Tinha que retirar uma encomenda numa transportadora que trabalha pra gente, então fui cedo, cheguei e me atenderam rápido. A secretária me pediu se eu podia descer pra buscar a encomenda, já que naquele dia tavam com pouco pessoal. Falei que não tinha problema, então peguei o elevador e desci pro segundo subsolo. Me anunciei e quem abriu a porta foi o Luis, o cara que tava no comando do depósito naquele dia.
O Luis trabalha nessa empresa há mais de três anos, é alto, magro, moreno, cabelo curto, barbeado, bem peludo, tatuado nos braços e meio malandro. Sempre ouvia ele falar das aventuras dele, que se reuniam pra jogar futebol, comiam churrasco, tomavam cerveja e sempre acabavam comendo umas gostosas. Sempre comendo, pelo que ele dizia, morava sozinho, devia ter uns 28 ou 29 anos. É um cara comum, mas me dava um tesão danado, me atraía aquele rabo e as pernas dele. Sempre via ele com a roupa de trabalho, que marcava tudo muito bem.
Ele abriu a porta e me cumprimentou como sempre. "Entra", ele disse, "a Naty te mandou?" "Sim", respondi. "Ah, se eu soubesse, subia e te entregava eu, que burra..."
"Bom, qual o problema, desci eu, não é tão grave", falei.
"É, com certeza era pra você não se incomodar", ele disse, fechou a porta, "vem que eu te mostro o pacote", e começou a andar na minha frente. Eu craquei o olhar na bunda dele, linda e redondinha...
"Tá sozinho?" perguntei. Ele virou a cabeça e disse que sim, "por que você pergunta?" enquanto a gente caminhava entre prateleiras cheias de pacotes e caixas. Finalmente chegamos. "Por nada", respondi.
"É, aqui trabalhamos dois, hoje meu colega foi pra um curso, amanhã é a minha vez", ele disse, "mas mesmo assim tem pouco serviço, combinamos de entregar o mínimo possível, já que tamos sozinhos", completou.
"Ha! E eu justo vim encher o teu saco, não é teu dia", falei.
"Não, sem problemas, tenho que trabalhar mesmo", ele disse enquanto se esticava pra pegar algo lá em cima. A barriga dele ficou de fora, era peluda, ele arqueou as costas pra trás e marcou o volume. Eu não tirei o olho. Ele pegou uma caixa e me deu. Eu, ao pegar, sem querer toquei na barriga dele. Senti dura, muito dura, não disse nada, e eu fiquei com tesão, tava começando a subir a pica, aquela situação me excitava. Ele foi pra outro setor e eu atrás, pegou um envelope e me deu. "É só isso?" perguntei. "Não, falta outro pacote, espera, quero ver onde tá", e começou a procurar. Revirou vários lugares e não achava. "Luisito, acho que tá tudo aqui", falei. "Deixa ver?" ele disse e pegou a guia. "Ah sim! Tá tudo", exclamou. Eu sorri e falei sem perder tempo: "Haha, não sei que pacote você queria me dar!" Enquanto isso, olhava pro volume dele, que agora parecia bem maior que de costume. Não disfarcei nada que tava olhando, ele percebeu na hora e não se intimidou. "Acho que falta esse pacote aqui, não?", e olhou pra própria virilha. "Se quiser pegar, pode", ele disse. Sem perder tempo, passei a mão por cima da calça. "Olha que eu sou ativo", ele avisou. Enquanto eu desafivelava a calça dele, baixei e ele puxou a cueca. Ele é bem peludo e tem uma pica pequena, com a cabeça rosadinha. Peguei nela com cuidado, ele pediu pra eu chupar. Me abaixei e chupei um pouco, não tínhamos muito tempo. Ele pediu pra eu bater uma pra ele. Baixei minha calça e com uma mão batia uma pra mim e com a outra pra ele, até que de repente, sem eu pedir, ele pegou na minha e bateu forte. Senti a mão áspera e dura dele. Eu me virava pra olhar a bunda dele, branquinha, redonda e peluda. Fiz menção de ficar atrás dele e chupar, mas ele não quis. "Vou gozar, cuidado com a roupa", ele avisou, e um jato de porra grossa saiu da pica dele. Ele soltou a minha, então terminei sozinho. Não demorei a gozar também e soltei uma boa porrada. Me limpei, ele também. Peguei minhas encomendas e fui pra porta. Ele me acompanhou e, antes de eu sair, pediu pra isso ficar entre nós. "Fica tranquilo", falei, passei a mão nele e entrei no elevador. Cheguei no térreo, passei na frente da Naty, que me olhou e perguntou: "Tudo bem?" "Sim, Na, tudo ok." "Bom, na próxima que você vier, já vão estar todos os meninos, e você não vai precisar se incomodar de descer!" "Sem problemas, não me incomoda", falei. Me despedi e fui embora pensando: "Que me vai... incomodar!!!, mas se o Luisito estiver sozinho!
