Sábado tive um dia bem merda, e do nada chega uma mensagem do meu ex no Facebook, não esperava, me pegou de surpresa, ainda mais porque depois que terminamos, eu mandei mensagem umas vezes no WhatsApp e ele respondia seco, então não insisti mais, fiquei meio puto, a gente tinha combinado que tava tudo bem e que ia continuar se vendo, então a atitude dele me chocou pra caralho, não só porque queria ver ele pra transar, o cara se fez de querido e a verdade é que tava com muita saudade. Ele perguntou se eu não ia pra Amerika, porque ele ia com uns amigos e queria me encontrar lá, falei que tava mal pra cacete, coloquei minha raiva, ele não respondeu e dois minutos depois o telefone toca, era ele, a gente conversou um pouco, ele disse que o amigo tinha cancelado o rolê, então falei pra ele vir aqui em casa, na hora ele topou, mandei ele vir às 22h, entre estar meio tristão e do nada ver meu ex, era uma mistura de sentimentos que me deixou bem mexido. Fui tomar um banho, arrumei meu quarto, e esperei ele, chega uma mensagem dele dizendo que já tava chegando, fui buscar ele no ponto de ônibus, bem nervoso com o encontro, fazia um mês que não via ele, vejo ele e meus olhos viraram dois corações igual desenho animado, ele todo arrumadinho como sempre, com as botas da moda, calça justa, jaqueta de couro, barbinha, e o cabelo arrumado com gel; isso atrai pra caralho, dizem que os opostos se atraem né? ele todo meio patricinha e eu um rastafari que se veste entre esportivo-skater, ele me vê, sorri, chego perto e quero cumprimentar com um beijo no rosto, ele vira a cara e me dá um puta beijo na boca, e a gente continua com mais uns beijos, começamos a andar pra minha casa, bem monossilábicos na caminhada, acho que ele tava tão nervoso quanto eu, bom, não sei se nervoso é a palavra certa, mas enfim, vocês entendem o que quero dizer; entramos em casa, Dá um salve pra minha mãe e a gente ficou no sofá enrolando um pouco, vendo Um Maluco no Pedaço. Num momento, minha mãe foi pro quarto dela, ele tava sentado no outro sofá. Assim que ela subiu a escada, ele levantou e se jogou em cima de mim, me beijando com uns beijos tão, mas tão gostosos. A gente não aguentou mais e na hora fomos pro meu quarto. Entramos, fechamos a porta e demos um abraço forte. Ficamos assim um tempão e nos beijamos de novo. "Te odeio, idiota, por que você não falou comigo desde que terminamos?" perguntei. Ele disse que tinha seus motivos, que não quer me contar, só falou que descobriu uma coisa. Parece que algum fofoqueiro venenoso andou enchendo a cabeça dele de fofoca... Não quis tocar mais no assunto, não queria estragar o momento e começar a brigar. Então continuei beijando ele e falando o quanto sentia falta e como era bom ter ele do meu lado num momento assim. A gente se jogou na cama, continuamos nos pegando muito. Ele pegou minha mão e levou até o volume dele. A pica dele tava dura pra caralho por baixo da calça, que por ser justa marcava demais o pedaço. Tava explodindo aquela entreperna. Eu já queria levar pra boca e foi o que aconteceu. Ele segurou minha cabeça e, enquanto eu desafivelava o cinto e abaixava o zíper da calça, ele foi me guiando até a virilha dele. Abaixei a cueca, bem apertada que marcava uma bunda e uma pica lindas, e aquele pau pulou feito uma mola. Levantei o olhar, a gente trocou um sorriso entre safado e carinhoso, e comecei a chupar a pica dele. Como eu sentia falta de mamar ele. Aquele pau duro e quente, eu enfiava inteiro na boca até sentir os pelos dele nos meus lábios. Aguentava o máximo que podia com aquele pedaço inteiro na minha boquinha e tirava, respirava, lambia o tronco de baixo até chegar na cabeça e de novo tudo pra dentro. Fiquei um bom tempo saboreando a pica dele. Depois subi e beijei ele de novo, aqueles lábios que ele tem, eu gosto tanto, principalmente o de baixo, bem carnudo. enquanto a gente se apalpava tudo, começamos a tirar um do outro toda a roupa, já pelado eu levantei e apaguei a luz, eu gosto no escuro kkk e me joguei de novo em cima dele, ele tava me apalpando a bunda toda, sentia como se a seco ele quisesse cravar os dedos no meu cu, então passei saliva no meu buraquinho pra ele conseguir fazer melhor, queria que fosse me dilatando porque eu tinha planejado devorar a pica dele toda, ele encostava a pica na minha bunda, sentia ela durona, já tava ficando putinha demais, mexia a bunda pra sentir melhor, sentia como ela esfregava na minha bunda pequenininha, ''traz essa bunda pequenininha pra cá'' ele ordenou, então eu me virei, fiquei tipo agachando e coloquei a bunda pequenininha bem na cara dele, à disposição pra ele fazer o que quisesse, e ele começou a chupar ela de um jeitoo, sentia a língua dele brincando no meu buraquinho, passando por toda a rachinha, subindo e descendo, me lambendo, uma delícia sentir a língua molhada na bunda, me sentia molhadinho e cada vez mais dilatado porque aos poucos ele ia enfiando os dedos, rapidinho um dedo entrava como se nada, eu tentava não suspirar/gemer muito porque não estávamos sozinhos em casa, eu grito bastante na hora de transar; estiquei uma mão, peguei a pica dele e coloquei na minha boca, depois de um tempo, ele se ajeita atrás de mim, ficando eu de quatro na cama e continua chupando minha bunda pra caralho, ''tem camisinha?'', fui buscar, dei pra ele e voltei a ficar de quatro na cama, eu passava saliva no cu, enfiava os dedos pra lubrificar melhor, enquanto mexia a bunda pequenininha fazendo a putinha, ele vestiu a camisinha e começou a me meter, começou a enfiar, coloca a cabeça, tira, me lubrifiquei mais um pouco, ele enfia de novo, dessa vez até a metade, já dava pra sentir bem, relaxei a bunda e rapidinho tava toda dentro, e ele começou a bombar com tudo o filho da puta, às vezes pedia pra eu não gemer tanto que iam nos ouvir, eu nem percebia, me deixo levar tanto quando transo que esqueci que minha mãe tava em casa Em casa, ele tapou minha boca com a mão dele e continuou me comendo, me deu uma montada daquelas, tirou a mão da minha boca pra me segurar melhor pela cintura e continuou arrebentando meu cu, "assim Leandro, me come assim, arrebenta meu cu" – "como é que você tá me chamando? desde quando você me chama pelo nome? me chama do jeito que você sempre me chama, vai" – "arrebenta meu cu love, me come assim meu love, adoro", ele tava me fazendo ver estrelas, me sentia bem dilatado mas mesmo assim aquela pica fazia sentir demais, aos poucos fui me deixando cair na cama e ele por cima de mim, essa é uma das minhas posições favoritas, primeiro eu com as pernas fechadas e depois abri pra ele se encaixar melhor entre elas e me comer melhor e mais forte, ele me segurava pelas dreads, virava minha cabeça e enfiava a língua toda na minha boca enquanto perguntava se eu gostava da pica dele; ele adora me comer em várias posições, dessa vez ele colocou minhas perninhas no ombro, foi aí que mais senti aquela pica, ele tava arrebentando meu cu mas de verdade, colocava as mãos na parte de dentro dos meus joelhos pra levar minhas pernas o mais pra trás possível assim meu cu ficava bem à disposição dele, me bombava como um louco, eu não aguentava os gemidos, "cala a boca promíscua que vão nos ouvir, aguenta", mas era difícil então ele começou a me beijar pra me calar, me lambia a boca, o pescoço. Um mês sem nos ver e dava pra perceber porque a gente tava se divertindo pra caralho, ele tirou, sentou na cama, encostado na parede, me pegou e me puxou pra perto dele, sentei na pica dele, minha bunda já engolia como se nada, de uma vez tudo pra dentro, era tão gostoso, cruzei meus braços atrás do pescoço dele, enquanto ele passava os braços dele pelas minhas costas e eu montei nele enquanto falava entre gemidos o quanto eu amo ele, senti falta dele e o quanto gosto que ele me coma; aos poucos ele foi me levando pra beira da cama, até que conseguiu apoiar os pés no chão, já tava vendo o que vinha... "se segura bem love", com uma mão ele me segurou pelo braço na parte de cima do costas e com a outra na parte de baixo, eu sou magrinho, então não é tão difícil pra ele me comer nessa posição que a gente tanto gosta. Ele se levantou e começou a bombar em mim no ar enquanto me beijava de boca aberta, deu uns passos até chegar na escrivaninha e me apoiou lá, me puxou bruscamente pra perto dele o máximo que pôde e continuou me metendo sem parar. Quando me apoiou na escrivaninha com as mãos, eu bati no teclado todo e o PC ligou, já que tinha ficado sem usar por um tempo e tinha suspendido sozinho, e começou a tocar música, então isso me deixou gemer um pouco. Eu não aguentava mais, fiz força com os braços, apoiei na escrivaninha, levantei a bunda, ele me segurou firme pelas pernas e continuou me comendo com tudo. A bunda pequena no ar deixou ele me comer muito melhor e mais forte, já que ele é um pouco mais alto que eu. Ficou um bom tempo assim, sentia que ele tava me arrombando o cu pra caralho, e me punhetava, sentia que o cu tava dilatadão igual uma buceta. Depois desci da escrivaninha, e ele me comeu de pé contra o espelho novo que eu comprei, adoro ser comido na frente do espelho. Com os braços, ele fez força nas minhas costas, apoiei as mãos na parede, com a cabeça pra baixo, ele me segurou firme pelos dreads e continuou me metendo enquanto a gente se olhava pelo espelho. Depois voltamos pra cama, fiquei de quatro na beirada e ele de pé continuou me comendo bem forte, dava pra ouvir aquele som do meu cu dilatado e lubrificado e a camisinha plaf plaf plaf toda vez que ele me bombava com tudo. Ele subiu na cama e começou a me comer com tudo, o filho da puta não parava, eu mordia os lábios pra tentar me calar, de tanto que ele me comia tava começando a doer. "Ai, para amor, você tá me matando, mano", isso deixava ele ainda mais excitado. Ele me comeu tão forte que fiquei espremido contra a parede, enquanto, sem se importar se tava doendo ou não, se eu tava confortável ou não, continuava me metendo no cu como o bom machão que é. Eu pedia pra ele parar, falava que ele Doía pra esquentar ele mais e mais, "quer a porra, vagabunda?", eu disse que sim, que queria tudo na boquinha, ele tirou de uma vez, me fez ver estrelas, senti aquela pica saindo do meu cu, me deixou todo arrombado, tirou a camisinha, jogou pra lá, e começamos a nos beijar de língua enquanto ele enfiava os dedos em mim, do nada meteu uns 3 ou 4, então imaginem como ele deixou meu cu na base da pica... ele deitou na cama e começou a bater punheta enquanto eu lambia os ovos dele e de vez em quando chupava e deixava bem molhado com minha saliva pra ele continuar com a bela punheta dele, já queria que ele me desse toda a porra que há tempos não saboreava, depois de um tempo ele me pegou pelas dreads, colocou minha cara na altura da pica dele, "me dá a porra, dá a porra pra sua putinha, tudo na boquinha", enquanto eu olhava nos olhos dele, esticava a língua esperando ele gozar na minha boquinha, a cara que eu fazia, isso me excitava pra caralho, dava pra ver que ele tava pegando fogo de tesão, "aí vem, putaaa", e enquanto ele falava isso, eu enfiei a cabeça da pica dele na boquinha pra não perder nem uma gota e senti os jatos de porra pulando, que foram se acumulando na minha boca até não sair mais nada, e de uma vez engoli tudo, peguei a pica dele por baixo e fui subindo, e via umas gotinhas de porra ainda saindo, passei a língua pra pegar e soltei. Ficamos cansadinhos largados na cama conversando sobre tudo um pouco, perguntei se ele tinha conhecido alguém esse mês, ele disse que tava se vendo com uma putinha, fiquei morrendo de ciúmes, sou uma putinha muito ciumenta, imaginem que não faço ménage com outros passivos, o que é meu é meu, então aquele viado, sem nem conhecer, já odiei hahaha ele me perguntou se eu fiz algo esse mês, embora a resposta já fosse óbvia, mas o meu é só foder, o dele foi bem diferente... No outro dia de manhã, eu ordenei a pica dele de novo com a boca, e ontem, domingo, ele me convidou pra casa dele, onde também me deu mais porra; e na quinta já combinamos que volta pra casa, ela vai me puxar a orelha por ser tão sem-vergonha e a gente vai ter uma conversa séria... o Gonza vai casar de novo? humm...
5 comentários - Reencontro com meu ex (Conto gay)
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