas mãos e comecei a bater uma. Aos poucos fui acelerando a punheta, Manuel ficava mais excitado e começou a gemer de prazer. Depois relaxou, sentou no sofá olhando pra cima, mostrando muito tesão. Naquele momento de relaxamento, o pau dele endureceu ainda mais, mas também parecia maior. Minha excitação explodiu e num instante derrubou todos os meus preconceitos, fazendo eu dar uma lambida no tronco ereto, até chegar na glande.
— O que cê tá fazendo? Até uma punheta já era, Carlos! — gritou ele.
— Desculpa, Manu, não sei o que dá em mim, não consegui me segurar. É espetacular! — falei e continuei lambendo e chupando.
— Mas Carlos, você é viado? Por que não me falou?
— Não, não sou viado, doido!
— Mano, você tá comendo meu pau igual um louco! — exclamou.
— É a primeira vez que vejo e fico excitado com um pau. Juro por você, Manuel! Pelo que eu mais amo nesse mundo! Por favor, deixa eu chupar mais um pouco! — falei entre as mamadas.
— Bom, tá certo. Agora não tem outro jeito senão terminar o que começou.
Assim que ele falou isso, agarrou minha cabeça com força e meteu na minha boca aquele pau descomunal, enfiando até onde dava. Por um tempo, ele metia na minha boca e por outro eu chupava, até tive uns engasgos quando enchia minha boca.
— Tô muito tesudo, Carlitos! Quero provar seu cuzinho. — falou.
— Meu cuzinho?
— Sim, Carlos. Se eu for te preparando aos poucos, você vai acostumar mais rápido! — disse.
— Isso quer dizer que a gente vai ficar junto mais vezes? — perguntei feliz. Se você me der, sim!
— Então arrebenta meu cu! — falei e me virei, mostrando minha bundinha virgem.
— Não se mexe! — ele disse e saiu do quarto.
Quando voltou, passou algo no meu ânus, enfiando um dedo e depois dois, que me fizeram gemer de prazer.
— Nunca tinha sentido o prazer da minha bunda! É incrível. — falei pro Manuel.
— Queria que você sentisse prazer anal, que conhecesse e se preparasse pro prato principal.
Uns minutos depois, ele tirou os dedos, que no final eram quatro, e encostou o pau no meu ânus, fazendo movimentos sutis enquanto provocava, me fazendo desejar que estivesse dentro do meu cu. Eu me mexia, tentando esquentar ainda mais com aqueles movimentos, mas parecia que não adiantava, porque ele nem se mexia. Como eu estava enganado! Quando já tinha me acostumado a ter ele na porta, de uma vez só, com um empurrão, o pau dele ficou 50% dentro de mim.
— Aiiii!!!! Aiiii! Hahahaha. Que dor!!! Aii! — gritei, desnorteado com a dor que sentia.
— Nossa, desculpa, Carlos! Te arrebentei! Vou tirar, não se preocupa.
— Nããão, não tira, deixa dentro, mas sem mexer, pra eu me acostumar. Aii! Que dor! — falei, meio choramingando.
— Tem certeza?
— Certeza! — afirmei.
Uns minutos depois, ele começou a se mover cada vez mais rápido e com mais força. Enfiava cada vez mais fundo em mim, me fazendo gritar de dor a cada centímetro a mais de pau que entrava, mas ao mesmo tempo meu tesão crescia exponencialmente e a dor foi ficando em segundo plano, até que eu explodi de excitação.
— Ah! Sim, sim, aii. Ah! Vou gozar!!! Adoro! — gritei.
Nunca tinha sentido um orgasmo assim, era espetacular e diferente de tudo antes. Comecei a soltar uma quantidade enorme de porra, muito mais do que qualquer outra vez na minha vida. Cada estocada dele no meu cu fazia meu pau jorrar um jato de leite sem eu me tocar nem uma vez, era como se eu estivesse sendo ordenhado, porque o roçar do pauzão dele na minha próstata... Isso me dava um baita estímulo, mas com um prazer incrível.
– Que incrível! Que incrível! – eu dizia, enquanto não parava de gozar.
– Que bunda pequena, Carlitos! Tão apertadinha que era, tão virgenzinha, agora tá tão relaxada e entregue. – disse Manuel.
– É toda sua, só sua! – falei.
– Toda minha? Ok, toda minha vai ser.
Ele começou a me comer com força, enfiando o pau cada vez mais fundo, até que quase todo ele estava dentro de mim. Manuel gritava de prazer, gemia como um louco e tava eufórico, perdendo o controle da excitação dele em mim, de um jeito brutal. Agora a dor reinava de novo, comecei a chorar e implorar pra ele parar, mas ele não me ouvia nem um pouco. A dor era tão forte que tinha sugado todas as minhas forças, me deixando indefeso diante dele. Cheguei a sentir ele tirar o pau completamente, só pra meter de novo até o fundo de uma só vez, sem parar.
Depois de uns minutos, que pra mim pareceram uma eternidade, ele acelerou as estocadas e gozou dentro da minha bunda, enchendo ela de porra e fazendo mais porra sair do meu pau, mas dessa vez com muito mais prazer.
Manuel foi aprendendo a me comer no cu e adorava quando eu chupava a ponta do pau dele, quando tava apertado e não dava pra transar. Assim, nossa amizade cresceu, não éramos mais só colegas de trabalho, agora éramos amigos de verdade. Logo comecei a frequentar a casa dele, comíamos churrasco nos fins de semana com a esposa e a filha dele, que ficavam encantadas comigo, a ponto da mulher dele sugerir que eu fosse o padrinho do segundo filho, que tava a caminho.
Mas quando estávamos sozinhos, eu e Manuel, voltávamos a nos unir completamente. Com o tempo, meu cu e meu reto se acostumaram com o pau do meu amigo, pra acomodar ele de boa. Agora eu sentia só prazer, sem dor nenhuma, e os dois curtiam pra valer nossa relação sexual, que é só isso mesmo, sem sentimentos além dos que existem entre bons amigos.
Hoje, um ano depois, continuamos Celebrando o dia do amigo como naquele dia, e o segredo profundo que existe em volta disso aumenta ainda mais a putaria.
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