Me dou o gosto com a Naty (II)

(As fotos são só pra dar o clima)- Papai, vou gozar… Quer provar meu gozo…?
- Siim!!!
Assim que respondi, a linda garota de pau começou a soltar o gozo dentro da minha boca. O suco quente, grosso, gostoso, engoli uma parte, e um pouco escorreu pelos meus lábios. Naty gritava de prazer.

Me dou o gosto com a Naty (II)

Estes são os últimos parágrafos da primeira parte da minha história com a Naty.

A gente tinha acabado de começar. A trans, entre gemidos, me pediu pra beijar ela e não tocar na minha pica. Nossos lábios se encontraram e ela chupou o próprio gozo, pra depois brincar com a língua dela, que me enlouquecia, dentro da minha boca.

— Te confesso que muito raramente eu transo com um homem, e fiz isso com você porque você me atrai… Agora vou tirar seu gozo… e de quebra, te ensino… — garantiu a Naty.
— Ensinar o quê? — perguntei, já desconfiando como seria a “lição”.

A resposta dela foi me pegar pela mão e me levar pro quarto dela. Além de uma cama linda de casal, tinha espelhos nas quatro paredes e no teto, e três TVs de LED enormes, na frente e nas laterais da cama.
— Deita… — ordenou.
BucetaObedeci enquanto a Naty me ofereceu uma latinha de cerveja que tirou do frigobar e, depois de apertar uns botões na mesa de cabeceira dela, três vídeos pornô apareceram nas três telas. Em todos, tinham transas transando em orgias. E como o volume estava alto, o quarto tava cheio de gemidos e gritinhos.

Ela se deitou do meu lado esquerdo e começou a passar as mãos macias na minha barriga, nas minhas coxas, na minha pica.

— Vou ficar vendo vídeo pra você me bater uma? Pelo Facebook te falei que isso eu faço quase todo dia… Quero é você… — reclamei.

A Naty riu de um jeito encantador.

— Amor, o que eu quero é que você fique bem grandão e durinho pra arrebentar meu cu… — respondeu.
garotaEm seguida, abriu a gaveta do criado-mudo, pegou um vidro de óleo, passou na bucetinha dela, e depois se ajoelhou na cama, na altura do fim das minhas coxas.pauO espetáculo era estupendo: pernas lindas, uma bunda preciosa e um pau meio duro. Naty abriu suas nalgas, mostrando um círculo pulsante, e começou a descer. Minha pica, no máximo, apontava pra cima. Ela apoiou a bunda. E começou a rebolar em volta.

- Papai, vai meter até o fundo? Dá com força…

E sentou no meu pau. Foi impressionante. Já tinha comido algumas garotas pelo cu, mas sempre era complicado. Com Naty, meu pau entrou sem problema. O calorzinho me fazia delirar, e essa gostosa, como tinha sentado de frente pra mim, tinha a carinha, os peitos e o pau na minha frente. Prazer total!

- De agora em diante, decora tudo que eu faço com minha bunda, tudo que eu faço com seu pedaço dentro… - disse Naty.

Senti aquele buraco lindo apertando e soltando meu pau, como se aquele cu fosse uma boca que engolia, mordia e soprava ar quente na cabeça. Quando parecia que eu ia gozar, o ritmo da bunda parava e as mãos de Naty apertavam minhas bolas e períneo. Assim ela me comeu por mais de dez minutos.

- Isso, papai! Meu cu é seu, me mostra o safado que você é… depois você vai ser meu putinho… Agora enche com seu creme quente… - falou entre gemidos.
foderMe movi furioso, minha pica parecia o pistão de um motor enlouquecido, enquanto a Naty girava loucamente o corpo empalado. Frenético, soltava bufadas, igual um touro. Senti que chegava ao orgasmo mais feroz e doce da minha vida.

Ela deu um grito ao receber a primeira porrada de leite. Levantou-se bruscamente pra se jogar na minha pica. Começou a engolir minhas gozadas.

Dez minutos depois, a Naty me disse:
- Foi lindo, amor! Vamos descansar um pouco. Quando acordarmos, vou te mostrar como é gostoso sentir uma pica no cu...

(Continua)

4 comentários - Me dou o gosto com a Naty (II)

fl22lf +1
tremendo relato como me calento que ganas de tomar lechita me dieron