No final, parecia uma coisa e acabou sendo outra, tão machão e mesmo assim me fez uma bela punheta!!!!
Por isso tirei uma conclusão linda.!nem tudo que parece é!
Até a próxima
O Luis trabalha nessa empresa há mais de três anos, é alto, magro, moreno, cabelo curto, barbeado, bem peludo, tatuado nos braços e meio malandro. Sempre ouvia ele falar das aventuras dele, que se reuniam pra jogar futebol, comiam churrasco, tomavam cerveja e sempre acabavam comendo umas gostosas. Sempre comendo, pelo que ele dizia, morava sozinho, devia ter uns 28 ou 29 anos. É um cara comum, mas me dava um tesão danado, me atraía aquele rabo e as pernas dele. Sempre via ele com a roupa de trabalho, que marcava tudo muito bem.
Ele abriu a porta e me cumprimentou como sempre. "Entra", ele disse, "a Naty te mandou?" "Sim", respondi. "Ah, se eu soubesse, subia e te entregava eu, que burra..."
"Bom, qual o problema, desci eu, não é tão grave", falei.
"É, com certeza era pra você não se incomodar", ele disse, fechou a porta, "vem que eu te mostro o pacote", e começou a andar na minha frente. Eu craquei o olhar na bunda dele, linda e redondinha...
"Tá sozinho?" perguntei. Ele virou a cabeça e disse que sim, "por que você pergunta?" enquanto a gente caminhava entre prateleiras cheias de pacotes e caixas. Finalmente chegamos. "Por nada", respondi.
"É, aqui trabalhamos dois, hoje meu colega foi pra um curso, amanhã é a minha vez", ele disse, "mas mesmo assim tem pouco serviço, combinamos de entregar o mínimo possível, já que tamos sozinhos", completou.
"Ha! E eu justo vim encher o teu saco, não é teu dia", falei.
"Não, sem problemas, tenho que trabalhar mesmo", ele disse enquanto se esticava pra pegar algo lá em cima. A barriga dele ficou de fora, era peluda, ele arqueou as costas pra trás e marcou o volume. Eu não tirei o olho. Ele pegou uma caixa e me deu. Eu, ao pegar, sem querer toquei na barriga dele. Senti dura, muito dura, não disse nada, e eu fiquei com tesão, tava começando a subir a pica, aquela situação me excitava. Ele foi pra outro setor e eu atrás, pegou um envelope e me deu. "É só isso?" perguntei. "Não, falta outro pacote, espera, quero ver onde tá", e começou a procurar. Revirou vários lugares e não achava. "Luisito, acho que tá tudo aqui", falei. "Deixa ver?" ele disse e pegou a guia. "Ah sim! Tá tudo", exclamou. Eu sorri e falei sem perder tempo: "Haha, não sei que pacote você queria me dar!" Enquanto isso, olhava pro volume dele, que agora parecia bem maior que de costume. Não disfarcei nada que tava olhando, ele percebeu na hora e não se intimidou. "Acho que falta esse pacote aqui, não?", e olhou pra própria virilha. "Se quiser pegar, pode", ele disse. Sem perder tempo, passei a mão por cima da calça. "Olha que eu sou ativo", ele avisou. Enquanto eu desafivelava a calça dele, baixei e ele puxou a cueca. Ele é bem peludo e tem uma pica pequena, com a cabeça rosadinha. Peguei nela com cuidado, ele pediu pra eu chupar. Me abaixei e chupei um pouco, não tínhamos muito tempo. Ele pediu pra eu bater uma pra ele. Baixei minha calça e com uma mão batia uma pra mim e com a outra pra ele, até que de repente, sem eu pedir, ele pegou na minha e bateu forte. Senti a mão áspera e dura dele. Eu me virava pra olhar a bunda dele, branquinha, redonda e peluda. Fiz menção de ficar atrás dele e chupar, mas ele não quis. "Vou gozar, cuidado com a roupa", ele avisou, e um jato de porra grossa saiu da pica dele. Ele soltou a minha, então terminei sozinho. Não demorei a gozar também e soltei uma boa porrada. Me limpei, ele também. Peguei minhas encomendas e fui pra porta. Ele me acompanhou e, antes de eu sair, pediu pra isso ficar entre nós. "Fica tranquilo", falei, passei a mão nele e entrei no elevador. Cheguei no térreo, passei na frente da Naty, que me olhou e perguntou: "Tudo bem?" "Sim, Na, tudo ok." "Bom, na próxima que você vier, já vão estar todos os meninos, e você não vai precisar se incomodar de descer!" "Sem problemas, não me incomoda", falei. Me despedi e fui embora pensando: "Que me vai... incomodar!!!, mas se o Luisito estiver sozinho!
No final, parecia uma coisa e acabou sendo outra, tão machão e mesmo assim me fez uma bela punheta!!!!
Por isso tirei uma conclusão linda.!nem tudo que parece é!
Até a próxima
5 comentários - Una bien pero bien rapida.
Muy buena historia !!
Gracias por compartir 👍
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos...