A PERUCA DE FESTA
Tava na casa de uns amigos uma tarde e decidimos jogar cartas. Um fala: "Vamos jogar?". Outro responde: "Se for por grana, eu passo, não tenho. Joguem vocês." Aí um diz: "E se a gente jogar por uma prenda? Quem perder tem que fazer algo que os outros três mandarem." Beleza, todo mundo concordou.
Jogamos uns vinte minutos e, no final, quem fez menos pontos fui eu. Perdi.
"Beleza, beleza", um deles fala, me olhando pra ver o que podia rolar. Olha pros outros e pergunta: "Vocês tão pensando em algo?" "Eu sim", respondeu o dono da casa. Ele se aproxima do ouvido de um cara, sussurra alguma coisa, e eu vejo o cara sorrir. Depois fala no ouvido do outro, que comenta: "Acho boa ideia."
Então o dono da casa fala: "Espera um minuto que vou buscar." Depois de um minuto, vejo ele voltar com uma peruca rosa de festa na mão — daquelas de fantasia que usam em festa à fantasia, curtinha e bem rosa. Ele me olha e fala: "Você tem que colocar essa peruca e deixar ela a tarde inteira, até todo mundo ir embora." Fiquei olhando pra ele, e outro completa: "Vamos, foi o combinado: quem perde faz o que os outros três pedirem. Esse foi o trato." "Tá bom", falei. Peguei a peruca e coloquei. Um deles fala: "Espera, fica na frente desse espelho que vou arrumar pra você."
Quando ele ajudou a arrumar, começaram as brincadeiras: "Uau, que linda, ficou bem em você!", "Tá uma gostosa!", "Que delícia, gata!" Enquanto eles falavam, eu me olhava no espelho.
E a tarde passou. Continuamos jogando cartas, outros tiveram que fazer outras coisas, e eu fiquei com a peruca, me olhando de vez em quando no espelho — não sei por que, não conseguia evitar. Minha imagem com aquela peruca me atraía. Também notei, ou achei que notei, umas duas vezes o dono da casa me olhando. Num momento, falei que precisava ir ao banheiro. Quando saí, ele estava lá fora. Quando passei por ele... Do meu lado, ele fala: "Que linda que fica em você". Eu respondo: "Que bobo você é" e percebo como ele passa a mão na minha bunda quando vou me afastando, não falei nada.
Umas duas horas depois, um diz que tinha que ir embora e outro olhando o relógio também. Um fala: "Vou ao banheiro", outro: "Vou levar essas garrafas vazias pra cozinha". Ficaram na sala só o dono da casa e eu. Ele me pede pra ajudar a arrumar a mesa e as cadeiras. Quando estávamos nisso, ele passa a mão na minha bunda de novo, e eu novamente não falo nada, continuo com o que tava fazendo. Quando ouvimos passos de alguém se aproximando, só aí ele tira a mão da minha bunda.
Vendo que já estavam indo embora, eu falo: "Bom, já cumpri meu papel, hora de tirar essa coisa" e tiro a peruca. Nos despedimos, e o dono da casa me diz: "Espera, não vai não, quero que me ajude numa coisa". Quando os outros dois vão embora, olho pra ele e pergunto: "O que você quer?"
"O que eu quero é que você coloque a peruca de novo pra mim, pra eu te ver."
"Por quê?" pergunto.
"Porque gostei de como fica em você e notei que você também gostou. Vi como você se olhava. Agora que estamos sozinhos, pode colocar e se olhar bem no espelho sem ninguém saber."
Fiquei olhando pra ele.
"Vai", ele diz de novo, "quero te ver com a peruca de novo, é uma mudança impressionante."
Sem dizer nada, pego a peruca e coloco, e fico olhando pra ele.
"Espera, vou te ajudar", ele diz. "Vem, fica na frente desse espelho e se olha." Ele fica atrás de mim, ajeita a peruca e penteia um pouco. "Como fica bem em você", ele fala, e se aproxima mais, começando a encostar o pau na minha bunda. Percebo que tava bem duro e ereto. Não falo nada, deixo ele e continuo me olhando no espelho.
Ele, vendo que eu deixava ele encostar sem falar nada, diz: "Acho que descobri uma menininha, hein?"
"Como assim?" falo, "não entendi."
"Que descobri uma menininha. Porque percebo que você gosta de colocar a peruca." Não respondo.
"Vai, me fala. Você gosta, não gosta?" ele pergunta de novo. me pega pelas minhas caderas e me puxa mais forte, olha como eu fiquei, ele diz "você sente como meu pau tá duro?"
