Fala, poringuer@s! Aproveitando que no meu país (México) acabou de ser Dia dos Pais, resolvi trazer pra vocês esse relato interessante que aconteceu comigo há bem pouco tempo...
Meu pai é daquelas pessoas da velha guarda e bem mexicano... tipo bem "macho", o que significa que pessoas como a gente, gays, ainda são muito malvistas hoje em dia. Ele vive me chamando de "mariquinha", "promíscuo", "viadinho" e tal, mas eu sei que dói nele saber que um dos filhos dele... bom, na verdade é uma filha. Ele tem vários amigos que de vez em quando vêm aqui em casa, a gente convive junto, eu no meu papel de filho do meio (tenho um irmão mais velho e um mais novo), e um deles, o único solteiro, já cruzei com ele mais de uma vez em baladas gays.
Sei que ele adora olhar pra nossas curvas, e imaginar que por baixo dos vestidos, sutiãs, perucas e maquiagem, entre as pernas a gente tem um pau que dança no ritmo da música. Já vi ele beijar minhas amigas e já vi ele levar caras e minas pro carro dele, pra depois acabar na casa dele, mais precisamente na cama... tenho que admitir que sempre quis que ele se aproximasse, pra ver se me reconhecia... até que um dia isso aconteceu. Mês passado fui num evento de pegacao gay com vários amigos e amigas, a gente dançou e, aproveitando que ia dormir na casa de uma amiga, levei meu melhor vestido, meu sutiã push-up e a atitude mais gostosa que consegui criar. E aí aconteceu o inevitável: ele chegou perto de mim, dançou colado, não falou, não disse nada, só chegou e dançou junto comigo. Não resisti e entrei na brincadeira, a gente dançou até que na terceira música ele me ofereceu um drink. Eu só concordei com a cabeça, tava super nervosa, não queria falar.
É um homem de quase 55 anos, corpo em forma, com pelos no peito, barba cheia, cabelos grisalhos impecáveis, fumante de charuto e bom de copo, o cheiro de madeira dele me excitava, mal disfarçava minha ereção. Sentados no balcão, ele começou a falar dos negócios dele, da solidão e do gosto por travestis, até que me perguntou: "Já não te vi antes?" Engoli seco.
E aí eu falei a verdade: "Sou filho do... não conta pro meu pai que você me viu aqui". Na hora ele se levantou, pediu desculpas, implorou pra eu não contar nada e vazou. O resto da noite foi uma merda, me senti estranha. No dia seguinte, em casa, o telefone tocou. Meu irmão atendeu e me passou: "É o tio Mariano", ele disse. Meu coração gelou na hora. Ele queria falar comigo. Já pensei no pior: que ia me chantagear, me dar um esporro, o pior de tudo...
Mas ele me cumprimentou super animado como sempre, falei um pouco de outras coisas, computadores, negócios, etc. Depois ele me disse: "Você está muito gostosa de garota, quer ir comigo amanhã tomar um café? Você se veste aqui e a gente vai pra te exibir como minha sobrinha, vou te apresentar um amigo". Eu disse que sim, animada e nervosa comecei a guardar roupa na minha mochila, que levaria no dia seguinte. Aquela noite não dormi de tanto pensar... No dia seguinte, na casa dele, me vestindo, ele não parava de me olhar, me deu uma pulseira linda, segurou meu rosto e deu um tapinha leve, e disse: "Como você está linda, eu percebi desde o começo que você era uma menina". Dito isso, fomos ao lugar onde o amigo dele nos esperava.
E sim... Um garoto da minha idade, gay, não era meu tipo... barulhento demais, clichê demais... odiava que ele pensasse que eu ia gostar ou que ia embora com ele no fim da noite, mas minha surpresa foi quando, na hora de nos despedirmos, saímos juntos e ele disse "vem, vamos pra outro lugar". Chegamos a uma balada, a mesma onde tivemos nosso encontro "azarado", a atitude dele era outra, dançávamos juntos, ele me segurava pela mão, não largava de mim... sem perceber, eu era tipo a namorada dele, a mina dele. No final, já era quase 1h da manhã, dançando, ele colocou as mãos grandes e peludas na minha cintura, me puxou pra boca dele e me beijou, me beijou com paixão, mordendo meus lábios, me colando nele. Eu não reagia, também beijava ele e, quando finalmente consegui respirar, falei.
