Solteiro de novo, fodas de despedida (Conto gay)

Tô solteirão de novo. Não tinha virado nada oficial, mas tava combinado que ninguém ia ficar com outro. Só que não rolou, talvez por eu ter passado 6 anos solteiro. Além disso, minhas "parceiras" anteriores foram quando eu era bem moleque, uns 16 a 18 anos, nada sério, só besteira. Não sirvo pra isso, gosto de fazer minha vontade, o que quero, quando quero e como quero. Sei que sou extremo, e o cara em questão não aguentou. Nunca conseguiu acreditar que eu me comportava direito, não sei por que ele pensou isso, se eu sou um santo... hahaha, mas sério, não fiz nada de errado. Também não aguentei algumas coisas. Gosto de caras sempre um pouco mais velhos que eu, que seja tudo mais relaxado, tranquilo, e sem briga à toa por besteira, isso me estressa e entedia pra caralho. Mas no fim ficou tudo bem, o cara se fez querer. Na cama a gente se dava super bem, mas isso não basta pra um relacionamento. Ontem ele veio em casa depois do trampo, chegou, e praticamente já tava tudo resolvido. Como não foi algo longo, não teve drama nem nada, só esclarecemos. Deitados no sofá, ele começou com beijinhos, ficou manhoso... "me abraça", "te quero"... Eu, sinceramente, não tava a fim de transar, tudo bem, mas sentia que não era o momento. Agüentei uns três beijos no pescoço, uma boa apalpada na bunda, e não consegui evitar de entrar no jogo dele. E aí, pensei que fosse a despedida, mas já que íamos fazer, bora fazer direito. Convidei ele pra subir pro meu quarto. Ele pegou a mochila, o casaco e o cachecol pra Lola não despedaçar tudo com os dentes — se aquela puta falasse... E subimos. Eu tinha que segurar a calça pra não cair enquanto subia a escada, porque já tinha desabotoado pra meter a mão na minha bunda pequena e na virilha dele. Por baixo da calça justa dava pra ver um volume enorme, ele tava com o pau durasso virado pro lado, uma beleza, aquela rola dura... que eu tanto gosto, e que ele fez eu apalpar com força enquanto eu fazia a Difícil no sofá, me segurando pela mão e levando ela pra lá enquanto me comia a boca; entramos no meu quarto, liguei o ar condicionado, apaguei a luz, eu gosto no escurinho, deixei as coisas dela na cadeira do escritório e começamos a nos comer de novo com muita vontade, sabíamos que era a última vez talvez, cada vez a cadeira ficava cheia de mais e mais roupas nossas, eu lá beijando o pescoço dela, falando putaria no ouvido, beijando principalmente o lábio inferior dela, meu preferido dos dois, carnudo, adoro ter ele entre os meus, comecei a notar ela mais safada que o normal, mais falante, que puta que você é... gosta da pica não é puta?... puta disso... piranha daquilo... tava me deixando muito putinha falando assim comigo, com as mãos dela me agarrou pelos ombros, fez força indicando o que eu tinha que fazer, reforçando com um "chupa", obedeci com gosto, que delícia que é, dura igual pedra, como sempre, nisso nunca pude reclamar nem um pouco, nada de mole, acho que nunca vi ela mole, só quando terminávamos de transar, depois sempre na hora duríssima, quando eu abaixava a calça e a cueca (que eram sempre muito apertadas, marcava uma bunda e um volume que me deixava louca), ela sempre pulava igual mola, enfiei na boca com muita vontade, ele gosta que você chupe inteira, toda, o tempo todo, praticamente nem me deixava brincar com meus lábios e língua na cabeça, ele queria me afogar com aquela ferramenta enorme, e assim tentava fazer, cada vez chupando mais e mais, me fazia engasgar e as lágrimas apareciam, mesmo assim continuava e continuava quando percebia que eu parava um pouco, me agarrava pela cabeça, pegando de jeito com a mão os dreads que