Ele fala de novo "quero que você diga", "o quê?" eu pergunto, "que você gosta de colocar a peruca", ele diz "vai, fala, quero que você diga", e eu não aguentei mais, falei porque tava excitado por dentro, não entendo o que tava acontecendo comigo, e eu falei "sim, eu gosto".
"Não, assim não, quero que você fale direito, diz 'eu gosto de colocar peruca'", e eu falei, obedeci, falei "sim, eu gosto de colocar a peruca".
"Ai que linda menininha", ele me diz, e quando eu ouvi isso, fiquei mais excitado ainda, "agora diz 'eu gosto de usar peruca e parecer uma menininha'", e eu falei "eu gosto de usar peruca e parecer uma menininha".
"Olha", ele diz, "vira de costas", eu virei e ele começou a baixar a calça e tirou o pau pra fora, era gordinho, não tão grande mas gordinho, ele pegou minha mão e colocou em cima do pau dele, perguntando "você gosta disso, menininha?", eu respondi "sim, eu gosto", "bom", ele diz, "então ajoelha", "o quê?" eu falei.
"Você é minha menininha e vai fazer o que eu mandar", ele diz "ajoelha", eu me ajoelhei na frente dele, o pau dele ficou a 10 centímetros do meu rosto.
Ele diz "agora minha menininha vai abrir a boca", eu abri a boca e ele começou a enfiar o pau, falando "chupa, chupa bem", ele tava falando isso e pede "diz que você é minha chupando", eu chupei, enfiei tudo na boca, subia e descia a cabeça engolindo ele, menininha, eu obedeci, parei de chupar o pau dele e falei "sou sua menininha", "bom, assim que eu gosto, continua", às vezes ele empurrava um pouco minha nuca, às vezes eu deixava e chupava só a cabeça, até que num momento ele diz "como você chupa bem, mais que menininha, você é uma boa putinha, quero que você diga que é uma putinha", como eu ficava excitado quando ele falava assim e eu falava "sou uma boa putinha", "bom, chupa putinha, chupa bem", e eu ficava mais excitado ainda quando ouvia ele falar.
"Agora para, vem, fica na frente do espelho de novo", ele diz, eu parei de chupar e fiquei na frente do espelho, ele pede pra eu colocar minhas Mãos na mesa, deixando minhas costas um pouco arqueadas e oferecendo minha bunda pra ele. "Fica assim", ele diz, "já volto". Fiquei naquela posição. Depois de meio minuto, percebo que ele volta com um preservativo, rasgando a embalagem e começando a colocar. Ele se posiciona atrás de mim, solta meu cinto, abaixa minha calça e cueca, acariciando minha bunda e dizendo: "Que bundinha redondinha e linda você tem".
Sinto ele separar minhas nádegas com uma mão e sinto o pau dele na entrada do meu cu. Ele começa a empurrar, devagar, entrando aos poucos. Ele enfia tudo até ficarmos bem colados. "Viu?", ele diz. "Agora sim, você é uma menininha de peruca, bem comida como uma garota". Eu tava super excitado, gemendo baixinho. Ele pergunta: "O que foi? Tá doendo?" "Não", eu digo, "é uma sensação estranha". Meu pau tá endurecendo e começando a escorrer. "Deixa eu ver", ele fala, se inclinando pra olhar. "É verdade, tá escorrendo. Você tá toda excitada. Mais que uma menininha, você é uma putinha gostosa. Tá gostando, então?"
"Sim", eu respondo, "tô gostando sim". Ele pergunta: "Você gosta de ser comida, puta?" "Sim", eu digo. "Não, responde direito", ele insiste. "Sou uma puta e gosto que você me coma". Ouvindo isso, fiquei ainda mais excitado e repeti: "Sou uma puta e gosto que você me coma".
"Nossa, mas que putinha linda eu arrumei", ele diz. E aí começou a tirar um pouco o pau do meu cu e enfiar de novo, bombeando devagar. Eu sentia meu pau escorrendo e tava adorando tudo aquilo. "Beleza, agora me esquenta de vez", ele fala. "Diz pra mim o que você é." "Sou sua puta", eu respondi. "Isso, isso", ele diz, e começa a acelerar o ritmo. "Continua, puta, falando isso, vai." Eu continuei repetindo: "Sou sua puta, sou sua puta", até ouvi-lo gemer, enfiar bem fundo e gozar.
Ele tira o pau de dentro de mim e diz que vai no banheiro se lavar. Eu me visto, subo a calça e tiro a peruca. Quando ele volta do banheiro, falo que preciso ir. Nos despedimos.
Ele continuou me ligando, e às vezes eu ia na casa dele. Ele até comprou mais duas perucas pra mim: uma de cabelo longo e outra curta, morena.
Tava na casa de uns amigos uma tarde e decidimos jogar cartas. Um fala: "Vamos jogar?". Outro responde: "Se for por grana, eu passo, não tenho. Joguem vocês." Aí um diz: "E se a gente jogar por uma prenda? Quem perder tem que fazer algo que os outros três mandarem." Beleza, todo mundo concordou.
Jogamos uns vinte minutos e, no final, quem fez menos pontos fui eu. Perdi.
"Beleza, beleza", um deles fala, me olhando pra ver o que podia rolar. Olha pros outros e pergunta: "Vocês tão pensando em algo?" "Eu sim", respondeu o dono da casa. Ele se aproxima do ouvido de um cara, sussurra alguma coisa, e eu vejo o cara sorrir. Depois fala no ouvido do outro, que comenta: "Acho boa ideia."
Então o dono da casa fala: "Espera um minuto que vou buscar." Depois de um minuto, vejo ele voltar com uma peruca rosa de festa na mão — daquelas de fantasia que usam em festa à fantasia, curtinha e bem rosa. Ele me olha e fala: "Você tem que colocar essa peruca e deixar ela a tarde inteira, até todo mundo ir embora." Fiquei olhando pra ele, e outro completa: "Vamos, foi o combinado: quem perde faz o que os outros três pedirem. Esse foi o trato." "Tá bom", falei. Peguei a peruca e coloquei. Um deles fala: "Espera, fica na frente desse espelho que vou arrumar pra você."
Quando ele ajudou a arrumar, começaram as brincadeiras: "Uau, que linda, ficou bem em você!", "Tá uma gostosa!", "Que delícia, gata!" Enquanto eles falavam, eu me olhava no espelho.
E a tarde passou. Continuamos jogando cartas, outros tiveram que fazer outras coisas, e eu fiquei com a peruca, me olhando de vez em quando no espelho — não sei por que, não conseguia evitar. Minha imagem com aquela peruca me atraía. Também notei, ou achei que notei, umas duas vezes o dono da casa me olhando. Num momento, falei que precisava ir ao banheiro. Quando saí, ele estava lá fora. Quando passei por ele... Do meu lado, ele fala: "Que linda que fica em você". Eu respondo: "Que bobo você é" e percebo como ele passa a mão na minha bunda quando vou me afastando, não falei nada.
Umas duas horas depois, um diz que tinha que ir embora e outro olhando o relógio também. Um fala: "Vou ao banheiro", outro: "Vou levar essas garrafas vazias pra cozinha". Ficaram na sala só o dono da casa e eu. Ele me pede pra ajudar a arrumar a mesa e as cadeiras. Quando estávamos nisso, ele passa a mão na minha bunda de novo, e eu novamente não falo nada, continuo com o que tava fazendo. Quando ouvimos passos de alguém se aproximando, só aí ele tira a mão da minha bunda.
Vendo que já estavam indo embora, eu falo: "Bom, já cumpri meu papel, hora de tirar essa coisa" e tiro a peruca. Nos despedimos, e o dono da casa me diz: "Espera, não vai não, quero que me ajude numa coisa". Quando os outros dois vão embora, olho pra ele e pergunto: "O que você quer?"
"O que eu quero é que você coloque a peruca de novo pra mim, pra eu te ver."
"Por quê?" pergunto.
"Porque gostei de como fica em você e notei que você também gostou. Vi como você se olhava. Agora que estamos sozinhos, pode colocar e se olhar bem no espelho sem ninguém saber."
Fiquei olhando pra ele.
"Vai", ele diz de novo, "quero te ver com a peruca de novo, é uma mudança impressionante."
Sem dizer nada, pego a peruca e coloco, e fico olhando pra ele.
"Espera, vou te ajudar", ele diz. "Vem, fica na frente desse espelho e se olha." Ele fica atrás de mim, ajeita a peruca e penteia um pouco. "Como fica bem em você", ele fala, e se aproxima mais, começando a encostar o pau na minha bunda. Percebo que tava bem duro e ereto. Não falo nada, deixo ele e continuo me olhando no espelho.
Ele, vendo que eu deixava ele encostar sem falar nada, diz: "Acho que descobri uma menininha, hein?"
"Como assim?" falo, "não entendi."
"Que descobri uma menininha. Porque percebo que você gosta de colocar a peruca." Não respondo.
"Vai, me fala. Você gosta, não gosta?" ele pergunta de novo. me pega pelas minhas caderas e me puxa mais forte, olha como eu fiquei, ele diz "você sente como meu pau tá duro?"
Ele fala de novo "quero que você diga", "o quê?" eu pergunto, "que você gosta de colocar a peruca", ele diz "vai, fala, quero que você diga", e eu não aguentei mais, falei porque tava excitado por dentro, não entendo o que tava acontecendo comigo, e eu falei "sim, eu gosto".
"Não, assim não, quero que você fale direito, diz 'eu gosto de colocar peruca'", e eu falei, obedeci, falei "sim, eu gosto de colocar a peruca".
"Ai que linda menininha", ele me diz, e quando eu ouvi isso, fiquei mais excitado ainda, "agora diz 'eu gosto de usar peruca e parecer uma menininha'", e eu falei "eu gosto de usar peruca e parecer uma menininha".
"Olha", ele diz, "vira de costas", eu virei e ele começou a baixar a calça e tirou o pau pra fora, era gordinho, não tão grande mas gordinho, ele pegou minha mão e colocou em cima do pau dele, perguntando "você gosta disso, menininha?", eu respondi "sim, eu gosto", "bom", ele diz, "então ajoelha", "o quê?" eu falei.
"Você é minha menininha e vai fazer o que eu mandar", ele diz "ajoelha", eu me ajoelhei na frente dele, o pau dele ficou a 10 centímetros do meu rosto.
Ele diz "agora minha menininha vai abrir a boca", eu abri a boca e ele começou a enfiar o pau, falando "chupa, chupa bem", ele tava falando isso e pede "diz que você é minha chupando", eu chupei, enfiei tudo na boca, subia e descia a cabeça engolindo ele, menininha, eu obedeci, parei de chupar o pau dele e falei "sou sua menininha", "bom, assim que eu gosto, continua", às vezes ele empurrava um pouco minha nuca, às vezes eu deixava e chupava só a cabeça, até que num momento ele diz "como você chupa bem, mais que menininha, você é uma boa putinha, quero que você diga que é uma putinha", como eu ficava excitado quando ele falava assim e eu falava "sou uma boa putinha", "bom, chupa putinha, chupa bem", e eu ficava mais excitado ainda quando ouvia ele falar.
"Agora para, vem, fica na frente do espelho de novo", ele diz, eu parei de chupar e fiquei na frente do espelho, ele pede pra eu colocar minhas Mãos na mesa, deixando minhas costas um pouco arqueadas e oferecendo minha bunda pra ele. "Fica assim", ele diz, "já volto". Fiquei naquela posição. Depois de meio minuto, percebo que ele volta com um preservativo, rasgando a embalagem e começando a colocar. Ele se posiciona atrás de mim, solta meu cinto, abaixa minha calça e cueca, acariciando minha bunda e dizendo: "Que bundinha redondinha e linda você tem".
Sinto ele separar minhas nádegas com uma mão e sinto o pau dele na entrada do meu cu. Ele começa a empurrar, devagar, entrando aos poucos. Ele enfia tudo até ficarmos bem colados. "Viu?", ele diz. "Agora sim, você é uma menininha de peruca, bem comida como uma garota". Eu tava super excitado, gemendo baixinho. Ele pergunta: "O que foi? Tá doendo?" "Não", eu digo, "é uma sensação estranha". Meu pau tá endurecendo e começando a escorrer. "Deixa eu ver", ele fala, se inclinando pra olhar. "É verdade, tá escorrendo. Você tá toda excitada. Mais que uma menininha, você é uma putinha gostosa. Tá gostando, então?"
"Sim", eu respondo, "tô gostando sim". Ele pergunta: "Você gosta de ser comida, puta?" "Sim", eu digo. "Não, responde direito", ele insiste. "Sou uma puta e gosto que você me coma". Ouvindo isso, fiquei ainda mais excitado e repeti: "Sou uma puta e gosto que você me coma".
"Nossa, mas que putinha linda eu arrumei", ele diz. E aí começou a tirar um pouco o pau do meu cu e enfiar de novo, bombeando devagar. Eu sentia meu pau escorrendo e tava adorando tudo aquilo. "Beleza, agora me esquenta de vez", ele fala. "Diz pra mim o que você é." "Sou sua puta", eu respondi. "Isso, isso", ele diz, e começa a acelerar o ritmo. "Continua, puta, falando isso, vai." Eu continuei repetindo: "Sou sua puta, sou sua puta", até ouvi-lo gemer, enfiar bem fundo e gozar.
Ele tira o pau de dentro de mim e diz que vai no banheiro se lavar. Eu me visto, subo a calça e tiro a peruca. Quando ele volta do banheiro, falo que preciso ir. Nos despedimos.
Ele continuou me ligando, e às vezes eu ia na casa dele. Ele até comprou mais duas perucas pra mim: uma de cabelo longo e outra curta, morena.
2 comentários - La peluca de cotillon