não vai contar nada pro meu pai, né..." ele me disse "daqui nada vai sair, só entre eu e você..." e me chamou pelo meu novo nome... "Adriana" e digo novo porque ele sempre me chamava pelo meu nome de menino, eu tinha virado a Adriana pra ele, ele pegou na minha mão e a gente saiu dali, no carro dele a gente continuou se beijando, cada vez mais e mais apaixonados, ele ligou o carro e perguntou se podia me levar em casa, liguei pra uma amiga pedindo pra ela falar que eu ia ficar na casa dela, depois liguei pra minha mãe falando que ia dormir na casa da minha amiga, meu "tio" ouvia surpreso, peguei na perna dele e falei "me leva pra sua casa" ele pisou no acelerador e a gente chegou na casa dele, ele mora num condomínio muito bonito, a casa dele é linda, super arrumada com dois cachorros lindos que me adoram e dava pra ver quando repararam em mim, a gente ficou na sala, vimos algo na netflix abraçados, lembro bem do nome do filme "Um Lugar Secreto" bem a cara da nossa situação.
Ele falou o quanto era estranho pra ele estar com o filho de um amigo, que era bissexual, mas que eu era muito gostosa pra ele. A gente conversou, bateu papo, lembrou dos velhos tempos e nos beijamos de novo. Bateu 3 da manhã e a gente ainda tava perdido nas nossas bocas e no vinho. Não aguentei mais e subi no colo dele. Com as mãos firmes, ele puxou um pouco do meu vestido pra baixo e sorriu. Disse surpreso: "E essas, de onde saíram?
Herança da minha mãe" respondi, demos uma risadinha, ele tinha os dedos nos meus mamilos, eu sentia o pau dele por baixo da calça justa, mas não ousava tirar, a boca dele brincava nos meus peitos e eu brincava com o cabelo dele, bateu 4 da manhã e a gente continuava se derretendo nas nossas bocas, até que ele se levantou e fomos de mãos dadas pra cama, ele se deitou em cima de mim pra me beijar, só queria sentir o sexo ardente dele em mim, queria que ele me despisse e tomasse posse de mim... 5 da manhã e eu estava completamente nua, só de salto e calcinha... o sol começava a aparecer e chegou o momento esperado, ele me colocou de quatro, o sono que eu tava passou na hora e ele enfiou a língua no meu cu, senti cócegas e magia e comecei a gemer, ele tirou a calça e eu pude ver o pau grosso dele todo duro, a gente já tava há horas transando, ele sussurrou no meu ouvido "você é minha sobrinha... vou te comer sem camisinha se você me deixar, amor
Assenti com a cabeça e dei um beijo longo nele, e falei "me faz sua, papi, me faz sua pra sempre". Ele começou a enfiar o pau em mim, cada vez mais fundo, eu gemia de dor e prazer, até que senti ele todo dentro de mim. Ele começou a bombar. Deram 6 da manhã e o celular dele começou a tocar, mas ele não ligou, continuou me comendo. Me colocou por cima dele, acariciando meus peitos e meu pau. Ele saiu de mim, colocou mais saliva no meu cu e enfiou o pau de novo. Senti o líquido pré-gozo no meu rabo, gritei de prazer. 7 da manhã e o celular dele tocou de novo. Ele atendeu sem perder aquela ereção maravilhosa — era a secretária dele. Senti o pau dele murchando. Ele desligou e falou: "Gostosa, tem um problema no escritório... vou ter que gozar agora, mas você não vai sair daqui, eu volto". E foi o que ele fez, soltou o leite dentro de mim. Me deixou deitada na cama, ele tomou banho, me beijou, deixou as chaves e dinheiro pra comprar comida, e me proibiu de sair. Eu ainda estava excitada, porque não tinha gozado... e esperei. Foi uma das melhores experiências da minha vida. Dormi e acordei quando meu celular tocou — minha mãe, preocupada. Tranquilizei ela e fiquei esperando meu "tio"...
Vou contar o seguinte na segunda metade, amores.
um beijinho do méxico!! 💋
pd. Meu namorado, se você está lendo isso, já não vejo ele há um tempão, então não se preocupa xD te amo ❤️ 💋 e sei que isso te deixa com tesão

Meu pai é daquelas pessoas da velha guarda e bem mexicano... tipo bem "macho", o que significa que pessoas como a gente, gays, ainda são muito malvistas hoje em dia. Ele vive me chamando de "mariquinha", "promíscuo", "viadinho" e tal, mas eu sei que dói nele saber que um dos filhos dele... bom, na verdade é uma filha. Ele tem vários amigos que de vez em quando vêm aqui em casa, a gente convive junto, eu no meu papel de filho do meio (tenho um irmão mais velho e um mais novo), e um deles, o único solteiro, já cruzei com ele mais de uma vez em baladas gays.
Sei que ele adora olhar pra nossas curvas, e imaginar que por baixo dos vestidos, sutiãs, perucas e maquiagem, entre as pernas a gente tem um pau que dança no ritmo da música. Já vi ele beijar minhas amigas e já vi ele levar caras e minas pro carro dele, pra depois acabar na casa dele, mais precisamente na cama... tenho que admitir que sempre quis que ele se aproximasse, pra ver se me reconhecia... até que um dia isso aconteceu. Mês passado fui num evento de pegacao gay com vários amigos e amigas, a gente dançou e, aproveitando que ia dormir na casa de uma amiga, levei meu melhor vestido, meu sutiã push-up e a atitude mais gostosa que consegui criar. E aí aconteceu o inevitável: ele chegou perto de mim, dançou colado, não falou, não disse nada, só chegou e dançou junto comigo. Não resisti e entrei na brincadeira, a gente dançou até que na terceira música ele me ofereceu um drink. Eu só concordei com a cabeça, tava super nervosa, não queria falar.
É um homem de quase 55 anos, corpo em forma, com pelos no peito, barba cheia, cabelos grisalhos impecáveis, fumante de charuto e bom de copo, o cheiro de madeira dele me excitava, mal disfarçava minha ereção. Sentados no balcão, ele começou a falar dos negócios dele, da solidão e do gosto por travestis, até que me perguntou: "Já não te vi antes?" Engoli seco.
E aí eu falei a verdade: "Sou filho do... não conta pro meu pai que você me viu aqui". Na hora ele se levantou, pediu desculpas, implorou pra eu não contar nada e vazou. O resto da noite foi uma merda, me senti estranha. No dia seguinte, em casa, o telefone tocou. Meu irmão atendeu e me passou: "É o tio Mariano", ele disse. Meu coração gelou na hora. Ele queria falar comigo. Já pensei no pior: que ia me chantagear, me dar um esporro, o pior de tudo...
Mas ele me cumprimentou super animado como sempre, falei um pouco de outras coisas, computadores, negócios, etc. Depois ele me disse: "Você está muito gostosa de garota, quer ir comigo amanhã tomar um café? Você se veste aqui e a gente vai pra te exibir como minha sobrinha, vou te apresentar um amigo". Eu disse que sim, animada e nervosa comecei a guardar roupa na minha mochila, que levaria no dia seguinte. Aquela noite não dormi de tanto pensar... No dia seguinte, na casa dele, me vestindo, ele não parava de me olhar, me deu uma pulseira linda, segurou meu rosto e deu um tapinha leve, e disse: "Como você está linda, eu percebi desde o começo que você era uma menina". Dito isso, fomos ao lugar onde o amigo dele nos esperava.
E sim... Um garoto da minha idade, gay, não era meu tipo... barulhento demais, clichê demais... odiava que ele pensasse que eu ia gostar ou que ia embora com ele no fim da noite, mas minha surpresa foi quando, na hora de nos despedirmos, saímos juntos e ele disse "vem, vamos pra outro lugar". Chegamos a uma balada, a mesma onde tivemos nosso encontro "azarado", a atitude dele era outra, dançávamos juntos, ele me segurava pela mão, não largava de mim... sem perceber, eu era tipo a namorada dele, a mina dele. No final, já era quase 1h da manhã, dançando, ele colocou as mãos grandes e peludas na minha cintura, me puxou pra boca dele e me beijou, me beijou com paixão, mordendo meus lábios, me colando nele. Eu não reagia, também beijava ele e, quando finalmente consegui respirar, falei.
não vai contar nada pro meu pai, né..." ele me disse "daqui nada vai sair, só entre eu e você..." e me chamou pelo meu novo nome... "Adriana" e digo novo porque ele sempre me chamava pelo meu nome de menino, eu tinha virado a Adriana pra ele, ele pegou na minha mão e a gente saiu dali, no carro dele a gente continuou se beijando, cada vez mais e mais apaixonados, ele ligou o carro e perguntou se podia me levar em casa, liguei pra uma amiga pedindo pra ela falar que eu ia ficar na casa dela, depois liguei pra minha mãe falando que ia dormir na casa da minha amiga, meu "tio" ouvia surpreso, peguei na perna dele e falei "me leva pra sua casa" ele pisou no acelerador e a gente chegou na casa dele, ele mora num condomínio muito bonito, a casa dele é linda, super arrumada com dois cachorros lindos que me adoram e dava pra ver quando repararam em mim, a gente ficou na sala, vimos algo na netflix abraçados, lembro bem do nome do filme "Um Lugar Secreto" bem a cara da nossa situação.
Ele falou o quanto era estranho pra ele estar com o filho de um amigo, que era bissexual, mas que eu era muito gostosa pra ele. A gente conversou, bateu papo, lembrou dos velhos tempos e nos beijamos de novo. Bateu 3 da manhã e a gente ainda tava perdido nas nossas bocas e no vinho. Não aguentei mais e subi no colo dele. Com as mãos firmes, ele puxou um pouco do meu vestido pra baixo e sorriu. Disse surpreso: "E essas, de onde saíram?
Herança da minha mãe" respondi, demos uma risadinha, ele tinha os dedos nos meus mamilos, eu sentia o pau dele por baixo da calça justa, mas não ousava tirar, a boca dele brincava nos meus peitos e eu brincava com o cabelo dele, bateu 4 da manhã e a gente continuava se derretendo nas nossas bocas, até que ele se levantou e fomos de mãos dadas pra cama, ele se deitou em cima de mim pra me beijar, só queria sentir o sexo ardente dele em mim, queria que ele me despisse e tomasse posse de mim... 5 da manhã e eu estava completamente nua, só de salto e calcinha... o sol começava a aparecer e chegou o momento esperado, ele me colocou de quatro, o sono que eu tava passou na hora e ele enfiou a língua no meu cu, senti cócegas e magia e comecei a gemer, ele tirou a calça e eu pude ver o pau grosso dele todo duro, a gente já tava há horas transando, ele sussurrou no meu ouvido "você é minha sobrinha... vou te comer sem camisinha se você me deixar, amor
Assenti com a cabeça e dei um beijo longo nele, e falei "me faz sua, papi, me faz sua pra sempre". Ele começou a enfiar o pau em mim, cada vez mais fundo, eu gemia de dor e prazer, até que senti ele todo dentro de mim. Ele começou a bombar. Deram 6 da manhã e o celular dele começou a tocar, mas ele não ligou, continuou me comendo. Me colocou por cima dele, acariciando meus peitos e meu pau. Ele saiu de mim, colocou mais saliva no meu cu e enfiou o pau de novo. Senti o líquido pré-gozo no meu rabo, gritei de prazer. 7 da manhã e o celular dele tocou de novo. Ele atendeu sem perder aquela ereção maravilhosa — era a secretária dele. Senti o pau dele murchando. Ele desligou e falou: "Gostosa, tem um problema no escritório... vou ter que gozar agora, mas você não vai sair daqui, eu volto". E foi o que ele fez, soltou o leite dentro de mim. Me deixou deitada na cama, ele tomou banho, me beijou, deixou as chaves e dinheiro pra comprar comida, e me proibiu de sair. Eu ainda estava excitada, porque não tinha gozado... e esperei. Foi uma das melhores experiências da minha vida. Dormi e acordei quando meu celular tocou — minha mãe, preocupada. Tranquilizei ela e fiquei esperando meu "tio"...
Vou contar o seguinte na segunda metade, amores.
um beijinho do méxico!! 💋
pd. Meu namorado, se você está lendo isso, já não vejo ele há um tempão, então não se preocupa xD te amo ❤️ 💋 e sei que isso te deixa com tesão

7 comentários - Sexo con el amigo de mi padre!!