Os turros, o roqueiro e o Poringa boy (Conto Gay)

Pra quem é dos poringa boys que costuma ler meus contos, sabe que essa conta eu uso como um diário íntimo xxx kkkkk adoro contar meus melhores encontros com outros caras, sinto que faço vocês participarem de certa forma e como vejo que vocês curtem, isso me incentiva a continuar contando. Se alguém tiver dúvida, são todos 100% reais 😉
Esses dias, não sei por que, não tava conseguindo postar, a página travava quando eu ia publicar, então juntou uns contos e basicamente vou contar tudo que fiz na semana. Essa semana exagerei na promiscuidade e enquanto lembrava de tudo pra escrever, percebi que comi pelo menos uma rola por dia.
Na segunda, fiz algo rápido quando saí à noite da aula em Belgrano. Como na segunda tinha chovido muito, fomos poucos na aula e saímos cedo. Aproveitei, mandei mensagem pra ele e combinamos de nos ver, mas tinha que ser rápido. Eu saio da aula às 21h30 e chego em casa às 23h30, então se demorasse muito, ia chegar tarde pra caralho e não tava a fim. Encontrei o cara, fomos pro apê dele e chupei a rola dele.

Na terça:http://www.poringa.net/posts/gay/2856377/Primer-dia-de-facultad-Relato-gay.htmlO GENEROSO E OS TURRITOS

Na quarta-feira tive um dia bem agitado, tipo umas 8h me acordou a ligação de um cara, o generoso, combinamos dele vir umas 11h que eu ficava sozinho em casa, fiquei enrolando na cama um pouco, levantei, tomei banho e organizei tudo pra esperar ele. Ele comprou um Multi-O uma vez e deixou aqui pra eu usar com ele, então esperei ele com tudo pronto. Conheci ele numa hotline, a gente se viu uma vez mas não rolou muita química, mas ele queria que a gente continuasse se vendo, pelo menos uma vez por semana ele vem com certeza, exceto na semana anterior. Então ele chegou super tarado, veio com a roupa de trabalho, sempre mandam ele de um lado pro outro, então ele aproveita e vem na hora com o carro do serviço. É um safado na casa dos trinta. Assim que entra, começa a me beijar de língua, me envolve com os braços e fica todo dengoso e carinhoso, a gente ficou se pegando um tempão na sala. Ele pediu pra gente deitar no sofá, ele deitado e eu em cima dele, nos beijando. Ele passava a mão em tudo em mim enquanto falava o quanto tava com tesão. Depois de um tempo, falei pra irmos pro meu quarto, e enquanto subíamos a escada ele disse que queria me comer ali. Eu sorri mas não liguei, achei que era só brincadeira. Ele sempre pede pra transar no quintal de casa, no terraço, na sacada, coisa que obviamente nunca aceitei. Tudo bem, mas eu moro ali, não ele. O filho da puta é exibicionista com esses fetiches dele, enquanto os vizinhos olhavam, hahaha. Já é demais trazer sempre caras pra casa, qualquer hora uma dessas vizinhas fofoqueiras que tenho vai fazer algum comentário pra minha mãe, e a farra vai acabar. Entramos no meu quarto, continuamos nos pegando contra a escrivaninha enquanto íamos tirando a roupa um do outro aos poucos. Eu fiquei só de suspensório e ele peladão. Eu passava a mão na rola dele que já tava dura, deve ter uns 16x5, a rola é boa, morena, cabeçuda. Ele passava a mão no meu pacote, eu fiquei bem duro, ele afasta um pouco a parte... Na frente do suspensório, o suficiente pra minha pica pular igual uma mola, ela pega com as duas mãos e me beija com muita vontade na boca. A gente cai na cama, tava se beijando quando ela colocou a mão na minha cabeça e fez força pra baixo. Comecei a descer beijando ele até chegar na pica dele, peguei com uma mão e comecei a chupar. Ele enfiava tudo na minha boca, eu lambia o tronco enquanto olhava fixo nos olhos dele. "Cê gosta?" pergunto enquanto batia uma pra ele. "Sim, putinha, adoro", ele responde. Ele me pega pela cabeça e me faz engolir inteira. Fiquei o máximo que deu