Tinha esquecido deles, mas preciso contar o que rolou comigo nesse fim de semana..
Era sexta e saí do trabalho correndo. Quando cheguei no meu apê, percebi que tinha deixado as chaves no escritório. Fui falar com o porteiro, mas ele não estava, então resolvi esperar. Subi até minha porta e sentei no chão mexendo no celular. Depois de um tempo, a porta do elevador abriu e saiu meu vizinho, um cara de uns 45 anos, alto, de corpo forte, todo de terno bem formal. Ele me cumprimentou e perguntou o que tinha acontecido. Contei minha merda e ele me convidou pra entrar no apê dele pra esperar enquanto o porteiro não aparecia. Entrei. O cara é muito organizado, tudo parecia uma exposição, como se ninguém morasse ali. Ele sentou no sofá, tirou a gravata e a camisa. Tinha o peito peludo, com os peitorais meio definidos... Me contou sobre o trabalho dele, mora sozinho porque os filhos estão fora do país. Me disse o que fazia, contou de tudo, e a gente conversou por um tempão. Às nove, ligamos pro porteiro e ele ainda não tinha voltado. Me perguntou se eu queria jantar. Aceitei. Ele disse que eu podia ficar se quisesse, que de manhã eu procuraria o porteiro, já que era tarde pra ir pra qualquer lugar. Aceitei. Ele pegou uns sanduíches de queijo e presunto, e eu falei que preparava. Ele disse que ia tomar banho enquanto eu fazia. Terminei e deixei tudo na mesa. Ele saiu do quarto de regata e moletom, e me falou pra tomar banho também, sem problema. Me emprestou um moletom parecido com o dele e fiquei só de regata. Tomei banho rápido e fui pra sala. Ele tava na sala vendo TV, esperando a gente comer junto. Sentei do lado dele e jantamos enquanto assistíamos Dr. House... Depois de dois episódios, ele me ofereceu uma bebida. Aceitei. Ele pegou uma garrafa de rum com Coca Booty. Continuamos vendo TV e conversando. Já eram onze da noite e a gente ali, bebendo e meio bêbados. Ele começou a mudar de canal e parou na Venus, quando apareceu uma mina vestida de estudante sendo fodida por dois caras — um metendo nela e o outro fazendo ela mamar... Ele deu uma risada, me olhou e disse: "Isso aqui eu tenho há um tempão. Tempo, mas não gosto muito de ver ele. Ele ria e olhava a TV, eu também olhava. Aquela cena acabou e começou uma onde uma garota fazia yoga e o instrutor metia a mão nela até começarem a foder... Ele me olhou, eu tava bem duro e dava pra ver na calça. Ele tava igual, já tinha visto ele várias vezes meter a mão na cueca pra ajeitar o pacote... Depois disso, ele me disse: "Vê aquele cara? O pau dele é igual ao meu." O cara do filme tinha o pau torto pra direita, parecia um gancho de verdade. Nunca tinha visto um pau assim. Eu ri e falei: "Não acredito." "De verdade, não tô mentindo, o meu é assim, inclina pra direita e as mulheres adoram." Eu ri de novo e falei: "Não acredito." Ele se levantou e disse: "Não tô mentindo, olha." Parou na minha frente, baixou o moletom. Ele tinha razão. O pau dele era curvo, uns 19 centímetros, de grossura média, mas a cabeça era enorme, vermelha, como se pulsasse, era o dobro da grossura do pau, parecia uma chupeta. Olhei pra ele e baixei o meu moletom: "Olha, o meu é normal." Ele me olhou, examinou sem subir a calça, acariciou o pau e disse num tom de brincadeira: "O meu é maior." E caiu na risada. Eu queria tocar nele, então peguei meu pau com as mãos e medi com os dedos, depois peguei o dele. Ele ficou me olhando enquanto eu começava a medir. Ele tinha razão. O dele era maior. Soltei ele e senti minhas mãos vazias, queria tocar de novo. Ele sentou com o pau pra fora, se tocando, e depois me disse: "Tô com vontade de foder, e você?" Olhei pra ele e concordei com um gesto. Ele disse: "E se a gente se ajudar? É melhor ser masturbado por outras mãos, a sensação é melhor." Levantou, pegou uma moeda e disse: "Se der cara, você me masturba. Se der coroa, eu faço em você." "Melhor deixar isso mais interessante", falei. "Se der cara, eu sou a mulher a noite toda. Se der coroa, você é meu." Ele riu de um jeito safado e, antes de jogar a moeda, disse: "Se der cara, amanhã não se arrepende." Essas palavras me arrepiaram inteiro, senti a bunda se apertar. Agito. Joguei a moeda quando ela tava no chão, rolei ela, pisei, olhei e falei: "perdi". Ela chegou perto: "certeza que não quer ver o que deu?" Falei que não, que perdi, que ela era minha mulher naquela noite. Ela se aproximou e beijou meu pescoço, me mordeu. O Alejo desligou a TV e pegou a garrafa, vagabunda, e falou: "vem, vamos pro meu quarto". Eu segui. Entrou, ligou a TV e botou um canal pornô de novo. Subiu na cama. Eu tava na porta do quarto. Ela me olhou e da boca dela saíram palavras que me faziam desejar ela. Tinha mudado, não era o homem com quem eu tava conversando. Tava no modo sexo. Me perguntou: "vai fazer tudo que eu quiser?" Falei que sim. E assim começou...
