Voltando pra Pista (Conto Gay)

Esta tarde entrei numa hotline pra me esquentar/ficar de putaria um pouco, sempre tem muito coroa tarado que quando ouve a apresentação de um viadinho de 24 anos, já fica todo empolgado. Tava trocando mensagem com um, esquentando ele pra depois pegar viagem mais fácil. Lá pela quinta mensagem, me fazendo de sonsinho, perguntei a idade. Não era tão coroa assim, 45 ele disse, mas pela descrição que ele fez, definitivamente não era meu tipo. Joguei a ideia de fazer algo em troca de uma recompensa, ele não fez o menor drama. Ainda por cima mora aqui do lado, a 10 minutos de casa. Deixei meu número e falei pra ele me ligar daqui 20 minutos. Desliguei, fui tomar um banho, me vesti, me rapei, me perfumei e saí pra lá. Desci do busão, fui andando até a esquina onde a gente tinha combinado de se encontrar. Virei na esquina anterior e vi ele, bom, supus que era ele. Tava meio friozinho, mas fui meio soltinho de roupa: jeans meio justo com os joelhos gastos/rasgados, uma regata bem larga que deixava ver meu piercing no mamilo, e por cima uma camisa aberta. Enquanto eu ia andando pra lá, ele não parava de me olhar e balançou a cabeça confirmando que era ele. Cumprimentei ele e fomos pra casa dele. Entramos... tudo me parecia familiar. A gente começou a conversar um pouco, eu achava a cara dele conhecida mas não sabia bem de onde. Ele me contou onde trabalhava, e aí caiu a ficha: é um motorista de busão da linha que eu pegava pra ir pro colégio. Um cara que eu já tinha visto há muuuuito tempo, quando eu era bem pivete. Também tinha conhecido ele naquela época pela linha, mas como naquele momento também não tinha me atraído (ele tinha me enrolado todo com a apresentação dele na hotline e eu caí que nem um pato) e nunca mais vi ele, exceto uma vez ou outra quando voltava do colégio e pegava o busão com ele. Um cara gente boa e tudo mais, mas não rolava. Ele, sei lá se não me reconheceu — eu era bem mais pivete naquela época, não tinha rastafári, me vestia diferente, enfim... se ele não tocasse no assunto, eu também não ia tocar. Além disso, já tava ficando tarde pra ir pra aula, então eu queria menos conversa e mais ação. "Você é bonito e muito gente boa, Gonza". Eu, me fazendo de promíscuo, fico na minha, tímido. Ele chega perto e começa a me beijar de língua, beijava bem, e na hora mete a mão no meu volume. Eu, o tempo todo, lembrando das fodas com minha ex e das fodas com o cara das histórias do parque Avellaneda — esse nunca falha. Lembro daquele cara e, puta merda, pau duro na hora. Ele desafivelou meu cinto e os botões da calça, pegou meu pacote com a mão cheia. Eu tava de suspensório, ele puxou a parte da frente e pegou melhor, começou a me punhetar. Segurei a cabeça dele com minha mão e levei suavemente pra ele chupar tudo. Ele começou a fazer um boquete gostoso, subia e descia, subia e descia, e quando descia, eu fazia força com a mão na cabeça dele pra ele engolir tudo. Por ser casado e viado, tava com uma fome de pau, pelo visto. Depois de um tempo amassando no sofá, ele levantou, me pegou pela mão e me levou pro quarto dele. Entramos e vi que na TV tava passando um pornô hétero. Ele se jogou na cama, abaixou a calça, mostrando o pau de 15 por 5, durasso e já com a cabeça molhada. Tirei o tênis, a calça e comecei a chupar ele. Na hora ele começou a suspirar de um jeito... Ele tinha me contado que a mulher dele é a coisa mais frígida que existe, pelo visto tava há muito tempo sem um boquete de verdade. Ele começou a apalpar minha bunda enquanto eu continuava chupando o pau dele. Me acomodou por cima dele, ficando num 69, e com o pau dele na minha boca e ele chupando ora meu pau, ora minha bunda. "Uh, tudo depiladinho, você tá lindo, como eu gosto", enquanto eu, com minha melhor voz de viadinho, respondia: "Uhum, cê gosta, papai? Tudo pra você, chupa minha bunda". E ele meteu a língua de vez, passava pro pau e começou a enfiar os dedos com tudo, enfiava um fundo, tirava, enfiava outro, e assim se divertia com meu buraquinho; enquanto eu segurava o pau pau, eu batia uma pra ele, cuspia nela, e continuava chupando, ficamos assim por um tempão até que ouço ele dizer "você vai me fazer gozar, gurizinho" comecei a bater mais rápido ainda, ele soltou um gemido e jorrou bastante porra na barriga dele, achei que já tinha acabado, mas ele tava com muita vontade de me ver gozar... me acomodei na cama, deitei de barriga pra cima enquanto via o pornô... um gostoso chupando a pussy de uma puta e enfiando os dedos no cu dela, fiquei com muito tesão com o pornô hétero (o macho bem macho no seu maior esplendor, nada de viadagem haha) enquanto ele beijava minha barriga, peguei a cabeça dele e levei pro piercing do mamilo e ele começou a chupar devagar enquanto eu via o pornô e batia uma, de vez em quando fazia ele chupar minha cock pra deixar bem babada e continuava na punheta, avisei que já tava quase gozando, então ele começou a bater uma com tudo e finalmente soltei umas porradas enormes, ele me deu um papel pra me limpar, conversamos mais um pouco, ele me pagou o combinado mais uma gorjeta e disse que uma vez por semana mais ou menos vai me chamar pra repetir, fui embora, e quando chego no lugar onde estudo pega o wifi e recebo uma mensagem dele "obrigado por ser quem você é", acho que quis dizer "obrigado por ser tão promíscuo" hahaha
Saí da aula (pelo microcentro) ainda sem agasalho, e tava morrendo de vontade de mijar, então obviamente entrei num Burger pra recordar velhos hábitos, entro e vejo que no fundo tinha um cara que parecia estar mijando, dava pra ver metade do corpo, assim que entrei ele me olhou bem, mas nada indicava que ele tava ali porque queria algo, mas desconfiei já que ele me olhou bastante, tinha três mictórios, fiquei no do meio, ele passa por trás de mim, olho de canto, ele para atrás de mim, como se estivesse na dúvida do que fazer e finalmente decide ficar no mictório do lado, CARALHO a pica que esse cara tinha! cock divina, um cara de uns 25 anos, um gostoso. e continuei mijando, na hora olhei pra ela sem disfarçar, estiquei a mão e comecei a bater uma pra ele, uma rola de uns 20x5 no chute, branca, reta, cabeça tipo cogumelo rosada, amei; ele já tinha terminado de mijar mas eu fiquei ali obviamente amassando ela, mas na hora me abaixei e comecei a chupar ele com uma vontadeee! a gente tava a todo vapor ''uhh sim, assim, chupa, chupa, que gostoso'' eu ouvia ele falar enquanto eu me dedicava a saborear aquele pedaço lindo, ele tinha os pelos aparados e os ovos completamente depilados, igual eu, amei porque dava pra ver que de moleque ele era bem peludo, igual na barriga, aqueles pelinhos que vão da rola pra cima, até o peito, me deixam louco, o banheiro é bem pequeno, se entrasse alguém ia nos ver na hora, então enquanto eu fazia um boquete bem dado ficava ligado se alguém entrasse pra levantar rápido, mas mais nervoso ainda, porque ele se esticava um pouco e apalpava minha bunda, ou seja, eu tava agachado, com a calça bem pra baixo, entrava alguém e a minha situação era super óbvia, mas aquela pika fazia eu cagar pra tudo; nisso escuto alguém se aproximando, levanto, me ajeito, e sim, entrou um cara no banheiro, ele foi embora e a gente continuou na nossa, com um pouco mais de tesão, não chupei mais ele e a gente começou a fazer uma punheta cruzada, mas se eu pegasse ele em outro lugar não soltava aquela rola até tirar toda a porra com a boca e a bunda, uma vontade de sentir ela bem fundooo, aquela rola é do tipo que faz você gemer igual o maior putinho, entrou outro cara, ficou um pouco mais de tempo, fui pra parte da pia e comecei a me agasalhar, coloquei um suéter que tinha na mochila, arrumei umas coisas pra passar o tempo, o cara que tinha entrado foi embora, não sabia se ia ou voltava pro mano, e obviamente a tesão venceu e voltei, fiquei encostado numa parede, a que separava os mictórios da pia, ele aproximou o rosto timidamente do meu, isso me deixou com muito mais tesão, cara bonito, rola grande e ainda por cima tava a fim tranzar, cartão cheio, começamos a nos comer de boca aberta, lábios lindos e beijos muito gostosos e macios, ficamos um tempão até ela começar a suspirar e a bater uma punheta naquele pauzão com tudo, semi-cerrou os olhos, demos um belo beijo e de canto de olho vi ela soltar uns bons gozões, daí a pouco foi embora, fiquei arrumando minhas dreads um pouco pra não ser tão óbvio sairmos juntos depois de ter ficado os dois trancados no banheiro.http://www.poringa.net/posts/gay/2857819/Fotos-mias-VII-Rastas-suspensor-pija-cola-leche-Gay.html

http://www.poringa.net/posts/gay/2462928/Fotos-de-mi-verga-y-cola-I.html

8 comentários - Voltando pra Pista (Conto Gay)

sj95 +2
Genio gonza extrañaba pajearme con tus relatos
Espero que haya saltado bastante lechona jejeje 😉
sj95 +1
@gonzapas20 ni lo dudes siempre me sacas buena leche