Olá, meu nome é Jorge e quero contar a experiência que tive há alguns anos. Hoje tenho 25 anos, e o encontro que vou relatar aconteceu há cerca de 6 anos.
Naquela época, eu estava pensando na possibilidade de ser gay, porque comecei a ver pornô gay, me masturbar pensando em homens e entrar em chats. Foi aí que conheci o Bernardo. Um homem profissional, maduro e divorciado. Começamos a conversar pelo chat e, depois de um tempo, decidimos trocar números. Descobrimos que morávamos em bairros vizinhos; na época, eu morava na zona norte da Cidade do México. Depois de pensar muito, aceitei a possibilidade de nos vermos, já que eu ainda não tinha certeza se queria, mas sentia muita curiosidade, e só de pensar em ficar com um homem já me dava um tesão danado.
Então, depois de tomar um banho onde lutei contra meus pensamentos, por causa da ideia de que era gay e que isso não era certo, me vesti e só conseguia notar a ereção que tinha entre as pernas — já queria ver o Bernardo. Por volta das 6 da tarde, ele passou para me pegar a algumas quadras da minha casa no carro dele. Quando ele apareceu, eu não conseguia disfarçar a ereção no meu corpo; só consegui esconder com a mochila que estava carregando. Já no carro dele, conversamos um pouco antes de começar a viagem para a casa dele. O caminho até lá foi meio desconfortável, porque eu não sabia como interagir com ele, mas ele se comportou muito bem e, depois de um tempo, me deixou bem à vontade. Ele me contou que era divorciado e que tinha dois filhos, que já eram adultos, e que morava sozinho, com eles o visitando alguns dias por semana.
Quando chegamos na casa dele, nos acomodamos na sala. Depois de uma conversa rápida e uma cerveja, ele me perguntou se eu tinha certeza de que queria fazer aquilo, e eu respondi na hora que sim. Nesse momento, subimos para o quarto dele, onde começamos a nos beijar e a nos despir devagar. O corpo dele era robusto, sem ser obeso, com pele clara, sem pelos e com cabelos grisalhos, que indicavam que ele estava... Por volta dos 60 anos. Depois de um belo amasso cheio de beijos, carícias e punheta mútua, a gente se deitou na cama dele, completamente pelados, e eu notei que o pau dele não era muito grande, mas naquele momento não liguei, porque até aquele dia eu era totalmente ativo (minha experiência como passivo eu conto em outro relato 😉). Pelados e muito tesudos, eu fiquei de pé enquanto ele se ajoelhava pra deixar meu pau na altura do rosto dele. Ele começou a beijar e chupar de um jeito que eu não podia acreditar, não tava dando crédito no que eu tava sentindo — outro homem tava mamando minha rola... e eu tava gostando. Depois de uma boa sessão de boquete da parte dele, ele comentou que tinha passado a tarde inteira se dedando o cu, então se sentia pronto pra ser penetrado. Já com a camisinha colocada e lubrificada, peguei o Bernardo pelas costas e joguei ele na cama, coloquei ele de quatro, fiquei atrás dele e fui enfiando meu pau devagar, mas sem parar, até minhas bolas baterem na bunda dele. Nessa hora, me senti tão tesudo que todas as dúvidas sobre minha sexualidade sumiram. Nada importava naquele momento, eu só queria aproveitar minha sexualidade e finalmente tava realizando isso — tava comendo outro homem, finalmente consegui. Já mais à vontade com meu pau dentro dele, começamos a transar de um jeito espetacular. Eu não tinha experiência, mas meu corpo reagia perfeitamente. A gente foi de uma posição pra outra sem parar. Coloquei ele de quatro, com as pernas dele nos meus ombros, de pé, eu deitado e ele montando na minha rola. Eu não conseguia nem queria parar, o prazer que eu sentia era imenso e tomava meu corpo inteiro. Foi quando eu tava embaixo e ele sentado no meu pau que ele gozou, mas pediu pra eu não continuar. Depois de alguns minutos, a gente levantou e voltou pro começo: ele começou a chupar minha rola igual um louco, minha cabeça, minhas bolas, ele engolia meu pau inteiro. Foi aí que eu comecei a me masturbar pra gozar na boca dele, na cara dele, no peito dele. Meu pau explodiu, eu senti. que saíam jatos e mais jatos de porra sem parar, tive um orgasmo como nunca tinha sentido antes, meu corpo ficou fora de controle, sentia muito calor, muito prazer. O momento que tanto desejei em segredo por tanto tempo finalmente aconteceu, eu tinha gozado junto com outro homem, tinha comido um homem maduro e amei cada segundo.
Depois de nos recuperarmos, fomos tomar um banho juntos, onde conversamos sobre a possibilidade de nos vermos de novo. Quando terminamos, nos vestimos e ele me levou de volta ao ponto onde tinha me visto à tarde. Depois de nos despedirmos como uns cavalheiros, desci do carro dele e fui andando pra casa. Quando cheguei, me tranquei no quarto e comecei a relembrar tudo que tinha acontecido. Até agora não paro de pensar naquele encontro que tive com ele. Mesmo tendo tido outras experiências depois, nenhuma se compara ao que vivi com o Bernardo naquela tarde. Infelizmente, não nos vimos mais, mas ele está sempre na minha lembrança.
Espero viver mais encontros com homens maduros e poder contar pra vocês sobre eles.