Tira essa roupa, fica pelado... Tirei tudo e fiquei parado naquele lugar.
Fica na frente da cama... Andei até lá. Ela tava se tocando.
É a primeira vez que faz isso? Já te comeram o cu? Falei que não, que já tinha feito antes. "Muito melhor", sussurrou.
Vira de costas, deixa eu ver essas nádegas, acaricia elas... Eu massageava do jeito mais sexy que podia.
Mandou eu chupar um dedo e enfiar. Fiz isso. Sabia que ela tava me olhando e enfiei o dedo até o fundo sem ela mandar. Enfiei dois dedos.
"Que gostoso", ouvia ela dizer. Adorava o que via. Senti uma das mãos dela nas minhas costas e a outra tirando meus dedos do cu pra enfiar os dela. Enfiou um e mexia rápido. Tirava e depois violava meu cu com uma enfiada. O dedo dela entrava inteiro e a mão batia nas minhas nádegas a cada enfiada... Mordia minhas costas e dava tapas.
Como você quer que eu faça? Devagar ou forte? A pergunta me deu medo e falei "forte" sem perceber. Eu tava muito excitado. Me virei e ela mostrou o pau: "gostou? Quer chupar?" Passei a língua nos lábios e aquilo foi um "sim, quero". Ela ficou de pé na cama e o pau dela ficou bem na minha frente. Peguei com as mãos e masturbava. Ela gemia e tremia. Depois me agarrou pela cabeça, me fez olhar pra ela e falou: "bom apetite". Era meu sinal. me dizia pra chupar ele sem falar nada...
Comecei a lamber ele primeiro, beijei ele todinho e minha língua percorria sem tocar a cabeça dele. O pau dele era delicioso. Beijei o torso dele e ele esfregava o pênis na minha cara... Aí abri minha boca e coloquei a cabeça dele como se fosse chupar uma bala. Comecei a chupar e saía aquele líquido pré-seminal gostoso. Fiquei um tempão chupando e masturbando ele, ele gemia forte até que disse "vou gozar". Passei os dentes na cabeça dele e bem na hora ele disparou o sêmen na minha boca, caiu um pouco no meu peito. Continuei chupando e comi todo o leite dele... Ele se deixou cair na cama, a ereção dele tinha perdido a força e eu ainda queria que ele me desse o meu... Acariciei ele, ele não dizia nada, a respiração dele estava ofegante pela quantidade de porra que ele me deu. Achei que ele tava há tempos sem descarregar. Ele me pegou pela cabeça de novo, me fez olhar pra ele, e o pau dele já tava recuperando as forças... "Gostou da sua sobremesa?" ele perguntou entre risadas. "Claro que adorei, mas quero mais. Imagino que ainda tem mais de onde saiu isso." Ele deu uma gargalhada e me fez continuar chupando ele. Depois ele se levantou, me colocou de quatro na cama e acariciou minha bunda. Abriu uma gaveta e tirou um frasco, não sabia o que era. Aí senti um líquido escorrendo entre minhas nádegas e ele espalhou. Quanto mais ele esfregava, mais quente ficava. Nunca tinha sentido aquilo, era um lubrificante daqueles de calor. Ele pegou o dedo e enfiou, quando senti o líquido entrando em mim, senti como se queimasse de um jeito delicioso e soltei um gemido forte. "Mmmmm, que gostosa." Ele continuou esfregando meu cu e aí senti ele colocar a cabeça monstruosa dele na entrada do meu rabo...
