Capítulo 07 - Com meu chefe militar

Obrigado por se tomar o tempo de ler, comentar e pontuar! Se lhes resta alguma vontade compartam. Pode ver as outras partes aqui:http://www.poringa.net/seudopunkito1/postsAgora sim, obrigado por esperar, espero que gostem:

Caminé para o elevador com a caixa às costas. Não disse uma palavra até que chegamos ao departamento, e na verdade, estava me incomodando. Queria cortá-la ali porque sentia que nem valia a pena conversar comigo e podia acontecer alguma coisa.

—¿Aqui está bem? —perguntei mostrando como estava desagradável.

—A porta da cozinha, atrás, se puder —indicou com essa seriedade que continuava sem me dar esperanças.

Deixei a caixa onde me indicou. Me sequei o suor que me gerou toda a ação desde que cheguei, mais os nervos que me deu saber que estava sozinho. Estava para dar meia-volta para ir-me quando de repente o surpreendi tentando passar atrás de mim, sabendo bem que não podia passar sem me levar pela frente. Sorriu perversamente ao ver que quase roçou meu cu com seu pacote, afinal havia uma boa sinalização da sua parte!

Quis esperar um pouco mais, então, lhe disse para ir ao banheiro. Deixei minha campera sobre a cadeira e quando voltei, pronto para agarrá-la e ir-me, vi um copo acima da mesa. Ele ainda estava na cozinha.

—Toma, deve ter calor —disse, não sei se com um tom bom ou em forma de ordem.

Na verdade, eu precisava de um gole de algo porque minha boca estava muito seca. Sem duvidar, dei um golpe. Me surpreendeu sentir que ele tinha um gosto um pouco estranho. Ao seguir bebendo não pude evitar querer saber se a água tinha alguma coisa ou o copo estava mal lavado, foi quando me levei uma surpresa.

O copo estava limpo, a água parecia ter sido misturada com sal, ao princípio essa sensação foi também a que eu tive mas observando melhor me dei conta que havia coisinhas pequenas flutuando dentro da água. Ele apareceu.

—¿Te gustó? É muito nutritiva essa bebida —apoiou-se sobre o bordo da porta da cozinha. Deixou escapar novamente uma sonrisa perversa.

—¿Sal? —perguntei inocentemente sem render-me a deduzir o que era.

Agarrou groseramente o pacote.

—Cum, e recém-ordenhada, beba-a toda. —mais sátiro creo que não lhe conseguiu sair. Minha mandíbula quase caiu da minha cara quando disse isso. Olhei o copo e com esse dado nem duvidei de que havia misturado seu próprio sêmen com água. Nem duvidei de que sem dúvidas era um morboso e um perverso de merda que se divertia do joguinho empregado – chefe. Deixei o copo. Encarei a cozinha.

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