com a pica dele na boquinha, e tirei deixando tudo bem babado. Continuei batendo uma e mamando, mas ele pediu pra parar porque senão ia gozar. Subi em cima dele de novo e a gente continuou se pegando mais um pouco. Ele me perguntou se eu lembrava quando tinha comido ele, parecia que queria refrescar a memória. Falei que sim, claro. Ele pega na minha pica e pergunta se eu tinha gostado, eu disse que sim, já tava vendo onde ia dar, o putão tava com vontade de pica. "Chupa", falo. A gente se ajeitou, eu agora deitado de barriga pra cima e ele desceu até minha pica. Pegou forte com a mão, forte demais, e chupava com a boca bem fechada, o que era meio chato. Tirei a mão dele, coloquei a minha, e falei pra ele abrir mais a boca, brincar com a língua e subir e descer devagar, sem pressa. Agora tava fazendo um boquete gostoso, e claro... com a patroa não pode treinar. Ele continuou chupando minha pica por um tempo, batia uma, passava a língua na ponta e me olhava nos olhos, o filho da puta. Quando ele se anima a chupar, porque não faz sempre, só naquela vez que eu comi ele ele tinha mamado, então quando pega não larga mais. Mas pra minha surpresa, ele não pediu pra eu fazer a bunda. Levantou, fez sinal pra eu chupar ele. "Deixa ela bem dura com a boca", ordenou enquanto pegava a caixinha de camisinha que eu tinha deixado. Sobre o CPU do PC, eu sorri pra ele, peguei o pote de vaselina, não saía nada, preciso comprar outro já, apertei forte e consegui tirar o suficiente, ele deitou de novo de barriga pra cima, colocou a camisinha, passei vaselina no meu furinho e enfiei um dedo pra lubrificar melhor por dentro também, consegui tirar um pouco mais de vaselina e passei bem no pau dele, batendo uma pra ele, o que fez ele ficar durasso de vez. Subi em cima dele, peguei no pau dele, encaixei a bunda e comecei a meter, entrou até a metade de boa, depois começou a apertar, eu gemia enquanto segurava no cabelo dele e aproximava meu rosto do dele, pedindo pra ele me comer. Ele começou a se mexer e entrou tudo de uma vez, tirei e meti de novo inteiro, isso deixou ele louco, doeu um pouquinho, então comecei a cavalgar, primeiro devagar e cada vez mais rápido pra minha bunda abrir bem e não doer mais. Depois de um tempo, ele pediu pra eu ficar quietinha porque senão ele ia gozar, fiquei com o pau dele dentro e nos beijamos um pouco, aí me mexi de novo, ele pediu pra eu cavalgar de costas pra ele, não tirei o pau, virei e me ajeitei do jeito que ele queria, ele me segurou pela cintura e me comeu gostoso por um tempo. De novo ele tava quase gozando, disse que queria fazer a parada da escada, como um gauchinho promíscuo, eu fiz a vontade dele, ele não tirou o pau da minha bunda, nos ajeitamos e fomos andando com o pau dele dentro de mim. Quando você sai do meu quarto, a próxima porta é a do banheiro, a porta tava aberta e em cima do móvel estavam meus óculos, os óculos de armação grande, transparente, os que os hipsters usam. Ele pede pra eu colocar, ficamos na frente do espelho, então aproveitamos e ele me comeu ali enquanto nos olhávamos no reflexo, eu mexia nos piercings dos meus mamilos e fazia a putinha por um tempo, ele bombava minha bunda sem parar, ele disse que não ia aguentar muito mais, então fomos pra escada que fica do lado do banheiro, descemos uns degraus, tudo sem tirar o pau. Tirar pra fora, foi bom porque quando eu descia um degrau, ele ficava mais alto, então o pau dele esticava meu buraquinho pra cima, sentia que ele abria tudo. A gente se ajeitou de um jeito que ele ficou um degrau abaixo de mim, eu dobrava um pouco as pernas pra ficar mais ou menos na mesma altura e aí, do jeito que ele queria, ele continuou me comendo até soltar toda a porra. Depois de um tempo, ele foi embora e voltou pro trampo.