"Segura na cama", ele ordenou. Me agarrei nos lençóis. Ele introduziu só um pouquinho, só a cabeça, sem penetrar inteiro, só encaixou pra não escapar. Me segurou pela cintura e meteu de uma só vez. Gritei "Haaaaa", era prazer, não dor. Senti meu cu se abrir igual uma maçã e o pau torto dele, sentia que pressionava meu ânus pra direita. Aferrei na sua cintura e ele me penetrou de novo. Eu gritei de novo, senti que o pau dele tava em chamas e queimava enquanto entrava e saía a cada estocada. Eu gemia alto, isso adorava e excitava ele... Ele me penetrou até o fundo de novo, deitou nas minhas costas, chegou perto do meu ouvido e sussurrou: "Você aguenta ou paro?" "Se parar, te mato", eu disse. Ele se endireitou de novo e fazia eu sentir o pau inteiro dele com minha bunda. A cabeça dele não saiu nem uma vez da minha bunda, era como um limite. Quando ele me estocava, metia muitas vezes. Eu via o pornô na TV e imaginava que era aquela mulher sendo penetrada. Ele metia e metia e metia, eu me agarrava nos lençóis dele, se não fizesse isso, sentia que ia voar pra fora da cama...
Ele tirou o pau inteiro e acariciou minha bunda, dizia que adorava como ela ficava aberta depois de uma foda. Me acariciou, colocou a mão inteira na minha bunda e deu um tapa. Minhas pernas tremeram e eu abaixei a bunda. "Levanta", ele ordenou. Eu fiz. Ele colocou a mão de novo e deu outro tapa, e outro, e outro. Cada golpe fazia meu pau tremer e meu corpo estremecer... Ele me virou e levantou minhas pernas, enfiou dois dedos e me pegava com a mão. Sem perceber, enfiava três dedos. Depois, deitou e disse que queria saber como eu cavalgava...
Eu levantei, chupei ele, deixando bem molhado, e montei. Enfiei tudo de verdade, juro pra vocês, que delícia aquele pau curvo. Sentia ele se mexer por dentro. Comecei a cavalgar, ele estava deitado com as mãos na cabeça, como se fosse um rei recebendo prazer, e isso me adorava...
Cavalgei ele como nunca tinha fodido ninguém antes. Depois, tirei ele, levantei e fiquei na frente da cama. Disse pra ele meter. Ele levantou, se colocou atrás de mim, me inclinei e me agarrei na cama. Ele meteu e começou a se mover.
Virei, olhei pra ele e perguntei se podia pedir uma coisa. "Claro", ele disse, sem parar de se mover. Pedi pra ele tirar e meter de novo. Ele fez isso. Adorava como a cabeça dele me abria. a buceta quando entrava e quando saía, e mesmo depois de um tempo naquilo, ainda dava pra sentir a cabeça entrando. me apaixonei por aquele pau, juro...
(confesso pra vocês que acabei de dar uma pausa na escrita pra meter um vibrador — reviver esse relato me deixa muito excitado)
esfregava a cabeça dele na minha buceta e depois metia de novo. começou a meter bem rápido e eu comecei a me masturbar, que delícia. gozei e ele continuou lá, socando forte.
— forte, mete forte — eu gritava, e foi aí que senti meu cu inundar de porra...
ficamos deitados recuperando as forças... e ele dormiu.
eu dormi alguns minutos depois, desliguei a tv e me deitei...
seis da manhã, sinto alguém me acariciando. quando viro, vejo ele acariciando minhas nádegas. ia me virar, mas ele disse que não, se aproximou mais e me penetrou de lado. o pau dele já estava lubrificado, parecia que tava há um tempão querendo fazer aquilo. me comia gostoso, que despertar gostoso, enfiando de uma vez... metia e mordia meus ombros, metia com força, com toda a força que podia naquela posição. pedi pra ele não gozar, que eu queria tomar meu café da manhã com porra. ele tirou de uma vez e eu me virei voando, me meti entre as pernas dele, comendo tudo o que ele deixava... ele se levantou e perguntou se eu queria café da manhã. eu disse que sim, que tomava e ia embora. ele se aproximou, apertou uma das minhas nádegas e me propôs que ficasse o fim de semana inteiro...
já adianto que fizemos muitas coisas. depois conto pra vocês, que gostoso.
galera, comentem e deixem algum pau por aí com vontade de um boquete.
Era sexta e saí do trabalho correndo. Quando cheguei no meu apê, percebi que tinha deixado as chaves no escritório. Fui falar com o porteiro, mas ele não estava, então resolvi esperar. Subi até minha porta e sentei no chão mexendo no celular. Depois de um tempo, a porta do elevador abriu e saiu meu vizinho, um cara de uns 45 anos, alto, de corpo forte, todo de terno bem formal. Ele me cumprimentou e perguntou o que tinha acontecido. Contei minha merda e ele me convidou pra entrar no apê dele pra esperar enquanto o porteiro não aparecia. Entrei. O cara é muito organizado, tudo parecia uma exposição, como se ninguém morasse ali. Ele sentou no sofá, tirou a gravata e a camisa. Tinha o peito peludo, com os peitorais meio definidos... Me contou sobre o trabalho dele, mora sozinho porque os filhos estão fora do país. Me disse o que fazia, contou de tudo, e a gente conversou por um tempão. Às nove, ligamos pro porteiro e ele ainda não tinha voltado. Me perguntou se eu queria jantar. Aceitei. Ele disse que eu podia ficar se quisesse, que de manhã eu procuraria o porteiro, já que era tarde pra ir pra qualquer lugar. Aceitei. Ele pegou uns sanduíches de queijo e presunto, e eu falei que preparava. Ele disse que ia tomar banho enquanto eu fazia. Terminei e deixei tudo na mesa. Ele saiu do quarto de regata e moletom, e me falou pra tomar banho também, sem problema. Me emprestou um moletom parecido com o dele e fiquei só de regata. Tomei banho rápido e fui pra sala. Ele tava na sala vendo TV, esperando a gente comer junto. Sentei do lado dele e jantamos enquanto assistíamos Dr. House... Depois de dois episódios, ele me ofereceu uma bebida. Aceitei. Ele pegou uma garrafa de rum com Coca Booty. Continuamos vendo TV e conversando. Já eram onze da noite e a gente ali, bebendo e meio bêbados. Ele começou a mudar de canal e parou na Venus, quando apareceu uma mina vestida de estudante sendo fodida por dois caras — um metendo nela e o outro fazendo ela mamar... Ele deu uma risada, me olhou e disse: "Isso aqui eu tenho há um tempão. Tempo, mas não gosto muito de ver ele. Ele ria e olhava a TV, eu também olhava. Aquela cena acabou e começou uma onde uma garota fazia yoga e o instrutor metia a mão nela até começarem a foder... Ele me olhou, eu tava bem duro e dava pra ver na calça. Ele tava igual, já tinha visto ele várias vezes meter a mão na cueca pra ajeitar o pacote... Depois disso, ele me disse: "Vê aquele cara? O pau dele é igual ao meu." O cara do filme tinha o pau torto pra direita, parecia um gancho de verdade. Nunca tinha visto um pau assim. Eu ri e falei: "Não acredito." "De verdade, não tô mentindo, o meu é assim, inclina pra direita e as mulheres adoram." Eu ri de novo e falei: "Não acredito." Ele se levantou e disse: "Não tô mentindo, olha." Parou na minha frente, baixou o moletom. Ele tinha razão. O pau dele era curvo, uns 19 centímetros, de grossura média, mas a cabeça era enorme, vermelha, como se pulsasse, era o dobro da grossura do pau, parecia uma chupeta. Olhei pra ele e baixei o meu moletom: "Olha, o meu é normal." Ele me olhou, examinou sem subir a calça, acariciou o pau e disse num tom de brincadeira: "O meu é maior." E caiu na risada. Eu queria tocar nele, então peguei meu pau com as mãos e medi com os dedos, depois peguei o dele. Ele ficou me olhando enquanto eu começava a medir. Ele tinha razão. O dele era maior. Soltei ele e senti minhas mãos vazias, queria tocar de novo. Ele sentou com o pau pra fora, se tocando, e depois me disse: "Tô com vontade de foder, e você?" Olhei pra ele e concordei com um gesto. Ele disse: "E se a gente se ajudar? É melhor ser masturbado por outras mãos, a sensação é melhor." Levantou, pegou uma moeda e disse: "Se der cara, você me masturba. Se der coroa, eu faço em você." "Melhor deixar isso mais interessante", falei. "Se der cara, eu sou a mulher a noite toda. Se der coroa, você é meu." Ele riu de um jeito safado e, antes de jogar a moeda, disse: "Se der cara, amanhã não se arrepende." Essas palavras me arrepiaram inteiro, senti a bunda se apertar. Agito. Joguei a moeda quando ela tava no chão, rolei ela, pisei, olhei e falei: "perdi". Ela chegou perto: "certeza que não quer ver o que deu?" Falei que não, que perdi, que ela era minha mulher naquela noite. Ela se aproximou e beijou meu pescoço, me mordeu. O Alejo desligou a TV e pegou a garrafa, vagabunda, e falou: "vem, vamos pro meu quarto". Eu segui. Entrou, ligou a TV e botou um canal pornô de novo. Subiu na cama. Eu tava na porta do quarto. Ela me olhou e da boca dela saíram palavras que me faziam desejar ela. Tinha mudado, não era o homem com quem eu tava conversando. Tava no modo sexo. Me perguntou: "vai fazer tudo que eu quiser?" Falei que sim. E assim começou...
Tira essa roupa, fica pelado... Tirei tudo e fiquei parado naquele lugar.
Fica na frente da cama... Andei até lá. Ela tava se tocando.
É a primeira vez que faz isso? Já te comeram o cu? Falei que não, que já tinha feito antes. "Muito melhor", sussurrou.
Vira de costas, deixa eu ver essas nádegas, acaricia elas... Eu massageava do jeito mais sexy que podia.
Mandou eu chupar um dedo e enfiar. Fiz isso. Sabia que ela tava me olhando e enfiei o dedo até o fundo sem ela mandar. Enfiei dois dedos.
"Que gostoso", ouvia ela dizer. Adorava o que via. Senti uma das mãos dela nas minhas costas e a outra tirando meus dedos do cu pra enfiar os dela. Enfiou um e mexia rápido. Tirava e depois violava meu cu com uma enfiada. O dedo dela entrava inteiro e a mão batia nas minhas nádegas a cada enfiada... Mordia minhas costas e dava tapas.
Como você quer que eu faça? Devagar ou forte? A pergunta me deu medo e falei "forte" sem perceber. Eu tava muito excitado. Me virei e ela mostrou o pau: "gostou? Quer chupar?" Passei a língua nos lábios e aquilo foi um "sim, quero". Ela ficou de pé na cama e o pau dela ficou bem na minha frente. Peguei com as mãos e masturbava. Ela gemia e tremia. Depois me agarrou pela cabeça, me fez olhar pra ela e falou: "bom apetite". Era meu sinal. me dizia pra chupar ele sem falar nada...
Comecei a lamber ele primeiro, beijei ele todinho e minha língua percorria sem tocar a cabeça dele. O pau dele era delicioso. Beijei o torso dele e ele esfregava o pênis na minha cara... Aí abri minha boca e coloquei a cabeça dele como se fosse chupar uma bala. Comecei a chupar e saía aquele líquido pré-seminal gostoso. Fiquei um tempão chupando e masturbando ele, ele gemia forte até que disse "vou gozar". Passei os dentes na cabeça dele e bem na hora ele disparou o sêmen na minha boca, caiu um pouco no meu peito. Continuei chupando e comi todo o leite dele... Ele se deixou cair na cama, a ereção dele tinha perdido a força e eu ainda queria que ele me desse o meu... Acariciei ele, ele não dizia nada, a respiração dele estava ofegante pela quantidade de porra que ele me deu. Achei que ele tava há tempos sem descarregar. Ele me pegou pela cabeça de novo, me fez olhar pra ele, e o pau dele já tava recuperando as forças... "Gostou da sua sobremesa?" ele perguntou entre risadas. "Claro que adorei, mas quero mais. Imagino que ainda tem mais de onde saiu isso." Ele deu uma gargalhada e me fez continuar chupando ele. Depois ele se levantou, me colocou de quatro na cama e acariciou minha bunda. Abriu uma gaveta e tirou um frasco, não sabia o que era. Aí senti um líquido escorrendo entre minhas nádegas e ele espalhou. Quanto mais ele esfregava, mais quente ficava. Nunca tinha sentido aquilo, era um lubrificante daqueles de calor. Ele pegou o dedo e enfiou, quando senti o líquido entrando em mim, senti como se queimasse de um jeito delicioso e soltei um gemido forte. "Mmmmm, que gostosa." Ele continuou esfregando meu cu e aí senti ele colocar a cabeça monstruosa dele na entrada do meu rabo...
"Segura na cama", ele ordenou. Me agarrei nos lençóis. Ele introduziu só um pouquinho, só a cabeça, sem penetrar inteiro, só encaixou pra não escapar. Me segurou pela cintura e meteu de uma só vez. Gritei "Haaaaa", era prazer, não dor. Senti meu cu se abrir igual uma maçã e o pau torto dele, sentia que pressionava meu ânus pra direita. Aferrei na sua cintura e ele me penetrou de novo. Eu gritei de novo, senti que o pau dele tava em chamas e queimava enquanto entrava e saía a cada estocada. Eu gemia alto, isso adorava e excitava ele... Ele me penetrou até o fundo de novo, deitou nas minhas costas, chegou perto do meu ouvido e sussurrou: "Você aguenta ou paro?" "Se parar, te mato", eu disse. Ele se endireitou de novo e fazia eu sentir o pau inteiro dele com minha bunda. A cabeça dele não saiu nem uma vez da minha bunda, era como um limite. Quando ele me estocava, metia muitas vezes. Eu via o pornô na TV e imaginava que era aquela mulher sendo penetrada. Ele metia e metia e metia, eu me agarrava nos lençóis dele, se não fizesse isso, sentia que ia voar pra fora da cama...
Ele tirou o pau inteiro e acariciou minha bunda, dizia que adorava como ela ficava aberta depois de uma foda. Me acariciou, colocou a mão inteira na minha bunda e deu um tapa. Minhas pernas tremeram e eu abaixei a bunda. "Levanta", ele ordenou. Eu fiz. Ele colocou a mão de novo e deu outro tapa, e outro, e outro. Cada golpe fazia meu pau tremer e meu corpo estremecer... Ele me virou e levantou minhas pernas, enfiou dois dedos e me pegava com a mão. Sem perceber, enfiava três dedos. Depois, deitou e disse que queria saber como eu cavalgava...
Eu levantei, chupei ele, deixando bem molhado, e montei. Enfiei tudo de verdade, juro pra vocês, que delícia aquele pau curvo. Sentia ele se mexer por dentro. Comecei a cavalgar, ele estava deitado com as mãos na cabeça, como se fosse um rei recebendo prazer, e isso me adorava...
Cavalgei ele como nunca tinha fodido ninguém antes. Depois, tirei ele, levantei e fiquei na frente da cama. Disse pra ele meter. Ele levantou, se colocou atrás de mim, me inclinei e me agarrei na cama. Ele meteu e começou a se mover.
Virei, olhei pra ele e perguntei se podia pedir uma coisa. "Claro", ele disse, sem parar de se mover. Pedi pra ele tirar e meter de novo. Ele fez isso. Adorava como a cabeça dele me abria. a buceta quando entrava e quando saía, e mesmo depois de um tempo naquilo, ainda dava pra sentir a cabeça entrando. me apaixonei por aquele pau, juro...
(confesso pra vocês que acabei de dar uma pausa na escrita pra meter um vibrador — reviver esse relato me deixa muito excitado)
esfregava a cabeça dele na minha buceta e depois metia de novo. começou a meter bem rápido e eu comecei a me masturbar, que delícia. gozei e ele continuou lá, socando forte.
— forte, mete forte — eu gritava, e foi aí que senti meu cu inundar de porra...
ficamos deitados recuperando as forças... e ele dormiu.
eu dormi alguns minutos depois, desliguei a tv e me deitei...
seis da manhã, sinto alguém me acariciando. quando viro, vejo ele acariciando minhas nádegas. ia me virar, mas ele disse que não, se aproximou mais e me penetrou de lado. o pau dele já estava lubrificado, parecia que tava há um tempão querendo fazer aquilo. me comia gostoso, que despertar gostoso, enfiando de uma vez... metia e mordia meus ombros, metia com força, com toda a força que podia naquela posição. pedi pra ele não gozar, que eu queria tomar meu café da manhã com porra. ele tirou de uma vez e eu me virei voando, me meti entre as pernas dele, comendo tudo o que ele deixava... ele se levantou e perguntou se eu queria café da manhã. eu disse que sim, que tomava e ia embora. ele se aproximou, apertou uma das minhas nádegas e me propôs que ficasse o fim de semana inteiro...
já adianto que fizemos muitas coisas. depois conto pra vocês, que gostoso.
galera, comentem e deixem algum pau por aí com vontade de um boquete.
6 comentários - Aventura real com o vizinho
van p