entravam ali e me fazia chupar tudo, quando eu fazia força com a cabeça pra cima o safado mexia a cintura enfiando a pica até a garganta, fiquei um tempo entre as pernas dela e subi pra descansar enquanto beijava ele, peguei a pica e encostei ela na Booty, que rebolava devagar pra cima e pra baixo, quando sentia a cabeça no meu buraquinho, era quando eu mais ficava louco, aquela cock dura, quente e molhada pela minha saliva, ela saiu da cama, parou na minha frente, apoiou um pé na cama, fiquei de quatro e continuei devorando aquela cock que vai saber que promíscua vai estar comendo agora, admito que me excita um pouco imaginar isso, enquanto chupava com uma mão amassava os ovos dela, ela começou a ficar mais ousada de novo "você gosta de chupar, putinha?... gosta da cock, né? chupa, chupa assim, head master, quer com o cinto, não quer?" hesitei meio segundo e ainda com a cock na boca, olhei nos olhos dela e balancei a cabeça que sim, enquanto eu tava chupando sem parar ouvia o barulho da fivela deslizando de um lado pro outro enquanto ela tirava o cinto da calça, dobrou ele no meio, não conseguia ver o braço dela, então não sabia exatamente quando ia me bater, isso me deixava mais excitada, continuo mamando devagar, minha cabeça tava mais nisso, e ela me deu o primeiro, um "aaah!" escapou da minha boca, seguido de um "uhmmmm", e ela respondeu com um "você gosta...", me açoitou por um tempo; voltou pra cama, se jogou em cima de mim, eu com as pernas abertas, nos pegamos um pouco, ela agarrou cada uma das minhas pernas com as mãos e levantou, e desceu pra minha tiny ass, me deu uma chupada de ass, eu semicerrava os olhos e começava a suspirar cada vez mais, enquanto sentia a língua dela no meu buraquinho, fazendo movimentos circulares com ela, às vezes sentia ela aproximar os dedos do buraquinho e tentar abrir o máximo possível e enfiar a língua, mordiscava um pouco e continuava metendo língua e língua, cuspia e seguia, depois de um tempo soltou minhas pernas, e eu deitada de barriga pra cima ela veio na minha direção, ficando com os joelhos dobrados debaixo dos meus ombros, me agarrou pelas rastas e me puxou pra perto da cock linda dela, começou a me comer bem gostoso, do jeito que ela sabe, na boca, e me dava uns tapas de vez em quando largou o pedaço, deitou de novo, eu subi em cima, ele me virou, coloquei a bunda na cara dele e levei minha cabeça até o pauzão dele, ficando num 69 dos bons. Eu tava de suspensório, ele se divertia puxando os elásticos, que arrebentavam forte quando ele soltava. Pra minha surpresa, já que praticamente nunca tinha feito isso, ele puxou a parte da frente do suspensório, pegou na minha rola que já tava dura e levou até a boca, começou a chupar. Olhei pra trás, fiquei surpreso de ver ele me mamando. Pensei: "eu também quero" e soltei o pau dele. Deslizei lambendo o tronco até as bolas, enfiei uma na boca e fiquei lambendo de leve, enquanto mexia a cabeça de um lado pro outro devorando os ovos dele. Primeiro com a mão, depois com a língua, cheguei no períneo (zona nunca explorada por mim antes, já que ele é muito ativo, eu muito passivo, e embora a bunda dele seja divina, se tem algo que não esquenta ele, também não me esquenta, ou seja, perde a graça. Mas isso nunca foi problema nem nada; só me dedicava à parte da frente dele, que eu tanto gostava, e ele à minha parte de trás, que pelo visto também adorava). E finalmente pude provar aquele buraquinho peludo, bem macho, do jeito que eu gosto. Passei meus cotovelos por baixo das pernas dele, deixando-as abertas, e com aquele buraquinho à minha disposição, fiquei chupando ele um tempo. Não aguentávamos mais. Agora sim, já tínhamos provado tudo