No fim de semana passado fui visitar meu primo na casa dele. Peguei o busão e depois de 4 horas de viagem interminável cheguei em CBA. Desci do busão e fui direto pro banheiro; tava bem de boa fazendo minhas coisas quando aparece um cara muito gato, um moreno alto, olhos lindos, e se coloca do meu lado. Eu olhei pra ele e cumprimentei com um sorriso, ele fez o mesmo. Aí começamos a conversar, eu tava comentando que vinha cansado da viagem e ainda tinha que andar umas 40 quadras com a mochila até a casa do meu tio, ele me fala:
Ele: "Não, mano, é muito. Pega um Uber que sai mais barato que táxi."
Eu: "Quem me dera, mas tô com 40 conto na carteira e não sei se tenho grana no caixa eletrônico. Imagina se pego e não tenho dinheiro, o cara me enche de porrada kkkk."
Ele: "Ou te bate ou te viola hehe, olha que aqui os motoristas de Uber e taxistas não são bobos."
Eu olhei pra ele meio perdido pela intimidade que ele teve ao fazer esse comentário.
Pablo (que é o nome dele) me fala:
P: "É brincadeira, não leva a mal."
Eu: "Relaxa, quem devia se preocupar sou eu, imagina se me arrombam kkkkkk."
Ele caiu na risada também. Bom, me despedi do cara e falei que ia embora porque tinha muita caminhada pela frente, ele me cumprimentou e eu saí rumo à casa do meu primo.
Tava andando já saindo da rodoviária, quando aparece o Pablo, me surpreendeu de novo.
P: "Ei, mano, pra que lado você tem que ir? Eu tô de carro e posso te dar uma carona até um pedaço, se quiser kkkkkk."
Eu não percebi se ele falou com segundas intenções ou não, me deixou na dúvida.
Eu: "Pra lá do hipermercado Liberdade."
P: "Vou pra lá, vem, bora."
Bom, subimos e fomos embora, conversamos sobre tudo um pouco. Num momento ele vira e fala que precisa passar urgente no apartamento dele. "Ok", falei, "sem problema, eu desço e sigo a pé", digo.
P: "Eu te levo, mas me espera 5 minutos. Melhor, vem me ajudar a descer umas coisas."
Eu: "Ok, ok."
Subimos no apê dele e ele me ofereceu uma cerveja, bom, aí... tomamos de boa e depois te levo
Enquanto tomávamos a cerveja, ela me diz
P: você se assustou quando eu disse que iam te estuprar?
Eu: não, de jeito nenhum, isso não me preocupa, o que me preocupa é quererem me encher de porrada kkkkk
P: haa então você é meio promíscua, né kkkkk
Eu: sou bi, ou seja, meio promíscua kkkkk
P: naaa sério, se você é, me faz um boquete
Eu: não, depois vou ficar com vontade de dar e você vai se cagar
Toda essa conversa eu achava que era brincadeira, mas não. Ele se levanta tranquilo e fica na minha frente, deixa a pica na altura da minha boca, me segura pela cabeça e encosta a pica com calça e tudo e me diz: se me deixar bem excitado, talvez eu te coma, promíscua.
Eu desabotoo a calça dele e abaixo junto com a cueca, saiu uma pica que parecia normal quando mole.
Comecei dando beijinhos e segurando as bolas dele, que estavam sem pelo, do jeito que eu gosto.
Depois comecei a brincar com a língua, até enfiar ela inteira na boca. A cada segundo que passava, ela crescia e ficava mais dura. Eu chupava e chupava, brincava com a língua, dava pequenas mordidinhas.
Ele tira a pica da minha boca e me diz:
Vem, vamos pro quarto. Aí pude ver bem o que ele tinha entre as pernas: uma pica de 16-17 centímetros por uns 4, muito bonita.
Bom, fomos pro quarto, ele se deitou e mandou eu tirar a roupa. Enquanto eu tirava, ele foi no banheiro e trouxe creme de enxágue, voltou e se deitou de barriga pra cima.
Eu continuei chupando aquela pica como um desesperado. Num momento, enquanto eu chupava, ele me vira e começa a massagear meu cu com o creme, e enfia um dedo. Quando ele fez isso, quase gozei inteiro. Eu não falei nada pra ele continuar assim e depois me comer.
Num instante, o telefone dele toca e só ouvi ele dizer: "se passar, tá aberto". Eu continuei na minha.
Quando terminou de dilatar meu cu, ele me fez deitar de barriga pra baixo. Eu obedeci e abri minhas pernas, e com as mãos abri as nádegas. Ele se ajeitou e meteu de uma vez o desgraçado. A dor que Senti que foi enorme, pedi pra ele tirar, mas ele não tirou, pelo contrário, começou a meter bem forte e falava:
"Você é meio promíscuo? Agora vai ser viado de vez, vou arrebentar teu cu de viado."
Eu tentei relaxar o máximo que pude, e depois de uns minutos só sentia prazer e pedia pra ele meter mais forte, que eu não tava sentindo.
Isso deixou ele louco, porque me colocou de quatro e me comeu sem pena.
Ele ficou me comendo quase meia hora até que falou que ia gozar e me perguntou onde eu queria a porra. Falei: no rabo. Bom, ele gozou no meu cu, tirou o pau e enfiou na minha boca.
Chupei ele por um tempo, quando o pau dele amoleceu de vez, me deitei do lado dele.
A única coisa que falei foi que adorei. Ele levantou pra ir no banheiro tomar banho.
Quando ouvi a água caindo, fui tomar banho com ele. A primeira coisa que fiz foi pegar o sabão e lavar as bolas dele, e bater uma punheta pra ele ficar duro de novo.
Ele tentou me beijar, mas virei o rosto e falei que não gosto de beijo entre homem. Depois me abaixei e comecei a chupar ele de novo até o pau ficar duro.
Terminamos de tomar banho e fomos pra cozinha pelados os dois, pegar algo pra beber e ver TV.
Tava de boa, os dois vendo um filme, eu toda hora passando a mão no pau dele. Ele me olha e fala:
P: "Tanto assim que você gosta de pau?"
Eu: "Teu pau é uma delícia."
P: "O que você tá disposto a fazer pra eu te comer de novo?"
Eu: "O que você pedir."
P: "Ok, chupa e engole a porra."
Sem pensar, me ajoelhei e comecei a chupar com gosto. Tava metendo a chupada quando ouvi a porta abrir. Eram os amigos dele. Eu congelei de medo. Ele segurou minha cabeça e, como se nada fosse, fez eu continuar chupando.
Quando os amigos me viram, morreram de rir, me deram tapas na bunda e se pelaram. Ficaram conversando e rindo entre eles, enquanto eu chupava o pau do Pablo.
E então, queridos leitores, infelizmente preciso continuar o relato em outro post. Mil desculpas, mas o maldito trabalho tá batendo na porta.
Em breve. Vou postar o que falta dessa história e, diga-se de passagem, é a melhor parte.
Ele: "Não, mano, é muito. Pega um Uber que sai mais barato que táxi."
Eu: "Quem me dera, mas tô com 40 conto na carteira e não sei se tenho grana no caixa eletrônico. Imagina se pego e não tenho dinheiro, o cara me enche de porrada kkkk."
Ele: "Ou te bate ou te viola hehe, olha que aqui os motoristas de Uber e taxistas não são bobos."
Eu olhei pra ele meio perdido pela intimidade que ele teve ao fazer esse comentário.
Pablo (que é o nome dele) me fala:
P: "É brincadeira, não leva a mal."
Eu: "Relaxa, quem devia se preocupar sou eu, imagina se me arrombam kkkkkk."
Ele caiu na risada também. Bom, me despedi do cara e falei que ia embora porque tinha muita caminhada pela frente, ele me cumprimentou e eu saí rumo à casa do meu primo.
Tava andando já saindo da rodoviária, quando aparece o Pablo, me surpreendeu de novo.
P: "Ei, mano, pra que lado você tem que ir? Eu tô de carro e posso te dar uma carona até um pedaço, se quiser kkkkkk."
Eu não percebi se ele falou com segundas intenções ou não, me deixou na dúvida.
Eu: "Pra lá do hipermercado Liberdade."
P: "Vou pra lá, vem, bora."
Bom, subimos e fomos embora, conversamos sobre tudo um pouco. Num momento ele vira e fala que precisa passar urgente no apartamento dele. "Ok", falei, "sem problema, eu desço e sigo a pé", digo.
P: "Eu te levo, mas me espera 5 minutos. Melhor, vem me ajudar a descer umas coisas."
Eu: "Ok, ok."
Subimos no apê dele e ele me ofereceu uma cerveja, bom, aí... tomamos de boa e depois te levo
Enquanto tomávamos a cerveja, ela me diz
P: você se assustou quando eu disse que iam te estuprar?
Eu: não, de jeito nenhum, isso não me preocupa, o que me preocupa é quererem me encher de porrada kkkkk
P: haa então você é meio promíscua, né kkkkk
Eu: sou bi, ou seja, meio promíscua kkkkk
P: naaa sério, se você é, me faz um boquete
Eu: não, depois vou ficar com vontade de dar e você vai se cagar
Toda essa conversa eu achava que era brincadeira, mas não. Ele se levanta tranquilo e fica na minha frente, deixa a pica na altura da minha boca, me segura pela cabeça e encosta a pica com calça e tudo e me diz: se me deixar bem excitado, talvez eu te coma, promíscua.
Eu desabotoo a calça dele e abaixo junto com a cueca, saiu uma pica que parecia normal quando mole.
Comecei dando beijinhos e segurando as bolas dele, que estavam sem pelo, do jeito que eu gosto.
Depois comecei a brincar com a língua, até enfiar ela inteira na boca. A cada segundo que passava, ela crescia e ficava mais dura. Eu chupava e chupava, brincava com a língua, dava pequenas mordidinhas.
Ele tira a pica da minha boca e me diz:
Vem, vamos pro quarto. Aí pude ver bem o que ele tinha entre as pernas: uma pica de 16-17 centímetros por uns 4, muito bonita.
Bom, fomos pro quarto, ele se deitou e mandou eu tirar a roupa. Enquanto eu tirava, ele foi no banheiro e trouxe creme de enxágue, voltou e se deitou de barriga pra cima.
Eu continuei chupando aquela pica como um desesperado. Num momento, enquanto eu chupava, ele me vira e começa a massagear meu cu com o creme, e enfia um dedo. Quando ele fez isso, quase gozei inteiro. Eu não falei nada pra ele continuar assim e depois me comer.
Num instante, o telefone dele toca e só ouvi ele dizer: "se passar, tá aberto". Eu continuei na minha.
Quando terminou de dilatar meu cu, ele me fez deitar de barriga pra baixo. Eu obedeci e abri minhas pernas, e com as mãos abri as nádegas. Ele se ajeitou e meteu de uma vez o desgraçado. A dor que Senti que foi enorme, pedi pra ele tirar, mas ele não tirou, pelo contrário, começou a meter bem forte e falava:
"Você é meio promíscuo? Agora vai ser viado de vez, vou arrebentar teu cu de viado."
Eu tentei relaxar o máximo que pude, e depois de uns minutos só sentia prazer e pedia pra ele meter mais forte, que eu não tava sentindo.
Isso deixou ele louco, porque me colocou de quatro e me comeu sem pena.
Ele ficou me comendo quase meia hora até que falou que ia gozar e me perguntou onde eu queria a porra. Falei: no rabo. Bom, ele gozou no meu cu, tirou o pau e enfiou na minha boca.
Chupei ele por um tempo, quando o pau dele amoleceu de vez, me deitei do lado dele.
A única coisa que falei foi que adorei. Ele levantou pra ir no banheiro tomar banho.
Quando ouvi a água caindo, fui tomar banho com ele. A primeira coisa que fiz foi pegar o sabão e lavar as bolas dele, e bater uma punheta pra ele ficar duro de novo.
Ele tentou me beijar, mas virei o rosto e falei que não gosto de beijo entre homem. Depois me abaixei e comecei a chupar ele de novo até o pau ficar duro.
Terminamos de tomar banho e fomos pra cozinha pelados os dois, pegar algo pra beber e ver TV.
Tava de boa, os dois vendo um filme, eu toda hora passando a mão no pau dele. Ele me olha e fala:
P: "Tanto assim que você gosta de pau?"
Eu: "Teu pau é uma delícia."
P: "O que você tá disposto a fazer pra eu te comer de novo?"
Eu: "O que você pedir."
P: "Ok, chupa e engole a porra."
Sem pensar, me ajoelhei e comecei a chupar com gosto. Tava metendo a chupada quando ouvi a porta abrir. Eram os amigos dele. Eu congelei de medo. Ele segurou minha cabeça e, como se nada fosse, fez eu continuar chupando.
Quando os amigos me viram, morreram de rir, me deram tapas na bunda e se pelaram. Ficaram conversando e rindo entre eles, enquanto eu chupava o pau do Pablo.
E então, queridos leitores, infelizmente preciso continuar o relato em outro post. Mil desculpas, mas o maldito trabalho tá batendo na porta.
Em breve. Vou postar o que falta dessa história e, diga-se de passagem, é a melhor parte.
6 comentários - Prazer, dor, mais prazer