Dessa vez foi esse ano, dias antes da Páscoa. Os argentinos e chilenos vão lembrar daquela noite de sexta: Argentina ganhou do Chile naquele jogo de futebol. Durante a partida, tava trocando ideia no zap com o Carlos, falei pra gente se ver. Ele disse que óbvio. Aí terminou o jogo e falei pra minha família que ia com uns amigos comemorar (na minha cabeça era outro tipo de comemoração). Fui pro ponto de ônibus, ele chegou rápido, peguei a passagem, ainda custava 3,50. Tava indo rápido, mandei zap pro Carlos se apressar porque eu ia chegar antes. Ele falou ok. Cheguei no ponto de encontro, como sempre cheguei primeiro e o coração tava batendo forte. Depois de uns minutos que pareceram uma eternidade, ele me falou que a rua por onde ele ia tava bloqueada e que tava me esperando em outra quadra. Me mandou o endereço e fui. Caminhando, lembrei que a avenida por onde ele tinha que ir em San Justo já tava virando calçadão. Vi o carro, ele abriu a porta, demos um beijo e fomos pra casa dele. Passei a mão na pica dele, que ainda não tava dura, coloquei minha mão por baixo do shorts que ele tava usando. Ele falou que minhas mãos estavam frias e segurou elas. Durante a viagem, ele ficava dizendo que eu não tinha boa circulação. Eu me calei pra não discutir e falar que minhas mãos estavam frias porque fiquei esperando ele na noite fria. Paramos num McDonald's, eu não queria, mas ele insistiu tanto que fomos. Ele não queria por causa dos problemas de peso e coração dele. Me pediu um quarto de libra com queijo, refrigerante e batata grande. Ok, chegamos, ele fechou as portas do carro, entramos. Deixei a comida numa mesinha e ele me abraçou e me apoiou enquanto beijava meu pescoço, algo não muito típico dele. Nos beijamos. Ele me deu um prato e talher pra comer, que eu não usei porque não se usa pra esse tipo de comida. Comi e ele colocou um pornô. Comia com uma mão e com a outra me tocava pra eu ficar duro. Eu já tava cheio, já tinha comido em casa antes do jogo. Terminamos as coisas, já era quase 12:30 da manhã. Fomos pra cama, entre beijos e os lençóis, fui beijando ele, chupei os peitos dele, deixei ele ficar de quatro e Comecei a chupar aquele rabo gordo que ele tem mmmmm aaaa ele não sabia, pensou que eu ia fazer aquilo, ele disse
eu já queria meter o gol, passei o lubrificante e coloquei no rabo com 2 dedos devagar, depois 3 mmmm aaaa ele gemia e minha respiração ficava mais forte e constante, 4 dedos aaaa e aí o 5 aaay o que você tá fazendo aaaa eu falei posso gozar dentro? mmmsim ele disse, dei um tapa na bunda dele e perguntei de novo posso te encher de porra? sim sim vai fundo
meu pau já vermelho com a pele puxada pra fora, enfiei até o fundo mmmm aaaa a gente gemia plaf plaf plaf eu já não aguentava, minhas bolas balançando batiam no pau e nas bolas dele, me agarrei na bunda dele e com força até o fundo, pra esquerda, enchi o rabo dele de porra mmmmm aaaaa aaa como é gostoso sentir a porra quentinha mmmm eu já com o pau meio mole ainda dentro do rabo dele e continuava me mexendo mmmm já terminou? ele perguntou, carlos.. sim respondi mas eu ainda me mexia com o pau meio duro naquele rabo tão lubrificado e quente que continuava sentindo prazer e eu seguia metendo vai vai continua então eu continuei, sentia como se tivesse gozando de novo mmmm até que tirei, tava marrom e vermelho e o cheiro de merda e lubrificante tava forte demais, ele me deu uma toalha pra tomar banho, vi que ele ia tirar a porra do rabo e depois se masturbar enquanto eu tomava banho pensava em ordenhar ele mas eu já tava cansado, pensava em ir embora toda vez que acabava mas não podia ir sem meu pagamento, terminei de tomar banho, me sequei, ele perguntou se tava tudo bem e eu falei que sim, sentamos, ele já tinha me contado que já tinha feito coisas com muitos caras da minha idade e uns mais velhos, que alguns não usavam camisinha e que se eu não quisesse usar era minha decisão e que na próxima a gente usava, coisa que vou usar se ver ele de novo.
ele me deu um beijo e perguntou quanto ia custar a porra, eu não respondia, fala logo ele disse, vai me dar um infarto porque eu não respondia, bom, me dá mil ok ele disse, me pagou, contei, me beijou, terminei de me vestir e pedi uma lata de cerveja que ele tinha em A geladeira dele, né. Ele me disse que já era 1:30, não tinha ônibus. Pedi pra ele me deixar numa rua perto de casa, mas ele disse que não, que queria me deixar na porta. Falei que não dava pra chegar de táxi em casa, porque saí de casa sem grana, não podia voltar de táxi. Ele me deixou na Venezuela, umas 20 quadras da minha casa, num ponto de ônibus onde tinha dois caras. Ele parou, a gente se beijou e ele foi embora. Enquanto eu esperava o ônibus, os dois caras ficaram me olhando com uma cara estranha, não como se quisessem me comer, mas como se soubessem o que eu tinha feito com o motorista daquele carro. Óbvio que isso aconteceu, o que eles devem ter pensado: "hm, esse moleque sai de um carro estranho e beija um cara, desce no Caminho de Cintura, uma rua onde tem mais de três albergues nessas quadras". Até que o busão chegou, paguei minha passagem, sentei no fundo. Duas quadras antes de chegar, desci, peguei a latinha de cerveja que o Carlos me deu, cheguei em casa com cheiro de cerveja pra fazer eles acreditarem que eu fui beber e não dar. Essa foi a última vez que vi ele. Um dia eu queria fazer, mas ele não podia por causa do coração dele. Agora mando zap pra ele e ele não responde. Quero sexo e quero que me paguem. Alguém manda mensagem privada, manda foto, zap, face. Se a gente for perto e você tiver lugar, a gente faz. Muito obrigado por ler, votar e comentar. Um desses dias eu posto mais fotos minhas.
eu já queria meter o gol, passei o lubrificante e coloquei no rabo com 2 dedos devagar, depois 3 mmmm aaaa ele gemia e minha respiração ficava mais forte e constante, 4 dedos aaaa e aí o 5 aaay o que você tá fazendo aaaa eu falei posso gozar dentro? mmmsim ele disse, dei um tapa na bunda dele e perguntei de novo posso te encher de porra? sim sim vai fundo
meu pau já vermelho com a pele puxada pra fora, enfiei até o fundo mmmm aaaa a gente gemia plaf plaf plaf eu já não aguentava, minhas bolas balançando batiam no pau e nas bolas dele, me agarrei na bunda dele e com força até o fundo, pra esquerda, enchi o rabo dele de porra mmmmm aaaaa aaa como é gostoso sentir a porra quentinha mmmm eu já com o pau meio mole ainda dentro do rabo dele e continuava me mexendo mmmm já terminou? ele perguntou, carlos.. sim respondi mas eu ainda me mexia com o pau meio duro naquele rabo tão lubrificado e quente que continuava sentindo prazer e eu seguia metendo vai vai continua então eu continuei, sentia como se tivesse gozando de novo mmmm até que tirei, tava marrom e vermelho e o cheiro de merda e lubrificante tava forte demais, ele me deu uma toalha pra tomar banho, vi que ele ia tirar a porra do rabo e depois se masturbar enquanto eu tomava banho pensava em ordenhar ele mas eu já tava cansado, pensava em ir embora toda vez que acabava mas não podia ir sem meu pagamento, terminei de tomar banho, me sequei, ele perguntou se tava tudo bem e eu falei que sim, sentamos, ele já tinha me contado que já tinha feito coisas com muitos caras da minha idade e uns mais velhos, que alguns não usavam camisinha e que se eu não quisesse usar era minha decisão e que na próxima a gente usava, coisa que vou usar se ver ele de novo.
ele me deu um beijo e perguntou quanto ia custar a porra, eu não respondia, fala logo ele disse, vai me dar um infarto porque eu não respondia, bom, me dá mil ok ele disse, me pagou, contei, me beijou, terminei de me vestir e pedi uma lata de cerveja que ele tinha em A geladeira dele, né. Ele me disse que já era 1:30, não tinha ônibus. Pedi pra ele me deixar numa rua perto de casa, mas ele disse que não, que queria me deixar na porta. Falei que não dava pra chegar de táxi em casa, porque saí de casa sem grana, não podia voltar de táxi. Ele me deixou na Venezuela, umas 20 quadras da minha casa, num ponto de ônibus onde tinha dois caras. Ele parou, a gente se beijou e ele foi embora. Enquanto eu esperava o ônibus, os dois caras ficaram me olhando com uma cara estranha, não como se quisessem me comer, mas como se soubessem o que eu tinha feito com o motorista daquele carro. Óbvio que isso aconteceu, o que eles devem ter pensado: "hm, esse moleque sai de um carro estranho e beija um cara, desce no Caminho de Cintura, uma rua onde tem mais de três albergues nessas quadras". Até que o busão chegou, paguei minha passagem, sentei no fundo. Duas quadras antes de chegar, desci, peguei a latinha de cerveja que o Carlos me deu, cheguei em casa com cheiro de cerveja pra fazer eles acreditarem que eu fui beber e não dar. Essa foi a última vez que vi ele. Um dia eu queria fazer, mas ele não podia por causa do coração dele. Agora mando zap pra ele e ele não responde. Quero sexo e quero que me paguem. Alguém manda mensagem privada, manda foto, zap, face. Se a gente for perto e você tiver lugar, a gente faz. Muito obrigado por ler, votar e comentar. Um desses dias eu posto mais fotos minhas.
1 comentários - A terceira e última... por enquanto