um do outro. Subi em cima dele, ele colocou uma camisinha, não quis passar lubrificante, o atrevido. Ele diz que tem, mas isso não basta. Ele passou saliva, eu me estiquei e tirei do bolso da minha mochila um pacotinho de lubrificante que tenho. Abri, passei no buraquinho, enfiei um dedo, que entrou fácil, sumiu. Tirei e coloquei outro. O pouco que sobrou passei na mão, peguei na rola dele e passei ali, numa punheta. Na hora já tava toda dentro. Ele colocou as duas mãos debaixo da cabeça, e eu as minhas de cada lado do rosto dele, subindo desde as bochechas subindo, quando meus dedos estavam no cabelo dele, eu segurava ele por ali, como se estivesse me apoiando, obviamente com cuidado, enquanto mexia a bunda o máximo possível, "assim, meu amor, assim come meu pau, todinha", uma cavalgada tava pegando, que delícia sentir como desliza na minha buceta, lubrificada, e cada vez mais e mais dilatada, puro prazer, zero dor, entrava e saía, entrava e saía, entre gemidos eu falava no ouvido dele fazendo ele saber como eu tava curtindo o pau dele, enquanto lambia e mordia de leve a orelha dele, quando minhas pernas cansavam, eu deixava os joelhos caírem na cama, ele me segurava pela cintura e agora era a vez dele me comer, com uma vontade que o filho da puta me dava, toda, até o talo, sentia ele bem lá dentro, movimentos secos, pá pá pá, era o som lindo que as estocadas dele faziam; depois ele levantou a parte de cima do corpo da cama, nós dois nos agarramos pelas costas nos segurando, enquanto eu mexia um pouco a bunda, ele nos guiou até a borda da cama, eu já sabia o que vinha, ele se levantou, uma mão dele na minha cintura e outra nas minhas costas, as minhas duas no pescoço dele, e começou a me comer bem gostoso, eu amo essa posição, é muito filme pornô, ficamos assim um tempão e ele me levou até uma parede, continuou me comendo, aproveitando que eu me jogava na parede pra ele não cansar tanto, não queria que eu descesse, me comia gostoso, queria que ele me levasse pro encontro de duas paredes e me comesse ali, tipo estuprada, mas percebi que ele já tava cansado, então ele me levou e quase dava pra dizer que me jogou em cima da escrivaninha, o que eu amei, com o cotovelo bati no teclado, empurrei o mouse, o monitor acendeu, ele me pegou pelas pernas me arrastando bem pra borda da escrivaninha e enquanto me puxava eu sentia o pau dele entrando mais, mais e mais, até que não tinha mais nada pra entrar, até o talo, a luz do monitor nele me deixava ver a cara dele, "nunca te vi assim, filho da puta", falei entre gemidos, não parava de gemer, e ele de falar coisas tipo "cê gosta do pau? Você gosta do meu pau? Toma, engole ele todinho, puta", e eu respondia "assim, assim me come, deixa minha buceta bem aberta, me come do jeito que você sabe, do jeito que eu gosto, do jeito que você me maceta". Ele tava com uma cara de alucinado, me fazia pegar fogo de tesão vendo ele daquele jeito. Ele começou a suspirar cada vez mais forte, e eu imaginei que já ia gozar, então comecei a pedir. Ele soltou um gemido forte, semicerrrou os olhos, até pareceu que doeu, hahaha. Ficamos os dois exaustos. Depois de um tempo, ele tirou, eu desci da escrivaninha, e a gente se beijava enquanto eu tirava a camisinha e jogava no lixo que tava do meu lado. Automaticamente, a gente se jogou na cama e ele disse: "Me dá a mão, sem rancor". O cara me surpreendeu, juro que achei que ia ter mais drama com o término, não da minha parte, mas ele me surpreendeu pra caralho. Óbvio que eu dei a mão e ficou tudo bem. Mais que isso, a gente conversou que pode continuar se vendo. Como eu disse no começo, ele se fez querer, e a gente se dava bem, principalmente na cama.

Abraçados na cama, um pouco de carinho, e cansados, virei de costas pra ele, convidando pra colher, como vocês podem ver, não dei muito descanso, mas eu tinha planejado fazer todo o trabalho sozinha. Ele só tinha que colocar o pau, do resto eu cuidava, como sempre, bem disposta. Ele já tava durasso na hora, vermelho da macetada anterior. Enfiou os dedos, devem ter entrado uns três, e um meu. Admito que queria que ele enfiasse a mão, mas já que era a última vez, sei lá, eu queria o pau dele. Passei saliva no meu cu, ele colocou uma camisinha, e eu peguei na pica dele, encaixando no meu cu. Assim que encontrou meu cu aberto e lubrificado, entrou sozinho. Que delícia, meu deus. Comecei a me comer com tudo. Quando ele queria se envolver e me comer, eu parava. Eu queria me comer. Colocava minha mão na perna dele e pedia com minha melhor voz de puta pra ele "ficar quietinho". Saía e entrava sem o menor problema. Que delícia sentir quando a cabeça saía e voltava a entrar, sentir a glande me deixava louca. Eu ouvia aquele som. lindo de uma bunda bem lubrificada, molhada, dilatada e a camisinha, eu amo, me mexia tanto que a cama balançava e fazia barulho, "uh, como você tá putinha?" ele me diz, eu só semicerrava os olhos, gemia, passava a mão no meu corpo e mexia a bunda o máximo que podia. Depois de um bom tempo assim, pedi pra ele vir por cima de mim, essa é minha outra posição favorita, ter um macho em cima de mim me dando pica sem parar, ufff. Pedi pra ele me estuprar, queria que ele arrombasse meu cu o mais forte que pudesse, já tava bem aberto, mas queria mais. Naquele momento, meu cu só pedia mais uma pica, uma dupla penetração, do jeito que eu tava ontem, era a melhor coisa que podia me acontecer, ia engolir elas de tão boooom. Ele me dava e me dava, mas dava pra ver que tava cansado, perguntei e ele disse que sim, meu bebê, deixei ele cansadinho. Ele não conseguiu me dar beeem forte como ele sabe e me acostumou, além disso, dei uma olhada no computador e já tava na hora de ir, então tirei a camisinha e ele começou a se masturbar enquanto eu lambia os ovos dele. De vez em quando eu chupava pra encher bem de saliva, e finalmente ele gozou na minha boca, não saiu muito, mas yummy. Vocês foram mal, poringa boys, da próxima vez que me virem viajando no amor, me agarrem entre vários, pica na cara e uma boa fodida até eu cair em mim, hahaha 😛

11 comentários - Solteiro de novo, fodas de despedida (Conto gay)

sj95 +1
Genio, lástima que te hayas separado una pena que pierdas la compañía y el amor de alguien y por lo que contas esa flor de pija jajaa te felicito por el relato como siempre una paja mañananera en tu honor y el de la relación que no fue
un copado el pibe, pero bueno, no jajajaja
sj95 +1
@gonzapas20 jaja siempre quedan los buenos recuerdos jajaja
hoabril +1
los buenos recuerdos lo s podes acewr realidad en cualquier momento,ya como buenos amigos planteale de a tres y comete la doble.+ 10
todavia no hablé con él después que cortamos, pero sí, me gustaria que él sea parte del trio
Bifs +1
Hay que disfrutarse como a uno le plazca......que difixil es encontrar a alguien que te banque y bancarse las del otro
y hay que bancarme a mi eh.... jajaja naa, soy un santo, medio tremendo pero buenito jaja
Eso es una buena despedida y lo demás tonterías jajaja
Van 7 puntos
si, creo que fue el polvo que mas me gustó con él, tal ves nos vamos a llevar mejor siendo conocidos nomas
muy bueno, como siempre me recalento... ojala te conozca algun dia
no habiamos hablado ya por whatsapp nosotros una vez?
@gonzapas20 no creo, vivo en Sao Paulo, Brasil
@Doubletrouble ah no definitivamente no, me habré confundido con otro flaco jeje uff los brasileros dicen que sonn tremeeeeendos, cero vueltas, cero histeriqueadas, les gusta pasarla bomba jaja
Grande Gon,que lindo relato,me recalente,sale una buena paja,estoy tan caliente con tu relato que me dieron ganas de chupar un culo peludito de un machito hetero!
yo tambien ando con unas ganas de chupar un rico orto peludito bien de macho
di814 +1
que tremendo relato me re calento yo necesito uno q me coja asi jaja saludos desde Ecuador
jajaja espero que lo encuentres y te deje el orto bien partido 😉
Ya había caído en depresión. No podía ser que te comieras una sola pija por semana. Ese no eras vos! Un abrazo y adelante! Seguimos expectantes de tus próximas experiencias!
jajaja si, la verdad que lo quería, pero estaba pasando un hambreee, solo me cojia dos veces a la semana ya que los otros dias no nos veiamos por el laburo/facultad, ayer me chupe una pija de rica en la facu, y el jueves me pajearon entre dos putitos tambien en la facu