Bom, preciso compartilhar com vocês algumas histórias que foram acontecendo comigo, relatos de como os encontros com gays passivos foram revelando uma faceta desconhecida pra mim e que ainda me surpreende constantemente.
Aqui vou contar como foi meu primeiro encontro com uma pessoa amiga, cujos gostos eu desconhecia totalmente.
Mariano, vamos chamá-lo assim, foi meu amigo por muito tempo. Churrascos, saídas, mulheres, futebol e todas as coisas que amigos compartilham.
Naquela noite, Mariano, Juan e eu nos juntamos pra ver um jogo de futebol, acho que era Boca e mais alguém, não lembro direito. O calor em Santa Fé estava terrível, então pedimos umas pizzas e exageramos nas cervejas. Depois do jogo, continuamos com conversas de futebol e discutindo qual time local é melhor. Como a grande maioria dos santafesinos conhece, o Colón de Santa Fé é muito superior ao Unión, e acontece que Juan e eu defendíamos o Colón até a morte, enquanto Mariano era o único torcedor do Unión. Já no meio do debate, entre brincadeiras, provocações e zoação, meu amigo Juan decidiu ir embora, e fiquei só com meu amigo Mariano.
Eu: Não fica puto, mano, vai pegar outra cerveja que não tem mais nada aqui. Ou, se você tá com sono e quer dormir, é só falar que eu vou embora.
Mariano: Não, fica tranquilo, que eu aguento mais umas cervejas. Não vou mentir, tô bem tonto. Sabe de uma coisa? Outro dia encontrei aquele filme pornô que você me emprestou. Quer ver?
Eu: Huuuy, aquele filme? Era bom, você viu? Coloca se quiser, mas olha que eu vou ficar com tesão e, com a quantidade de cerveja que tomei, a Juliana (minha namorada) vai me mandar pastar. Infelizmente, vou ter que bater uma.
Mariano: Haha, que filho da puta você é, como se fosse tão difícil pra você, haha. Mas aqui não dá pra colocar o DVD. Se quiser, a gente vê no quarto.
Eu: Para, era brincadeira a parte da punheta. Vai que você ainda me pede pra gozar na sua boca, haha.
Depois de umas risadas e de procurar o filme em... questão, algo de "Colegialas Ardentes" era o título, fomos pro quarto porque era verdade que não dava pra colocar a porra do DVD naquela TV. Pegamos as cervejas e nos instalamos pra ver o filme que, no nosso estado, já me deixava excitado só com o título e o menu do início.
Já estávamos uns 40 minutos vendo o filme, eu há uns 10 já não aguentava mais e tava batendo uma discretamente quando o Mariano me vê.
Mariano: no final tu tá só punhetando mesmo, sempre foi um putanheiro alvoroçado, te trouxe um pouco de papel higiênico pra limpar, seu burro, tira a embalagem daí pra não gozar e a gente ficar sem cerveja.
Eu: também não é pra tanto, se quiser eu saio daqui e deito aqui na cama pra tu não ficar olhando minha pica como um tarado.
Até aquele momento eu não tinha percebido que meu amigo tava olhando pra minha pica, ou melhor, tava vendo o que eu tava fazendo. Achei que era por causa do álcool e daquelas brincadeiras de fingir ser gay de vez em quando, então me deitei na cama e continuei batendo uma enquanto via o filme. Mariano tinha ficado numa cadeira na altura dos pés da cama, mas enquanto o filme passava, ele se virava e me olhava enquanto eu me punhetava.
Eu: fica tranquilo, que não vou gozar na sua cama.
Mariano: já sei, seu burro, não se liga, se eu não te falei nada.
Eu: sim, mas tu fica me olhando enquanto eu bato uma toda hora, ou tu desconfia ou tu tá com vontade de pegar na minha pica. Se for fazer, me faz o favor de vestir tua camiseta do Unión porque tô com vontade de comer um tatengue.
Mariano: como tu provoca, vagabundo, se eu vestir a camiseta tu não vai se acovardar.
E eu vi ele se levantar pra pegar a camiseta dele, eu ainda não conseguia acreditar ou não queria acreditar. Era real isso? Não, com certeza era outra zoação do meu amigo, então continuei na minha e vejo ele arrastar a cadeira dele pra perto da minha pica.
Mariano: vai, quero ver o quanto tu fala.
Eu: fica bem gostoso com essa camiseta, mas sai daqui que tu tem um tesão danado.
Mariano: em você. quero chupar pra ver…
E esticando a mão, começou a me punhetar. No começo foi estranho, mas quando vi que ele continuava vendo o pornô, comecei a relaxar e me deixar levar. De vez em quando ele acariciava minhas bolas, minhas pernas, e eu não conseguia acreditar, apesar das cervejas que já tinha tomado.
Eu: como você faz bem, é verdade que chupa assim tão gostoso?
Mariano: muito melhor do que eu acaricio.
Ele baixou a cabeça e foi enfiando meu pau na boca aos poucos, o calor da língua dele na minha cabeça tornava a situação ainda mais incrível.
Mariano: você não queria um tatengue promíscuo pra foder? Que pedaço que você tem, vou babar ele bem.
Cada palavra que ele dizia ia direto na minha cabeça, me estimulando ainda mais na situação. Eu queria perguntar quando foi que ele começou com isso, como foi que tomou a iniciativa, se ele já tinha pensado nisso antes… todas essas perguntas sumiam instantaneamente quando eu ouvia o barulho da saliva dele no meu pau, o jeito que ele enfiava as bolas na boca e voltava quase desesperado pra procurar meu pau naquele momento, num estado de vigor extremo.
Mariano: que gostoso que tá seu pau, eu ficaria a noite toda com ele. Olha isso e me diz o que acha…
Ele se levantou e, de costas, tirou a calça jeans que tava usando, deixando ver, na luz da televisão, uma raba que me fez explodir de desejo. O que tava rolando? Uma dúvida que vinha e morria na hora.
Mariano: vai me dizer que não gosta?
Eu: que raba linda, por favor, quando quiser senta.
Ele se ajeitou na cama de um jeito que eu podia beijar as nádegas até então desconhecidas do meu amigo. Eu beijei, mordi, e ele na sua tarefa radiante de me chupar num ritmo infernal.
Mariano: agora vou sentar, me fode, sou um tatengue e quero que me foda com toda a sua força.
Ele colocou uma camisinha em mim e ficou de quatro, e eu com meu pau a todo vapor comecei a entrar no cu do meu amigo. Apertado no começo, com a timidez de quem não consegue acreditar em nada, mas com a decisão de quem ouve os gemidos de prazer ao mesmo tempo.
Mariano: me come, mais forte. Sou seu puto tatengue, me come, sou seu puto. Assim, abre minha bunda assim. Como você gosta de me comer, como você come bem…
Cada palavra era dita ofegante, bêbado de êxtase, eu continuava já tomado pela luxúria de uma forma insana, continuava metendo o pau em quem horas atrás assistia um jogo comigo, um desconhecido naquele momento. E depois de um tempo senti como toda aquela paixão estranha se liquefazia no meu pau, pulsava para sair, queria ser expelida da mesma forma tórrida da situação.
Eu: Mariano, vou gozar na sua bunda a qualquer momento.
Mariano: nãooo, quero que você goze na minha boca, quero tomar todo o seu leite.
Tirei a camisinha e Mariano chegou no meu pau com tanta ansiedade que tive que segurar ao máximo meus impulsos, chupou de forma insistente, até que abriu a boca e soltei o leite como uma explosão, um, dois, três jatos caudalosos pararam na boca dele e no rosto, e eu sentia ele chupando até limpar cada vestígio de porra do pau. Um espetáculo inimaginável.
Ele foi ao banheiro, eu me vesti e quando ele saiu, falei que ia dormir. Apertei a mão dele na porta e fui pra minha casa. Foi como se tudo aquilo tivesse acontecido numa dimensão paralela, uma dimensão que a gente visitou de novo depois. Mas isso é outra história.
Caminhei pra casa pensando, sem imaginar que algo tinha se despertado em mim. Existiria alguém que chupasse igual o Mariano? Existiria alguém disposto a entregar a bunda daquele jeito? Existirá alguém que se anime a ser assim ou mais novinha que meu amigo? Lembrei do começo antes do pornô e notei que no final ele pediu pra eu gozar na boca dele.