Obrigado por lerem meu post.
Abraços,
Jorge
Naquela época, eu estava pensando na possibilidade de ser gay, porque comecei a ver pornô gay, me masturbar pensando em homens e entrar em chats. Foi aí que conheci o Bernardo. Um homem profissional, maduro e divorciado. Começamos a conversar pelo chat e, depois de um tempo, decidimos trocar números. Descobrimos que morávamos em bairros vizinhos; na época, eu morava na zona norte da Cidade do México. Depois de pensar muito, aceitei a possibilidade de nos vermos, já que eu ainda não tinha certeza se queria, mas sentia muita curiosidade, e só de pensar em ficar com um homem já me dava um tesão danado.
Então, depois de tomar um banho onde lutei contra meus pensamentos, por causa da ideia de que era gay e que isso não era certo, me vesti e só conseguia notar a ereção que tinha entre as pernas — já queria ver o Bernardo. Por volta das 6 da tarde, ele passou para me pegar a algumas quadras da minha casa no carro dele. Quando ele apareceu, eu não conseguia disfarçar a ereção no meu corpo; só consegui esconder com a mochila que estava carregando. Já no carro dele, conversamos um pouco antes de começar a viagem para a casa dele. O caminho até lá foi meio desconfortável, porque eu não sabia como interagir com ele, mas ele se comportou muito bem e, depois de um tempo, me deixou bem à vontade. Ele me contou que era divorciado e que tinha dois filhos, que já eram adultos, e que morava sozinho, com eles o visitando alguns dias por semana.
Quando chegamos na casa dele, nos acomodamos na sala. Depois de uma conversa rápida e uma cerveja, ele me perguntou se eu tinha certeza de que queria fazer aquilo, e eu respondi na hora que sim. Nesse momento, subimos para o quarto dele, onde começamos a nos beijar e a nos despir devagar. O corpo dele era robusto, sem ser obeso, com pele clara, sem pelos e com cabelos grisalhos, que indicavam que ele estava... Por volta dos 60 anos. Depois de um belo amasso cheio de beijos, carícias e punheta mútua, a gente se deitou na cama dele, completamente pelados, e eu notei que o pau dele não era muito grande, mas naquele momento não liguei, porque até aquele dia eu era totalmente ativo (minha experiência como passivo eu conto em outro relato 😉). Pelados e muito tesudos, eu fiquei de pé enquanto ele se ajoelhava pra deixar meu pau na altura do rosto dele. Ele começou a beijar e chupar de um jeito que eu não podia acreditar, não tava dando crédito no que eu tava sentindo — outro homem tava mamando minha rola... e eu tava gostando. Depois de uma boa sessão de boquete da parte dele, ele comentou que tinha passado a tarde inteira se dedando o cu, então se sentia pronto pra ser penetrado. Já com a camisinha colocada e lubrificada, peguei o Bernardo pelas costas e joguei ele na cama, coloquei ele de quatro, fiquei atrás dele e fui enfiando meu pau devagar, mas sem parar, até minhas bolas baterem na bunda dele. Nessa hora, me senti tão tesudo que todas as dúvidas sobre minha sexualidade sumiram. Nada importava naquele momento, eu só queria aproveitar minha sexualidade e finalmente tava realizando isso — tava comendo outro homem, finalmente consegui. Já mais à vontade com meu pau dentro dele, começamos a transar de um jeito espetacular. Eu não tinha experiência, mas meu corpo reagia perfeitamente. A gente foi de uma posição pra outra sem parar. Coloquei ele de quatro, com as pernas dele nos meus ombros, de pé, eu deitado e ele montando na minha rola. Eu não conseguia nem queria parar, o prazer que eu sentia era imenso e tomava meu corpo inteiro. Foi quando eu tava embaixo e ele sentado no meu pau que ele gozou, mas pediu pra eu não continuar. Depois de alguns minutos, a gente levantou e voltou pro começo: ele começou a chupar minha rola igual um louco, minha cabeça, minhas bolas, ele engolia meu pau inteiro. Foi aí que eu comecei a me masturbar pra gozar na boca dele, na cara dele, no peito dele. Meu pau explodiu, eu senti. que saíam jatos e mais jatos de porra sem parar, tive um orgasmo como nunca tinha sentido antes, meu corpo ficou fora de controle, sentia muito calor, muito prazer. O momento que tanto desejei em segredo por tanto tempo finalmente aconteceu, eu tinha gozado junto com outro homem, tinha comido um homem maduro e amei cada segundo.
Depois de nos recuperarmos, fomos tomar um banho juntos, onde conversamos sobre a possibilidade de nos vermos de novo. Quando terminamos, nos vestimos e ele me levou de volta ao ponto onde tinha me visto à tarde. Depois de nos despedirmos como uns cavalheiros, desci do carro dele e fui andando pra casa. Quando cheguei, me tranquei no quarto e comecei a relembrar tudo que tinha acontecido. Até agora não paro de pensar naquele encontro que tive com ele. Mesmo tendo tido outras experiências depois, nenhuma se compara ao que vivi com o Bernardo naquela tarde. Infelizmente, não nos vimos mais, mas ele está sempre na minha lembrança.
Espero viver mais encontros com homens maduros e poder contar pra vocês sobre eles.
Obrigado por lerem meu post.
Abraços,
Jorge
1 comentários - Eu com coroa passivo