(Vem dehttp://www.poringa.net/posts/gay/2883825/Como-cogimos-No-podia-creerlo-I.htmlFiquei esperando o cara que me deu o orçamento do forro. Sei lá, tava com a impressão de que com o Joaquín não ia rolar nada dessa vez, porque ele não tinha me passado o telefone dele.
Tava eu sozinho no apartamento esperando o Joaquín vir instalar o forro, e meu medo se "materializou" quando a campainha do prédio tocou. Olhei pelo olho mágico e vi: Um mano de uns 20 anos respondeu "vim colocar o forro" (Não era o Joaquín). Mandei ele entrar, abrindo a porta principal com o interfone, e fui esperar ele na porta do escritório.
O mano desceu do elevador e quase caí de bunda, era um cara bem trincado, altura média, que era uma gostosura, também "tipo jogador de futebol", dava pra ver umas pernas muito boas. Ele me cumprimenta: "Prazer, senhor, sou o instalador da empresa de tetos anti-umidade". O Joaquín me mandou. Ahhh sim, sim, falei (por um momento tinha esquecido do Joaquín). É meu irmão, ele continuou.
Ahhh e ele vem depois? perguntei. Assim que eu terminar, aviso ele e ele vem com a nota, respondeu.
O mano trampava igual um louco. Em meio dia o forro tava instalado e eu não parava de olhar pra ele.
Nisso, a campainha toca, eu olho e era o Joaquín. Respirei fundo, porque já tava muito excitado de olhar pro irmãozinho (Ele mostrava a mesma marquinha que o irmão mais velho).
Quando o Joaquín subiu pro apartamento, eu tentava manter a compostura. Oi, Pablo, ele disse pro irmão e me ignorou. Já tava achando que não ia rolar nada, pensei comigo mesmo e fui pro quarto dos fundos fazer um café. Nas minhas costas ouço: E pra mim não tem café? Olha que assim que o cara for embora, vai ter guerra, hein. Uh, Joaquín, que gostoso que é teu irmãozinho. Shhh, sim, mas ele não tem nada a ver com isso, entendeu?, ele falou baixinho.
Tá, tudo bem, pai, respondi. Tomei o café e fui pros escritórios, depois ele me chamou pra deixar eles saírem e ele se despedir do irmão no térreo. Subiu na hora e com a cara cheia de um sorrisão quase gritou "Finalmente sozinhos". Não sei por quê, mas me deu um cagaço de que o cara ia... Me destapou mal e me encheu de porrada. Parecia muito desesperado, me deixou pelado na cama e depois se despiu também.
Começou a me chupar enquanto enfiava o dedo no meu cu, depois lambeu minha bunda e eu já estava no sétimo céu, me colocou de quatro e devagarinho começou a penetração. Eu sentia ela muito gostosa, e aquele perfume que me deixava louco.
Já começava a escorrer mel da minha pica pelo jeito que ele me penetrava e me fazia implorar por mais bombada. O cara me deixava com vontade e trocava de posição até me acender de novo, e assim me manteve até eu começar a me masturbar e ele deu um tapa na minha mão, me sentou em cima dele, de frente, e meteu de uma vez. No começo doeu até a cintura, mas depois comecei a me mexer devagar... Assiiim, putinho, ele dizia, uhh aah, é.
Joaquín sentou enquanto ainda estava dentro de mim e começou a me ajudar a cavalgar ele.
Ali eu sentia ele ofegar e a pica dele tocava minha próstata. No segundo seguinte gozei com um jato e nos últimos espasmos, meio segundo depois ele também terminava aos gritos e me comeu a boca.
Os dois caímos exaustos e ele disse "promessa cumprida", mas eu tinha ficado com vontade de repetir e pedi outra rodada. Não aguento mais, ele confessou, se quiser a gente bate uma, disse. Bom, respondi, pelo menos isso. Você é insaciável, cara, exclamou. E fizemos uma masturbação mútua.
Enquanto o pau dele endurecia de novo e ele me comeu de novo na hora que eu me masturbava, até eu gozar outra vez. Depois ele continuou um pouco e adorei sentir como ele gozava.
Olhei pra ele de novo, enquanto tomava banho, e não podia acreditar que eu estava comendo aquele machinho 20 anos mais novo que eu. Depois tomei banho e nos trocamos, ele deixou a nota fiscal e combinamos que teria uma próxima vez algum dia.
Ao terminar o "trabalho", acompanhei ele até fora do prédio, nos despedimos e subi pra ver meu chefe, que está um andar acima do andar dos escritórios.
— Oi, chefe! Como vai?
— O que você me traz? — ele disse.
— A nota do instalador, pra quem fiz o depósito.
— E? O que achou, é bom?
— Ótimo, — eu digo. (Dentro de mim pensava "você não faz ideia do bem que ela coloca"
Meu chefe me responde: "Ainda bem que posso contar com você, eu sei que não é seu trabalho, mas você me ajuda pra caralho, Valeu, Lisandro. É um prazer, eu digo (Você não imagina que prazer, pensava). enquanto lembrava de tudo que tinha rolado com o Joaquim desde o começo.
Tava eu sozinho no apartamento esperando o Joaquín vir instalar o forro, e meu medo se "materializou" quando a campainha do prédio tocou. Olhei pelo olho mágico e vi: Um mano de uns 20 anos respondeu "vim colocar o forro" (Não era o Joaquín). Mandei ele entrar, abrindo a porta principal com o interfone, e fui esperar ele na porta do escritório.
O mano desceu do elevador e quase caí de bunda, era um cara bem trincado, altura média, que era uma gostosura, também "tipo jogador de futebol", dava pra ver umas pernas muito boas. Ele me cumprimenta: "Prazer, senhor, sou o instalador da empresa de tetos anti-umidade". O Joaquín me mandou. Ahhh sim, sim, falei (por um momento tinha esquecido do Joaquín). É meu irmão, ele continuou.
Ahhh e ele vem depois? perguntei. Assim que eu terminar, aviso ele e ele vem com a nota, respondeu.
O mano trampava igual um louco. Em meio dia o forro tava instalado e eu não parava de olhar pra ele.
Nisso, a campainha toca, eu olho e era o Joaquín. Respirei fundo, porque já tava muito excitado de olhar pro irmãozinho (Ele mostrava a mesma marquinha que o irmão mais velho).
Quando o Joaquín subiu pro apartamento, eu tentava manter a compostura. Oi, Pablo, ele disse pro irmão e me ignorou. Já tava achando que não ia rolar nada, pensei comigo mesmo e fui pro quarto dos fundos fazer um café. Nas minhas costas ouço: E pra mim não tem café? Olha que assim que o cara for embora, vai ter guerra, hein. Uh, Joaquín, que gostoso que é teu irmãozinho. Shhh, sim, mas ele não tem nada a ver com isso, entendeu?, ele falou baixinho.
Tá, tudo bem, pai, respondi. Tomei o café e fui pros escritórios, depois ele me chamou pra deixar eles saírem e ele se despedir do irmão no térreo. Subiu na hora e com a cara cheia de um sorrisão quase gritou "Finalmente sozinhos". Não sei por quê, mas me deu um cagaço de que o cara ia... Me destapou mal e me encheu de porrada. Parecia muito desesperado, me deixou pelado na cama e depois se despiu também.
Começou a me chupar enquanto enfiava o dedo no meu cu, depois lambeu minha bunda e eu já estava no sétimo céu, me colocou de quatro e devagarinho começou a penetração. Eu sentia ela muito gostosa, e aquele perfume que me deixava louco.
Já começava a escorrer mel da minha pica pelo jeito que ele me penetrava e me fazia implorar por mais bombada. O cara me deixava com vontade e trocava de posição até me acender de novo, e assim me manteve até eu começar a me masturbar e ele deu um tapa na minha mão, me sentou em cima dele, de frente, e meteu de uma vez. No começo doeu até a cintura, mas depois comecei a me mexer devagar... Assiiim, putinho, ele dizia, uhh aah, é.
Joaquín sentou enquanto ainda estava dentro de mim e começou a me ajudar a cavalgar ele.
Ali eu sentia ele ofegar e a pica dele tocava minha próstata. No segundo seguinte gozei com um jato e nos últimos espasmos, meio segundo depois ele também terminava aos gritos e me comeu a boca.
Os dois caímos exaustos e ele disse "promessa cumprida", mas eu tinha ficado com vontade de repetir e pedi outra rodada. Não aguento mais, ele confessou, se quiser a gente bate uma, disse. Bom, respondi, pelo menos isso. Você é insaciável, cara, exclamou. E fizemos uma masturbação mútua.
Enquanto o pau dele endurecia de novo e ele me comeu de novo na hora que eu me masturbava, até eu gozar outra vez. Depois ele continuou um pouco e adorei sentir como ele gozava.
Olhei pra ele de novo, enquanto tomava banho, e não podia acreditar que eu estava comendo aquele machinho 20 anos mais novo que eu. Depois tomei banho e nos trocamos, ele deixou a nota fiscal e combinamos que teria uma próxima vez algum dia.
Ao terminar o "trabalho", acompanhei ele até fora do prédio, nos despedimos e subi pra ver meu chefe, que está um andar acima do andar dos escritórios.
— Oi, chefe! Como vai?
— O que você me traz? — ele disse.
— A nota do instalador, pra quem fiz o depósito.
— E? O que achou, é bom?
— Ótimo, — eu digo. (Dentro de mim pensava "você não faz ideia do bem que ela coloca"
Meu chefe me responde: "Ainda bem que posso contar com você, eu sei que não é seu trabalho, mas você me ajuda pra caralho, Valeu, Lisandro. É um prazer, eu digo (Você não imagina que prazer, pensava). enquanto lembrava de tudo que tinha rolado com o Joaquim desde o começo.
18 comentários - Como a gente comeu! Inacreditável. II
Espectacular 👏 👏 👏
Gracias por compartir 👍
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos...
jjjajajjaj..lei el ultimo nomas.... ya lo leere en algun momento... excelente tu trozo