Aqui vou contar como foi meu primeiro encontro com uma pessoa amiga, cujos gostos eu desconhecia totalmente.
Mariano, vamos chamá-lo assim, foi meu amigo por muito tempo. Churrascos, saídas, mulheres, futebol e todas as coisas que amigos compartilham.
Naquela noite, Mariano, Juan e eu nos juntamos pra ver um jogo de futebol, acho que era Boca e mais alguém, não lembro direito. O calor em Santa Fé estava terrível, então pedimos umas pizzas e exageramos nas cervejas. Depois do jogo, continuamos com conversas de futebol e discutindo qual time local é melhor. Como a grande maioria dos santafesinos conhece, o Colón de Santa Fé é muito superior ao Unión, e acontece que Juan e eu defendíamos o Colón até a morte, enquanto Mariano era o único torcedor do Unión. Já no meio do debate, entre brincadeiras, provocações e zoação, meu amigo Juan decidiu ir embora, e fiquei só com meu amigo Mariano.
Eu: Não fica puto, mano, vai pegar outra cerveja que não tem mais nada aqui. Ou, se você tá com sono e quer dormir, é só falar que eu vou embora.
Mariano: Não, fica tranquilo, que eu aguento mais umas cervejas. Não vou mentir, tô bem tonto. Sabe de uma coisa? Outro dia encontrei aquele filme pornô que você me emprestou. Quer ver?
Eu: Huuuy, aquele filme? Era bom, você viu? Coloca se quiser, mas olha que eu vou ficar com tesão e, com a quantidade de cerveja que tomei, a Juliana (minha namorada) vai me mandar pastar. Infelizmente, vou ter que bater uma.
Mariano: Haha, que filho da puta você é, como se fosse tão difícil pra você, haha. Mas aqui não dá pra colocar o DVD. Se quiser, a gente vê no quarto.
Eu: Para, era brincadeira a parte da punheta. Vai que você ainda me pede pra gozar na sua boca, haha.
Depois de umas risadas e de procurar o filme em... questão, algo de "Colegialas Ardentes" era o título, fomos pro quarto porque era verdade que não dava pra colocar a porra do DVD naquela TV. Pegamos as cervejas e nos instalamos pra ver o filme que, no nosso estado, já me deixava excitado só com o título e o menu do início.
Já estávamos uns 40 minutos vendo o filme, eu há uns 10 já não aguentava mais e tava batendo uma discretamente quando o Mariano me vê.
Mariano: no final tu tá só punhetando mesmo, sempre foi um putanheiro alvoroçado, te trouxe um pouco de papel higiênico pra limpar, seu burro, tira a embalagem daí pra não gozar e a gente ficar sem cerveja.
Eu: também não é pra tanto, se quiser eu saio daqui e deito aqui na cama pra tu não ficar olhando minha pica como um tarado.
Até aquele momento eu não tinha percebido que meu amigo tava olhando pra minha pica, ou melhor, tava vendo o que eu tava fazendo. Achei que era por causa do álcool e daquelas brincadeiras de fingir ser gay de vez em quando, então me deitei na cama e continuei batendo uma enquanto via o filme. Mariano tinha ficado numa cadeira na altura dos pés da cama, mas enquanto o filme passava, ele se virava e me olhava enquanto eu me punhetava.
Eu: fica tranquilo, que não vou gozar na sua cama.
Mariano: já sei, seu burro, não se liga, se eu não te falei nada.
Eu: sim, mas tu fica me olhando enquanto eu bato uma toda hora, ou tu desconfia ou tu tá com vontade de pegar na minha pica. Se for fazer, me faz o favor de vestir tua camiseta do Unión porque tô com vontade de comer um tatengue.
Mariano: como tu provoca, vagabundo, se eu vestir a camiseta tu não vai se acovardar.
E eu vi ele se levantar pra pegar a camiseta dele, eu ainda não conseguia acreditar ou não queria acreditar. Era real isso? Não, com certeza era outra zoação do meu amigo, então continuei na minha e vejo ele arrastar a cadeira dele pra perto da minha pica.
Mariano: vai, quero ver o quanto tu fala.
Eu: fica bem gostoso com essa camiseta, mas sai daqui que tu tem um tesão danado.
Mariano: em você. quero chupar pra ver…
E esticando a mão, começou a me punhetar. No começo foi estranho, mas quando vi que ele continuava vendo o pornô, comecei a relaxar e me deixar levar. De vez em quando ele acariciava minhas bolas, minhas pernas, e eu não conseguia acreditar, apesar das cervejas que já tinha tomado.
Eu: como você faz bem, é verdade que chupa assim tão gostoso?
Mariano: muito melhor do que eu acaricio.
Ele baixou a cabeça e foi enfiando meu pau na boca aos poucos, o calor da língua dele na minha cabeça tornava a situação ainda mais incrível.
Mariano: você não queria um tatengue promíscuo pra foder? Que pedaço que você tem, vou babar ele bem.
Cada palavra que ele dizia ia direto na minha cabeça, me estimulando ainda mais na situação. Eu queria perguntar quando foi que ele começou com isso, como foi que tomou a iniciativa, se ele já tinha pensado nisso antes… todas essas perguntas sumiam instantaneamente quando eu ouvia o barulho da saliva dele no meu pau, o jeito que ele enfiava as bolas na boca e voltava quase desesperado pra procurar meu pau naquele momento, num estado de vigor extremo.
Mariano: que gostoso que tá seu pau, eu ficaria a noite toda com ele. Olha isso e me diz o que acha…
Ele se levantou e, de costas, tirou a calça jeans que tava usando, deixando ver, na luz da televisão, uma raba que me fez explodir de desejo. O que tava rolando? Uma dúvida que vinha e morria na hora.
Mariano: vai me dizer que não gosta?
Eu: que raba linda, por favor, quando quiser senta.
Ele se ajeitou na cama de um jeito que eu podia beijar as nádegas até então desconhecidas do meu amigo. Eu beijei, mordi, e ele na sua tarefa radiante de me chupar num ritmo infernal.
Mariano: agora vou sentar, me fode, sou um tatengue e quero que me foda com toda a sua força.
Ele colocou uma camisinha em mim e ficou de quatro, e eu com meu pau a todo vapor comecei a entrar no cu do meu amigo. Apertado no começo, com a timidez de quem não consegue acreditar em nada, mas com a decisão de quem ouve os gemidos de prazer ao mesmo tempo.
Mariano: me come, mais forte. Sou seu puto tatengue, me come, sou seu puto. Assim, abre minha bunda assim. Como você gosta de me comer, como você come bem…
Cada palavra era dita ofegante, bêbado de êxtase, eu continuava já tomado pela luxúria de uma forma insana, continuava metendo o pau em quem horas atrás assistia um jogo comigo, um desconhecido naquele momento. E depois de um tempo senti como toda aquela paixão estranha se liquefazia no meu pau, pulsava para sair, queria ser expelida da mesma forma tórrida da situação.
Eu: Mariano, vou gozar na sua bunda a qualquer momento.
Mariano: nãooo, quero que você goze na minha boca, quero tomar todo o seu leite.
Tirei a camisinha e Mariano chegou no meu pau com tanta ansiedade que tive que segurar ao máximo meus impulsos, chupou de forma insistente, até que abriu a boca e soltei o leite como uma explosão, um, dois, três jatos caudalosos pararam na boca dele e no rosto, e eu sentia ele chupando até limpar cada vestígio de porra do pau. Um espetáculo inimaginável.
Ele foi ao banheiro, eu me vesti e quando ele saiu, falei que ia dormir. Apertei a mão dele na porta e fui pra minha casa. Foi como se tudo aquilo tivesse acontecido numa dimensão paralela, uma dimensão que a gente visitou de novo depois. Mas isso é outra história.
Caminhei pra casa pensando, sem imaginar que algo tinha se despertado em mim. Existiria alguém que chupasse igual o Mariano? Existiria alguém disposto a entregar a bunda daquele jeito? Existirá alguém que se anime a ser assim ou mais novinha que meu amigo? Lembrei do começo antes do pornô e notei que no final ele pediu pra eu gozar na boca dele.
14 comentários - primer relato, primera vez con mi amigo gay
Muy buena historia y muy bien contada.
Van 10
Gracias por compartir 👍
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos...