Después de mucho tiempo II

Continuo... ela passava a mão na minha bunda com força, nossas picas se chocavam, a dele era enorme e tava dura pra caralho. "Não tem um lugar mais confortável?" pergunto. "Vem, vamos pro escritório." Entramos, o chão era acarpetado e tinha aquecimento, num canto tinha um sofá de um lugar só. "Bom, aqui é melhor" falo, enquanto me sento no sofá e ele enfia a pica enorme na minha boca. Eu masturbo ele, chupo os ovos dele, ele tira a rola e se ajoelha na minha frente e começa a chupar meus peitos. Como eu gosto, fico louco. Ele morde meus mamilos, me faz doer, mas eu gosto. Me deito, minha bunda fica na borda do sofá, tô me entregando. "Você tem algum creme?" pergunto. "Faz tempo que não como ninguém e a sua é muito grande" falo. "Não, putinha, vou te arrombar, doa ou não." Ele cuspiu na mão, esfregou a pica e começou a meter a cabeça enquanto levanta minhas pernas e apoia nos braços do sofá. Minha bunda ficou aberta igual uma flor. Que puta tesão, tava doendo, e dava pra ver na minha cara. "Tá doendo, putinha?" "Sim, mas adoro sua pica." A gente tava muito seco e ele também tava sentindo dor, aí ele falou que já voltava e foi por um tempinho, voltou com uma lata de graxa. "O que você vai fazer?" pergunto. "Vou te foder, vem cá, putinha." Ele me pega pelo braço e me joga no sofá, me assusto porque a coisa ficou violenta. "Fica de quatro, putinha barata, sua pica de merda, fica de quatro senão te encho de porrada." Ele realmente tava fora de si. "Vira e fica de quatro no sofá." Obedeci. Ele me deu dois tapas violentos nas nádegas, gritei de dor. Ele esfrega minha bunda com uma graxa amarela, começa a me foder com um dedo cheio de graxa e depois com dois. Dói pra caralho, mas adoro que me maltrate. "Bruto" falo "você tá me matando." Ele me deu outro tapa e começou a meter a pica. Dessa vez, tão lubrificado, entrou mais fácil. Doía pra caralho, mas eu tava gozando e comecei a empurrar devagar com a bunda, e aquele tronco venoso foi entrando, rasgando tudo ao penetrar. Me agarrou pelos ombros e começou a bombar com força, eu gritava que nem uma louca, dói, dói, por favor, para um pouco, mas ele continuava me destruindo, quanto mais eu gritava, mais ele se excitava e mais me bombava, estávamos encharcados de suor. "Você vai ser minha putinha, sim, sua buceta, o que você quiser." Quando eu estava quase gozando, ele tirou violentamente, me virou e me fez chupar ele até gozar de novo na minha boca. O leite escorria pelos cantos da minha boca e ele não tirava, continuava bombando e gemendo de prazer. "Limpa tudo, não quero ver nenhum resto de sujeira, porquinha, putinha." Lambi ele inteiro, tinha gosto de sangue. Ele tocou na minha bunda e estava cheia de sangue. "Olha o que você fez, pica grande", e mostrei a mão suja de sangue. "Te destruí", ele disse. "Agora termina de arrumar a máquina e vamos embora." Em uma hora estávamos voltando. Na caminhonete, ele disse que de agora em diante, quando ele quisesse me foder, eu teria que aceitar sem reclamar. Eu disse que ele era meu dono e eu, a putinha dele. Ele me deixou na estação com o cu arrombado e cheio de graxa. Já fazem vários dias e ele ainda não me ligou. Disse pra eu não ligar. Não sei o que fazer, a situação de submissão me excita muito, mas não sei onde isso pode parar, ele fica muito violento. Deixo um beijo e um abraço pra todos que me leram.

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