Já tinham passado alguns dias desde o último encontro com meu vizinho. Um dia a gente se encontrou, subiu pra minha casa e tomou umas cervejas. Depois de um tempo conversando, ele falou: “Eu sei que a gente não é um casal nem nada parecido, mas quero te pedir uma coisa”. “Claro, fala”, respondi. Ele me contou que logo ia ter uma corrida, daqui a um mês pra ser mais exato, que ele ia participar e precisava começar a treinar desde já. Mas que durante esse mês não podia me comer como ele gostaria, porque isso ia enfraquecer ele, algo assim ele explicou. “Tá bom”, falei, “sem problema”. “O que eu quero é que durante o mês que eu não puder te fazer, ninguém faça. Quero que você espere por mim pra satisfazer suas vontades. Peço que não faça nada sexual, que não se estimule sozinho. Eu vou ficar na mesma, porque não posso. Me diz, você faria isso por mim?” Fiquei pensativo, porque na real não consigo passar nem uma semana sem terminar de madrugada com um vibrador no cu me dando prazer sozinho. Apertei a mão dele e falei: “Fechado. Só espero que a espera valha a pena…”
Assim passou um mês. Ele correu numa segunda-feira. Terminou a corrida, cheguei na casa dele umas sete da noite pra ver como tinha sido. Ele disse que estava exausto, que tinha chegado numa boa posição, que só de terminar já era vitória. Falou que as pernas estavam doendo. Fiquei vendo um filme com ele, depois pedi um creme corporal e fiz uma massagem nas pernas dele. Massageei por uma hora mais ou menos. Ele disse que esse fim de semana seria o nosso fim de semana, que eu me preparasse porque no sábado a gente ia se vingar.
Quinta à noite cheguei em casa, jantei, fui tomar banho. Já tava ansioso pelo sábado, queria que chegasse logo. Eu tinha cumprido minha parte e não tinha me estimulado de jeito nenhum todo esse tempo. Deitei cedo esperando o tão esperado sábado. Acordei às três e meia da manhã. Quando vou fazer alguma coisa que quero muito, acho que fico empolgado demais e não durmo bem. Decidi levantar e tomar um banho. Peguei a gilete e me depilei. tudo pernas, pinto e minha bunda. Depois de terminar de depilar, decidi fazer uma lavagem completa, porque meu plano era chegar direto na casa do meu vizinho na sexta-feira assim que voltasse do trabalho. Foi o que fiz: me lavei minuciosamente. Saí pelado do banheiro, todo animado. Preparei uma salada de frutas porque queria algo leve e me deitei na cama esperando a hora de trabalhar.
Sexta-feira de manhã, um dia frio, amanheceu chovendo. Quando saí no corredor pra chamar o elevador, a porta do meu vizinho se abriu. Ele estava vestido bem formal, como sempre, pra ir pro trabalho. Me cumprimentou normal, a gente ficou parado na frente do elevador. Quando fui apertar o botão, ele disse: "Espera, e se a gente aproveitar esse frio e ficar em casa? A gente avisa que tá doente ou que a chuva não deixou sair." Não apertei o botão. Olhei pra ele: "É sério?" perguntei. "Claro que é sério, ou você não ia querer ficar em casa hoje?" Peguei meu celular e mandei uma mensagem pro meu chefe: "Não vou conseguir ir hoje por causa da chuva, deu um imprevisto." Já tô pronto pra não trabalhar. Ele tirou o telefone, se virou e abriu a porta da casa dele. Eu entrei, e ele fez uma ligação: só disse "Hoje não vou, tô enrolado." Fiquei atrás dele e tirei o terno. Desabotoei cada botão da camisa dele enquanto enfiava as mãos e acariciava o peito dele. Ele ficou tranquilo, só curtindo os carinhos ali em pé. Desabotoei a calça dele e deixei cair. Ele já tava bem duro. Acariciei por um momento por cima da cueca, depois me coloquei na frente dele e puxei a cueca pra baixo. Que sensação deliciosa quando você puxa a cueca e aparece na sua frente aquela besta de pinto, preparado pra tudo. É realmente uma delícia.
Puxei a cueca dele, ele levantou as pernas, deixando eu tirar a calça e a cueca, ficando completamente pelado. Sem tocar no pinto com as mãos, lambi subindo por todo o tronco dele, aspirando aquela fragrância deliciosa que ele tem. Meu vizinho tava usando uma colônia incrível. O corpo inteiro dele cheirava a ela, o pau torto que ele tem, essa curva me mata, beijei ele todo, beijei com tanta vontade, passei a língua tentando manter ele na minha frente sem usar as mãos, acariciava meu rosto contra a pele lisa e extremamente macia dele, peguei a cabeça grande e gostosa dele e enfiei na minha buceta, a boca tava uma cachoeira, era tipo comer um doce delicioso, acariciei as pernas dele e subi até pegar as bolas dele, massageava enquanto lambia e chupava a cabeça do pau, aí peguei o pau entre minhas mãos e comecei a bater uma enquanto minha língua batia na cabeça dele o mais rápido que podia, diminuía o ritmo das mãos e lambia o pau inteiro dele com lambidas que começavam na base do pau e terminavam na ponta, como se fosse um sorvete que eu tava saboreando, já fazia quase dois meses que ele não era meu e eu tinha que aproveitar ao máximo e mostrar que tinha sentido falta dele, que tinha sentido falta de ter ele dentro de mim, ter ele na minha boca e tomar o leite dele como se fosse mel, eu queria que ele gozasse e jogasse tudo na minha cara e na minha boca, quando ele tava quase gozando, ele me parou e disse que ainda não, que queria deixar o primeiro pra deixar meu cu escorrendo de porra, isso me excitou pra caralho, ele me levantou, bem na hora percebi que já tava há um tempão só chupando ele.
Ele me levantou e me pegou pela mão e me fez seguir ele até o quarto, ele tava muito provocante andando na minha frente até o quarto, abriu a porta e me convidou pra entrar, roçou na minha cueca e mexendo a cintura pra eu sentir o pau dele por cima da minha cueca, depois disso me empurrou pelas costas me forçando a dobrar o corpo, fiquei com as pernas esticadas e o tronco dobrado como se tentasse tocar nos meus pés, ele baixou minha cueca deixando meu cu descoberto na frente dele, "queria fazer isso há muito tempo, queria ter você assim e sei que você gosta que eu te tenha assim", eu só escutei e meu corpo reagia às palavras dele, sentia meu cu pulsando. como se quisesse ser penetrado o mais rápido possível, ele baixou minha cueca, colocou as mãos na parte de trás das minhas coxas e foi acariciando, subindo as mãos até minhas nádegas, pegou elas com as mãos e deu um apertão delicioso, me deu um tapa primeiro numa nádega e depois na outra, umas quatro vezes seguidas, “amo como suas nádegas ficam vermelhas, amo como os dedos marcados ficam” ouvi isso e fiquei a mil por hora, ele colocou uma mão nas minhas costas e começou a descer devagar pela minha espinha, deixando só um dos dedos tocar minha pele, desceu lentamente e abriu caminho entre minhas nádegas, acariciando a entrada do meu cu, molhou o dedo com a própria saliva e continuou me acariciando sem enfiar o dedo, dava pra sentir um ar frio junto com a umidade do dedo, minhas nádegas tremiam pedindo mais, “como você quer que eu te penetre, devagar ou prefere algo mais rápido?” como você preferir, porque sou seu pra você fazer o que quiser comigo, do jeito que quiser, sou seu e quero que faça do jeito que te der mais prazer, ele colocou o dedo na boca e molhou com saliva, colocou de novo na entrada do ânus e foi acariciando, me umedecendo, deixando o dedo entrar aos poucos, enfiou o dedo inteiro e começou a mexer em círculos, tirava e colocava num ritmo regular, nem rápido nem devagar, eu gemia porque o que ele fazia me dava prazer demais, ele tirou o dedo e cuspiu no meu cu de novo, depois que ficou bem molhado, enfiou o dedo de novo e foi me estimulando, quando percebi já eram dois dedos enfiados no meu cu. Eu gemia e gemia, sei que ele adora me fazer gemer, ele pediu pra eu deitar na borda da cama de frente pra ele, eu deitei, ele se aproximou, pegou o pau dele com as mãos e me ofereceu, “vem, lubrifica você mesmo”, me aproximei e comecei a chupar ele, deixando o mais lubrificado e molhado possível, quando terminei, eu deitei, ele pegou minhas pernas e abriu elas de par em par, me dobrou o máximo que pôde, deixando meu cu no ar, indefeso, pronto pra ser Penetrado. "Tava com vontade de fazer isso assim, sabe? Adoro te foder e sei que você adora ser fodido." Ele levou o pau até minha bunda e colocou bem na entrada. Eu segurei minhas pernas pra manter abertas. Ele começou gostoso, colocou a cabeça devagar, deixando meu cu se adaptar e receber aquele presente enorme. Apoiou as mãos na cama e se deixou cair, enfiando o pau todo até o fundo que dava, as bolas coladas no meu corpo. Ficou parado um momento, curtindo ter me atravessado, e começou a mexer o quadril devagar e suave. Eu tava extasiado, é maravilhoso se sentir preenchido por dentro. Ele se movia devagar, tirava o pau até a entrada do meu cu e enfiava de novo. Depois de um tempo nesse ritmo, ele me olhou e perguntou se eu queria mais. Claro que sim, me dá mais, me dá tudo, eu falei. Ele tirou o pau de novo e deixou na entrada do meu cu, como se tivesse mirando no alvo. Respirou fundo e, zas, me atacou com uma força descomunal. Metia e tirava com capricho, com dureza, parecia que queria me partir ao meio. Eu gritava e gemia: "Assim vai, é assim que eu gosto, me dá duro, me dá com tudo que você tem." Na cara dele, um sorriso malicioso e satisfeito. Ele meteu ainda mais forte, eu tremia a cada estocada. Se endireitou um pouco e, com uma das mãos, pegou meu pau como se fosse um apoio, me segurou pra eu não fugir. Meteu rápido, entrava e saía assim por um tempo. Tirou, me virou e me deixou de quatro. Me pegou pela cintura e me penetrou de quatro, enquanto a cadência dele vinha pra frente, ele puxava minha bunda pra trás pra enfiar inteiro. Me comeu muito gostoso, dava tapas na minha bunda. Eu me agarrava nos lençóis, aguentando e curtindo cada entrada e saída. Me segurou com muita força e me atacou forte, deixando o pau dentro de mim, descarregando todo o sêmen no meu cu. Tirou e meu cu começou a escorrer porra. "Isso que eu queria ver, adorei deixar sua bunda assim, cheia." Respirei fundo. Levantei, olhei e ainda estava duro. "Vamos tomar um banho", ele me convidou e foi pro banheiro, eu atrás dele…………………..
Mas essa vai ser a segunda parte dessa história, em breve vou postar. Sério, aquele dia foi maravilhoso.
Assim passou um mês. Ele correu numa segunda-feira. Terminou a corrida, cheguei na casa dele umas sete da noite pra ver como tinha sido. Ele disse que estava exausto, que tinha chegado numa boa posição, que só de terminar já era vitória. Falou que as pernas estavam doendo. Fiquei vendo um filme com ele, depois pedi um creme corporal e fiz uma massagem nas pernas dele. Massageei por uma hora mais ou menos. Ele disse que esse fim de semana seria o nosso fim de semana, que eu me preparasse porque no sábado a gente ia se vingar.
Quinta à noite cheguei em casa, jantei, fui tomar banho. Já tava ansioso pelo sábado, queria que chegasse logo. Eu tinha cumprido minha parte e não tinha me estimulado de jeito nenhum todo esse tempo. Deitei cedo esperando o tão esperado sábado. Acordei às três e meia da manhã. Quando vou fazer alguma coisa que quero muito, acho que fico empolgado demais e não durmo bem. Decidi levantar e tomar um banho. Peguei a gilete e me depilei. tudo pernas, pinto e minha bunda. Depois de terminar de depilar, decidi fazer uma lavagem completa, porque meu plano era chegar direto na casa do meu vizinho na sexta-feira assim que voltasse do trabalho. Foi o que fiz: me lavei minuciosamente. Saí pelado do banheiro, todo animado. Preparei uma salada de frutas porque queria algo leve e me deitei na cama esperando a hora de trabalhar.
Sexta-feira de manhã, um dia frio, amanheceu chovendo. Quando saí no corredor pra chamar o elevador, a porta do meu vizinho se abriu. Ele estava vestido bem formal, como sempre, pra ir pro trabalho. Me cumprimentou normal, a gente ficou parado na frente do elevador. Quando fui apertar o botão, ele disse: "Espera, e se a gente aproveitar esse frio e ficar em casa? A gente avisa que tá doente ou que a chuva não deixou sair." Não apertei o botão. Olhei pra ele: "É sério?" perguntei. "Claro que é sério, ou você não ia querer ficar em casa hoje?" Peguei meu celular e mandei uma mensagem pro meu chefe: "Não vou conseguir ir hoje por causa da chuva, deu um imprevisto." Já tô pronto pra não trabalhar. Ele tirou o telefone, se virou e abriu a porta da casa dele. Eu entrei, e ele fez uma ligação: só disse "Hoje não vou, tô enrolado." Fiquei atrás dele e tirei o terno. Desabotoei cada botão da camisa dele enquanto enfiava as mãos e acariciava o peito dele. Ele ficou tranquilo, só curtindo os carinhos ali em pé. Desabotoei a calça dele e deixei cair. Ele já tava bem duro. Acariciei por um momento por cima da cueca, depois me coloquei na frente dele e puxei a cueca pra baixo. Que sensação deliciosa quando você puxa a cueca e aparece na sua frente aquela besta de pinto, preparado pra tudo. É realmente uma delícia.
Puxei a cueca dele, ele levantou as pernas, deixando eu tirar a calça e a cueca, ficando completamente pelado. Sem tocar no pinto com as mãos, lambi subindo por todo o tronco dele, aspirando aquela fragrância deliciosa que ele tem. Meu vizinho tava usando uma colônia incrível. O corpo inteiro dele cheirava a ela, o pau torto que ele tem, essa curva me mata, beijei ele todo, beijei com tanta vontade, passei a língua tentando manter ele na minha frente sem usar as mãos, acariciava meu rosto contra a pele lisa e extremamente macia dele, peguei a cabeça grande e gostosa dele e enfiei na minha buceta, a boca tava uma cachoeira, era tipo comer um doce delicioso, acariciei as pernas dele e subi até pegar as bolas dele, massageava enquanto lambia e chupava a cabeça do pau, aí peguei o pau entre minhas mãos e comecei a bater uma enquanto minha língua batia na cabeça dele o mais rápido que podia, diminuía o ritmo das mãos e lambia o pau inteiro dele com lambidas que começavam na base do pau e terminavam na ponta, como se fosse um sorvete que eu tava saboreando, já fazia quase dois meses que ele não era meu e eu tinha que aproveitar ao máximo e mostrar que tinha sentido falta dele, que tinha sentido falta de ter ele dentro de mim, ter ele na minha boca e tomar o leite dele como se fosse mel, eu queria que ele gozasse e jogasse tudo na minha cara e na minha boca, quando ele tava quase gozando, ele me parou e disse que ainda não, que queria deixar o primeiro pra deixar meu cu escorrendo de porra, isso me excitou pra caralho, ele me levantou, bem na hora percebi que já tava há um tempão só chupando ele.
Ele me levantou e me pegou pela mão e me fez seguir ele até o quarto, ele tava muito provocante andando na minha frente até o quarto, abriu a porta e me convidou pra entrar, roçou na minha cueca e mexendo a cintura pra eu sentir o pau dele por cima da minha cueca, depois disso me empurrou pelas costas me forçando a dobrar o corpo, fiquei com as pernas esticadas e o tronco dobrado como se tentasse tocar nos meus pés, ele baixou minha cueca deixando meu cu descoberto na frente dele, "queria fazer isso há muito tempo, queria ter você assim e sei que você gosta que eu te tenha assim", eu só escutei e meu corpo reagia às palavras dele, sentia meu cu pulsando. como se quisesse ser penetrado o mais rápido possível, ele baixou minha cueca, colocou as mãos na parte de trás das minhas coxas e foi acariciando, subindo as mãos até minhas nádegas, pegou elas com as mãos e deu um apertão delicioso, me deu um tapa primeiro numa nádega e depois na outra, umas quatro vezes seguidas, “amo como suas nádegas ficam vermelhas, amo como os dedos marcados ficam” ouvi isso e fiquei a mil por hora, ele colocou uma mão nas minhas costas e começou a descer devagar pela minha espinha, deixando só um dos dedos tocar minha pele, desceu lentamente e abriu caminho entre minhas nádegas, acariciando a entrada do meu cu, molhou o dedo com a própria saliva e continuou me acariciando sem enfiar o dedo, dava pra sentir um ar frio junto com a umidade do dedo, minhas nádegas tremiam pedindo mais, “como você quer que eu te penetre, devagar ou prefere algo mais rápido?” como você preferir, porque sou seu pra você fazer o que quiser comigo, do jeito que quiser, sou seu e quero que faça do jeito que te der mais prazer, ele colocou o dedo na boca e molhou com saliva, colocou de novo na entrada do ânus e foi acariciando, me umedecendo, deixando o dedo entrar aos poucos, enfiou o dedo inteiro e começou a mexer em círculos, tirava e colocava num ritmo regular, nem rápido nem devagar, eu gemia porque o que ele fazia me dava prazer demais, ele tirou o dedo e cuspiu no meu cu de novo, depois que ficou bem molhado, enfiou o dedo de novo e foi me estimulando, quando percebi já eram dois dedos enfiados no meu cu. Eu gemia e gemia, sei que ele adora me fazer gemer, ele pediu pra eu deitar na borda da cama de frente pra ele, eu deitei, ele se aproximou, pegou o pau dele com as mãos e me ofereceu, “vem, lubrifica você mesmo”, me aproximei e comecei a chupar ele, deixando o mais lubrificado e molhado possível, quando terminei, eu deitei, ele pegou minhas pernas e abriu elas de par em par, me dobrou o máximo que pôde, deixando meu cu no ar, indefeso, pronto pra ser Penetrado. "Tava com vontade de fazer isso assim, sabe? Adoro te foder e sei que você adora ser fodido." Ele levou o pau até minha bunda e colocou bem na entrada. Eu segurei minhas pernas pra manter abertas. Ele começou gostoso, colocou a cabeça devagar, deixando meu cu se adaptar e receber aquele presente enorme. Apoiou as mãos na cama e se deixou cair, enfiando o pau todo até o fundo que dava, as bolas coladas no meu corpo. Ficou parado um momento, curtindo ter me atravessado, e começou a mexer o quadril devagar e suave. Eu tava extasiado, é maravilhoso se sentir preenchido por dentro. Ele se movia devagar, tirava o pau até a entrada do meu cu e enfiava de novo. Depois de um tempo nesse ritmo, ele me olhou e perguntou se eu queria mais. Claro que sim, me dá mais, me dá tudo, eu falei. Ele tirou o pau de novo e deixou na entrada do meu cu, como se tivesse mirando no alvo. Respirou fundo e, zas, me atacou com uma força descomunal. Metia e tirava com capricho, com dureza, parecia que queria me partir ao meio. Eu gritava e gemia: "Assim vai, é assim que eu gosto, me dá duro, me dá com tudo que você tem." Na cara dele, um sorriso malicioso e satisfeito. Ele meteu ainda mais forte, eu tremia a cada estocada. Se endireitou um pouco e, com uma das mãos, pegou meu pau como se fosse um apoio, me segurou pra eu não fugir. Meteu rápido, entrava e saía assim por um tempo. Tirou, me virou e me deixou de quatro. Me pegou pela cintura e me penetrou de quatro, enquanto a cadência dele vinha pra frente, ele puxava minha bunda pra trás pra enfiar inteiro. Me comeu muito gostoso, dava tapas na minha bunda. Eu me agarrava nos lençóis, aguentando e curtindo cada entrada e saída. Me segurou com muita força e me atacou forte, deixando o pau dentro de mim, descarregando todo o sêmen no meu cu. Tirou e meu cu começou a escorrer porra. "Isso que eu queria ver, adorei deixar sua bunda assim, cheia." Respirei fundo. Levantei, olhei e ainda estava duro. "Vamos tomar um banho", ele me convidou e foi pro banheiro, eu atrás dele…………………..
Mas essa vai ser a segunda parte dessa história, em breve vou postar. Sério, aquele dia foi maravilhoso.
3 comentários - Uma foda maravilhosa parte 1 (Relato)
Muy buena historia y muy bien relatada!!
Me encantó ese reencuentro después de tanto tiempo sin hacer nada.
Gracias por compartir 👍
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos...