E aí, como vocês estão? Bom, essa é minha segunda história! A primeira parece que agradou um pouco, então resolvi continuar escrevendo. Sem muita enrolação, vamos começar...
Bom, isso aconteceu há algumas semanas. Como comentei na primeira história, eu adoro homens maduros, gordinhos e bem másculos. Tava morrendo de vontade de satisfazer um, então criei um tópico em algumas comunidades gays desse site, me descrevendo fisicamente e também o que eu procurava.
Passaram uns dias e recebi uma mensagem privada de um homem de 50 anos. Ele disse que trabalhava num local perto do escritório onde eu trabalho e não muito longe de onde eu moro. Tinha recebido umas outras mensagens, mas resolvi marcar algo rápido com ele, já que era perto e eu tava morrendo de tesão pra engolir um pouco de porra. A gente ficou uns dias trocando ideia pra se conhecer melhor, principalmente por causa dos meus horários. Trocamos números de celular e falamos pelo WhatsApp, onde ele me mandou fotos da rola dele. Parecia uma delícia, bem cabeçuda, branca e gordinha, uns 18 cm de comprimento.
Uma tarde, voltando do trampo pra casa, mandei mensagem pra ele dizendo o quanto eu tava louco pra provar a rola dele e que tinha tesão em brincar de papai e bebê petero. Ele adorou a proposta e disse que em uma hora saía do trabalho e passava na minha casa. Falei pra ele tocar a campainha uma vez que eu descia pra abrir. Quando chegou a hora, ele me mandou uma mensagem: "Já tô bem pertinho, bebê". Daí a pouco ouvi a campainha e desci rápido. Eu tava de bermuda, camiseta branca e sem cueca. Cheguei na porta e vi ele: era um homem grandão, de pele branca, media mais ou menos 1,80, não muito gordo, mas bem fortinho e com cara de macho pra caralho. Vestia uma jeans desgastada e uma camisa polo azul clara. Cumprimentei ele com um beijo no rosto e convidei pra entrar.
- ELE: "O que você quer fazer?"
- EU: "Vem, vamos pro quarto, fica à vontade" — eu tava feito uma puta no cio, guiando ele até minha cama — "Senta aí, papai, que vamos brincar."
- ELE: "É, bebê? E a gente vai brincar de quê?"
- EU: "Você me espera vendo a televisão. e se acomoda que já volto, pussy"
Fui no banheiro e tirei a bermuda, fiquei só com a camiseta. Gosto de usar camisetas bem compridas, então parecia uma camisola e dava pra ver o começo das minhas nádegas redondas. Saí do banheiro e ele estava sentado sem os tênis vendo TV. Apaguei a luz, fui devagarinho sentar no colo dele e o jogo começou.
- EU: "Oi, papai!! O que você tá vendo na TV?!"
- ELE: "Oi, bebê.. papai tá cansado, quer ver desenhos comigo?"
- EU: "Fechou, papai!" — enquanto abraçava ele, me mexia devagar no volume dele — "Mas eu queria ver um filme de terror, papai."
- ELE: "De terror? Mas se você tem medo!" — começou a acariciar devagar minha bunda, tinha uma mão enorme.
- EU: "Sim, mas agora você tá aqui e cuida de mim" — fiz voz de putinha safada e fiz biquinho.
- ELE: "Tá bom, só que papai tá cansadinho depois de tanto trampar, então vou ficar confortável, bebê."
- EU: "Sim, papai, te ajudo a tirar a roupa" — tirei a camisa dele e ele baixou a calça, ficando de cueca, tinha um cheirão de pica que eu amava — "Vamos deitar pra ficar mais confortável, papai, e você me abraça pra eu não ter medo" — me deitei pra ele fazer colherinha e senti o volume quente dele no meio da minha bunda, enquanto ele me abraçava com um braço.
- EU: "Mmmm, papai, sinto uma coisa dura aqui embaixo!" — e rebolava devagar a bunda roçando no volume dele, que já tava ficando durinho.
- ELE: "Esse é o brinquedo do papai!" — me deixava louca como ele entrava na brincadeira, dava pra ver que ele tava morrendo de tesão.
- EU: "É? Eu gosto de brinquedos! Quero brincar! Como se brinca?"
- ELE: "Bom, primeiro tem que acordar ele com uns carinhos e ele também gosta de beijos."
- EU: "Posso ver ele pra brincar melhor?" — ele tirou a cueca e mostrou uma pica branca e gorda com prepúcio, eu tava pirando de tesão com o cheiro de macho que aquela pica tinha — "Mmmm, que brinquedo lindo, papai" — comecei a bater uma devagar e puxava o prepúcio bem pra cima pra enfiar a ponta da língua até tocar a cabeça.
- ELE: "mmmmm bebê, que bem você brinca!"
Começou a crescer na minha mão até ficar bem dura e, no lugar do prepúcio, agora tinha a cabeça bem inchada à minha disposição. Passei a língua por todo o tronco até as bolas enquanto continuava batendo uma pra ele, beijava a cabeça e lambia o líquido pré-seminal que ia saindo. Fiquei um bom tempo assim, curtindo o pau dele.
- EU: "mmmmm, putaria, e esse jogo, como se ganha?"
- ELE: "mmmmm, quando você ganha, o brinquedo do papai solta porra e você tem que tomar tudo porque adora leite, não é, bebê?"
- EU: "Sim, papai, adoro leitinho!"
Comecei a chupar bem rápido e até o fundo até ele gozar e gritar bem alto de tesão.
- ELE: "mmm que delícia, bebê, toma tudo, vai! agghh aghhhh!"
Sem parar de chupar nem um instante, começou a sair muita porra, que fui engolindo enquanto continuava mamando. Segui por mais alguns minutos, limpando o pau inteiro com minha língua e apertando o tronco bem forte para tirar até a última gota.
Conversamos um pouco enquanto nos vestíamos de novo, e ele disse que precisava ir rápido para um encontro com os amigos, mas que adorou e que da próxima vez seria na casa dele. Ofereci algo para beber e depois o acompanhei até a porta para nos despedirmos.
Espero que tenham curtido o relato! Aguardo seus comentários e críticas para melhorar meus posts! BEIJOS!!!
Bom, isso aconteceu há algumas semanas. Como comentei na primeira história, eu adoro homens maduros, gordinhos e bem másculos. Tava morrendo de vontade de satisfazer um, então criei um tópico em algumas comunidades gays desse site, me descrevendo fisicamente e também o que eu procurava.
Passaram uns dias e recebi uma mensagem privada de um homem de 50 anos. Ele disse que trabalhava num local perto do escritório onde eu trabalho e não muito longe de onde eu moro. Tinha recebido umas outras mensagens, mas resolvi marcar algo rápido com ele, já que era perto e eu tava morrendo de tesão pra engolir um pouco de porra. A gente ficou uns dias trocando ideia pra se conhecer melhor, principalmente por causa dos meus horários. Trocamos números de celular e falamos pelo WhatsApp, onde ele me mandou fotos da rola dele. Parecia uma delícia, bem cabeçuda, branca e gordinha, uns 18 cm de comprimento.
Uma tarde, voltando do trampo pra casa, mandei mensagem pra ele dizendo o quanto eu tava louco pra provar a rola dele e que tinha tesão em brincar de papai e bebê petero. Ele adorou a proposta e disse que em uma hora saía do trabalho e passava na minha casa. Falei pra ele tocar a campainha uma vez que eu descia pra abrir. Quando chegou a hora, ele me mandou uma mensagem: "Já tô bem pertinho, bebê". Daí a pouco ouvi a campainha e desci rápido. Eu tava de bermuda, camiseta branca e sem cueca. Cheguei na porta e vi ele: era um homem grandão, de pele branca, media mais ou menos 1,80, não muito gordo, mas bem fortinho e com cara de macho pra caralho. Vestia uma jeans desgastada e uma camisa polo azul clara. Cumprimentei ele com um beijo no rosto e convidei pra entrar.
- ELE: "O que você quer fazer?"
- EU: "Vem, vamos pro quarto, fica à vontade" — eu tava feito uma puta no cio, guiando ele até minha cama — "Senta aí, papai, que vamos brincar."
- ELE: "É, bebê? E a gente vai brincar de quê?"
- EU: "Você me espera vendo a televisão. e se acomoda que já volto, pussy"
Fui no banheiro e tirei a bermuda, fiquei só com a camiseta. Gosto de usar camisetas bem compridas, então parecia uma camisola e dava pra ver o começo das minhas nádegas redondas. Saí do banheiro e ele estava sentado sem os tênis vendo TV. Apaguei a luz, fui devagarinho sentar no colo dele e o jogo começou.
- EU: "Oi, papai!! O que você tá vendo na TV?!"
- ELE: "Oi, bebê.. papai tá cansado, quer ver desenhos comigo?"
- EU: "Fechou, papai!" — enquanto abraçava ele, me mexia devagar no volume dele — "Mas eu queria ver um filme de terror, papai."
- ELE: "De terror? Mas se você tem medo!" — começou a acariciar devagar minha bunda, tinha uma mão enorme.
- EU: "Sim, mas agora você tá aqui e cuida de mim" — fiz voz de putinha safada e fiz biquinho.
- ELE: "Tá bom, só que papai tá cansadinho depois de tanto trampar, então vou ficar confortável, bebê."
- EU: "Sim, papai, te ajudo a tirar a roupa" — tirei a camisa dele e ele baixou a calça, ficando de cueca, tinha um cheirão de pica que eu amava — "Vamos deitar pra ficar mais confortável, papai, e você me abraça pra eu não ter medo" — me deitei pra ele fazer colherinha e senti o volume quente dele no meio da minha bunda, enquanto ele me abraçava com um braço.
- EU: "Mmmm, papai, sinto uma coisa dura aqui embaixo!" — e rebolava devagar a bunda roçando no volume dele, que já tava ficando durinho.
- ELE: "Esse é o brinquedo do papai!" — me deixava louca como ele entrava na brincadeira, dava pra ver que ele tava morrendo de tesão.
- EU: "É? Eu gosto de brinquedos! Quero brincar! Como se brinca?"
- ELE: "Bom, primeiro tem que acordar ele com uns carinhos e ele também gosta de beijos."
- EU: "Posso ver ele pra brincar melhor?" — ele tirou a cueca e mostrou uma pica branca e gorda com prepúcio, eu tava pirando de tesão com o cheiro de macho que aquela pica tinha — "Mmmm, que brinquedo lindo, papai" — comecei a bater uma devagar e puxava o prepúcio bem pra cima pra enfiar a ponta da língua até tocar a cabeça.
- ELE: "mmmmm bebê, que bem você brinca!"
Começou a crescer na minha mão até ficar bem dura e, no lugar do prepúcio, agora tinha a cabeça bem inchada à minha disposição. Passei a língua por todo o tronco até as bolas enquanto continuava batendo uma pra ele, beijava a cabeça e lambia o líquido pré-seminal que ia saindo. Fiquei um bom tempo assim, curtindo o pau dele.
- EU: "mmmmm, putaria, e esse jogo, como se ganha?"
- ELE: "mmmmm, quando você ganha, o brinquedo do papai solta porra e você tem que tomar tudo porque adora leite, não é, bebê?"
- EU: "Sim, papai, adoro leitinho!"
Comecei a chupar bem rápido e até o fundo até ele gozar e gritar bem alto de tesão.
- ELE: "mmm que delícia, bebê, toma tudo, vai! agghh aghhhh!"
Sem parar de chupar nem um instante, começou a sair muita porra, que fui engolindo enquanto continuava mamando. Segui por mais alguns minutos, limpando o pau inteiro com minha língua e apertando o tronco bem forte para tirar até a última gota.
Conversamos um pouco enquanto nos vestíamos de novo, e ele disse que precisava ir rápido para um encontro com os amigos, mas que adorou e que da próxima vez seria na casa dele. Ofereci algo para beber e depois o acompanhei até a porta para nos despedirmos.
Espero que tenham curtido o relato! Aguardo seus comentários e críticas para melhorar meus posts! BEIJOS!!!
10 comentários - Jugando con mi vecino maduro (relato gay)