No dia anterior, terça-feira, eu tinha postado num grupo do Facebook, um grupo gay daqui da região, coloquei que tava procurando um cara legal pra fumar um baseado e fazer algo a mais, deixei meu número. Um cara me chamou, 19 anos, mora aqui perto, a conversa não foi muito pesada, nem trocamos foto de pau, cu, etc. Eu só vi a foto de perfil dele e ele a minha. O cara era super gente boa, combinamos de nos ver na hora, sem enrolação. Pra ser sincero, pela foto ele parecia um gatinho muito lindo, eu não costumo ficar com caras mais novos dessa idade, prefiro da minha idade pra cima, mas sei lá, ele era muito simpático, fumava e a gente já se deu bem na hora. Então, depois que o generoso foi embora de casa, almocei e mandei mensagem pro moleque: "Quer vir aqui em casa pra gente dar uma bongada?" Ele topou na hora, sem nenhum drama. Falei como chegar, mas ele já conhecia mais ou menos o bairro onde eu moro. Fui buscá-lo no ponto de ônibus, lindoooo, ele veio com uma bermuda esportiva, tênis com molas, uma jaquetinha, não esportiva, cara de ser bem estiloso, adoro assim. A gente se cumprimentou numa boa e começamos a andar pra casa. Entramos, ficamos de bobeira um pouco, ele tirou do bolso uma pedrinha de maconha, eu dichavei, bolei, e fomos pro quintal acender. Fumamos um pouco, voltamos pra dentro e falei pra subirmos pro meu quarto. Lá, continuamos na mesma, coloquei música e parti pra cima. Peguei ele pelo rosto, fui beijar ele, mas ele disse que não curtia isso. Me quebrou total, um moleque tão legal, tão relaxado, nem imaginei que ele ia vir com essa. De alguns vacilos eu entendo, mas que ele também me cortou dizendo que não cabia os beijos, me deixou pra baixo, mas eu ainda não tinha entendido se não tinha cabido o beijo ou eu, então, como tava meio doido, foram uns segundos super estranhos, e ele fala "mas se quiser..." e olha pro volume, um volume enorme que o cara tinha, desde que vi ele quando fui buscá-lo no ponto de ônibus, notei que tinha um baita pacote, perdoei ele por ser bonito, "ah, isso eu posso?" e meti a mão direto no volume, mas não é a mesma coisa, eu amo de paixão ficar de linguinha, já meu ânimo não era o mesmo, mas tudo mudou quando ele mostrou a piroca, que tava borrachuda, tipo, tava assim e marcava uma coisa enorme, depois que coloquei na boca e ela endureceu, vi ela no maior esplendor e essa piroca entrou no meu top 3 das melhores pirocas que já vi, juro, chuto uns 19x7, era muito grossa, mais escura que a cor do corpo dele, piroca muito boa, mas por ser tão grossa, era meio desconfortável de chupar, depois de um tempo mamando ela, ele me pega pela cabeça e começa a querer foder minha boca, não, nem fodendo que entrava tudo aquilo na minha boquinha, eu me engasgava, mas chupei com muita vontade, ele tirou a camiseta, mas eu não tava a fim de transar, ter aquele gatinho lindo, montar na piroca dele mas não beijar a boca me desanimava só de imaginar, então depois de chupar esse pauzão um bom tempo, encheu minha boca de porra toda, soltou uma porra gostosa, bem líquida, engoli tudo, tirei da boca, e apertei, saiu mais um pouco de leite que rapidamente quis descer pelo tronco, mas não deixei, lambi a piroca dele e saboreei toda, continuei mamando um pouco; fumamos mais um pouco, relaxamos aqui em casa, demos boas risadas e ele foi trabalhar, horas depois trocamos mensagem e combinamos de repetir, com certeza tenho que comprar mais vaselina, essa só com saliva não dá pra aguentar hahaha
Eram umas 2:30 da manhã, eu tava largado na cama, mais dormindo que acordado, tinha o celular do meu lado carregando a bateria e em vibrador, nisso toca, atendo, não dava pra ouvir direito, pergunto quem é mas não entendia, depois entendo alguma coisa e era um dos moleques do bairro que já devo ter visto umas 5 vezes, ele falou que queria vir em casa fazer alguma coisa, falei pra ele vir em 15 minutos, levantei da cama, me troquei ou melhor me vesti já que costumo dormir pelado, desço em silêncio, já que não moro sozinho, por sorte ouvi a TV dos outros quartos então menos ainda iam ouvir alguma coisa, mas mesmo assim não tava nos meus planos fazer barulho, abro as fechaduras, abro a porta, deixando só encostada, dou uma espiada pelo basculante da porta pra ver se ele vinha, daqui a pouco aparece, passa pela calçada do outro lado olhando, abro a porta e ele se aproxima, um moleque de 19 ou 20 anos, não lembro, moreninho, gato, um pouco mais baixo que eu, sempre arrumado bem estilo moleque, isso me excita pra caralho, na hora ele entra, fecho o portão, a porta, faço sinal pra ele ficar em silêncio, ele já sabe como é a parada na minha casa mas né, lembro ele, na hora sem mais enrolação, começo a apalpar o volume dele, ele tira a rola, foi ficando dura, me ajoelho e começo a chupar ele, baixo um pouco mais a calça dele, principalmente na parte de trás, seguro ele com as duas mãos na bunda e continuo boqueteando, ele começa a se mexer acompanhando meus movimentos de cabeça, tava comendo ela toda, ele deve ter uma rola de uns 17x5, tocava no furinho dele, adoro sentir os pelos da bunda dos caras, não é uma selva, mas um pouco peludo eu adoro, na vez anterior desse moleque eu tinha dado uma chupada de bunda foda, ele mexia a bunda gostosa que tem enquanto eu tava com a boca enfiada entre as nádegas dele, quero comer ele, me tira daqui então se você me ler, saiba que quero fazer a sua bundinha, ainda é virgem?; enfim, boquetei ele um tempo até ele gozar tudo na minha boquinha, cuidadosamente depois que ele foi embora fechei tudo de novo, cuidadosamente digo por causa do barulho das fechaduras e das chaves, fechei tudo, e me Fui dormir.
O rocker

Na quinta-feira, meio-dia, chegou mensagem de um cara que mora aqui perto, ele tinha sumido, o rocker, devo ter visto ele umas 3 vezes, queria que eu fosse na hora no apê dele, falei que não, tava desenhando uns planos de um projeto que tô fazendo, além disso, tudo bem com ele, mas tinha que pegar um busão, e nada, nem dava, tinha acabado de fumar o baseado que o menino lindo do dia anterior me deu, então tava super inspirado desenhando e viajando no projeto de design de interiores que tô trabalhando, falei que à noite se desse passava lá, fui imprimir umas imagens pro projeto em Liniers, liguei pra ele quando me liberei, falei que em 20 minutos podia estar por lá, fui, ele abre a porta, é todo meio desleixado, barbinha de uns dias, jeans rasgado, all star suja, deve ter uns 28 anos, gosto dele, mas percebi que tava meio estranho, mais do que fumar um baseado, tinha usado algo mais, e isso não curto, então ali soube que era a última vez que ia vê-lo, subimos no elevador, ficamos meio calados, ainda por cima mora num dos últimos andares, entramos, ele vai no banheiro, sai, entro eu, e quando saio ele não tava, me pega pelo braço e me leva pra um quarto onde ele tava, luzes apagadas, não via porra nenhuma, tava de pau duro, já tinha abaixado a calça, amassamos um pouco, beijava o pescoço dele enquanto batia uma punheta pra ele, na hora me ajoelhei na frente dele e chupei um bom tempo, o pau dele deve ter uns 16x4, sozinho ele se virou e colocou a bunda na minha cara, dei uma chupada da porra no cu dele, pelo que ele me contou não dá muito o cu, mas adora enfiar coisas, então é aberto, bem aberto, tentava enfiar a língua o mais fundo possível, na hora já tava dilatando bastante, tem um pouco de pelo também, dei uma chupada da porra no cu dele, ele pegava na minha mão e levava pro pau dele pra eu bater uma, não parava de suspirar, sozinho ele foi Me ajeitando de quatro no chão, eu me ajoelhei atrás dela, mandei ela levantar a raba e continuei comendo a bunda dela, ela mesma abria com as mãos, uma delícia, já que não ia ver ela de novo, pensei que podia dar uma bela foda. Esse é outro enrustido, eu gosto dos magrelos que são discretos, mas às vezes passam do ponto de bestas, e com esse eu já desconfiava antes, porque ele já vinha "na mira" comigo, às vezes é meio bocó, então eu babei bem o pau, encostei na bunda dela e comecei a meter, parecia que doía, ela pedia mais devagar, além disso fazia força e fechava, lubrifiquei mais e de novo, mesmo pedindo mais devagar, enfiei tudo, entrou quase inteiro, dava pra ouvir os gemidos e suspiros dela, comecei a me mexer, ela mordia meu pau com a bunda, pediu pra eu tirar, se ajeitou melhor, colocou as perninhas no ombro, ainda tava de tênis, cueca e calça, então coloquei as duas pernas num ombro só, meio desconfortável, mas eu gostava da ideia de comer ele assim jogado no chão, encostei o pau e meti tudo que dava de uma vez, ele fazia força com as mãos nas minhas coxas pedindo pra parar, mas nada, continuei, ele pedia devagar, mas eu afastava as mãos dele e metia com tudo, na hora ele bateu uma punheta e gozou tudo no peito e na barriga, tirei o pau do cu dele e fiz o mesmo.

O garoto de pau grande
Na sexta de manhã veio um machinho, outro generoso, ele disse que me conhecia de uma casa de puta da capital, verdade que não fazia ideia, eu não lembrava dele, mas beleza, veio em casa, transamos um tempo, nada de outro mundo, chupei ele, ele me chupou, me comeu, depois foi embora. E o melhor da semana foi o encontro que tive com um garoto de pau grande, ao meio-dia ele me mandou mensagem no WhatsApp, um garoto de pau grande, um com quem eu vinha conversando através de comentários dele nos meus posts, 22 anos ele, no começo duvidei porque não são meus preferidos os caras mais novos que eu, embora como leram eu tinha comido dois nos dias anteriores, pelo que vi nas fotos tinha gostado, além de que ele era bem Beleza, falei pra ele que se quisesse podia vir pra casa na hora, achei que não ia vir, eu tava livre até umas 17h, depois tinha que ir pra faculdade. Como ele mora longe, pensei que a gente ia deixar pra outro dia, mas não, ele disse que ia resolver umas paradas e vinha. Me surpreendeu, tem tanto enrolando por aí e um moleque na hora, sem me conhecer, ter que pegar trem e ônibus pra chegar, aceitar vir sem frescura me surpreendeu positivamente. A gente foi se falando, eu fui indicando qual ônibus pegar, onde descer, etc. Fui no ponto do autódromo buscar ele, viemos pra casa, tava calor, fomos na cozinha tomar algo gelado, conversamos um pouco e começamos a nos beijar de língua. O moleque beija muito bem, quem já é bom de tranza já era, certeza que a gente ia se divertir. Ficamos lá um tempão nos pegando forte, depois subimos pro meu quarto, deitamos na minha cama e continuamos. Ele mostrou o pau, muito bom, lembro que pela foto de perfil eu já tinha visto e gostado, e agora tava tudo pra mim. Ficou bem duro, meti na boca e chupei com muita vontade, chuto uns 17-18cm de comprimento por 5 de grossura. Ele pedia pra chupar as bolas, o que eu fazia na hora certa, tentava enfiar as duas na boca, lambia, colocava uma na boca e ficava brincando com ela e minha língua, subia e voltava a chupar o pau de novo, enquanto massageava as bolas que estavam molhadas de saliva. De vez em quando voltava pra boca dele, não tem coisa que eu curta mais do que beijar, me fascina, me deixa muito excitada, sentir a língua de outro homem brincando com a minha é o máximo pra mim, e esse cara sabia beijar e muito bem, me segurava pela cabeça e enfiava a língua com tudo. Ele tava com o pau duro como pedra, então colocou uma camisinha, lubrifiquei a bunda, ele tava deitado então montei em cima dele, peguei no pau dele e fui me ajeitando pra enfiar. Doeu um pouco, ele tava durasso, fui enfiando devagar, doía, mas todo mundo sabe que eu ia terminei comendo tudo e foi assim mesmo, sem soltar ela, ela enfiava um pouco, só a cabeça, tirava, cuspia no meu cu e babava o pau dela, enfiava de novo, dessa vez um pouco mais, e assim de novo e já era, já tinha dilatado e comecei a comer como manda o figurino, comecei a pular no pau dela, eu gemo pra caralho, tava comendo bem gostoso aquele rabo, me joguei pra cima dela e beijo a boca dela, levanto um pouco a bunda pra ela ter espaço pra bombar e ela bombava pra caralho, pedia pra ela não parar, pedia entre gemidos pra ela arrebentar meu cu, deixar meu buraquinho bem aberto, falava com o cu dela, beijava e lambia um pouco, o cara falava "tô comendo a estrela promíscua dos contos de putaria", fiquei com muita vergonha, e respondi "e aí? sou tão promíscuo quanto o que você lia nos meus contos?", ela respondeu que sim, e que ainda tinha a fantasia de comer um rasta, continuamos nos pegando, e depois ela pede pra eu cavalgar de costas, sem tirar o pau do meu cu fui girando até ficar como ela pediu e continuei pulando naquele pauzão, depois de um tempo minhas pernas cansaram então ela continuou me comendo, mas dessa vez de quatro, a mina sabia e sabia bem, me segurou forte pelas rastas e me bombou com tudo, eu apoiava as mãos na cama, ela puxava minhas rastas pra trás fazendo minha cabeça ir pra trás também enquanto me comia com tudo, ela soltou, me deixei cair e ela continuou me dando pica sem parar, esse foi o melhor momento, eu não parava de gemer, sentia o corpo dela no meu, gotas de suor caindo em mim, e de tanto que ela metia, a cama balançava pra caralho e fazia um barulhão contra a parede, eu só conseguia gemer sem parar e falar "uff assim vagabunda, assim, continua assim, me come, arrebenta meu cu!", depois de um tempo ela tirou a camisinha e me deu todo o leite quentinho dela, ficamos largados na cama ofegantes, suados, nos beijando muito, eu fico muito grude, gosto de ficar tipo namorando na cama. Todo dia eu tenho um namorado diferente, hahaha 😛 Enquanto a gente continuava se beijando, a pica dele não baixava, tava dura que nem pedra o arrombado, aí depois de descansar um pouquinho continuei chupando ele, lambia as bolas dele, ele colocou outra camisinha, eu sentei e doeu um pouco, sentia a buceta toda fodida, mas depois de um tempinho já tava dando conta, só que ele falava que a pica dele tinha ficado sensível, mas mesmo assim me diverti um pouco cavalgando nele, tirava quase tudo e sentava rápido até o fundo, ele semicerrava os olhos, não sei se tava doendo, mas tava sensível, "hmm, o que foi? não aguenta mais?" eu falava brincando. Fiquei mais um tempinho assim, mas tirei a pica da buceta, não queria que ele fosse embora com a pica dolorida, terminei tirando o leite dele pela segunda vez com a boca, e óbvio que tomei até a última gota, mas de novo aquela pica não baixava, já tava ficando tarde pra nós dois, eu podia ficar até umas 18h no máximo, depois tinha que ir pra faculdade, além disso todo mundo ia chegar na minha casa, ele tinha que ir embora às 17h, mas não foi pra aula e ficou mais um pouco. Como a pica dele não baixava, a gente continuou se pegando mais um pouco, ele passou o braço por trás de mim e enfiou os dedos enquanto eu batia uma pra ele, ele pedia pra eu falar no ouvido dele, pra pedir porra, às vezes falava que já era, que não tinha mais leite, mas depois de um tempinho, enquanto eu lambia as bolas dele e pedia mais porra, ele gozou pela terceira vez na minha boca. Daí um tempo ele foi embora, acompanhei ele até a avenida, ensinei como chegar no ponto de ônibus, voltei rápido pra casa, arrumei tudo, tomei banho, troquei de roupa e corri pra faculdade super cansada.
Foi assim minha semana, no fim de semana não fiz nada de nada, nesse sentido sou bem clássico, durante a semana gosto de ficar na correria, transar, estudar, etc, e nos fins de semana descansar pra caramba. Espero ter uma semana igualmente agitada 😉 😉 😉

11 comentários - Os turros, o roqueiro e o Poringa boy (Conto Gay)

JuanXam +1
genial relato ! una paja en tu nombre !
NiqoHot +1
Como me hiciste acabar, muy buenos relatos !
Uffff Que semana movidita Gonza.....buenismos relatos como siempre....mi chota redura....
sj95 +1
Como siempre un genio loco la pija dura y llena de leche me la dejas. Dentro de dos meses cumplo años ojalá te tuviera de regalo de cumple jaja
Que buenos relatos gonza me dejasta la verga al palo loco
'' me estoy cogiendo al putito estrella de los relatos de poringa'' .... creeria que varios quieren

estar con la estrella 😛

Buenas historias man como siemrpe!